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Damares reage às críticas após dizer que “menino veste azul e menina veste rosa”

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos
Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro (PSL), afirmando que “menino veste azul e menina veste rosa”. Aplaudida por apoiadores, ela diz ainda que o País vive uma “nova era”.

Nas imagens, ela é vista gritando: “Atenção, atenção: é uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa.”

O vídeo acabou se espalhando e teve a reação de famosos que rebateram a fala da ministra Damares Alves.

Bruno Gagliasso, através do seu stories, no Instagram, falou: “Meninos de rosa e meninas de azul. Alguém explica para ela que cor NÃO tem gênero?”.

Luciano Huck, vestindo rosa, e Angélica, vestindo azul, compartilharam uma foto com um questionamento: “Rosa ou azul? Tanto faz.”

ROSA OU AZUL? ? TANTO FAZ.

UMA PUBLICAÇÃO COMPARTILHADA POR LUCIANO HUCK (@LUCIANOHUCK) EM 

Fernanda Paes Leme também se manisfestou: “Meninos e meninas se vestem como querem”. Tatá Werneck, Alice Wegmann e até Paolla Carosella, jurada do MasterChef Brasil, também falaram sobre o assunto.

Reação da ministra

Damares reagiu à publicação do vídeo e disse que seu objetivo foi, de fato, fazer uma declaração contra a “ideologia de gênero”, referindo-se à sexualidade das crianças. “Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores.”

O vídeo, segundo a assessoria de comunicação de Damares Alves, foi gravado logo após o fim de seu discurso de posse, realizado nessa quarta-feira, 2, em Brasília (DF). Damares recebia um grupo de apoiadores em uma sala no ministério. Ela pede atenção do grupo que a acompanha e diz a frase. Após aplausos e gritos de apoio, a ministra repete: “Atenção, atenção. É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa”.

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Cristãos lutam contra projeto de lei que pode obrigar igrejas a contratar gays

Bandeira do ativismo gay
Bandeira do ativismo gay

Igrejas poderão ser obrigadas a contratar funcionários homossexuais e transgêneros, inclusive para a função pastoral, de acordo com um projeto de lei apresentado na cidade de Austin, no Texas (EUA).

O projeto de lei pretende que garantir “a oportunidade de cada pessoa de obter emprego sem levar em consideração a raça, cor, religião, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, nacionalidade, idade ou deficiência”.

O Conselho Americano de Pastores, sediado em Houston, e a organização Texas Values estão processando a cidade de Austin em um tribunal federal por causa do projeto de lei. Ambos os grupos afirmam que a ordenança irá forçar as igrejas a irem contra suas crenças bíblicas. Eles também pedem a isenção religiosa para as igrejas que se recusam a contratar pessoas homossexuais ou transexuais como funcionários, incluindo pastores.

Mesmo com o pedido, as autoridades da cidade de Austin não estão recuando. “A não-discriminação é um valor central em Austin e precisamos defendê-la”, disse o prefeito de Austin, Steve Adler, à KXAN-TV.

O presidente do Conselho de Pastores dos EUA, Dave Welch, advertiu que se o projeto de lei for aplicado, será apenas uma questão de tempo até que todas as garantias da Primeira Emenda entrem em colapso nos EUA.

Welch acredita que é hora de as igrejas em todo o país se levantarem. Ele notou que os cristãos não podem esperar para agir quando for “tarde demais”, porque isso coloca a igreja em desvantagem.

“No passado, muitas vezes esperávamos e assistíamos do lado de fora, em silêncio”, disse ele à organização Christian Action Network. “Decidimos que isso não é mais possível, isso não é aceitável”.

“Uma ameaça a qualquer uma de nossas proteções constitucionais é uma ameaça a todos os nossos direitos constitucionais”, continuou Welch. “Forçar as igrejas a violar as convicções fundamentais não é aceitável. Uma vez que o governo faça isso, todas as nossas proteções constitucionais desaparecerão”.Com informações da folha gospel.

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Bolsonaro levou pastor para sua diplomação no TSE

Jair Bolsonaro ao lado da presidente do TSE Rosa Weber na cerimônia de diplomação como presidente eleito, no TSE (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)Jair Bolsonaro ao lado da presidente do TSE Rosa Weber na cerimônia de diplomação como presidente eleito, no TSE (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, levou um pastor evangélico para a cerimônia de diplomação, ontem, no Tribunal Superior Eleitoral.

A pedido dele, o religioso Josué Valandro Jr fez uma oração na sala reservada aos ministros da Corte, antes do início da solenidade.

Também estavam presentes os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira.

O pastor Josué celebra cultos na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca. O templo é frequentado pela futura primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Nas redes sociais, o pastor falou sobre sua presença no evento onde foi apresentado pelo futuro governante como o pastor que lidera a igreja frequentada por sua esposa, Michelle Bolsonaro.

Além de ter afirmado que estava feliz pelo que estava presenciando, Valandro falou sobre o homem que foi eleito pela maioria da população brasileira.

“Muito feliz em ver a diplomação do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro. Presidente de todos, de toda a Pátria, até de quem não votou nele. Pudemos orar aqui e clamar a Deus por novos tempos para cada brasileiro”, contou ele nos Stories do Instagram.

O pastor Josué foi um dos grandes líderes que expressou apoio a Bolsonaro desde o início. Com sua igreja, ele orou pela saúde e recuperação de Bolsonaro após a facada que quase tirou sua vida.

O futuro presidente também já esteve na igreja várias vezes, antes e depois de ser eleito.

Em novembro, Valandro esteve em Brasília, a convite de Michelle e Bolsonaro, a fim de conhecer a futura residência presidencial. Na ocasião, o grupo chegou a almoçar na Granja do Torto.

   Fonte: O Globo e Pleno News

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