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O Poder do ódio no ser humano

Leandro Borges

biblia

“Manter a mente aberta significa não tentar afunilar os pensamentos em afirmações que implicarão julgamentos, como em brigas em que o ódio transborda agressividade. Não sabendo como, ORE. Simplesmente, LOUVE”.

(Rev. Davi Rodrigues – Superintendente Regional, Secretário, e Pastor títular na Igreja do Evangelho Quadrangular).

‎”NUNCA OLHE PARA TRÁS, A NÃO SER QUE VOCÊ QUEIRA IR NAQUELA DIREÇÃO”.

(Rev. Pedro Almeida – Conferencista, Superintendente Regional, e Pastor titular na Igreja do Evangelho Quadrangular).

“A AMBIÇÃO UNIVERSAL DOS HOMENS É VIVER COLHENDO O QUE NUNCA PLANTARAM”.

(Rev. Herminio Guimenes – Pastor tilular na Igreja do Evangelho Quadrangular).

“O SENHOR Deus diz: – O meu povo é malicioso, e com as suas mentiras eles enganam o rei e os governadores. Todos eles são traidores. O ódio queima neles como fogo no forno, que o padeiro não atiça até que a massa tenha crescido e esteja pronta para assar. No dia da festa do rei, eles deram tanto vinho a ele e aos governadores, que eles ficaram bêbados, e o rei fez todo tipo de tolices. O ódio continuou a queimar nos corações deles, enquanto planejavam intrigas contra o rei. A noite toda, abafaram o seu ódio, mas de manhã ele acendeu como fogo. Queimando a raiva, eles mataram os seus chefes; todos os seus reis foram mortos, um do outro. Mas não há ninguém que ore a mim”. (Oséias cap.7 vers.3 á 7).

Uma das maneiras do ódio chegar á mente e ao coração de uma pessoa é através do rancor e da raiva: Mas para que você entenda melhor mais esta matéria de mensagem e estudo bíblico, você precisa primeiro aprender que existe uma certa diferença entre o ódio, o rancor, e a raiva. Observem:

ÓDIO: É um sentimento de conflito, de tempestade, de força, e de arrogância. O ódio é um combustível que alimenta a violência, o ciúme, a inveja, o sentimento, o desejo, a loucura, o medo, e a vingança.

RANCOR:  É um Ressentimento profundo e reservado decorrente de mágoa, que se sofreu sem protesto; aversão não manifestada.

RAIVA:  É um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego se sente ferido ou ameaçado. A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas. A raiva aponta o desenvolvimento moral e psicológico do indivíduo como determinante na maneira como a raiva é exteriorizada.

No caso de um ministério (igreja), o ódio, o rancor, e a raiva, trazem divisões e facções, que se resultam em um grande banquete oportuno no qual Satanás entra como principal convidado.

Observe que em (Oséias cap.10 vers.1,2,4,7,8), fala sobre a destruição dos altares pagãos em Israel, quando o profeta denunciou a idolatria e a falta de justiça, e logo depois ele avisa que os altares pagãos seriam destruidos. Observem abaixo:

“O povo de Israel é como uma parreira cheia de uvas. Quanto mais ricos ficaram, mais altares construíram; e, quanto mais a nação progredia, mais colunas do deus Baal foram levantadas. Eles não são fiéis a Deus e agora eles terão de pagar pelo seu pecado. O SENHOR quebrará os seus altares e derrubará as colunas do deus Baal. Eles só dizem mentiras; todos juram falso e fazem acordos que não pretendem cumprir. E aquilo que chamam de justiça é tão perigoso como a erva venenosa que cresce em campo arado. O rei de Israel será levado embora, como um cisco que é carregado pela correnteza. Os altares dos montes de Avém, onde o povo adora ídolos, serão destruídos e ficarão cobertos de mato e de espinhos. O povo dirá às montanhas: “Caiam em cima de nós!” e aos montes: “Caiam em cima de nós!”

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Já no novo testamento, o apóstolo Paulo, mais precisamente nos livros de (Gálatas) e (2ª Coríntios) classifica o ódio como (inimizades) resultado de (obras da carne).

