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Missão Cristolândia Atua Retirando Viciados do Mundo das Drogas

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A entidade cristã Missões Nacionais inaugurou a Missão Batista Cristolândia, um projeto que visa levar a Palavra de Deus em plena zona de consumo de drogas em são Paulo, região conhecida como Cracolândia.

Neste espaço, onde já atua o Projeto Radical Brasil A Missão, passou a funcionar 24h por dia e tem sido “um pronto-socorro para os que buscam libertação”, e tenta realizar ações que façam valer o Evangelho Integral, ou seja, influenciar o homem com o amor de Cristo, afetando corpo, mente e espírito.

A missão é coordenada pelos missionários Humberto e Soraya Machado e apoiada pelos voluntários do projeto Radical Brasil. A equipe de apoio é renovada constantemente, fruto do despertar de mais jovens que aceitam o chamado missionário.

O projeto é sustentado pelas ofertas de igrejas, associações e parceiros da Junta de Missões Nacionais.

A missão, que está localizada na região central da cidade de São Paulo, conhecida por ser um reduto da marginalidade, sem-teto e viciados, oferece refeições diárias aos carentes, e ainda um espaço para banho, lavanderia e também doações de calçados e roupas.

Os missionários voluntários realizam cultos diários nos períodos da manhã, tarde, noite e até madrugada.

Cada vida alcançada é acompanha de perto, com discipulado, sendo praticamente “adotada” pelos missionários, que podem assim multiplicar uma vida com características de acordo com os propósitos de Deus.

Os novos convertidos são batizados nas águas e se tornam membros da Primeira Igreja Batista de São Paulo.

Um ex-viciado declarou: “cheguei a buscar drogas aqui (na carcolândia) mas fui batizado e agora sirvo a Deus. Eu tinha ido para o mundo das drogas e minha vida se tornou uma destruição total, um caos. Era para eu estar casado, com casa, mas fui para o mundo das drogas. Hoje estou me reconciliando com Deus”, disse.

Outro liberto das drogas contou que dormia nas ruas e ouvia os louvores vindos do projeto Cristolândia. “Eu era atraído por aquele lugar, por aqueles louvores, aquele lugar era uma luz no meio da escuridão. Dormi em frente à Cristolândia, e um dia o pastor chamor para tomar café, no que entrei imediatamente”. Ele conta que assistiu o culto e os louvores, e a partir daquele momento sua vida sofreu uma transformação, quando o pastor fez o apelo, ele se reconciliou com Jesus.

Quem estiver interessado em ajudar o projeto pode preencher uma ficha de adesão, contribuindo para o sustento dos obreiros e manutenção do projeto em www.missoesnacionais.org.br.

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Michele Bachmann fala de suas raízes carismáticas

 

Marcus Yoars

Na parte 1 desta entrevista exclusiva para Marcus Yoars, editor da revista Charisma, a candidata à presidência dos Estados Unidos e antiga leitora da Charisma Michele Bachmann abre o coração para falar de sua fé e raízes carismáticas.

Charisma: Ficamos sabendo que você é leitora da Charisma — estamos honrados. Como você que você conheceu a revista?

Michele Bachmann

Bachmann: Talvez na igreja. Meu marido, Marcus, e eu íamos a uma igreja muito pequena cheia do Espírito Santo — talvez 50 a 60 membros. Tínhamos 19 anos de idade. Em 1975, as coisas estavam realmente ficando quentes, penso, espiritualmente no país. O que apreciávamos na Charisma mais do que qualquer outra coisa era que a revista nos dava um resumo dos eventos atuais a partir de um ponto de vista bíblico. Todos tínhamos assinaturas da Charisma. Isso era simplesmente básico para todos nós.

Charisma: Como foi que você chegou a conhecer o Senhor?

Bachmann: Nasci numa família de luteranos e nossos pais nos levavam para a igreja toda semana. Eles eram fiéis. Estou certa de que o Evangelho era pregado de nosso púlpito, mas eu não o compreendia. A única coisa que eu realmente via era a tradição. Eu não entendia aquele aspecto todo sobre fé. Na escola secundária, me juntei a uma reunião de oração. E meus amigos sabiam que eu não conhecia o Senhor de forma pessoal. Eu era uma menina bem comportada, mas isso não importava. Eu ainda não conhecia o Senhor. Eu ainda tinha um coração mau e precisava dEle. Por isso, em 1 de novembro de 1972, dobrei os joelhos com três amigas. O Espírito Santo nos conduziu e confessamos nossos pecados diante do Senhor. Entregamos nossa vida a Ele e iniciamos uma nova direção. Foi isso. Fui para casa naquela noite e disse ao Senhor: “Não sei o que aconteceu, mas sou uma pessoa completamente diferente. Seja o que for que eu tenha me tornado, entregarei radicalmente a mim mesma e minha vida a Ti e agora é Teu plano que vale”.

Charisma: Você é a primeira candidata presidencial que fez faculdade de direito na Universidade Oral Roberts. Como foi que uma menina luterana de Minnesota terminou num dos pontos de referência do movimento carismático?

