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Existem super crentes?

 

Imagem do avatarPor josicleyton fiuza (perfil no G+ Social) em 20 de junho de 2011

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Existem super crentes?

Durante muito tempo eu andei observando o comportamento de determinados crentes que levam a principio uma vida santa. Mas vendo de perto, tive a certeza que essas pessoas colocam obstáculos achando que estão fazendo isso para Deus. Mal sabem que estão na verdade sendo prejudicados espiritualmente por não conhecer de fato as escrituras, e a graça de Deus. Paulo sempre falou em suas cartas as igrejas, que o reino de Deus não é a comida que se come ou o que se veste ou o que se toca e sim, a Salvação pela fé em Jesus Cristo. No período da lei era necessário cumpri-la toda e alguém fez isso? Não! Foi preciso que Deus pelo seu amor, mandou seu filho único para primeiro cumprir a lei por toda a humanidade e depois entrega-lo a morte de cruz por nós. Então por que o homem insiste em colocar cargas pesadas nas vestes, nos cabelos, na comida (com exceção do sangue e comida oferecida a ídolos) para o crente cumprir e eles mesmos não a cumprem? Pelo simples fato de aprisionar as ovelhas ao seu comando autoritário ou por não conhecer de fato as escrituras (Mt 22:29). Nesse estudo de maneira nenhuma passar a idéia de se voltar contra a igreja A ou B, mas sim que venha evitar esse tipo de ensinamento que gera desunião e meninice dentro de nossas igrejas. Mike Murdoc, um pastor americano disse “Quando Deus fez o homem ele o colocou como dominador dos animais e plantas na terra, menos dominador sobre outro homem”. Que esse estudo venha ser instrumento de edificação em sua vida com Cristo e que saiba aproveitar a liberdade cristã sem fazer péssimo uso dela.

Introdução

No século XXI a igreja do Senhor Jesus vem passando por um processo em que muitas doutrinas absurdas vêm entrando com sapatinho de lã para gerar contenda e divisão no meio do povo de Deus. Isso não é de agora, pois já tinha nos tempos de Jesus com os fariseus, que eram homens religiosos que seguiam a lei de Moisés ao pé da letra (pelo menos na frente dos sacerdotes). Jesus advertia aos discípulos sobre o ensinamento hipócrita deles. Nos dias de hoje não é diferente. Muitos crentes hoje em dia têm um comportamento “santo demais” que são chamados de “santarrões”. Esse comportamento às vezes é conseqüência de uma doutrina errônea que ao invés preparar o crente para a caminhada ao céu de uma forma saudável, Cria nele um caráter de separação extrema entre os demais irmãos e os instrui a ver pecado em coisas que nem a palavra de Deus fala. Já houve casos de novos convertidos deixarem os caminhos do Senhor, graças à falta de sabedoria dessas pessoas. Em uma determinada igreja, uma jovem nova convertida estava no banco de uma igreja assistindo a um culto e no final uma senhora dessas que é “santa demais”, chegou para essa jovem e disse: “pega esse pano pra fazer o restante da saia”. Resultado: nunca mais ela voltou pra igreja. Jesus mesmo fala que é melhor colocar uma pedra amarrada em nosso pescoço e jogar no mar, do que prejudicar a caminhada de um Cristão. Se fosse feito um levantamento do por que muitas pessoas se desviaram do caminho, muitos vão dizer que foi por causa da acepção de alguns “falsos irmãos” que se intrometeram no processo de crescimento espiritual colocando costumes criados por homens que são inexistentes nas Escrituras Sagradas para os gentios (não judeus) e até costumes de outras décadas, incompatíveis com os dias de hoje (Oséias 4:6).

Características dos chamados “Super crentes” e o que eles pregam.

• São doutrinados a falar que só a sua denominação é a verdadeira e as outras vão para o inferno.

Refutação: A bíblia fala que o povo de Deus deve viver em união (Sl 133:1) e placa de igreja não salva ninguém e Deus não é propriedade de denominação e sim o crente tem que ser propriedade de Deus, pois no dia do arrebatamento só existirão duas igrejas: uma que vai e a outra que fica. Esse negócio de dizer que só igreja tal salva, é muito a cara de seitas que existem por aí. O que salva não é a denominação e nem seu líder e sim, Jesus Cristo.

• Falam que jamais pecaram ou pecam.

Refutação: O texto básico em I João 1:10 já fala por si. Se eles não pecam por que não foram pro céu ainda? O crente vive em luta constante entre carne e espírito assim como esta no livro de Gálatas 5:1-24 e Romanos 7: 14-25. Certa vez eu estive em uma igreja que hoje está com outro nome e vi um pregador que falava que não tinha pecado nem na ponta da unha. Só de ele ter falado isso já pecou. Foi uma hora e dez minutos de tamanha heresia e o camarada chegou até dizer que era o dracula (até que ponto chega à ignorância humana)

• Ensinam que certos hinos não devem ser louvados devido à vida de alguns cantores que os cantam e também que certos ritimos foram criados pelo inimigo.

