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Jovem se converte e pais processam o pastor

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Um seminarista do primeiro ano, sustentado pela Gospel for Asia, defendeu a si e a outro cristão local em um processo judicial provocado por seus próprios pais.
Harjit Yadav escolheu receber a Cristo após ouvir Jigar Khan, um cristão sustentado pela Gospel for Asia, falar do evangelho. Mesmo sendo um jovem cristão, sentiu o chamado do Senhor para ir ao seminário.
Quando os pais de Harjit deram conta de que seu filho dedicava sua vida a Jesus, enviaram um de seus irmãos para levá-lo à força para casa. No entanto, ele fugiu e voltou para o seminário.
No dia seguinte, 18 de julho, os pais frustrados de Harjit abriram um processo contra o pastor Jigar, acusando-o de subornar seu filho para se tornar um cristão. Muitos estados no Sul da Ásia têm o que é conhecido como leis de "liberdade religiosa". Estas leis anti-conversão tornam ilegal forçar alguém a mudar sua fé. Elas também tornam ilegal o suborno em troca de uma confissão de fé. As leis são usadas quase que exclusivamente contra pastores e obreiros.
Harjit foi a principal testemunha no processo judicial contra Jigar, e foi forçado a voltar para casa e comparecer em juízo. Durante o caso, ele afirmou claramente que fez a escolha de se tornar cristão por si próprio e que ninguém o obrigou.
Até o fechamento desta notícia, o tribunal local não tinha dado o veredito.
Harjit e Jigar compartilham pedidos de oração:
• Ore para que Harjit fique firme no Senhor, mesmo enquanto enfrenta oposição e seja capaz de retornar aos seus estudos.
• Ore para que o Senhor trabalhe no coração do líder da vila, e para que a situação se resolva em breve.
• Ore para que a família de Harjit seja atraída para Cristo.
• Ore para que mais pessoas experimentem o amor redentor de Cristo através do ministério de Jigar.

Data: 27/9/2010 08:55:00

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Religiosos exigem desculpas de atacante do Flamengo

 

O atacante do Flamengo, Val Baiano, disse que "se macumba fosse do bem, se chamaria boacumba".

O candomblecista Ivanir dos Santos, integrante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, que fez neste domingo uma passeata na praia de Copacabana, no Rio, disse esperar um pedido de desculpas do atacante do Flamengo Val Baiano.

No último dia 9, o jogador disse que "se macumba fosse do bem, se chamaria boacumba". A declaração foi dada em entrevista na qual Val Baiano disse cogitar falar com "padres, pastores e santos" para ajudar o clube no Campeonato Brasileiro, mas descartou recorrer a religiões de matriz africana.

"O Val Baiano teve um ato de extrema má educação com os torcedores do Flamengo. É uma pessoa extremamente intolerante", criticou o candomblecista, que pretende entrar em contato com a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, para cobrar um pedido de desculpas.

"Espero que a direção do Flamengo perceba que tem torcedores que têm outras religiões e o chame à responsabilidade", disse Santos. "O que não pode é uma figura pública, ídolo de uma torcida, usar isso para estigmatizar ainda mais um setor [da sociedade]."

Ele disse esperar que, caso esse pedido de desculpas não venha, o Ministério Público tome uma atitude contra o jogador. A intolerância religiosa é crime previsto pela lei Caó.

Em sua terceira edição, a caminha em defesa da liberdade religiosa reúne representantes de diferentes religiões, como católicos, judeus, candomblecistas e muçulmanos. A expectativa dos organizadores é reunir 150 mil pessoas na orla de Copacabana, mas, por volta das 12h30, havia apenas cerca de 5 mil pessoas no local, segundo a PM. A partida, do posto 6 em direção ao Leme, está marcada para 13h.

Data: 20/9/2010 08:22:30
Fonte: Folha Online

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IRÃ : Nove evangelistas são presos no país

     O Irã, segundo país com maior registro de perseguição no mundo, prendeu nove cristãos pela acusação de evangelismo, segundo relatório da agência de notícias cristãs em língua persa.
     Em 10 de setembro, foi divulgado pela agência de notícias da Farsi Christian News Network (FCNN), que sete cristãos iranianos foram acusados de cooperarem com dois estrangeiros sustentados pelas “Organizações Cristãs-Zionistas”.  A agência chamada Fars News Agency está conectada com a Guarda Revolucionária do Irã, um segmento das forças armadas do Irã.
     De acordo com o relatório, os cristãos foram acusados de proselitismo – ilegal no Irã – fora da cidade de Northwest de Hamedan. O termo “cristãos zionistas” é muitas vezes usado pelo governo iraniano para referir-se aos cristãos evangélicos e não se aplica a nenhuma relação com Israel ou Zionistas.
     Enquanto as nacionalidades dos estrangeiros não foram identificadas, o relatório declara que as organizações de apoio estão sediadas nos Estados Unidos e Grã-Bretanha.
     Um oficial da segurança anunciou a prisão, embora não seja tipicamente comum na república islâmica. De acordo com a FCNN, é a primeira vez em 30 anos que a estação de TV estatal transmitiu notícias sobre a prisão de cristãos.
     Notícias das prisões surgiram à medida que grupos vigilantes de perseguição cristã expressaram preocupação quanto à intensa repreensão do governo iraniano a eles.
     No ano passado, autoridades fecharam pelo menos três Igrejas, acusando-os de converterem muçulmanos. A maior Igreja local no Irã foi forçada, no último novembro, a parar seu culto público de adoração, devido à pressão do governo. Em fevereiro, um pastor evangélico iraniano foi preso e teve marcas visíveis de tortura quando liberado cerca de um mês depois.
     No último ano, houve mais que um relatório de oficiais de segurança sobre a prisão de muçulmanos que se converteram ao cristianismo e sofreram maus-tratos na prisão. Isso levou a um protesto internacional de direitos humanos e grupos de vigilância de perseguição. Autoridades iranianas, finalmente, libertaram as duas jovens mulheres no final de 2009, após 259 dias na notória prisão Evin do país.

Data: 19/9/2010
Fonte: Portas Abertas