No grego, (ódios), no plural, significam: “Antipatias, falta de amor, produzindo contendas e dissensões”.
O apóstolo Paulo, também nos mostra que todos nós estamos debaixo do julgamento de Deus. Observe que em (Romanos cap.3 vers.19,20), diz o seguinte: “Nós sabemos que tudo o que a lei diz é dito para os que vivem debaixo da lei. Isso a fim de que todos parem de se justificar e a fim de que todas as pessoas do mundo fiquem debaixo do julgamento de Deus. Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda, porque a lei faz com que as pessoas saibam que são pecadoras”.

A palavra (ódio), é o oposto da palavra (agape) que significa: (amor).

O ódio é vingativo, retaliatório, produzindo rancor e mágoa em relação às outras pessoas. Além de causar dano às outras pessoas, é prejudicial para aquele que o nutre no coração. Torna-o amargurado e o corrói por dentro. Praticar essa obra da carne é possuir as qualidades que produzem inimigos. Podemos ter inimigos, mas eles não podem surgir por causa da nossa malfeitoria. Observe bem a lição que o apóstolo Paulo diz em (Romanos cap.12 vers.18): “No que depender de vocês, façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas”. (Romanos cap.12 vers.18).

As seitas e as facções brotam das inimizades. Os problemas nas congregações muitas vezes se atribuem a “conflitos de personalidade”. Isso também pode ser chamado de “inimizades”.

Em (Deuteronômio cap.19 vers.4,5,6,11,12,13) também nos traz uma outra situação fundamental para esta matéria de mensagem e estudo que vocês estão lendo agora, observem: “Se um homem, sem querer ou por engano, matar alguém que não era seu inimigo, poderá fugir para uma dessas cidades, onde ninguém poderá matá-lo. Por exemplo, dois companheiros entram no mato para cortar lenha. Um deles, ao cortar uma árvore, dá um golpe tão forte com o machado, que o ferro salta do cabo e bate no companheiro, e ele morre. Então aquele homem irá para uma dessas cidades, e ali ninguém poderá matá-lo. Ora, se houvesse somente uma cidade para fugitivos, ela poderia estar tão longe, que o parente estaria tão furioso, que mataria o homem, embora este não merecesse a morte, pois foi sem querer que matou o companheiro. Mas pode acontecer que um homem tenha ódio de outro. Ele fica de tocaia e ataca e mata o inimigo. Aí ele vai para uma dessas cidades a fim de não ser morto. Nesse caso, os líderes da cidade em que ele mora mandarão buscá-lo e o entregarão ao parente encarregado de vingar aquela morte, e o criminoso será morto. Não tenham dó nem piedade. Tirem do meio de Israel o criminoso a fim de que tudo corra bem para vocês”.
Iras, surtos, ou ataques de raiva, estas obras da carne são perigosas para os cristãos como o é o cabo solto do machado numa floresta cheia de homens trabalhando.
Nos ataques de raiva, a língua se solta e as coisas são ditas sem que se possa voltar atrás. Observe que em (Tiago cap.3 vers.5,6), a língua é comparada ao fogo, do qual uma só faísca pode causar um grande incêndio: “É isto o que acontece com a língua: mesmo pequena, ela se gaba de grandes coisas. Vejam como uma grande floresta pode ser incendiada por uma pequena chama. A língua é um fogo. Ela é um mundo de maldade, ocupa o seu lugar no nosso corpo e espalha o mal em todo o nosso ser. Com o fogo que vem do próprio inferno, ela põe toda a nossa vida em chamas  ”.

A pessoa que se ira com facilidade age tolamente, atiça a contenda e transborda na transgressão. Algumas pessoas se orgulham de ser iracíveis, achando que isso denota resistência ou força, mas preste atenção no que o escritor de Provérbios afirmou no (cap.16 vers.32): “Melhor é o langânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade”.