Refutação: A bíblia nos ensina a olhar para as coisas do céu. Muitos hinos são edificantes e inspiradores como os dos hinários e os de adoração. Agora, se o cantor não vive o que louva em um momento da vida dele, o que canta ou prega não vai deixar de ser verdade. Se for Assim, ninguém mais vai louvar na igreja não é? E no caso dos ritimos? Nosso país tem uma variação de ritimos como forró, musica baiana, Reggae, MPB, pagode e entre outros. Já ouvi falar que quem criou esses gêneros foi satanás. Ora vejam só! A bíblia fala que todas as coisas foram criadas por Deus e para Deus. Satanás não tem nada (a não ser a mentira. João 8:44) e nem criou nada. Tudo foi criado para louvar a Deus. Exemplos os africanos louvam a Deus com ritimos tribais e tambores, os japoneses usam instrumentos orientais e os brasileiros usam os variados ritimos para louvar a Deus.
• Não são obrigados a cumprir determinados deveres do estado que é: servir as forças armadas, voto, formação acadêmica (principalmente direito) e pagamentos de impostos.

Refutação: Em romanos 13:1 e 2 mostra que todos os crentes estão sujeitos a autoridades superiores (presidentes, governadores, deputados, vereadores juízes e pastores), pois todas elas foram Deus quem determinou. Devemos sim cumprir nosso dever como cidadão em tudo, principalmente pra dar bom testemunho para aqueles que não têm Cristo. A bíblia mostra isso quando um fariseu interroga Jesus se é certo pagar imposto a Cesar e ele respondeu: “Daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”. Com relação ao magistrado, ele só mete medo em quem faz o mal e não pra quem faz o bem (versículo 13) tem muitos defensores públicos que são crentes. Paulo advertiu a igreja de Roma principalmente na questão do pagamento de impostos, já que por achar que a igreja era separada do estado, não tinham o dever de pagar imposto, mas, Paulo ensinou que como cidadãos deveriam pagar os impostos, assim como nos dias de hoje.

• Eles só cumprimentam crentes de sua igreja e as outras só “oi tudo bom?” Como se fossem incrédulos.

Refutação: É costume dos crentes saudar uns aos outros com a paz do Senhor que vêm do hebraico, “Shalom Adonai”, outros com a graça e paz (cumprimento bíblico usado por Paulo e usado pelos batistas renovados). Aqui estou me referindo a um desses super crentes em que só saúdam somente os dele e os outros são tratados como incrédulos (pessoas que não crêem em Jesus) A bíblia é enfática quando diz que se você saudar com a paz e a pessoa não responder, a paz volta para si (aqui se refere a paz interior). (Mt 10:13) E sem contar que é falta de educação e pecado, pois está fazendo acepção de pessoas. (At 10:34,35; Tg 2:2)

Exemplo: Vem uma crente de uma determinada igreja com bíblia, harpa e tudo, mas há uma diferença no vestuário e em seu caminho vem um desses super crentes que “arrotam” santidade e a vê com indiferença e nem se quer cumprimenta ou diz somente um seco “oi”. Infelizmente até dentro de nossas igrejas existem os tais. Mas o que a bíblia ensina? Romanos 14:10 diz: “por tanto por que você que come verduras e legumes condena o seu irmão? E você que come de tudo despreza o seu irmão? Pois todos nós estaremos diante de Deus para ser julgados por ele”.

Observação: Os tradicionais (batistas e presbiterianos) não usam a saudação “paz do Senhor” e nem “graça e paz”, devido ao costume tradicional, mas mesmo assim quando um crente pentecostal o saúda com a paz do Senhor ele não deixa de responder também com a paz mostrando educação e respeito. Afinal de contas todos nós servimos ao mesmo Deus e fomos lavados pelo mesmo sangue.

• Pregam em não utilizar escovas, pranchas, fazer sobrancelhas ou depilações (no caso as mulheres) dizendo que é vaidade! Usa o texto de I Timóteo 2:9 e I Pedro 3:3 como argumento. E no caso de maquiagem e adornos? Eles usam Isaias 03 como argumento

