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Internautas criticam Globo por cenas picantes em série do Fantástico: “Fim dos Tempos”.

Internautas criticam Globo por cenas picantes em série do Fantástico: “Fim dos Tempos”; ConfiraNo último domingo, o programa Fantástico estreou a série de dramaturgia “Eu Que Amo Tanto” – baseada em fatos reais -, que conta a história de mulheres que se apaixonaram de forma obsessiva e se prestaram a tomar iniciativas questionáveis.

A produção da TV Globo mostrou no primeiro episódio, a história de Leididai, “uma moça tímida que se apaixona pelo presidiário Zé Osmarino” e que “nas visitas ao amado, na prisão, ela encontra sua liberdade”.

No entanto, o que o resumo da emissora não mostrava eram as cenas picantes, nudez, sexo e violência doméstica levadas ao ar antes das 22h, em um programa de classificação livre.

Nas redes sociais, internautas indignados com a postura da emissora criticaram tanto o horário quanto o conteúdo da série de dramaturgia. “Qual o objetivo do Fantástico de fazer uma série dessa meu Deus? Ficar humilhando mulher?”, questionou uma usuária do Twitter.

fantastico

A identificação do Fantástico como “programa de família” ao longo das últimas décadas foi questionada por outra internauta: “Meu Deus gente, que isso no Fantástico, isso não é programa de família não?”.

O episódio de estreia, com a atriz Mariana Ximenes no papel da protagonista, foi considerado por uma internauta como pior que baixaria: “Meu Deus que p#####a é essa no Fantástico?

Como é de praxe os apelos sexuais promovidos pela Rede Globo para obter audiência, se tornaram tão banais que destruíram a beleza feminina, aumentaram a pornografia e a desvalorização da mulher brasileira ao ponto de estrangeiros virem ao Brasil para “pegarem” as mulheres brasileiras que são tidas como fáceis ou vadias.

O fim dos tempos está próximo”, resumiu. Alguns usuários do microblog usaram as publicações do próprio Fantástico no Twitter para protestar: “Bem forte para o horário, né Globo?

Mas o que vocês entendem de família né? Nada!”, disparou um rapaz, que foi acompanhado por outro no teor das críticas à série veiculada pela emissora no programa dominical: “Tirem as crianças da sala quando começar o Fantástico”, sugeriu. com informações gnoticias.com-

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Pastor Silas Malafaia critica projeto de lei de Jean Wyllys que pretende dar às crianças poder de decisão sobre mudança de sexo

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 17 de setembro de 2014

Pastor Silas Malafaia critica projeto de lei de Jean Wyllys que pretende dar às crianças poder de decisão sobre mudança de sexoUm polêmico projeto de lei de autoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) propõe que crianças e adolescentes possam entrar na Justiça para conseguir o direito à cirurgia de mudança de sexo caso os pais não concordem.

A proposta tramita sob o número 5002/2013 e tem a deputada federal Érika Kokay (PT-DF) como co-autora.

O texto do PLC 5002/13 defende que as pessoas que optam pela homossexualidade “precisam ter sua identidade de gênero reconhecida legalmente”, seja na mudança de nome ou na mudança de sexo.

Um dos trechos do projeto prevê ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) custeie as cirurgias de mudança de sexo e também obriga as empresas de plano de saúde a cobrir os procedimentos.

“A independência entre os tratamentos hormonais e as cirurgias, isto é, a garantia do direito das pessoas travestis que quiserem realizar terapias hormonais e/ou intervenções cirúrgicas parciais para adequar seus corpos à identidade de gênero autopercebida, mas não desejarem realizar a cirurgia de transgenitalização; A gratuidade no sistema público (SUS) e a cobertura nos planos de saúde particulares; A não-judicialização dos procedimentos, isto é, a livre escolha da pessoa para realizar ou não este tipo de tratamentos e/ou intervenções. A lei também regulamenta o acesso das pessoas que ainda não tenham de dezoito anos aos direitos garantidos por ela, entendendo que a identidade de gênero se manifesta muito antes da maioria de idade e essa realidade não pode ser omitida”, diz a proposta.

O pastor Silas Malafaia atacou frontalmente o projeto de Wyllys e Kokay: “Não vou me calar, não vou me calar! A minha luta não é contra pessoas e sim contra uma ideologia que quer destroçar os bons costumes”, escreveu o pastor em seu perfil no Twitter.