Outras pessoas justificam os seus acessos de raiva dizendo: “Eu sou assim mesmo, nasci desse jeito”, passando a culpa para Deus, que os fez, os para os antepassados de quem pensam ter herdado esse traço. Mas podemos controlar-nos observando (Colossenses cap.3 vers.8), onde diz que nós devemos despojar-nos da ira: “Mas agora livrem-se de tudo isto: da raiva, da paixão e dos sentimentos de ódio. E que não saia da boca de vocês nenhum insulto e nenhuma conversa indecente”. Não nos seria mandado fazer algo de que não fôssemos capazes.
As obras da carne e o fruto do Espírito não se combinam. Não é possível produzirmos o fruto do amor e ao mesmo tempo nutrir inimizades no coração, e não podemos exercer o domínio próprio, um fruto do Espírito, e ter acessos de raiva. Mas o amor, fruto do Espírito, eliminará as inimizades, e o domínio próprio nos impedirá de “estourar”.

Os cristãos jovens devem crescer nisso bem como em outras áreas. Antes de relacionar as obras da carne e o fruto do Espírito, o apóstolo Paulo disse: “Quero dizer a vocês o seguinte: deixem que o Espírito de Deus dirija a vida de vocês e não obedeçam aos desejos da natureza humana”. (Gálatas cap.5 vers.16).

Alguém que por um instante fracasse na questão das inimizades e da ira pode encontrar o perdão de Deus por meio do arrependimento, da confissão e da oração.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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Evangélicos distribuem gesto de carinho pelas ruas de SC

 

 

 

Foto - ABRAÇOS

Um grupo composto por 16 jovens da igreja evangélica Casa de Israel ofereceu abraços grátis para as pessoas que circularam na praça Nereu Ramos, na manhã deste sábado.

A ação fez parte das atividades Pró Cultura, que ocorreram em Criciúma (SC), lembrando o dia nacional da Cultura.

Os amigos, conhecidos como Shamash, iniciaram o movimento de sair espalhando abraços em 2009, contagiados com a ação “Free Hugs – Abraços Grátis”, mobilizada em outros países.

A coordenadora do grupo disse que esta é uma forma de passar o amor de Deus. “Nós lidamos com diversas reações, alguns estão acostumados e nos abraça, já outro rejeitam o carinho”, falou aos risos sobre as abordagens que realizam.

Este ano, o grupo ainda não tinha atuado na praça Nereu Ramos, mas com a chegada do fim de ano pretende passar pelas praias da região distribuindo abraços.

No palco montado no centro da cidade eles também apresentaram uma peça chamada “Proclamação”.

Data: 8/11/2011 09:00:00
Fonte: Engeplus

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DISCIPLINA DE FILHOS: AMOR OU CRUELDADE?

 

O uso correto da vara é apoiada pela história e até mesmo por médicos

Os pais que decidirem utilizar a forma bíblica para disciplinar seus filhos devem conhecer os argumentos e os contra-argumentos desse polêmico tema?