Refutação: O texto de I Timóteo falava das mulheres ricas daquela época que usavam roupas, jóias e penteados caros para humilhar as irmãs mais simples da igreja e Paulo falou para que essas “dondocas” daquela época não se vestirem daquela maneira para não causar constrangimento e brigas. A bíblia mostra que devemos cuidar bem do nosso corpo, pois ele é templo e morada do Espírito Santo. Em provérbios fala que a mulher virtuosa é a coroa de seu marido! Qual a esposa que não quer ficar bonita para o marido? Ou para si? A mulher que não se cuida me desculpe não tem homem que queira. Muitas das “santarronas” e legalistas usam o texto de I Pedro 3:3 para abolir tais praticas e preferem ser comparados a um “flufi” ou primo “itti” da família Adams. Observe que Pedro falava para a mulher não colocar o exterior acima do interior e não excluir o exterior como os “super santos” falam. Se for assim a mulher teria que: Não usar penteado frisado, não usar adorno e chamar o marido de “senhor” qual é a esposa que faz isso? Nem a esposa do maior legalista no mundo faz. E no caso de maquiagem, A bíblia menciona a maquiagem em II Reis 9:30 quando Jezabel (aquela coisa ruim mesmo!) pintava os olhos e esperava Jeu e em seguida seria morta e em Gênesis 24: 22 Rebeca recebeu jóias do empregado de Abraão. Nos tempos bíblicos as mulheres egípcias, assírias e hebréias, pintavam as unhas com hena e pintava os olhos. A maquiagem é usada mais pelas ocidentais (batom, sombra, lápis e etc.) e ao usar o texto de Isaias 03 como argumento, tem que ver o contexto e o fato narrado. Deus estava condenando as mulheres não pelo o que usavam e sim como foi comprado todas aqueles jóias, vestes, bolsas, perfumes, etc. Isaias 3:14 fala que as autoridades estavam roubando o povo e as mulheres se deleitavam com jóias compradas de corrupção. É isso que Deus condenava naquele instante(a corrupção). Os homens também se adornavam nos tempos bíblicos com anéis, filactérios e ornatos para a cabeça (keppar) e os judeus ortodoxos fazem até hoje, menos os homens cristãos que usam anel e uns um cordão ou pulseira.
• Pregam que o homem de maneira alguma deve transitar pelas ruas ou ambientes abertos (praia ou clube) de bermuda ou camisa de manga curta, pois mostra a sensualidade (sensualidade?) masculina e a mulher só roupas que cubram tudo (saia até a canela e blusa longa). Se vir com bermuda ou a mulher com a saia um pouco acima da canela vai logo dizer: “ta desviado irmão?” E também a respeito do comprimento do cabelo.

Refutação: muitos usam a passagem de I Ts. 5:22 para argumentar as vestes do homem. A bíblia não mostra quais são as vestes exteriores que o homem deve usar. Isso varia com a cultura de cada país. No exemplo o escocês usa skilt (saia masculina) para o brasileiro é escândalo, mas para a cultura deles não. Na áfrica as mulheres não usam blusas ou roupas que cubram os seios (isso varia de tribo) Nosso país é tropical e acho judiação o crente andar de blusa manga longa e calça o tempo todo, principalmente se for criança. Coitado do menino usando uma roupa dessas num estado quente como Piauí ou Ceará. E a menina? Nem se fala. Isso é pedir pra criança pegar uma desidratação, ou uma doença mais grave Deve usar esse tipo de traje sim! Mas na casa do Senhor. Fora da casa do Senhor o homem deve se vestir de um testemunho de crente, sendo humilde, bom marido, bom pastor (O mesmo vale para a mulher que deve se vestir com modéstia. Nem longo demais e nem curto demais). Nem a bíblia Sagrada menciona a respeito de cabelos. É uma pratica dos “super crentes”, pregar sobre o cabelo da mulher e do homem. Qual a medida do cabelo? Se a mulher nascer com cabelo curto por natureza, está em pecado? Lógico que não! Se for assim, ta ruim desse povo fazer missões “transculturais” porque é preciso se despir de sua cultura para ganhar almas pelo mundo afora.

• Os santarrões não aceitam o controle de natalidade (contraceptivo) porque acham que devemos povoar a terra e usam o capitulo de Genesis 38: 9 e 10 como argumento.
Refutação: Texto sem contexto é pretexto pra heresia. É o que diz a hermenêutica (ciência da interpretação bíblica). No versículo 08 do mesmo capitulo mostra que Onã não queria dar continuidade à descendência de seu irmão Er, (ambos filhos de Judá) e por conta disso o Senhor lhe tirou a vida. E isso foi no inicio da criação do povo de Israel e não tem nada a ver com os dias de hoje. A terra está densamente povoada e até demais. E outra coisa, Deus deu ao homem o livre arbítrio e não é pecado você ter o controle em sua família e o Senhor Jesus abençoa. Pecado é você colocar uma “penca de filhos” e eles passarem fome por causa da ignorância pregada por certos lideres que não se preocupam em estudar a fundo as escrituras.
Detalhe: para se tornar doutrina cristã é necessário repetir o mesmo versículo no novo testamento e tem que ter contexto bíblico. Se o contexto for isolado, não é considerado doutrina. No caso de Onã e Er é fato isolado e não pode ser considerado doutrina Cristã.
• Se o crente adoece ou passa por uma situação financeira, vai logo falando: “o irmão fulano ta em pecado”.

