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Projeto de Evangélico Brasileiro quer Levar Evangelho à África

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Moçambique receberá entre os dias 11 e 16 de outubro a missão áfrica Pieia, Projeto Internacional de Evangelização para o Interior da áfrica, idealizado por um Cristão evangélico brasileiro.

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(Foto: Missão áfrica Pieia)

Moçambique receberá entre os dias 11 e 16 de outubro a missão áfrica Pieia, Projeto Internacional de Evangelização para o Interior da áfrica, idealizado por um Cristão evangélico brasileiro.

Segundo informações do CPAD NEWS, a missão possui o slogan “Uma Igreja em Cada Aldeia”, e o evento será coordenado pelo missionário brasileiro Itamar Fernandes, líder da igreja na região e presidente da agência missionária ligada à Assembléia de Deus em Vitória da Conquista (BA).

“Neste evento receberemos nossos pastores, vindos de centenas de aldeias onde temos igrejas plantadas. Serão dias de bênçãos, mas de grande sacrifício para nossa missão, porque teremos que alimentá-los e alguns terão que receber tratamento médico, roupas, calçados e o mais difícil: o transporte para todos estes lideres”, disse Fernandes segundo a publicação cristã.

O Pastor Itamar Fernandes e sua esposa irmã Alda são responsáveis pela Missão áfrica Pieia . Eles estão radicados há 14 anos em Moçambique, desde que foram enviados pela Assembleia de Deus em Feira de Santana (BA), liderada pelo pastor Joeser Cruz Santana.

Agora coordenam o projeto “Uma Igreja em cada Aldeia”, sediado na cidade de Beira. O projeto tem como meta anunciar o Evangelho de Cristo à população moçambicana que concentra 80% de sua população nas aldeias.

Além disso, os missionários precisam resistir ao avanço do islamismo e da feitiçaria que procuram afastar os nativos da Palavra de Deus, segundo site de notícias da CPAD NEWS.

O projeto tem como objetivo construir um templo em aldeias onde não há Cristãos. Devido à urgência na implementação da meta estabelecida, as casas são feitas de madeira e chapas de zinco.

Os templos funcionam como escola durante o dia e local de cultos à noite.

Mais informações podem ser encontradas no blog www.missaoafricapieia.blogspot.com, onde é possível acompanhar a campanha e prestar apoio à realização do Projeto.

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Outro Jesus, outro espírito e outro evangelho

 

Imagem do avatarPor Paulo César Nunes do Nascimento 

Outro Jesus, outro espírito e outro evangelho

2 CO 11.1-4; 28,29

“Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Jesus que não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis” (2Co 11.4 – Revista e Corrigida)

Em 2Co 11.1-4, 28, 29 Paulo expressa o seu zelo, o seu cuidado e a sua preocupação não só com a Igreja de Corinto, mas com todas as igrejas.

Os crentes de Corinto era um rebanho extremamente trabalhoso, complicado e complexo. Dentre as igrejas da época, Corinto foi a que mais recebeu da parte de Paulo cuidado, visitas e conselhos pastorais. Por outro lado, a igreja de Corinto foi o rebanho que mais lhe fez sofrer. Apesar disso, Paulo se mostra aqui zeloso, cuidadoso e preocupado.

Em 11.2a Paulo ressalta o seu zelo pela igreja de Corinto; assume a posição de um pai que vela pela pureza da filha até o dia do casamento. Ele se coloca como alguém que compartilha o zelo de Deus pelo seu povo.

Em 11.3 Paulo destaca o receio e o temor do seu coração. Ele teme que as mentes dos Coríntios sejam desviadas e corrompidas por falsos ensinos.

Em 11.4 Paulo se mostra preocupado porque a igreja de Corinto estava aceitando que falsos apóstolos ensinassem e introduzissem na igreja um outro
Jesus, um outro espírito e um outro evangelho.

Quando lemos esse texto temos a impressão que Paulo está escrevendo para hoje! De sorte que, as suas preocupações com a igreja de Corinto, devem ser as nossas preocupações pastorais hoje.
Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

1. Outro Jesus (v.4a)

Hoje, na tentativa de atrair pessoas para igreja, tem-se proclamado um outro Jesus.

* O Jesus triunfalista  O Jesus dos milagres, das maravilhas e das coisas espetaculares. O Jesus apenas de glória e poder; que transforma homens em superhomens; que transforma crentes em supercrentes; que muda a tua vida e te transforma em um ser imune às dores, aos sofrimentos e às tragédias da vida.

