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Aumento do satanismo causou escassez de exorcistas, diz médico

Porta-voz de associação quer unir psiquiatras e demonologistas em escola de exorcismo para padres

 

 

Aumento do satanismo causou escassez de exorcistas, diz médicoAumento do satanismo causou escassez de exorcistas
O aumento na demanda de exorcismos causou uma escassez de sacerdotes capazes de realizá-los, alertou um exorcista do Vaticano. Para a Igreja Católica, um aumento acentuado do número de pessoas que se envolvem com satanismo e ocultismo significa um crescimento da busca por libertação de pessoas que julgam estar possuídas por forças do mal.
Com isso, percebeu-se que estão faltando sacerdotes capazes de realizar as cerimônias para combater as obras do diabo, gerando um estado de ‘alerta’ dentro da Igreja Católica.

Valter Cascioli, psicólogo que trabalha como consultor da Associação Internacional de Exorcistas, reconhecida pelo Vaticano, acredita que no momento não há sacerdotes suficientes para lidar com todos os pedidos de libertação.

Ele disse ao jornal italiano La Stampa: “A falta de exorcistas é uma emergência real. Há uma urgência pastoral resultante do aumento significativo no número de possessões diabólicas que os exorcistas precisam enfrentar”.

Cascioli explica que o número de exorcistas tem aumentado nos últimos anos, “mas ainda não são suficientes para lidar com uma situação dramática que afeta, sobretudo, os jovens que usam muito a internet. ”

Uma das soluções apresentadas por ele é a criação de uma escola onde os padres católicos seriam ensinados a realizar exorcismos.

Ele acrescentou: “Não existe uma instituição de formação a nível universitário. Precisamos de uma abordagem interdisciplinar onde a ciência colabore com a religião, e os psiquiatras trabalhem com demonologistas e exorcistas”.

Essa preocupação é exposta pouco dias após a morte do padre Gabriele Amorth, provavelmente o exorcista mais famoso do mundo. Ele faleceu dia 16 de setembro, aos 91 anos, em Roma. Segundo informações divulgadas pelos veículos de imprensa italiana, ele acreditava ter realizado durante sua vida 70 mil sessões de exorcismos. Com informações Gospel Prime e de Daily Mail

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Mãe mata filho com 50 facadas “seguindo ordens de Satanás”

Mulher se autodenominou “princesa de Satanás”

 

sonia-paula-soares-marinho Mãe mata filho com 50 facadas “seguindo ordens de Satanás”
Sônia Paula Soares Marinho, de 39 anos, foi presa em flagrante, na sua casa, num bairro pobre de Campina Grande, Paraíba.
Ela é acusada de matar o próprio filho, Kaio Márcio Soares Nóbrega Marinho, 5 anos, com mais de 50 facadas. Os vizinhos ouviram os gritos e chamaram a polícia.
Quando os policiais chegaram na cena do crime, a mulher afirmava estar possuída e que teria feito tudo seguindo ordens do “seu pai”. “Sou a princesinha de Satanás”, gritava ela enquanto era conduzida para a delegacia. Visivelmente descontrolada, segundo os policiais, ainda ameaçou: “Vocês vão pagar um alto preço por isso, meu pai é o rei, o grande El Shaddai. Eu te obedeço, meu pai”.

Ela foi autuada por homicídio qualificado, que prevê de 12 a 30 anos de detenção. De acordo com os vizinhos ela morava só com o filho e nunca tinha demonstrado ter problemas psicológicos.  Com informações Gospel Prime e Diário do Sertão

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O CERCO DAS BARATAS

Pr. Ângelo Medrado

Um Testemunho de Libertação

Tudo começou quando, no final da década de 60, eu fazia o serviço militar e estávamos de prontidão cerrada devido à situação política da época, marcada pela atuação de grupos de guerrilha e figuras que, como a futura presidente Dilma Rousseff, viviam na clandestinidade.

O clima era de extrema tensão. Certo dia, o General comandante do QG da 2ª Região Militar,na Barra Funda, em São Paulo, determinou que se fizesse uma feijoada no quartel para aliviaros ânimos da tropa. A notícia correu rapidamente: “Eba! Hoje vai ter feijoada!”.

Estávamos todos felizes, pois finalmente comeríamos uma comida diferente no rancho.

Como o meu nome começa com a letra “A”, eu era o primeiro da fila.

Como se sabe, no quartel, a hierarquia reflete-se até na alimentação: as carnes de primeira

destinam-se aos oficiais generais, as de segunda aos oficiais menores, as de terceira aos sargentos e o que sobra — se sobrar— é destinado aos soldados.

Quando chegou a minha vez, peguei o meu bandejão com arroz, couve e farofa. Para minha surpresa, recebi uma concha generosa que trazia um pedaço de carne.

Senti-me premiado! Percebendo que os meus colegas de mesa já olhavam com cobiça para o meu prato, tratei de espetar a carne mais que depressa e levá-la à boca. Foi então que senti um “creck”. A carne estalou. Imediatamente, percebi algo esquisito: senti perninhas roçando a minha língua. Joguei o pedaço no chão e vi uma horrorosa, asquerosa e nojenta barata voadora.

Ela devia ter-se afogado na feijoada durante o preparo.

Os meus colegas zombaram de mim por muito tempo, apelidando-me de “comedor de baratas”.

Mas, a partir daquela ocasião, algo novo e terrível aconteceu na minha vida: as baratas passaram a perseguir-me. Onde quer que eu fosse, surgia uma barata. Elas apareciam em todos os cantos e pareciam fitar-me intensamente, especialmente à noite.

Encontrei-as nas situações mais inimagináveis.

Certa vez, no Rio de Janeiro, almoçando com amigos, avistei uma barata na parede oposta do restaurante.

Disse aos meus amigos que ela iria atacar-me. Eles riram e fizemos uma aposta. Fiquei atento: a barata moveu-se de um lado para o outro, parou, levantou as antenas como se me tivesse localizado e voou exatamente na minha direção. Eu estava preparado e desferi-lhe um tapa que a jogou ao chão.

Fiz um escândalo, chamei o gerente e ganhei a aposta. A partir daí, os meus amigos passaram a acreditar na minha história.

Viajava muito a trabalho e ficava hospedado em diversos hotéis. Levava sempre comigo um aerossol mata-baratas, pois as encontrava em todos os lugares: nas toalhas, sob as cobertas, em todo o lado.

Antes de dormir, eu aplicava o veneno e sempre encontrava baratas mortas na manhã seguinte.

Até dentro de pães cheguei a encontrá-las. Elas pareciam saber onde eu estaria. Esse horror permaneceu na minha vida durante quarenta anos.

A solução definitiva surgiu quando um pastor amigo me convidou para um culto. Durante a celebração, uma missionária que pregava e profetizava dirigiu-se a mim e disse:

“Meuirmão, você vive sendo perseguido”. Pensei que ela estivesse errada, pois não tinha inimigos.

Mas ela continuou: “Vejo à sua frente um demónio do seu tamanho, e ele tem a forma de uma

barata. Ele dá ordens a seu respeito para outros demónios que o perseguem por onde vai”.

Naquele momento, ela começou a expulsar aquela entidade, pisando forte no chão como se estivesse a matar baratas. Depois daquele dia, nunca mais fui atacado. O demónio foi embora.

Meu amigo, minha amiga, caso sofra perseguições de qualquer natureza, seja pessoal ou mesmo manifestada através de animais, procure auxílio espiritual numa igreja.