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Clube gay recria cena de decapitações do Estado Islâmico

Pôster para divulgar festa gay gera polêmica

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Clube gay recria cena de decapitações do Estado Islâmico
Clube gay recria cena de decapitações do Estado Islâmico

Uma produtora de eventos recebeu muitas críticas por fazer uma alusão aos vídeos do Estado Islâmico que mostra decapitação de pessoas. A Drek, uma empresa que promove eventos gays, lançou um pôster mostrando dois homens em cenas similares às apresentas pelo EI.
Nele um homem vestido de laranja aparece de joelhos e ao lado outro homem de preto aparece de pé tendo a bandeira do EI tremulando ao fundo.

O pôster divulgava a festa “Drekistão no Haoman” que aconteceu no clube gay Haoman 17. Além da imagem, a descrição do evento também fez ligações com as atrocidades dos terroristas que estão destruindo a vida de milhares de pessoas no Iraque e na Síria.

O texto do pôster dizia algo como “com o novo Estado Islâmico crescendo no Oriente Médio, nós da Drek resolvemos nos render à lei da sharia e celebrar os teimosos Da’esh (nome do Estado Islâmico em árabe)”.Segundo o site O Globo, a palavra “teimosos” também pode significar “pescoço duro” o que ligaria a imagem ainda mais com as decapitações feitas pelo EI.

Por conta das críticas a imagem foi deletada do Facebook depois de gerar protestos dos usuários que consideraram a imagem como “nojenta”. A Drek faz parte do grupo israelense Imri Kalman que é dono de diversos clubes noturnos em Tel Aviv, incluindo o bar Shpagat considerado como o bar gay mais popular da cidade.

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Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo

PT tenta atrair “voto evangélico”

por Jarbas Aragão – gospelprime

Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo
Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo

Quando o pastor Silas Malafaia começou a comentar a campanha presidencial deste ano, por várias vezes disse que o PT e os aliados de Dilma tentariam enganar os evangélicos de novo, como fizeram em 2010.

Com o crescimento do nome de Marina Silva (PSB) nas pesquisas, os apoiadores de reeleição de Dilma Rousseffdecidiram novamente tentar conquistar o chamado “voto evangélico”, considerado decisivo em caso de segundo turno.

Depois de montar seu fracassado “comitê evangélico”, os petistas agora apelam para a estratégia comum em tempo de campanha de contentar a todos.

Ao mesmo tempo que critica Marina, tentando colocar nela o rótulo de “fundamentalista” por ela ser evangélica, o PT agora quer defender uma antiga luta dos evangélicos no Congresso, a chamada Lei Geral das Religiões.

Trata-se de um projeto de 2009 que já foi aprovado pela Câmara e está há mais de um ano parado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Se até agora Dilma não dera sinais que tinha interesse no assunto, tudo mudou quando decidiu começar a atacar frontalmente Marina Silva. Por isso, está pedindo urgência à proposta, que possivelmente ganhará prioridade de votação ainda antes das eleições.

A Lei Geral basicamente concede às igrejas evangélicas os mesmos benefícios concedidos pelo governo à Igreja Católica desde a assinatura de um acordo feito com o Vaticano em 2008. Inclui diversos benefícios tributários a instituições religiosas que tiverem conhecida ação social.  Ao mesmo tempo oferece proteção especial para as igrejas, pois os fiéis que trabalharem voluntariamente não poderiam alegar vínculo empregatício e entrar com ações trabalhistas. Também evitaria processos de desapropriação e penhora dos bens das igrejas.

Se o PT espera agradar as lideranças evangélicas, que em sua maioria estão divididas em seu apoio entre pastor Everaldo e Marina, cai em contradição ao tentar acelerar outra lei. Com o recuo de Marina na questão do casamento gay, Dilma partiu para o ataque e passou a defender a criminalização da homofobia. “Sou contra qualquer forma de violência contra pessoas. No caso especifico da homofobia, eu acho que é uma ofensa ao Brasil… Acho que a gente tem que criminalizar a homofobia, que não é algo com o que a gente pode conviver”.

Ou seja, de uma forma dúbia, Dilma tenta afagar os evangélicos de um lado, enquanto procura a aprovação de forma velada da PL 122, que é amplamente combatida pela bancada evangélica em Brasília há anos.

No ano passado, o próprio PT (autor do projeto) o engavetou temendo perder o apoio dos evangélicos na eleição este ano. Caso venha a ser aprovado, na prática, qualquer evangélico ou igreja que ensinar que homossexualidade é pecado ou fazer críticas a esse estilo de vida será responsabilizado juridicamente e poderá inclusive ser preso.

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‘Amor à Vida’ protagoniza primeiro beijo entre homens na TV

Último capítulo da novela teve audiência de 44 pontos no ibope e 61% de share

31 de janeiro de 2014 | 23h 10
João Fernando – O Estado de S. Paulo

 

Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) - Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo
Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso)

Quase duas horas depois do início do capítulo final de Amor à Vida, Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) protagonizaram o primeiro beijo gay em uma produção de teledramaturgia da Globo. Na cena em que o dono de restaurantes se desepede do vilão com um beijo no rosto, Félix o segura pelo braço e, em seguida, os dois se beijam.

A prévia de audiência divulgada poucos minutos após a cena informa que o capítulo marcou 44 pontos no Ibope e 61% de share (participação no total de TVs ligadas). Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande SP.

Na internet, havia uma torcida grande para que o beijo acontecesse. Na lista dos dez assuntos mais comentados no Twitter no Brasil estava a hashtag BeijaFélixeNiko, que chegou a ficar em primeiro lugar.

Na trama, César (Antonio Fagundes) continua a desaprovar a orientação sexual do filho, que passou a cuidar do pai em sua casa na praia. Quando o ex-diretor do fictício hospital San Magno recebeu a visita do neto, Jonathan (Thalles Cabral), que foi acompanhado pela namorada, o médico fez questão de alfinetar Félix. “Pelo menos você é macho. Eu estou engolindo essa situação aqui”, disse diante do casal gay.

Uma tentativa frustrada de beijo entre personagens do mesmo sexo em novela da Globo aconteceu em Mulheres Apaixonadas (2003), em que o casal de lésbicas vividas por Alinne Moraes e Paula Picarelli apenas encostavam os rostos. Em 2011, o SBT exibiu o beijo entre as personagens de Luciana Vendramini e Giselle Tigre na trama de épocaAmor e Revolução.