Bachmann: Meu marido e eu éramos cheios do Espírito e íamos a uma igreja cheia do Espírito. Estávamos de acordo em que seria importante ter uma base cristã para minha educação universitária de direito. Mas não havia realmente nada à vista. Na universidade, havíamos assistido a uma série de filmes do Dr. Francis Schaeffer que nos desafiava a ter uma cosmovisão bíblica para ver que Deus é o Deus da criação e todas as disciplinas de estudo, e isso incluía o direito. A Faculdade de Direito da Universidade Oral Roberts ia ser estabelecida como uma escola de direito que estaria ensinando cosmovisões bíblicas. Por isso, fui a essa faculdade. Não tinha nenhum reconhecimento. Então, foi um ato de fé ir, mas eu realmente estava mais interessada em obter uma cosmovisão bíblica do direito e uma boa educação. E foi uma educação fenomenal. Nossos professores também queriam se derramar pelo Senhor e assim estou emocionada que fiz essa decisão de ir à faculdade. Essa escola de direito acabou fechando, mas se tornou a Faculdade de Direito Regent. Acho que sou o primeiro membro do Congresso a me formar da Faculdade de Direito Regent.

Charisma: No último período eleitoral, vimos Sarah Palin sendo completamente zombada por sua fé, principalmente pelas ligações carismáticas e pentecostais dela. Você parece ter sofrido um pouco do mesmo tipo de propaganda negativa feita pela mídia secular porque — não só contra a postura pró-vida que você tem — mas também contra qualquer tipo de raiz carismática. Você acha que existe uma coincidência que os que são carismáticos sejam os alvos preferenciais de tal propaganda?

Bachmann: Acho que tal propaganda negativa é feita contra qualquer um que não sinta vergonha de falar sobre sua fé ou que queira ser conhecido e identificado por sua fé. Penso que realmente tem mais a ver com o fato de que alguém crê que a Bíblia é o que diz que é. É nisso que acredito. Tenho um respeito elevado e uma consideração elevada pelas Escrituras. E eu não sou perfeita. É por isso que fui até o Senhor, pois eu sabia que era pecadora e tenho fraquezas óbvias. Mas minha meta é continuamente me entregar ao Senhor e diariamente morrer, por assim dizer, para o que meus desejos são e viver para o Senhor. Morrer é ganho. É viver para Cristo. É isso o que espero fazer, andar numa caminhada mais profunda com o Senhor diariamente.

Tradução: www.juliosevero.com

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La confrontación católica y su visión de los evangélicos


Manuel de León

 
España: la segunda Reforma protestante (3)

La confrontación católica y su visión de los evangélicos

A pesar de todo, los resultados parecían ser alentadores.

