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Descoberta tatuagem do arcanjo Miguel em múmia com 1300 anos

O cadáver bem preservado foi descoberto durante uma escavação arqueológica nas margens do Rio Nilo. por Jarbas Aragão

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Pesquisadores do Museu Britânico divulgaram uma descoberta intrigante na múmia de uma mulher egípcia que viveu por volta do ano 700. Após ser escaneada, revelou que tinha uma tatuagem na coxa com o nome do anjo Miguel, mencionado na Bíblia. O anúncio foi feito esta semana, durante a apresentação de um projeto de pesquisa que usou tomografia computadorizada para examinar múmias egípcias em estudo sobre doenças. O corpo da mulher estava enrolada em panos de linho e lã e seus restos mortais foram mumificados no ca

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Igreja Universal é acusada de ser uma seita na Nova Zelândia

Oferta de “óleo ungido” e testemunhos sem comprovação motivaram reportagem investigativa

por Jarbas Aragão

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Igreja Universal é acusada de ser uma seita na Nova Zelândia
IURD é acusada de ser uma seita na Nova Zelândia

O jornal New Zealand Herald, um dos mais influentes das ilhas vizinhas à Austrália, publicou uma matéria investigativa esta semana envolvendo o nome da Igreja Universal do Reino de Deus. Como consequência, surgiram pedidos para que se investigue a “seita”, que já foi tema de uma série de acusações de exploração da fé, feitas por um canal de TV local.

As acusações de ser uma seita não são novidade para a IURD, que nasceu no Brasil e em poucas décadas se espalhou por todo o mundo. Desde 2005 está na Nova Zelândia, país colonizado pelos ingleses e onde a maioria ainda é seguidor da Igreja Anglicana. Contudo, a prática da venda de “objetos milagrosos” não é bem vista.

Uma recente campanha da IURD no país promete que oferecerá azeite de oliva em troca de uma oferta. Esse óleo veio de Israel e recebeu orações. Por ser ungido teria capacidade de curar problemas de saúde como tumores, além de esquizofrenia e até problemas de relacionamento.

Panfletos colocados em caixas de correio na capital Auckland convida para os cultos como “uma oportunidade única para aqueles que precisam de um milagre.”

Herald procurou o responsável pela igreja que distribuiu os panfletos, pastor Renato Fernandes. Ele se recusou a falar e encaminhou a reportagem ao líder na capital, bispo Victor Silva, exigindo provas da eficácia do uso do óleo oferecido. Silva limitou-se a enviar um e-mail dizendo que seu uso é “um ato de fé”, e que “a fé pode ajudar no processo restaurativo”.

Ofertados nas garrafas em forma de cruz já conhecidas no Brasil, o grande evento deste domingo será realizado no Centro de Eventos Vodafone em Manukau. O problema é que as promessas da igreja em relação ao óleo podem ferir leis locais.

O material promocional na IURD traz testemunhos de pessoas que afirmam terem sido curadas, mas não oferece provas médicas. “A Igreja não tem perícia médica especializada para verificar todas as pessoas que se apresentam na igreja com uma doença. Por isso elas sempre são aconselhadas a procurar um médico de sua confiança.

Para evitar problemas com a justiça, a igreja colocou uma nota em letras pequenas na parte inferior do panfleto onde lê-se “O Centro de Ajuda IURD não tem a pretensão de curar as pessoas, mas acredita que Deus pode fazer isso através do poder da fé. Siga sempre as instruções do seu médico”.

O vice-presidente da Associação Médica da Nova Zelândia, Stephen Child, disse que usar o azeite oferecido pela igreja é uma opção pessoal. Explica que todos os tratamentos com “efeito placebo”, mostram em média, que 30% dos doentes apresentam melhora. O que não significa uma cura total. Por isso, faz um alerta: “Se você estiver disposto a correr riscos … a escolha é sua”.

A matéria foi reproduzida em outros jornais e sites de língua inglesa, como o Religion News da Holanda, que não poupou críticas às práticas da igreja, comparando a prática à feitiçaria.

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Alá está reunindo os judeus em Israel para matá-los, afirma líder terrorista

Ameaça de líder do Fatah aponta para antigas profecias

por Jarbas Aragão

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Alá está reunindo os judeus em Israel para matá-los, afirma líder terrorista
“Alá está reunindo os judeus em Israel para matá-los”

O oficial da Autoridade Palestina Abbas Zaki fez uma declaração surpreendente durante um programa de televisão palestino. Como membro do Comitê Central do governo, pertencente ao grupo terrorista político Fatah, sua opinião é muito relevante. Em especial porque atualmente é um dos líderes mais influentes, assessorando o líder palestino Mahmoud Abbas para o diálogo com o mundo árabe e China.

Perguntado sobre a política de Benjamin Netanyahu em relação a ataques dos jihadistas, comparou-a ao Holocausto. Para ele, o objetivo final não é a restauração de Israel, mas sim o seu desaparecimento. Acrescentou ainda que os israelenses “são sem religião e sem princípios, sendo um instrumento avançado do mal.”

Zaki disse ainda que concordava com os judeus e cristãos que afirmam há anos que somente por uma intervenção divina o povo judeu está sendo reunido em Israel. Contudo, foi enfático: “Eu acredito que Alá vai reunir [os judeus], mas para que possamos matá-los”.

Obviamente suas colocações geraram muitos protestos, especialmente por parte da mídia cristã.

Recentemente foi divulgado por Ron Huldai, presidente da câmara, de Tel Aviv, que Israel está assistindo nos últimos anos “uma nova onda de imigração em proporções nunca vistas senão nos anos que precederam a independência de Israel”.

Estudiosos das profecias apontam que esse movimento recorde é um sinal que aponta para textos do Antigo Testamento mostrando que nos últimos dias Deus levaria seu povo de todas as partes do mundo de volta para a terra prometida. A menção de que essa reunião possa culminar em uma guerra com os palestinos ecoa os textos que mencionam Gogue e Magogue. Com informações Times of Israel e WND.