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O Crente Total Flex

 

Por PC@maral



Quando Jesus me fez o convite para fazer parte da família de Deus, no inicio fui meio que relutante, mas logo cedi ao chamado do Senhor e comecei a congregar na Igreja que estou até hoje. O que me alimentou nesse tempo todo? A Palavra de Deus!
Este é o combustível, o alimento espiritual do crente em Jesus Cristo, salvo pelo seu sangue, a Sua Palavra, e ela é única.
Infelizmente, talvez, eu, e você que lê este artigo, e outros poucos, sejam exceção neste mundo “Cristão Gospel Flex”.
Falo isso porque constatei, durante estes anos todos, um tipo de crente que está na moda: “O Crente Total Flex”. Esse aceita qualquer evangelho! Não importa a qualidade do alimento, ele não olha para isso, ele olha para o resultado imediato: “com esse, encho o tanque, e ando mais uma semana!”.
O crente total flex, não tem pouso fixo, ele pula de igreja em igreja atrás de uma “promoção” de benção melhor. Quando a igreja faz propaganda de milagres então; lá está o crente flex! Quando anunciam quebra de maldição, lá vai o crente flex com a suas correntes, quando a promoção é regressão, ele já está deitado no “divã” da igreja, quando é possessão, lá vai ele expulsar os “caronas”. Quando é caroço então, nem se fala; já apresenta a mão, (aqui está a minha mão).
O crente flex não se alimenta da palavra. Ela (a palavra de Deus) é o único combustível que pode dar a vida eterna, mas ele prefere viver neste mundo perene.
Ele prefere dizer que se alimentar destes muitos tipos de combustíveis sai mais em conta e o lucro é maior. O combustível da Palavra de Deus é muito caro e trabalhoso, e requer fidelidade – (coisa que ele não admite ter com ninguém). Ele não atenta para os benefícios à longo prazo da Palavra que liberta o motor e limpa todas as peças emperradas pelo pecado.
O crente flex não quer isso, quer mesmo é trafegar para lá e para cá, para lá e para cá, até Jesus voltar.
A nossa oração é para que este tipo de crente saia de linha, e, o que sobrar ainda rodando, caia no desuso, para que, através do combustível verdadeiro que é a Palavra de Deus seja aperfeiçoado e possa ser exportado, com Jesus, para o céu.

PC@maral

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FUI ELEITO O HEREGE DA VEZ

 

 

Gondim declara à Carta Capital que advoga teologia de um Deus títere

A cada declaração do pastor Ricardo Gondim uma legião de fiéis entram em debate aqui pelo CREIO. Os defensores ferrenhos endossam discurso do assembleiano ao evangelho raso. Por outro lado rechaçam suas críticas ao crescimento dos evangélicos. De novo, como manchete deste portal, Gondim banca seu pensamento. Desta vez em entrevista à Carta Capital desta semana, o líder, aos 57 anos, resume atual fase de seu ministério. ‘Sou o Herege da Vez’, rebate. Se ele é ou não, tire suas conclusões na entrevista abaixo:

‘Sou o herege da vez’

Deus nos livre de um Brasil evangélico?’ Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência. Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais. Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir.

Carta Capital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?

RG: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento no número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos de dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.

CC: Como o senhor define esse perfil?

RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos modelos do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.

CC: O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso?

RG: Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, pode facilitara expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.

CC: O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?

RG: O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way of life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui Ieem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos. de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é de que Deus abre portas de emprego para os fiéis.

Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?

CC: O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.

RG: Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada.

CC: Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?

RG: Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, aoTea Party, à guerra.

CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?

RG: Sou a favor. O Brasil é uni país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.

CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?

RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência  de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há aluo errado com esse pressuposto. Minha  resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.

CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.

RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Barack Obama fala sobre morte e ressurreição de Jesus em café da manhã com líderes evangélicos

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realizou o já tradicional café da manhã e a oração da Páscoa que ele deseja fazer todos os anos durante a Semana Santa que é um dos momentos mais sagrados para os cristãos por lembrar a morte e a ressureição de Jesus Cristo.

Este ano muitos pastores estiveram na lista de convidados, entre eles o bispo TD Jakes de Potter’s House, Tim Keller do Redentor Igreja Presbiteriana, Andy Stanley, da North Point Community Church, de Dave Gibbons de NewSong Community Church, Mark Batterson da National Community Church, e Joel Hunter da Igreja Northland.

Em seu discurso, Obama falou sobre seus motivos em oferecer esse café da manhã. “Eu queria oferecer este café da manhã por uma razão simples – porque somos tão ocupados, tantas tarefas se acumulam e durante esta estação, somos lembrados de que há algo sobre a ressurreição… do nosso salvador, Jesus Cristo, que coloca tudo em uma nova perspectiva”.

O objetivo da reunião oferecida pelo presidente dos EUA foi ter um tempo para fortalecer a fé e refletir sobre os atos de Jesus que aconteceram há mais de 2.000 anos.

“O triunfo do Domingo de Ramos. A humildade de Jesus lavando os pés dos discípulos. Sua marcha lenta até que a colina, e da dor e do desprezo e da vergonha da cruz. E nós somos lembrados de que, naquele momento, ele tomou sobre os pecados do mundo – passado, presente e futuro – e ele estendeu a nós o dom incomensurável da graça e da salvação através de sua morte e ressurreição”, disse ele.

Citando o livro do Antigo Testamento de Isaías, Obama acrescentou: “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo de nossa paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.

Fonte: Gospel Prime / Gospel Maior

Com informações Christian Post

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1 Comentário » COMENTE VOCÊ TAMBÉM
  • MARIA DE FATIMA Disse:

    É MUITO BOM TER ACESSO A NOTICIAS GOSPEL NO BRASIL E NO MUNDO

    – 21 abril 2011 hás 11:51

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