Disciplina de filhos, principalmente a forma como ministrá-la , é uma das áreas mais polêmicas dos seminários do Pastor Jaime Kemp. Existe, atualmente em nossa sociedade, uma forte corrente que pretende banir o uso da vara do relacionamento pais & filhos. Não tenho dúvidas de que grande parte desse sentimento parta de uma sincera preocupação com o bem-estar da criança. Sei que há pais que não disciplinam, mas espancam seus filhos. O abuso infantil sempre foi e continua sendo uma triste realidade. Seguindo esse raciocínio há vários argumentos utilizados contra o uso da vara. Vamos examinar alguns deles, e também colocar nossa posição, em contra argumento:
Argumento 1 : ?A punição física é prejudicial à criança?.
Contra argumento: Qualquer meio de disciplina levado ao extremo, pode ser prejudicial à criança. Até palavras, se ditas com ódio e raiva serão emocionalmente perniciosas. O castigo muito longo, também pode humilhar a criança e ?colocar em risco? o efeito da punição. Uma disciplina administrada apropriadamente através do uso da vara, com amor e de forma controlada é benéfica à criança. ?Não retires da criança a disciplina; pois se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno?. Pv. 23:13.
Argumento 2 : ?O uso da vara não é necessário?
Contra argumento : Todas as crianças precisam de doses balanceadas de amor e correção. Para que a correção detenha o comportamento desobediente, a conseqüência imposta deve ser maior que o prazer da desobediência. Para crianças desobedientes, rebeldes, que se recusam a ceder com uma comunicação clara e não se deixam persuadir pelos pais, o uso da vara é útil, efetivo e apropriado. Para crianças obedientes, formas moderadas de correção são suficientes e, na maioria dos casos, o uso da vara é desnecessário.
Argumento 3 : ?A pessoa que recebeu punição física, pode se sentir no direito de bater em outras pessoas?
Contra argumento: Neste ponto devemos fazer uma distinção entre o bater abusivo e a disciplina corretiva. A habilidade da criança em diferenciar as duas formas de disciplina depende basicamente da atitude dos pais quando a disciplinam. Não existem indícios que mostrem que a disciplina com amor, através do uso de um objeto (varinha), na ?padaria? de uma criança desobediente, transmita um comportamento agressivo. O ponto crucial é a forma como a vara está sendo usada. O abuso físico proveniente da raiva, da falta de controle, da vingança dos pais, pode cultivar amargura e gerar feridas emocionais na criança. A ação disciplinar balanceada e prudente tem sido mostrada como fator determinante na moderação do comportamento agressivo na maioria das crianças. No entanto, é importante ressaltar que o uso da vara só deve ocorrer após uma clara comunicação entre os pais e a criança e se a criança continuar a insistir em sua rebeldia e desobediência
Argumento 4 : O uso da vara é ineficiente para reverter um mau comportamento.
Contra argumento : São muitas as pessoas que pensam desta forma, dizendo que o uso da vara acirra o comportamento inadequado, não produzindo arrependimento e conseqüente correção de comportamento. Porém, quando combinado com amor, comunicação e motivo, a disciplina física tem diminuído o mau comportamento entre crianças em idade pré-escolar. Esta afirmação provém do resultado de uma pesquisa realizada pela Dra. Diana Baumrind do Instituto de Desenvolvimento Humano, da Universidade da Califórnia. Ela conduziu por 10 anos uma pesquisa junto a famílias com filhos entre 3 e 9 anos de idade. O resultado revelou que os pais que utilizavam uma disciplina balanceada, incluindo o uso da vara, e encorajavam positivamente seus filhos, obtiveram melhores resultados com suas crianças, as quais tiveram comportamentos corrigidos e, posteriormente, conscientemente evitados pelas crianças. Bater de forma impulsiva, sem controle é inquestionavelmente errado! Eliminar o uso de disciplina diante da rebelião e desobediência , também é errado. Quando o uso efetivo da vara é retirado do repertório de disciplina dos pais, eles se deparam com irritação, manipulação, brigas e berros já que as primeiras medidas de comunicação e persuasão falharam.
No entanto, o uso apropriado da vara, revesado com outros tipos de disciplina (como retirada de privilégios) resultam em melhor controle da criança rebelde e desobediente, reduzindo também os momentos de exasperação. Porém, todavia, contudo…. deve haver clara distinção entre o uso da vara como disciplina e correção e a maneira abusiva e prejudicial de uma punição física exagerada e inadequada. Não existem evidencias de que o uso correto e amoroso da vara seja prejudicial à criança. Pelo contrário, sua utilização é apoiada por histórias, pesquisas e pela maioria dos médicos pediatras. A Bíblia, quando se refere à disciplina de filhos, é clara quanto a lidar com a rebelião e desobediência: A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela?. Pv. 22:15.
O futuro da família está em jogo! Sem um claro entendimento das responsabilidades que Deus nos deu de amar e disciplinar nossos filhos, a filosofia de que corrigir é repressãoe atrofia a vontade da criança acabará ampliando e conseguindo cada vez mais adeptos, inclusive no Corpo de Cristo. Disciplinar uma criança dentro dos padrões bíblicos dá trabalho, exige tempo e força de vontade dos pais. O resultado, porém, é apontado pela Palavra: ?Discipline seu filho, e este lhe dará paz; trará grande prazer à sua alma?. Pv. 29:17. A família precisa dos princípios claros do ?Arquiteto do lar? para ser preservada em tempos de desafios e mudanças, como os atuais.

Data: 24/10/2011 09:04:23

Fonte: Jaime Kemp