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Homem diz ter visão dos céus após parada cardíaca

 

Ele ficou inconsciente durante quase uma hora até que foi reanimado pela equipe médica da UTI

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Por 45 minutos o coração de Brian Miller, 41 anos, parou por conta de um ataque fulminante. Natural do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, o homem conseguiu se recuperar e foi na TV contar seu depoimento dizendo que durante o período que esteve desacordado, ele teve uma visão dos céus.

“A única coisa que me lembro é que comecei a ver a luz e que comecei a caminhar em sua direção. Era a coisa mais linda que eu já vi”, disse ele.

Miller afirmou até que reencontrou sua sogra, Kay, falecida uma semana antes de sua internação. A sogra lhe teria dito que não era o seu tempo, e Brian retornou por conta de inúmeras coisas para resolver e administrar em sua casa.

“Existe vida após a morte e as pessoas precisam acreditar nisso em algum momento”, disse ele que voltou a respirar de forma milagrosa sem ter nenhuma sequela ou dano cerebral.

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Ex-polígama mórmon diz que aceitar um marido com outras esposas é viver um adultério dentro de casa

A mórmon Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
 

Ex-polígama mórmon, integrante de uma união conjugal com a participação de várias esposas, relatou recentemente que aceitar a união de um marido com várias mulheres é como sofrer com um adultério e ainda ter a amante vindo para sua própria casa.

  • igreja mormon
    (Foto: Reuters)
    Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na cidade de Salt Lake, Utah, 27 de janeiro, 2012.

Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos, depois de se converter ao fundamentalismo mórmon, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Contudo, mesmo depois de viver tanto tempo sob tais condições, Munn afirma que não estava feliz e agora prefere falar dos riscos do costume.

“Você tem que sorrir e fingir que está tudo bem, porque isso faz parte da cultura. Então, para entrar nela, eu pessoalmente não quero vivê-la, pois me sinto coagida a aceitar algo que eles impõem como uma questão de fé”, destacou Munn ao diário britânico Daily Mail.

  • Em 2013, o estado do Utah, oeste dos EUA, onde boa parte da população é mórmon, decidiu que aumentaria a liberdade para famílias polígamas. Assim, uma deliberação anterior para a coabitação foi derrubada por violar a liberdade de religião.

Como contrapartida ao caso de Munn, Kody Brown, patriarca mórmon, defende que a poligamia é um estilo de vida absolutamente normal e aceitável, se todas as pessoas estiverem de acordo com o que foi pré-estabelecido.

“Apesar de sabermos que muitas pessoas não aprovam as famílias plurais, esta é a nossa forma de viver nossa família, com base em nossas crenças”, afirmou Brown com a esperança de que haja um respeito mútuo entre pessoas de outras unidades familiares.

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Ao final, Munn coloca outro contraponto, ao ressaltar a discriminação dos mórmons com as mulheres. “Certamente, dentro de uma poligamia baseada nos mórmons, não nos deixa muita escolha, pois as escrituras mórmons ensinam a uma mulher que se ela não consentir a poligamia, Deus vai destruí-la”, resume.

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Feliciano comemora baixa de audiência do Big Brother Brasil

Por duas semanas o Programa Silvio Santos tem ficou em primeiro lugar no ibope

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Feliciano comemora baixa de audiência do Big Brother BrasilFeliciano comemora baixa de audiência do Big Brother Brasil

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) escreveu um texto em seu site comentando o aumento da audiência do Programa Silvio Santos e a queda do Big Brother Brasil (BBB). O evangélico afirma que não tem interesse nesses dados, mas que fica feliz ao ver que a população brasileira está dando preferência para programas que não ferem os bons costumes.

Por duas semanas seguidas o dono do SBT conseguiu ficar em primeiro lugar, deixando o reality show da Globo em segundo. “O povo sabe discernir o certo do errado”, é o título do texto. Feliciano cita as participações de homossexuais no BBB, inclusive a edição atual que mostra sempre duas mulheres se beijando na casa.

“Claro que o direito de escolha é da emissora e todos merecem as mesmas oportunidades e tem nosso respeito, somente questiona-se porque se a proporcionalidade entre a população esse grupo é minoria e observamos que nunca houve um programa em que não se colocam vários membros dessa minoria tornando implicitamente como obrigatória essa presença talvez ocupando a vaga de outros, reitero nada contra qualquer grupo”, escreveu.

Por outro lado ele elogiou a programação de Silvio Santos que mesmo sendo uma atração popular não faz apelações. “Silvio Santos no alto de seus 82 anos com um programa popular e sem apelação com entretenimento ao gosto da família comum consegue superar em audiência a mais forte emissora em operação em nosso país a poderosa Rede Globo, configurando uma nova era na audiência de nossa televisão.”

Feliciano chega a comentar a recente polêmica de uma marca de roupas que estimulava o turismo sexual durante a Copa comparando com os programas televisivos que fazem todos os dias a mesma propaganda.

“O que adianta nos ofendermos quando uma marca de roupas esportivas lança nos EUA uma camiseta com desenho sugerindo que durante a copa por aqui poderia se encontrar o denominado turismo sexual se em rede nacional e porque não dizer internacional com a programação da Globo Sat, são expostas jovens semi nus em festas diuturnas regadas a bebidas alcoólicas, em promiscuidade declarada e sugerida”, questiona.

O deputado também aproveita o momento para parabenizar o público brasileiro pela escolha dos programas e pede para que Deus continue iluminando o povo.