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Papa diz que entende protestos contra sua visita à Alemanha

 

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DA EFE

O papa Bento 16 disse nesta quinta-feira, no avião que o leva a Berlim, que a pedofilia é um "crime" e afirmou ainda que entende os protestos contra sua visita à Alemanha.

Bento 16 disse que é "lógico que as pessoas se sintam escandalizadas" pelos abusos sexuais por parte de clérigos contra menores, e prometeu que a Igreja trabalhará contra este escândalo.

O pontífice também afirmou que é "normal" que em uma sociedade livre, neste tempo de secularização, haja pessoas que se manifestem contra sua presença.

Bento 16 se referiu às manifestações previstas na Alemanha contra sua viagem e sua presença hoje no Parlamento federal, onde pronunciará um discurso que não será presenciado por mais de 100 deputados de esquerda.

No tradicional encontro com os jornalistas que o acompanham no avião, o papa foi questionado sobre os casos de padres pedófilos na Alemanha e se estes escândalos provocaram um aumento do abandono da Igreja por parte dos fiéis.

Na reposta, Bento 16 ressaltou que o abandono da Igreja tem múltiplas causas, sobretudo nesta época de secularização, e por isso é preciso refletir "por que estamos na Igreja".

O pontífice acrescentou que a Igreja é uma coisa mais profunda e diferente de qualquer associação humana e que é preciso renová-la e aprender a trabalhar desde seu interior contra esses "escândalos".

Sobre as manifestações contra sua visita, Bento 16 respondeu que "é algo normal, que em uma sociedade livre e em um tempo secularizado as pessoas podem se expressar contra a visita do papa".

Ainda assim, Bento 16 disse que irá "com muita alegria à minha Alemanha para levar Cristo à minha terra", exclamou.

O papa acrescentou que o encontro ecumênico que acontecerá amanhã em Erfurt é o "ponto central" de sua viagem, já que os cristãos têm a missão de apresentar a mensagem de Cristo ao mundo.

"Os católicos e protestantes devem trabalhar juntos. É um elemento fundamental de nosso tempo secularizado", disse.

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Vítimas de pedofilia denunciam o Papa ao TPI

 

Por Vincenzo Pinto | AFP –

Foto: Papa Bento 16 (AP)

Uma associação americana de vítimas de padres pedófilos anunciou nesta terça-feira ter apresentado uma queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o Papa Bento 16 e outros dirigentes da Igreja católica por crimes contra a humanidade.

Os dirigentes da associação SNAP, orientados pelos advogados da ONG americana "Centro para Direitos Constitucionais", entraram com uma ação para que o Papa seja julgado por "responsabilidade direta e superior por crimes contra a humanidade por estupro e outras violências sexuais cometidas em todo o mundo".

A organização acusa o chefe da Igreja católica de "ter tolerado e ocultado sistematicamente os crimes sexuais contra crianças em todo o mundo".

À queixa acrescentaram 10.000 páginas de documentação de casos de pedofilia.

A SNAP possui membros nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Bélgica, quatro países muito afetados pelo grande escândalo de pedofilia que envolve a Igreja.

"Crimes contra a dezenas de milhares de vítimas, a maioria crianças, foram escondidos pelos líderes nos mais altos níveis do Vaticano. Neste caso, todos os caminhos levam a Roma", declarou a advogada Pamela Spees.

Os bispos e, em alguns casos, o próprio Vaticano rejeitou ou ignorou muitas das queixas das vítimas de padres pedófilos.

O escândalo desacreditou a Igreja em vários países na Europa.

O Papa Bento 16 expressou sua vergonha e pediu desculpas, apelando para a tolerância zero contra os pedófilos. Ele também pediu aos bispos do mundo, que têm a responsabilidade primária sobre seus sacerdotes, a plena cooperação com os tribunais criminais.

A SNAP não acredita nesse desejo de transparência e justiça, e não moderou suas acusações.

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Católicos de Tlanalapan lincharán a los protestantes que no abandonen el pueblo

Estado de Puebla (México)

 

Católicos de Tlanalapan lincharán a los protestantes que no abandonen el pueblo

Incitados por el cura del pueblo, les amenazan con crucificarles y quemar sus casas si no se han ido el próximo lunes.

09 DE SEPTIEMBRE DE 2011, MÉXICO

  Existe un grave conflicto religioso en San Rafael Tlanalapan , perteneciente al municipio de San Martín Texmelucan, del estado de Puebla, ya que los católicos tradicionalistas de la comunidad amagaron con “crucificar y linchar” a cristianos evangélicos , conel argumento de no tolerar a nadie que no comparta con la población la misma creencia religiosa mayoritaria (la católica).

INCITADOS POR EL CURA DEL PUEBLO

  Incitados por el sacerdote del pueblo, Ascensión Benítez González , y el presidente auxiliar Antonio García Ovalle, alrededor de las 22 horas de la noche del pasado miércoles, unos 200 vecinos  se congregaron en las afueras de la Capilla catóica de San Isidro Labrador, a fin de ir en grupo contra los 70 cristianos evangélicos de la comunidad, muchos de los cuales se encontraban orando en su templo.

  Los evangélicos respndieron ante las amenazas decidiendo abandonar el pueblo para evitar el enfrentamiento. Pero esta respuesta sólo sirvió para enfurecer más aún a los católicos, que querían en ese mismo momento sacarlos a golpes del pueblo.

  Finalmente se limitaron a dar un  ultimátum a los evangélicos de la localidad, poniéndoles como plazo hasta el próximo lunes para desalojar sus viviendas de Tlanalapan, o serán linchados. Además les amenazan con destruir y quemar sus viviendas.

  Incluso se les advistió a gritos que iban a “crucificarlos” . Una mujer católica notoriamente molesta reprochó a los evangélicos por traer a la autoridad local y a los periodistas, a quienes agredieron con insultos e impidieron realizar con normalidad u trabajo.

  Caso de no haberse ido los cristianos evangélicos el lunes, los católicos reunidos en la iglesia católica del pueblo decidieron que actuarían de noche o de madrugada para evitar la presencia de autoridades o periodistas.

UN GOBIERNO SIN INTERÉS EN EL TEMA

El primer antecedente de este conflicto en Tlanalapan se remonta a 2006 , cuando los evangélicos exigieron a las autoridades municipales acceso a la red de agua potable, que les era negado por los católicos. Cinco años después, en su homilía del domingo pasado, el párroco Ascensión Benítez incitó a sus feligreses a que presionen a los evangélicos para que se vayan del pueblo.

  Tras saberlo los evangélicos interpusieron ante el Ministerio Público de Texmelucan una denuncia de los hechos . Pero pese a lo grave del conflicto, al lugar sólo acudieron dos patrullas y cuatro elementos policiales de Texmelucan, además del delegado de Gobierno distrital Roberto Solano, quienes hicieron la labor de espectadores.

  Por su parte, el secretario General de Gobierno, Fernando Manzanilla, minimizó la situación  y dijo que sólo se trata de “diferencias de fervor religioso, entre distintos grupos”. En una entrevista, aseguró que no hay otros municipios poblanos que estén experimentando conflictos religiosos, pero buscará a las autoridades eclesiásticas católicas en el estado para aclarar el tema.

Fuentes: La Jornada

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