Refutação: Isso é conversa de triunfalista ou praticante da confissão positivista que não aceita que o crente passe por luta. A bíblia mostra em João 16:33 que o crente passará por aflições. Isso foi Jesus quem falou, mas também falou para termos animo, pois assim como ele venceu o mundo, nós também venceremos em seu nome. E agora tem uma novidade! Muitos agora pregam que há um demônio que não sai nem com jejum e oração. É o devorador que só sai com a contribuição de ofertas e os dízimos. E o que Jesus falou em Marcos 16:17 e em Lucas 10:17-20? Cuidado pra não criar heresia nova por ai! Nem toda adversidade é consequência de dizimo e oferta. Pois o dizimo na graça é dado pela fé e não por obrigação e também nem toda doença é fruto de desobediência mas sim, permissão de Deus pra provar o ser humano.

• Se alguém se desvia ou vai para outra igreja, eles são orientados a não terem contato com o desviado (ainda sofre disciplina pode isso?) ou se tiver em outra igreja é tratado como incrédulo .

Refutação: A bíblia mostra que quando alguém se afasta dos caminhos do Senhor é como uma ovelha que se ausenta do rebanho e o pastor vai atrás dela e não enxotá-la. No caso de ir para outra igreja, ele não vai deixar de ser crente por isso. Prefere o que? Deixá-lo servir o Senhor em outro lugar, ou que a ovelha vai pro mundão ser marionete do diabo? Entre as seitas existentes, As testemunhas de Jeová, são instruídas para não ter contato com o “desassociado” que é assim que eles chamam seus adeptos e os santarrões fazem o mesmo. Cadê o amor no meio desse povo?
Detalhe: há uma exceção em caso de rebeldia. Ou seja, a ovelha se rebelar contra a igreja ou o pastor sem motivo algum ou cometeu escândalo. Nesse caso ocorre a disciplina, mas não devemos ignorá-lo e sim encorajá-lo a buscar ao Senhor!

• Segundos eles (santarrões), é pecado o crente usufruir a tecnologia, principalmente a televisão por ser a imagem da besta (imagem da besta?), internet (Orkut, MSN e sites) por levar ao ócio e não ter nada edificante.
Refutação – A bíblia mostra que devemos julgar todas as coisas, mas devemos reter o que é bom (I Ts. 5:21) a tecnologia pode ter muita coisa boa para o servo de Deus, por exemplo: pregações na TV e internet, louvores, sites evangelísticos, filmes evangélicos, (desenhos e estudos bíblicos). As igrejas usam recursos hoje em dia nos seus templos como: Data Show, DVD, Blu-Ray, computador e outros recursos. A IPDA tem vídeos no you tube (e olha que pregam contra a televisão. Pode isso?) algumas igrejas pregam que seus membros não usarem nenhum tipo de cartão de credito, porque leva ao endividamento. Como se não tivessem controle de seus gastos (I Co 11:28).

• Os “super santos” pregam que seus filhos não podem freqüentar escola, aprender a ler e escrever. Pois acham que se ficarem inteligentes, podem se afastar de Deus (porque a letra mata, mas o espírito vivifica. II Co. 3:6b)

Refutação: Meu Deus do céu! Quanta ignorância espiritual! Desde quando aprender a ler e freqüentar escola são pecados? Os pais devem criar e dar a melhor educação aos filhos. Eles devem aprender a ler e escrever, freqüentar uma escola, pois isso é direito garantido por lei e estamos debaixo da autoridade dos homens (Rm 13:1). Se o pai ou a mãe não der esse direito para o filho, os pais perdem a guarda da criança por abandono intelectual de incapaz (artigo 133 do código penal brasileiro cuja pena é de seis meses a três anos de prisão e em caso de morte, quatro a doze anos) e sem contar que é pecado! (“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”. I Tm 5:8). Eu lamentavelmente quando comecei a fazer teologia, fui tachado de herege e incircunciso de coração e que eu iria me desviar dos caminhos do Senhor. Realmente eu me desviei, mas foi do mundo e não de Cristo que é a rocha, meu Senhor e meu Salvador.

Detalhe: A letra em que se refere à passagem citada é a lei de Moisés. Pois se ela não era cumprida por completo, tirava a vida e a graça de Cristo veio para salvar o pecador. A lei foi sempre o motivo de discórdia entre judeus e gentios. Paulo defendeu a salvação pela graça e fé e não pela lei (Rm 3:21-26).

• Em suas orações os santarrões determinam, profetizam e amaldiçoam o diabo (amaldiçoam quem?) falam que tem ele aos seus pés, vão ao terreno do inimigo e tomam tudo que ele roubou.

