Tecidos tingidos, dos tempos bíblicos, são encontrados em Israel

Arqueologia 

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Tecidos tingidos são os tempos bíblicos, em Israel

Fragmento de tecido encontrados em Qumran. / Autoridade de Antiguidades de Israel
Os arqueólogos descobriram fragmentos de pano com tinturas exóticas, o que mostra o desenvolvimento de uma indústria que já está no livro de Atos.

22 de janeiro de 2014 , ISRAEL

Diz o relato bíblico em Atos havia uma mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura em Filipos, uma cidade visitada Paulo e seu companheiro viagem missionária. Uma descoberta arqueológica em Qumran está fornecendo mais informações sobre este grande desenvolvimento de negócios na antiguidade.Especialistas de Antiguidades de Israel anunciou quetecidos tingidos descoberto 2000 anos atrás. Este é um verdadeiro “raridade” no campo da arqueologia, onde é difícil tecidos pode ser mantida ao longo de muitos anos. no entanto as condições meteorológicas nas cavernas de Qumran fornecidas (IAA) anunciou a descoberta de corantes extremamente raros encontrados em antigos fragmentos de tecido. tecidos foram descobertos em cavernas no deserto da Judéia, localizado ao sul de Qumran, onde os rolos famosos foram encontrados no século passado, um lugar que tem proporcionado o ambiente ideal para a preservação . Entre os tecidos obtidos, há dois particularmente importante para a sua cor roxa, o que mostra que faziam parte das vestes usadas por alguns dos materiais mais caros da antiguidade trunculus Murex (Hexaplex trunculus) e os insetos cochonilha para obter esse tom . “Não há nenhuma conclusão semelhante, por isso parece muito importante”, dizem os especialistas, segundo os quais os tecidos azul e roxo foram excepcionalmente valioso no tempo dos romanos, semelhante ao preço do ouro. propriedade tecidos tingidos geralmente se correlacionam com riqueza abundante e prestígio social. Na Bíblia, Atos 16 detalhes da conversão de Lídia, descritos como “vendedora de púrpura”. Os estudiosos da Bíblia dizem que é provável que vende tingido semelhantes aos descobertos em tecido Israel, o que significa que provavelmente era rico. no entanto, convidou o apóstolo Paulo em sua casa e foi batizado. Baruch Sterman, especialista mundial neste campo , disse que é “uma descoberta fascinante”, mostrando que “em Israel, por volta do segundo século, tinha uma tecnologia para usar Murex cor azul, então você tem uma indústria que poderia ter esta tecnologia avançada.”

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Imprensa acusa cristãos de praticarem canibalismo

Reportagem da BBC coloca ignora realidade dos cristãos na África

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

De maneira muito similar ao que acontece na Líbia, a “guerra civil” que ocorre na República Centro-Africana acaba tendo uma cobertura bastante parcial por parte da imprensa.

São meses de intensa violência que envolve milícias muçulmanas e grupos cristãos. Com maioria cristã, o país tinham um presidente cristão. Ele sofreu um golpe militar em março de 2013 e passou a ser governado por um muçulmano, Michel Djotodia, que acabou deposto no início de 2014.

As milícias muçulmanas que ajudaram o presidente a dar o golpe começaram a atacar cristãos, queriam instituir a sharia e forçá-los a se converter ao islamismo. Oficialmente, a ex-colônia francesa tem 66% de cristãos e 17% de muçulmanos.

Para se defender de um possível genocídio, montaram grupos de combatentes e o que era um conflito políticose transformou em uma verdadeira guerra religiosa.

  

Estima-se que 20% da população de 4,6 milhões de habitantes do país abandonou suas casas e vive refugiada. A contagem oficial de mortos no conflito beira as duas mil pessoas. Mas a ex-colônia francesa tem 200 grupo étnicos, muitos deles são animistas, ou sejam, adoram os espíritos da natureza.

Esta semana surgiram relatos de canibalismo em Bangui, capital do país. Uma equipe da rede BBC estava fazendo uma matéria sobre o conflito quando presenciaram um grupo de pessoas parar um ônibus, tirar um muçulmano de seu interior, matá-lo no meio da rua e atear fogo a seu corpo.