* O Jesus Curandeiro  Amados, Jesus cura, mas curar não foi a cerne do seu ministério; não foi a razão primordial de sua vinda; não foi o tema central da sua pregação. Suas curas atraíam pessoas de todas as partes. Porém, ele não fazia “estardalhaços”; não fazia propagandas para atrair um público ávido por sinais; não fazia delas “estratégia de marcketing”.

Em nossos dias, pessoas têm sido atraídas por causa de uma “propaganda barata” do Jesus curandeiro. Pessoas têm vindo a Jesus meramente em busca de uma libertação dos males do corpo.

* O Jesus Papai Noel  O bom velhinho, sempre pronto a dar e a presentear. Essa concepção de Jesus tem gerado crentes sempre dispostos a receberem e a serem servidos, mas pouco dispostos a darem e a servirem.

* O Jesus Banco Central  O solucionador dos problemas financeiros. O Jesus Banco Central dos nossos dias tem atraído às igrejas desde o cidadão mais simples ao empresário “quebrado”, à beira da falência.
E a pergunta que deve-se fazer é: onde foi parar o Jesus da Bíblia? Qual o destino do Jesus crucificado? …do Cristo da Cruz?…do Jesus humilhado, perseguido e sofredor?

Precisamos trazer de volta para a Igreja, para os nossos púlpitos, para as nossas pregações o Cristo crucificado.

As pessoas precisam ser atraídas não pelo Jesus triunfalista; não pelo Jesus curandeiro; não pelo Jesus papai Noel; não pelo Jesus Banco Central; mas, pelo
Jesus crucificado, o poder de Deus para a salvação.

As pessoas precisam ser atraídas pela convicção de pecado, de condenação eterna, de necessidade de arrependimento, de necessidade de abandono de pecado, e por entender que a salvação é-nos concedida, não por um outro Jesus, mas pelo crucificado.

Em 1 Co 2.2 Paulo disse:

“Porque decidi nada saber entre vós senão a Jesus Cristo e este crucificado”.

Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

2. Outro espírito (v.4b)

Quando os Coríntios aceitaram Cristo mediante a pregação de Paulo, Deus lhes deu o Espírito Santo.

Mas, agora, falsos apóstolos estavam introduzindo e fomentando na igreja um outro espírito.

* Espírito arrogante  Um espírito que menospreza os demais e se acha o tal; o super espiritual; o portador de uma espiritualidade elevada.

* Espírito de vanglória  Um espírito que leva pessoas a se gabarem pelos dons recebidos e pelas realizações em nome de Deus.

* Espírito de rebeldia e discórdia  Um espírito que causa divisões, facções e partidarismo no meio da igreja.

* Espírito escravizador  Um espírito que leva alguns a exercerem domínio sobre outros pelo medo do que lhes poderá acontecer se não prestar obediência irrestrita.

À semelhança de Corinto, quantas igrejas hoje não têm abraçado outro espírito?!?! Se o espírito que supostamente atua em nós produz arrogância, rebeldia, discórdia, vanglória e escraviza as pessoas, precisamos avaliar que espírito é esse!

O Espírito de Deus gera humildade, submissão, unidade, amor, paz, harmonia, serviço mútuo e liberdade, poder para testemunhar, comunhão, partilha de pão, e preocupação com o necessitado.

Nesse texto, Paulo, se mostra preocupado porque a igreja estava abandonando o Espírito de Deus e aceitando outro espírito.
Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

3. Outro evangelho (v.4c)

O evangelho apresentado por Paulo em Corinto era o evangelho da graça, do arrependimento do pecado, da cruz, do compromisso abnegado com o Cristo.
Mas, os Coríntios estavam abraçando uma nova visão do evangelho, um outro evangelho.

Parece que Paulo estava escrevendo para a igreja brasileira no sec. XXI.
O que preocupava aquela época, é a mesma coisa que preocupa que incomoda os pastores zelosos dos nossos dias.

* Evangelho a 1,99 – (Pr. Lourenço Stelio Pega)
Esse evangelho é barato, acessível e serve aos propósitos de quem o adquire. Nesse evangelho, o pecador não é tratado como pecador, mas como cliente. E, se o pecador é cliente, todo cuidado é pouco. Afinal, o cliente é quem manda! É preciso tratá-lo com jeito, para não afugentá-lo nem contrariá-lo. Se o pecador é cliente, seu compromisso maior é financeiro. Sua relação com Deus não passa de uma relação monetária. O pecador/cliente precisa apenas investir. E esse seu investimento tem retorno garantido. Esse é o evangelho a 1,99.