Refutação: Agora foi o fim! Acham-se os super tudo e na verdade são super nada! Bom, vamos à bíblia. 1º Os discípulos falavam a Jesus a respeito dos feitos realizados por eles. Porem Jesus falou: “Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus (Lucas 10:20)” por nós mesmos, não teríamos força e autoridade, mas sim, é autoridade no nome de Jesus. 2º Só quem profetiza é quem tem o dom de profecia dado pelo Espírito Santo!(I Co capitulo 12 por completo) 3º como amaldiçoar o diabo se ele é a própria maldição? 4º Só quem determina algo na vida do crente é Deus. 5º e ultimo. O terreno do inimigo é o inferno e as regiões espirituais. É pura infantilidade o crente falar esse tipo de abobrinha.
Obs: O crente não tem o inimigo debaixo de seus pés e sim ele está debaixo dos pés de Jesus. Falar isso é uma interpretação errônea de Marcos 16 e Lucas 10:19. Que diz que os discípulos pisarão em serpentes e escorpiões. Na verdade o texto quer dizer é que nós estaremos protegidos e preparados contra as investidas de satanás. (contexto figurado e não literal)

Conclusão

Infelizmente muitas destas pessoas que pregam santidade demais, legalismo extremo e impedindo de outras pessoas de adorarem ao Senhor Jesus, tiveram um fim trágico. Uns se desviaram e outros se apostataram da fé. Paulo em sua carta os Gálatas, relata muito na liberdade Cristã e na graça em que vivemos, pois afinal de contas, nós temos a liberdade de cultuar a Deus e servir ao Senhor Jesus pela fé. O Pastor Silas Malafaia da Assembleia de Deus da Penha falou a seguinte frase “Sabe o que sustenta uma igreja hoje? A palavra de Deus e não um conjunto de regras e dogmas feito pelo homem”. Adore ao Senhor Jesus quer seja pentecostal, metodista, batista ou presbiteriano. A graça do Senhor em que vivemos permite uma adoração livre e sem cargas, pois fomos chamados para ser livres e não escravos de leis e costumes anti-biblicos, que geram opressão a ovelha.
(“Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”. I Co 13:11)

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Lennon, retrato desde la fe del artista adolescente

TES

José de Segovia Barrón

 

Lennon, retrato desde la fe del artista adolescente

Una película narra los años de adolescencia de John Lennon, el beatle que tuvo más relación con el cristianismo.

