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DIVISÃO RELIGIOSA : Pais com crenças distintas enfrentam desafio de educar os filhos

Quando Anne, 10 anos, e Felipe, 8, nasceram, os pais, Maria Angélica, criada no catolicismo, e Marcelo Dimantas, que é judeu, tiveram de conversar bastante sobre como seria a educação religiosa dos filhos.

A mãe não abriu mão do batismo, sacramento que significa tornar a criança um filho de Deus para os católicos. E o pai quis que o menino fosse circuncidado, aos 8 meses, em uma cerimônia que igualmente simboliza a aliança com Deus no judaísmo.

Além dos questionamentos habituais da infância, é comum na família do casal de médicos ter de responder a perguntas também sobre religião, como “por que o papai não acredita em Jesus?” ou “por que a mamãe comemora o Ano-Novo em uma data e o papai em outra?”. A saída, conforme o casal, é sempre esclarecer tudo com o máximo de transparência. “Eu digo que, apesar de o pai ir à sinagoga e eu à igreja, nós dois acreditamos em Deus”, conta Angélica.

A família frequenta os eventos das duas religiões e, em casa, mantém tanto os símbolos católicos quanto os judaicos. A data com maior potencial de confusão era o Natal. Neste caso, os avós paternos cederam e presenteiam as crianças mesmo que a data não tenha significado para eles – os judeus não acreditam que Jesus tenha sido o messias.

A discussão do momento é a respeito do rito judaico de passagem da infância para a juventude, aos 13 anos, o bat mitzvah (meninas) ou bar mitzvah (meninos), correspondente ao crisma do catolicismo. “Para os judeus, é um momento importante, quando eles são apresentados à sociedade. Mas ainda estamos conversando sobre como lidar com isso”, diz Angélica.

Os Dimantas vivem uma realidade cada vez mais comum no Brasil. Apesar da maioria católica (73%), a crescente multiplicidade de religiões aumenta o número de lares onde prevalece mais de uma fé.

“A vinda de imigrantes e a fragmentação das igrejas fazem com que esta situação se torne mais corriqueira”, diz o padre Gabriele Cipriani, ex-secretário do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), entidade que representa cinco igrejas cristãs históricas e trabalha o ecumenismo. “O que importa é colocar a criança no caminho da fé e não pressioná-la a seguir uma das religiões. Isso tem de brotar naturalmente”, afirma.

A agente de viagens Carla Bechelli, 38, que foi criada no catolicismo mas se tornou espírita, e o técnico de celular Daniel Pinder, 43, judeu, vivenciam esta realidade. Os filhos, Lucas, 13, e Matheus, 9, convivem com as três crenças. Foram batizados na fé católica, frequentam o centro espírita e conhecem a “Torá” (livro sagrado dos judeus).

“Eles gostam dos amigos e das festas, e só querem saber de brincar por enquanto”, comenta a mãe, para quem é melhor que os filhos tenham três religiões a nenhuma. “O importante é que eles temam a Deus e aprendam a ter fé. Quando crescerem, vão decidir qual caminho seguir”, diz ela A atitude do casal é a correta, segundo o padre José Bizon, diretor da Casa de Reconciliação de São Paulo. “A religião deve unir a família e nunca ser motivo para desentendimentos”, afirma.

Diante dos inúmeros casos de famílias com religiões mistas em seu consultório, a psicóloga Mariana Taliba Chalfon resolveu escrever um livro infantil para ajudar os pais na hora de explicar as diferenças. Lançado no mês passado, “Entre a Cruz e a Estrela” conta a história de Max, um garoto que vive entre o cristianismo e o judaísmo. Segundo a autora, que vivenciou essa situação em sua família, os pais devem entrar em acordo sobre a educação religiosa dos filhos ainda durante a gestação. “O diálogo franco entre o casal é a maneira mais positiva de estabelecer as regras de conduta em relação à religião para a família e para que os filhos se sintam seguros”, recomenda.

É com essa filosofia que o vendedor Márcio Alves Paviatti, 41, católico, e a secretária Valdinéia Gonçalves Paviatti, 37, evangélica, pretendem direcionar a educação religiosa do filho Pedro, 3 anos.

Ambos decidiram se casar na Igreja Metodista, na qual o menino também foi batizado, para amenizar as diferenças. “Decidimos pelo caminho do meio”, conta Paviatti. Como católico, ele queria que o filho fosse batizado ao nascer. Valdinéia preferia que o rito ocorresse mais tarde, como pregam os evangélicos. Na Metodista, o batismo poderá acontecer duas vezes, satisfazendo a ambos.

Para Valdinéia, porém, o mais importante é que Pedro já sabe quem é o “papai do céu” e que a família reza antes das refeições e de dormir. “Os filhos têm que ser criados no caminho do amor, da fé e da solidariedade”, afirma o padre José Bizon, da Casa de Reconciliação. Tolerância e entendimento são as palavras-chave.

Fonte: Isto É

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O batismo no leito de dor

 

 

É muito natural alguém receber o Senhor Jesus como Salvador em um leito de dor, e até mesmo à beira da morte. Nesses casos, nem sempre é possível batizar por imersão.

Temos um ótimo exemplo disso na própria Bíblia: é o caso do ladrão na cruz do Calvário, o qual, sabendo que morreria, reconheceu Jesus como o Filho de Deus e Lhe pediu que o salvasse. O Senhor Jesus imediatamente respondeu: “…Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.” (Lucas 23.43).

O ladrão foi salvo sem ter sido batizado nas águas. Realmente, o batismo nas águas só tem utilidade para as pessoas que, após se converterem, continuarão vivendo neste mundo de pecado. Para não se contaminarem com ele, precisam estar “sepultadas”, ou “mortas”, a fim de que o pecado não tenha mais nenhum domínio sobre elas.