* O evangelho sem a graça.

Nesse evangelho, se alguém quiser conseguir algo de Deus, é preciso pagar um preço. Quem quiser alcançar bênçãos precisa pagar por elas. Quem quiser conseguir a salvação, faça por onde. E se a conseguiu, cuidado para não perdê-la. Esse é o evangelho sem a graça.

* O evangelho da libertinagem

Esse é o evangelho sem disciplina, sem restrições comportamentais, onde é “proibido proibir”, onde o relacionamento amigável com o pecado é aceitável. Onde se diz “todas as coisas me são lícitas” e ponto final. Esse é o evangelho que transforma em libertinagem a graça de Deus e nega o senhorio de Cristo.

Conclusão

O Deus que pastoreia a sua igreja através de pastores pôde contar com Paulo, o pastor, no séc. I. Ele era um líder zeloso, cuidadoso e preocupado com a saúde da Igreja. Ele não se calou diante da introdução e fomentação de um outro Jesus, um outro espírito e de um outro evangelho dentro da igreja de Corinto.
Precisamos orar para que Deus continue levantando líderes cuidados com a saúde do rebanho. Precisamos zelar pela igreja “com zelo de Deus” e não permitirmos, não aceitarmos e nem nos calarmos diante da atual pregação em nosso país, de um outro Jesus, de um outro espírito e de um outro evangelho.

Pr. Paulo César Nascimento

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Artigos

Há 60 Milhões de Internautas no Brasil e Cristãos Não Pregam o Evangelho

 

Por Alan César Correa|Colaborador do The Christian Post

  • Segundo pesquisa divulgada nessa semana pelo IBOP, o Brasil tem quase 60 milhões de internautas, com 55,5 milhões de pessoas com acesso domiciliar.

internet

(Foto: Reuters)

Segundo pesquisa divulgada nessa semana pelo IBOP, o Brasil tem quase 60 milhões de internautas, com 55,5 milhões de pessoas com acesso domiciliar.

Em meio a esses milhares uma porção considerável é composta por internautas cristãos.

Apesar dos números da Internet, o pastor e diretor da Sociedade Missionária HeartCry, Paul David Washer, conhecido no Brasil pelos seus diversos vídeos legendados no YouTube, fala sobre a necessidade urgente de sair e pregar o verdadeiro Evangelho ao mundo.

Paul Washer em um vídeo divulgado na rede recentemente, diz “Eu não faço parte da geração de blogs…e internet”, e critica os Cristãos por condicionarem a pregação do Evangelho a blogs e sites da internet.

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“Ver todos esses jovens blogando, e brigando sobre assuntos teológicos, de forma que a maioria deles ainda não viveu o suficiente para ao menos, saber ou experimentar o que estão falando”.

O número de usuários Cristãos no Brasil, ainda é um número difícil de mensurar, mas para se ter uma idéia, só no Twitter de Aline Barros, um dos Twitters com mais seguidores no meio gospel, existem mais de 300 mil seguidores. Isso prova que são muitos os evangélicos que estão na Internet.

No Brasil, os jovens cristãos marcam presença em redes sociais como Facebook, Twitter e até o Google +. Mas não é só em redes sociais que eles estão, eles também escolheram os blogs como um caminho para mostrar seus pensamentos, publicar seus próprios artigos e notícias, dizer o que pensa, e interagir com outros milhares de internautas como eles.

Existem milhares de milhares de blogs com perfis evangélicos na rede, e para o missionário Washer esse talento é um enorme desperdício.

“A gente senta lá e enche a internet com esse tipo de coisa, enquanto existem literalmente, bilhões de pessoas que não ouviram o Evangelho”.

Paul Washer trabalha a idéia de que esses bilhões de pessoas que existem no mundo os quais ainda carecem de ouvir o Evangelho não serão alcançados pela internet. Ele exorta para que o tempo dos jovens não seja investido para serem famosos na internet.

“Provavelmente esse não é o seu tempo de escrever um livro e mudar o mundo, ou ter um blog que recebe visitas de todas as partes do planeta”.Continuar »