7 de junio de 2011

En Nowhere Boy ( Chico de ninguna parte ), la directora londinense Sam Taylor-Wood lleva a la pantalla la desorientación de este joven atormentado, que lucha por encontrarse a sí mismo. A partir del libro de su hermanastra, el artista encarnado por Aaron Johnson busca su lugar en el mundo, en medio de una familia desestructurada. Kristin Scott Thomas interpreta a la religiosa tía Mimi, que hace que Lennon vaya cuatro días a la semana a la iglesia.
Escribo este artículo en Italia, donde estoy en una conferencia sobre la teología en el sur de Europa, convocada por Paul Wells, decano de la Facultad de Aix-en-Provence en Francia. Wells se crió a pocas calles de la casa donde vivía el músico con su tía Mimi, en el depauperado Liverpool de los años cincuenta. Su colega Peter Jones –ahora profesor de Nuevo Testamento en Westminster, Filadelfía– era compañero de clase de Lennon. Y aunque Paul es más dylaniano que beatlemano, me cuenta algunos de sus recuerdos de aquellos años…
EDUCACIÓN RELIGIOSA
Lennon nunca tuvo miedo de hablar de su educación religiosa. “Señor Lennon” –le preguntó un periodista en una rueda de prensa en Chicago– “¿son todos los Beatles cristianos? Tras una breve pausa, John comenzó a hablar: “Todos crecimos…”. Cuando de repente cambió la frase, para referirse sólo a sí mismo: “No soy un cristiano practicante, como me educaron, pero no tengo ideas que no sean cristianas”.
Es como si Lennon estuviera a punto de decir que “crecieron como cristianos” o “en la iglesia”, cuando se dio cuentaque aunque los cuatro Beatles habían sido bautizados de niños –él y Ringo como anglicanos, Paul y George como católicos–, sólo él podía decir que había “crecido” en la iglesia.  Días después de esas declaraciones, John le dijo a Leroy Aarons del Washington Post que su educación fue la “normal en la Iglesia de Inglaterra, yendo a la escuela dominical y a la iglesia”.
El resto de los Beatles tuvieron periodos de contacto con la religión organizada, pero no tuvieron presión familiar alguna para seguir el camino cristiano. Paul y George  eran hijos de católicos, casados con agnósticos de origen protestante. Se criaron en casas donde la religión no tenía ninguna importancia. Sus padres eran trabajadores del norte de Inglaterra, que veían la Iglesia como un instrumento de poder de los ricos.
La madre de Ringo  perteneció sin embargo un tiempo a la Orden de Orange, una organización protestante que tiene todavía mucha influencia en Irlanda del norte, pero que Paul Wells me comenta que era muy fuerte entonces en Liverpool. La iglesia anglicana, donde iba Ringo a la escuela dominical (St. Silas en la calle High Park de Toxteth Park), era de orientación evangélica (el edificio se demolió, cuando cerró en 1952). Aunque “iba allí, porque era un sitio donde podía jugar con bloques y pintar” dice Ringo –que se unió luego al coro de la iglesia, porque “pagaban bien”–.
Aunque varió su educación religiosa, todos perdieron el interés en la iglesia al llegar a la adolescencia. Ninguno de sus padres era particularmente religioso. Creían que la iglesia era para la gente mayor (que necesita consuelo), mujeres (que buscan ayuda emocional) y niños (que necesitan dirección). John se muestra sin embargo particularmente irritado, cuando habla de religión. Ya que él pasó más tiempo en la iglesia que ningún otro Beatle .
Una de las primeras cosas que Lennon hizo cuando estaba “aclarándose sobre Dios” –como lo describió después–, fue investigar el cristianismo en que había sido educado. Habla de meditar como “adorar en tu propio templo interior” y leyó la Biblia toda su vida. “Crecí como cristiano” –dice poco antes de su muerte, en 1980–, “pero sólo ahora entiendo algunas de las cosas que Cristo decía en las parábolas”.
La figura de Jesús aparece una y otra vez en el pensamiento de Lennon. “Veía la Biblia como un drama simbólico universal, que se representa cada día delante de nuestros ojos” –dice Frederic Seaman, su asistente personal a finales de los años setenta–. “En particular a John le fascinaba la vida de Jesucristo”. Es como si no pudiera librarse de su influencia, a pesar de ser agnóstico. Volvía a él, una y otra vez…
FAMILIA DESESTRUCTURADA
Lennon es sin duda quien más influencia religiosa tuvo. Su abuelo era un católico irlandés que se casó con una chica de Liverpool. Tenía incluso un hermano cura, aunque el padre de John es bautizado en la Iglesia anglicana , a pesar de que ninguno de su familia iba ya a la iglesia.
La familia de la madre era muy protestante. Su abuelo era de la tradición metodista calvinista de Gales. Al casarse sin embargo su hija con alguien que no iba a la iglesia, la moral de la madre ya no está determinada por la fe. Tras ser abandonada por su marido vive con varios hombres. Su hermana Mimi le ofrece entonces cuidar de John. Ya que considera que no es una buena educación para él, vivir con una pareja que no está casada. La madre muere en un accidente, al ser atropellada por un conductor borracho, cuando John es todavía adolescente.
Si la madre de Lennon era moderna y liberal, la tía con la que vive es todo lo contrario. Mimi era anticuada y estricta. Su religión no se basaba sin embargo en la prohibición del alcohol o las diversiones –bebía ginebra y jugaba al bridge –, sino en las aspiraciones sociales de alguien que quería pertenecer a una clase media, donde la cultura y la religión jugaban un papel importante. La iglesia anglicana de St. Peter en Woolton –donde Mimi lleva a John–, representa la decencia y corrección que Lennon va a rechazar finalmente.
LA IGLESIA DE LENNON
La respetabilidad que el cristianismo significa para John fue unida siempre a la experiencia de haber estado yendo cuatro días a la semana a la iglesia, que era el centro de su vida adolescente. Allí conoce a su primera novia, los futuros miembros de Quarrymen , su primer manager y el amigo de Paul McCartney, Ivan Vaughan. Era la congregación donde iba el obispo de Liverpool. No era particularmente evangélica, pero tampoco anglo-católica. Era la típica iglesia anglicana de aquella época.
En un campo delante de la iglesia de Lennon, actuaron los Quarrymen el verano de 1957. Allí estaba la tumba de Eleanor Rigby, que inspiró la famosa canción de los Beatles.  Y en el salón de la iglesia se encontraron John y Paul por primera vez, después de la actuación de los Quarrymen.  El pastor era un galés soltero, Pryce Jones, que estudió teología en Londres y era más valorado por su capacidad para levantar fondos que por su dones de predicación. Era un gran organizador, cuya motivación había convertido la iglesia en el centro de la vida de Woolton. El grupo de jóvenes de la iglesia de Lennon tenía como 170 miembros, cuando John se incorporó a los 15 años.  Para la escuela dominical se reunían en varias salas de la iglesia. Seguían las Notas Diarias  de la Unión Bíblica . “Nos sentábamos y comentábamos el texto del día”, dice David Ashton, que se solía poner al lado de John en el coro. “Hablábamos de lo que significaban las Escrituras”.