Se o leitor sente que a sua vida ainda não foi completamente modificada nos seus atos e no comportamento entre os seus amigos e parentes, mesmo depois do batismo, embora tenha sido curado de alguma enfermidade, ou tenha alcançado muitas bênçãos financeiras, precisa se arrepender dos seus pecados sinceramente e passar pelas águas batismais convicto de que, a partir de então, começará uma vida nova, perfeita em Cristo Jesus.

(*) Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Edir Macedo.

Via: www.guiame.com.br

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Como acontece a Salvação?

imageEm João 3:1-3, lemos: “E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus“.

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Creio que Nicodemos pensava, como muitos de nós. Devolvo meus dízimos, guardo o sábado,  canto na igreja, mas tem alguma coisa errada comigo, parece nada adiantar, tudo que faço dá errado. O que está acontecendo?

Saiu a procurar Jesus. Sabia onde Ele estava. Ele conhecia as Escrituras. O que faltava a Ele era um encontro pessoal com Jesus. Talvez você também não tenha tido um encontro semelhante ao de Nicodemos. Você precisa se encontrar com Jesus. Ele diz: “Eis que estou à porta e bato se você abrir a porta e me convidar a entrar…Este è o convite de Jesus neste encontro com você hoje. Abra a porta do seu coração e deixe-o entrar na sua vida.

Lá foi ele ao lugar onde Jesus estava. Creio que ele tinha vergonha de ser visto ali pedindo ajuda. Ele era um homem de posição social. Com toda a sua posição social estava ali, precisando de ajuda, angustiado. Imagine ele ali dizendo Senhor Jesus, ajude-me, por favor.

Não foi difícil para Nicodemos achar Jesus. Ele estava no Monte das Oliveiras. Jesus viu a sua situação. Estava estampada no seu rosto.

Nicodemos começou a contar as suas preocupações, mas não conseguiu. Seu orgulho não deixou: “.Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.” (João 3:2)

Não era de profecias que ele estava precisando, não era de teologia, nem de doutrina: “Jesus, porém respondeu, e disse-lhe: na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3), ou seja: – Você precisa se converter.

Talvez este é seja também o seu problema você precisa experimentar o novo nascimento não adianta estar na Igreja, conhecer a doutrina, nem ter um cargo ou posição social. .

Nicodemos respondeu-lhe dizendo: “Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer”? (João 3:4)

E Cristo lhe disse:  Você entendeu perfeitamente o que Eu quis dizer. Veja, você vive angustiado e triste com a cabeça cheia de doutrinas, leis, normas e regulamentos. Você vive frustrado porque sempre tentou fazer as coisas da maneira certa e nunca conseguiu. Hoje, te apresento a formula para mudar a sua vida por completo, e você, tenta se esconder atrás do preconceito e da ironia?

Naquela noite, ele não aceitou a Palavra do Mestre Jesus. Era demais reconhecer que ele, Nicodemos, o teólogo, o líder, o bom membro de igreja, não era convertido. Nicodemos retirou-se triste. Não havia entendido e nada mudou naquela noite.

O problema de Nicodemos é também  o seu? Você pensa porque estamos na Igreja, batizados, estamos convertidos. Mas não é assim. Às vezes confundimos conversão, com convicção. Tivemos uma série de estudos bíblicos. Aceitamos as doutrinas da Palavra de Deus e finalmente decidimos nos batizar. “Agora estou convertido”. Tenho dom da revelação, sou isso, sou aquilo etc…

Talvez não seja convertido e sim convencido. Convencidos da doutrina, estar convencido não significa estar convertido. Talvez você passe pela vida como Nicodemos, cheios de teoria e de doutrina, muitas vezes, achando que já sabe de tudo porque nasceu num lar cristão, mas permanece com essa sensação de vazio, de impotência e de fracasso. Quer amar a Deus e não consegue.

Lá no Éden, Adão e Eva, Eles eram seres perfeitos, sem pecado, Eles eram obediente à Deus. O problema começou quando eles pecaram, perderam a perfeição e adquiriram a natureza pecaminosa. A natureza pecaminosa leva o homem a ser desobediente. A desobediência leva ao pecado.

Com a natureza pecaminosa é impossível obedecer. A Bíblia diz: “Pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal”. (Jeremias 13:23)

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso: quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9)

Foi isto o que Cristo disse a Nicodemos: “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”.

A promessa de Deus è: “Então espalharei sobre vós, e ficareis purificados: de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne”. (Ezequiel 36:25 e 26)

Pedro disse: “Pelas quais Ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo”. (II Pedro 1:4)

Deus está prometendo nos dar uma nova natureza, a natureza de Cristo. Um novo ser, capaz de amar, que queira obedecer, que tenha prazer em fazer a vontade de Deus. A promessa é divina.

Tenho visto muitos marginais, viciados em drogas, bêbados, homens e mulheres sem esperança de recuperação. E Deus transformou todos eles, e poderá transformar você também.

“Você tem que nascer de novo, Ele precisa mudar a sua vida. Experimentar o Poder transformados Dele em você. O milagre da conversão pode acontecer hoje com quem quiser aceitá-lo. Deus quer fazer um milagre em você: o milagre da conversão.

Ore agora ao Senhor: Senhor, eu aceito o milagre da conversão.  Eu quero me transformar, entre em meu coração agora e faça de mim um ser obediente à Ti. Livra-me da natureza pecaminosa pois não quero pecar mais, aceite-me como sou e opera esse milagre em mim. Amem

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.