09 DE NOVIEMBRE DE 2011

No sólo la falta de libertad religiosa y la confrontación católica se manifestó en Madrid, sino en los lugares más apartados como las Islas Canarias.
En el libro “ Dos años en las Canarias”  de Charles F. Barker [i] el autor describe su experiencia como colportor y representante de la Sociedad Bíblica Británica y Extranjera, llegando a las Palmas el 21 de septiembre de 1885 procedente de Tánger. Las agresiones constantes se manifestaban con detenciones ilegales o quema de libros en su presencia donde el cura del lugar presidía la hoguera. Un ejemplo nos lo pone el autor en este relato: “En Valsequillo pasé cierto tiempo con el alcalde que parecía interesado en los libros. Cuando me dirigía a otro lugar, más de 20 hombres vinieron tras mi y me pidieron que se los dejara ver. Uno de ellos compró un evangelio; entonces me dijeron que el alcalde deseaba verme. Les dije que lo vería a mi regreso de la aldea a la que me dirigía y me dijeron que había prohibido la venta de libros. Cuando volví me encontré al alcalde en casa del cura. Me dijo que los libros contenían temas sacrílegos y que, por lo tanto, no se podían vender allí. El cura aseguró que yo había sido detenido en otro pueblo y que un ejemplar de las Escrituras había sido destruido en mi presencia; ninguna de estas afirmaciones era verdad”. De estas historias de valentía y coraje está llena España por el testimonio de los creyentes evangélicos.
Si comparamos con la obra de los Fliedner y otras escuelas evangélicas [ii] en el resto de España, no parece tanto el éxito educativo de los católicos que se movían a la “defensiva” en todos los campos. En una especie de "vademécum" publicado en Madrid, Imprenta del Sucesor de J. Cruzado C/ Blasco de Garay en 1893 [iii] , dice, (refiriéndose a Asturias donde en el informe vaticano solo se hacía mención de la Obra en Besullo y Gijón, ambas con capilla y escuela) que " también hay Misión Evangélica en Noreña, Trubia, San Miguel de Grado, Naveces y otros puntos." En este mismo folleto – de 39 páginas- se nos dan datos de la Obra en España aportando una estadística de la Obra Evangélica, con estos datos:
ASISTENTES A LA ESCUELA DE NIÑAS 2.095
ASISTENTES A LA ESCUELA DE NIÑOS 2.545
ASISTENTES A LAS ESCUELAS DOMINICALES 3.231
ASISTENTES A LOS CULTOS 9.194
PREDIC ADORES DEL EVANGELIO 35
INSTRUCTORES DE ESCUELAS DOMINICALES 183
LOCALES PARA CAPILLAS Y ESCUELAS 112
MIEMBROS COMULGANTES 3.442
PASTORES 56
PROFESORAS DE ESCUELA 78
PROFESORES DE ESCUELA 61
El nuncio Federico Tedeschini informó en 1930 a Pietro Gasparri, Secretario de Estado, sobre la “propaganda protestante”, sus resultados durante esos sesenta años y los medios para combatirla.
Los datos resumidos eran estos:
“1º. La estadística del Protestantismo en España, desde luego, no es alarmante, gracias a Dios, como podrá ver V. Eminencia por la relación que sigue:
Existen en toda España 145 Capillas, 11.227 afiliados a la secta y 78 escuelas con 6.000 alumnos en conjunto. La proporción de afiliados es de uno por cada dos mil, incluidos los de nacionalidad inglesa y alemana que suman un buen número. Los focos principales se hallan en Madrid (2 capillas, 750 afiliados, 10 escuelas con 729 alumnos), Barcelona (13 capillas, 1.075 afiliados y 8 escuelas con 916 alumnos), Tarrasa, provincia de Barcelona y diócesis de Barcelona (6 capillas, 400 afiliados y 4 escuelas con 100 alumnos), Sabadell, provincia y diócesis de Barcelona (3 capillas, 300 afiliados y 4 escuelas con 400 alumnos), Rubí, provincia y diócesis de Barcelona (1 capilla, 200 afiliados y 1 escuela con 500 alumnos), Figueras, provincia y diócesis de Gerona (2 capillas, 433 afiliados y 2 escuelas con 91 alumnos), Lorca, provincia de Murcia y diócesis de Cartagena (5 capillas y 2000 afiliados, sin escuelas), Cartagena (5 capillas y 130 afiliados, sin escuelas), Sevilla (2 capillas, 137 afiliados, 2 escuelas con 336 alumnos), Mahón-Mallorca (1 capilla, 400 afiliados, 1 escuela con 30 alumnos), Marín, provincia de Pontevedra y diócesis de Santiago (es centro de varios pueblos que en conjunto tiene 7 capillas, 600 afiliados y 4 escuelas con 300 alumnos, el Pastor de Marín tiene categoría de Obispo). En San Sebastián, diócesis de Vitoria, hay 200 afiliados y 1 capilla. Estas ocho provincias y diócesis tienen máxima parte de los protestantes en España. Las otras 40 provincias se hallan, puede decirse, libres de la peste evangélica, excepción hecha de unos pocos en Valencia, Granada, Coruña y Bilbao.Como se ve, después de tantos años como han transcurrido desde que se rompió en mala hora la unidad Católica y se estableció la tolerancia de cultos en España, los avances hechos por los protestantes en esta nación no son muy halagadores para ellos; están casi en donde estaban cuando comenzaron, y si se compara el escaso número de adeptos (11.000 contando los alemanes e ingleses) con los esfuerzos, en energías y dinero, que han hecho, el fracaso es evidente. Y es que, como ya hizo notar Balmes, en España el Protestantismo no encuentra ambiente”.
Este somero y restringido informe dejaba patente que el movimiento protestante en España, no había alcanzado cifras destacadas. También el ensayo sobre el protestantismo de Klaus Van Der Grijp [iv] , indica que este no había alcanzado unos resultados sobresalientes ante el potencial socio-religioso católico.
Sin embargo las fuentes de donde lo cita como el discurso de Boehmer ante la Sociedad Gustavo Adolfo titulado “ Die evangelische Bewegung in Spanien. Ein Vortrag auf Anregung der Halleschen Studentenschaft und für dieselbe gehalten am 22. Juli 1869 Eduardo Boehmer, muestran lo contrario pues el discurso incide más en las dificultades que provenían de la falta de libertad religiosa pues los resultados parecían ser alentadores.
Así cita en este discurso Boehmer que la capilla de Madrid tenía 800 miembros de manera que “los asientos actuales no son suficientes”. Como podemos ver sólo en esta capilla había más miembros que los aportados por el nuncio en todo Madrid.


[i] Dos años en las Canarias  Autor Charles F. Barker Ediciones IDEA, 2006

[ii] Tesis doctoral de Juan Manuel Quero Moreno “ El protestantismo en la renovación del sistema educativo en España”  UCM Madrid 2008

[iii] Es posible que este Vademecum  sea de los prime ros y que haya sido promovido por los Fliedner, cuya aportación a la estadística, direcciones de obreros y pastores, con sus puntos de contactos y actividades de la Obra en España, siempre fueron una preocupación constante de esta familia hasta el día de hoy.

[iv] Investigando la historia del protestantismo ibérico . KLAUS VAN DER GRIJP Anales de Historia Contemporánea, 17 (2001)

Autores: Manuel de León

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