El problema es que la mayoría de aquellos chicos asistían porque eso es lo que querían los padres. Las doctrinas cristianas eran algo abstractas para ellos. Lo que les gustaba era estar con sus amigos. “Ninguno de nosotros era profundamente religioso”, dice otro de aquellos jóvenes, Rod Davis. El director musical de la iglesia, Eric Humpriss, era de hecho ateo. Le encantaba la música religiosa, pero cuestionaba doctrinas cristianas fundamentales. “Pienso que John puede haber sido influenciado por algunas de sus ideas”, dice Ashton.
Para tener una idea de lo vacío y aburrido de los sermones de Pryce Jones, basta leer sus meditaciones en el boletín mensual de la iglesia. En octubre de 1950, el pastor escribe sobre “el deterioro del carácter, la conducta y las normas, de las que tantos se quejan”. Se lamenta que “hay una grave falta de sentido acerca de por qué no se debe tomar una determinada acción, si nos da placer, aunque no sea moralmente, particularmente respetable”.
Es a esa fe moralista, que John es confirmado “voluntariamente” a los 15 años, dijo Mimi al primer biógrafo de los Beatles, Hunter Davies. Para eso siguió unas clases con el pastor, que seguía el catecismo bastante libremente. Su frase favorita, recuerda David Ashton, era que “el mundo era como un libro ilustrado que nos enseña el amor de Dios”. Le preocupaba más enseñar a los chicos cómo juntar las manos al recibir el pan en la comunión, que entender la doctrina cristiana.
Al llegar así a formar parte de la iglesia, iba a unas clases bíblicas que se daban en una capilla lateral del edificio. Las daba un hombre llamado Jack, “que realmente creía en Dios”, dice Ashton. Aunque en un ensayo que hace a principios de los años cincuenta sobre Feuerbach, John dice ya que la religión es una proyección de la naturaleza humana. Sin embargo, él había tenido algunas experiencias místicas de niño. Esas alucinaciones le llevaron a pensar que tenía un don especial. Ese es el trasfondo de Strawberry Fields Forever , aunque escoge el hogar infantil del Ejército de Salvación  en Woolton, como si fuera el lugar donde tuvo esa experiencia.
EL ROCK COMO RELIGIÓN
Las dudas de Lennon sobre la religión que conoció, se unen así a su particular misticismo en una combinación típica de El evangelio según los Beatles, que explica Steve Turner en su interesante libro. “La gente tiene la imagen de que yo soy anticristiano o antirreligioso, pero no es así en absoluto” –dice John en 1980–. “Soy una persona muy religiosa, desde luego que no soy ateo”.
Igual que muchos de su generación, John y sus amigos no tuvieron una crisis de fe, que les hizo abandonar la Iglesia. Simplemente se alejaron de ella, llenando su vida de otras actividades. En ese sentido, la aparición de la televisión en los años cincuenta vació más iglesias en Inglaterra que las obras completas de Darwin, Nietzsche, Freud y Bertrand Russell.
Para Ashton, fue al comenzar a trabajar, cuando rompe con la iglesia. Para Davis, el día que su padre le compró un coche. Para otros amigos de Lennon, fueron las chicas, las que se volvieron más interesantes que las historias de la Biblia. Y para John, fue sin duda el rock´n´roll  lo que llegó a su corazón. “Cuando lo oí y me metí en ello, descubrí que eso era la vida” –dice Lennon–. “No hay otra cosa”, recuerda en 1975.
El rock les lleva de Liverpool a Hamburgo. Allí “fuimos bautizados”, dice McCartney en 1997. Su música produce una verdadera conversión. Ocurrió en 1956, cuando John escucha a Elvis en Radio Luxemburgo , cantando Heartbreak Hotel . No había visto nunca su foto, ni sabía de dónde venía esa música. Su tío George acaba de morir de una hemorragia, tras caerse de una escalera. Tenía sólo 52 años. John estaba de vacaciones en Escocia. Y al volver a casa, su tía le dio la noticia. La soledad de la que cantaba Elvis, por ese amor perdido, conmovió a Lennon.
“Nada ocurría en la iglesia”, dice John. Elvis, “es lo que estaba pasando”. En la iglesia, “nada realmente nos tocaba”. El rock´n´roll  era “lo único que me llegaba”, recuerda. Si en la iglesia se hablaba de cosas abstractas, “el rock´n´roll  era real”. Si en la iglesia se insistía en la necesidad de controlar nuestra mente para dominar el cuerpo, “el rock´n´roll  unía mente y cuerpo por la música”.
Elvis transformó la vida de John de una forma que la religión no pudo hacerlo. “Era mayor que la religión en mi vida”, dice. “Yo adoraba a Elvis, como la gente adoró a los Beatles”. Y cuando su cabeza se llenó de música, dejó de ir a las clases bíblicas de Gibbons. Se acabó su relación con la iglesia de St. Peter. Otro afecto llenó el vacío de una religión moralista, que nada tenía que ofrecer para un espíritu inquieto como el de John. Un nuevo ídolo ocupó su corazón.
DIOS Y LOS ÍDOLOS
Es imposible entender la cultura sin discernir sus ídolos. La idolatría no es simplemente una forma de culto ritual, sino una sensibilidad y modo de vida basado en valores finitos, haciendo de las cosas creadas absolutos divinos. Todos creemos, confiamos y admiramos a algo o a alguien. La Biblia nos llama por lo tanto a volver de los ídolos a Dios porque hemos “cambiado la verdad de Dios por una mentira, y adorado y servido a cosas creadas, en vez de al Creador”  ( Romanos 1:25 ).
¿Qué es lo que realmente esperas de la vida?, ¿en quién o en qué buscas estabilidad, seguridad y aceptación?, ¿dónde está realmente tu felicidad? Tu respuesta te revelará el ídolo oculto de tu corazón. La idolatría es fuente de todos los males que hay en nuestra vida, pero ¿cómo podemos ser libres de ella? El moralismo y la presión social o familiar es incapaz de librarnos de ella, como demuestra la vida de Lennon.
“La única forma de desposeer al corazón de un viejo afecto es por el poder expulsador de uno nuevo”, dice el predicador escocés del siglo XIX, Thomas Chalmers, co-fundador de la Alianza Evangélica. Es apreciando, gozando y descansando en lo que Jesús ha hecho por nosotros, que encontramos verdadera liberación. El creyente es llamado por eso a “poner la mente y el corazón en las cosas de arriba”, allí donde está “tu vida escondida con Cristo en Dios” ( Colosenses 3:1-3 ).
Jesús tiene que ser más atractivo en tu corazón y maravilloso para tu imaginación, que el ídolo al que sirves. “Prueba el amor de Aquel que es mayor que el mundo”–dice Chalmers–, “intentando por todo medio legítimo que tenga acceso a tu corazón”. Cuando Cristo se convierte en algo más importante que la vida misma, has descubierto el bien supremo del Evangelio, que es contemplar y deleitarse en la belleza y valor de Dios, que llamamos su gloria.
¡Imagina!, ¡imagina que hay un Cielo!, cuya satisfacción puede colmar todas las frustraciones de la vida. Pues allí donde está Dios, allí está el Cielo…