Um dos que o atacaram foi filmado comendo a perna do morto. O repórter conversou com o canibal, que se identificou como “Cachorro Louco”. Ele explica que fez aquilo por vingança, pois um grupo de muçulmanos assassinou muitos de seus familiares, incluindo sua esposa (que estava grávida), sua cunhada e sua sobrinha, que era bebê.

“Eles derrubaram a porta da casa da minha cunhada e a encontraram com o bebê”, conta. “Cortaram os seios dela. Também mataram a bebê com uma faca. Era uma bebê muito pequena, mas eles a cortaram ao meio. Eu jurei que me vingaria.”

“Cachorro Louco” explica que quando a vítima que estava no ônibus foi reconhecida como muçulmano, reuniu outros cristãos que decidiram parar o ônibus e matá-lo. “Eu o esfaqueei na cabeça. Derramei gasolina nele e o queimei. Então eu comi sua perna, tudinho até chegar ao osso. É por isso que me chamam de ‘Cachorro Louco’”, explicou à BBC.

Ghislein Nzoto, que testemunhou a morte afirma que ninguém tentou impedir a violência. “Todos estão furiosos com os muçulmanos. De jeito nenhum alguém teria coragem de se meter”. O senhor Nzoto afirma concordar que os cristãos se defendam dos muçulmanos, mas não concorda com atos de canibalismo.

Esse episódio chocante se tornou notícia no mundo todo, revelando a complexa relação entre cristãos e muçulmanos na África, que gera mortes todos os dias no continente, divide países como a Nigéria e causa crises internacionais como no Sudão.

O que muitas vezes é ignorado pela imprensa mundial é o que significa ser um cristão em alguns desses países. No final da reportagem da BBC, lê-se: “Enquanto “Cachorro Louco” conversava com nossa equipe, muitos cristãos ao seu redor balançavam suas cabeças, demonstrando apoio, e davam tapinhas em suas costas. Ele é tratado como um herói por seu ato de canibalismo”.

Contudo, deixa-se de enfatizar a opinião de testemunhas como Nzoto. Afinal, é relatado que muitos desses “combatentes cristãos” (os antibalaka) acreditam em magia. Ele vão para a batalha usando muitos amuletos. Alguns deles carregam amuletos com pequenos pedaços de carne das vítimas que assassinaram.

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O cristão perde a salvação ao cometer suicídio? Teólogo comenta

A base bíblica sobre o suicida não cita se a condenação inclui quem aceitou a Cristo como Salvador

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

O cristão perde a salvação ao cometer suicídio? Teólogo comentaO cristão perde a salvação ao cometer suicídio?

Há diversas teorias e estudos a respeito dos pecados que nos levariam a perder a salvação. Uma delas se refere ao suicídio. Um cristão comete suicídio? Se ele cometer perderá a salvação?

O pastor Miguel Núñez, da International Baptist Church, escreveu um artigo comentando o assunto e colocando diferentes linhas de pensamento para tentar chegar a uma conclusão plausível sobre o tema.

Na ótica do pastor, é impossível afirmar que ao cometer suicídio o cristão não teve tempo de se arrepender, pois isso também vale para qualquer outra pessoa que morre repentinamente sem ter tempo para se redimir de seus pecados.

“Ninguém morre sem pecado, porque não há nenhum instante em nossas vidas em que o ser humano está completamente livre do pecado”, pondera o pastor.

Núnez faz uma série de questionamentos que nos leva a pensar sobre o assunto, uma vez que biblicamente falando é possível que um cristão cometa qualquer pecado, inclusive o suicídio.

“Pensamos que o suicídio é um pecado grave, porque atenta contra a vida humana. Mas já estabelecemos que um crente é capaz de eliminar a vida humana, como o fez Davi. Se eu posso fazer algo contra alguém, como não conceber que posso fazê-lo contra mim mesmo? Essa é a nossa posição”, escreveu.

A conclusão do pastor é que não é possível dizer com clareza o que acontece com o cristão que se suicida. O conselho dado é que passamos a estudar mais sobre a salvação que é mais importante do que o suicídio. Leia na íntegra no site do Ministério Fiel aqui.