Autores: José de Segovia Barrón

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Justiça proíbe ‘procissão ateia’ em Madri

 

Seis organizações laicas protestariam contra a ‘hipocrisia social e moral’ da Semana Santa.

20 de abril de 2011 | 13h 36

O Tribunal de Justiça de Madri proibiu nesta quarta-feira a realização, prevista para a quinta-feira desta Semana Santa, de uma manifestação antirreligiosa organizada por seis instituições laicas espanholas.

Chamada oficialmente de "procissão ateia", a manifestação levaria às ruas faixas com dizeres como "Congregação da Cruel Inquisição", "Irmandade da Santa Pedofilia" e "Confraria do Papa do Santo Latrocínio" com o objetivo de "derrubar a hipocrisia social e moral que representa a Semana Santa Católica".

Os organizadores disseram que irão acatar a decisão judicial, mas acrescentaram que convocariam uma manifestação similar em outra data simbólica para o Catolicismo.

Eles também prometem realizar um grande evento no próximo mês de agosto durante a visita do Papa Bento 16 a Madri.

Por outro lado, a associação anti-aborto Faz-te ouvir anunciou que analisa o material de divulgação da procissão ateia para saber se é possível abrir um processo, alegando incitação ao ódio.

Chamas

Os organizadores da "procissão ateia" anunciaram com cartazes pelo centro da capital espanhola a hora e percurso do evento, convocado para passar diante de igrejas e ao lado de procissões católicas.

Os cartazes traziam imagens do papa e ilustrações sacras alteradas. Também foram distribuídos folhetos com a frase "a única igreja que se ilumina é a que arde (em chamas)".

O presidente da Associação Madrilenha de Ateus e Livres Pensadores, Luis Veja, disse à BBC Brasil que a proposta da manifestação era "mexer com a ideologia e a consciência católica".

"Queremos uma procissão sim, porque a palavra procissão não é exclusiva do Catolicismo. E vamos continuar combatendo a hipocrisia e o fundamentalismo", afirmou.

As críticas dos laicos se concentram especialmente na intervenção do Vaticano em assuntos políticos como a liberdade religiosa, leis de aborto e casamento gay, além dos escândalos de pedofilia dentro da igreja.

Entre os críticos ao protesto estava o prefeito de Madri, Alberto Ruiz Gallardón, que disse ser contra "provocações contra a fé".

No entanto, ele disse que a prefeitura que "não se considera competente para autorizar ou recusar a celebração desta procissão" e recomendou uma decisão judicial sobre o caso. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.