Categorias
Noticias

Câmara de vereadores de São José dos Campos impõe multa para quem induzir crianças ao homossexualismo

 

Matthew Cullinan Hoffman

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, Brasil, 15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A câmara de vereadores de São José dos Campos no Estado de São Paulo, Brasil, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais, de acordo com fontes dos meios de comunicação do Brasil.

O objetivo da lei é impedir o governo federal de reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso Nacional.

O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.

José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.

“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.

Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.

Categorias
Noticias

Maioria dos brasileiros rejeita uniões civis homossexuais depois de imposição do STF

 

Matthew Cullinan Hoffman

Evangélicos têm muito mais probabilidade do que os católicos de se opor à decisão do STF

10 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maioria dos brasileiros continua a expressar sua oposição à agenda homossexual em seu país, apesar de uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil criando uniões civis homossexuais, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública.

A pesquisa, conduzida pelo Ibope, revelou que 55 por cento dos entrevistados se opõem à decisão do STF, e 45 por cento são favoráveis.

Embora a Igreja Católica ensine que as relações homossexuais são “intrinsecamente más” e o Vaticano sustente que as leis de união homossexual deveriam sempre receber oposição, os católicos se opuseram à decisão a uma taxa de apenas 50%, 5% a menos do que a população geral. Os ateus tinham um por cento de maior probabilidade de se opor do que os católicos. Entretanto, entre os evangélicos só 23% apoiam a decisão.

A disparidade entre católicos e não católicos reflete um déficit amplo na América Latina com relação ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade. Embora os católicos da América Latina tenham uma forte tendência para refletir o ensino da Igreja sobre o direito à vida, os católicos leigos muitas vezes recebem pouca orientação da liderança da Igreja sobre questões com relação à sexualidade humana.

Além da disparidade entre católicos e não católicos, a pesquisa de opinião pública também indicou outras diferenças dentro de grupos da população sobre a questão das uniões homossexuais. Os homens (63%) e os que têm mais de 50 anos de idade (73%) eram o grupo que mais probabilidade tinha de se opor à decisão, bem como aqueles que tinham os níveis mais baixos de educação (68%). As mulheres, os jovens e aqueles que são muito expostos ao sistema universitário altamente esquerdista tinham a probabilidade máxima de apoiar a decisão.

“A recente decisão do STF de permitir que duplas gays entrem em uniões civis, que no Brasil se chamam de “uniões estáveis”, contradiz a identificação explícita de uniões estáveis como tendo relação com “um homem e uma mulher”, de acordo com o artigo 226 da Constituição do Brasil. A decisão foi sujeita a muita controvérsia desde que foi dada em maio deste ano.

Outra pesquisa de opinião pública, conduzida logo depois da pesquisa do Ibope, revelou adicionalmente que 63% dos brasileiros se opõem aos beijos homossexuais nas novelas do país. Em maio deste ano, os brasileiros foram pela primeira vez expostos a uma cena de duas lésbicas se beijando apaixonadamente nos lábios.

Categorias
Noticias

Como programado, ativistas gays usam twitter contra evangélicos

BLOGSFERA GAY

Foto - baleia gay

Como estava programado, nesta terça-feira, 2, ativistas gays lançaram o tuitaço com a hashtag #amaivosunsaosoutros para tentar lembrar aos cristãos um dos mandamentos de Jesus.

Desde o começo do dia 3 de agosto milhares de mensagens com essas palavras começaram a surgir, em sua maioria pessoas pedindo aceitação, amor e respeito aos opositores das relações homoafetivas.

“#AmaivosUnsAosOutros não estamos justificando. Apenas pedindo amor e respeito. Algo que Jesus deixou como mandamento”, disse um tuiteiro sobre a campanha virtual.

Eles usam como base o evangelho de João 15:12 que diz: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”

Com esse versículo os ativistas fazem diversas interpretações. “Quando disserem para você, LGBT, que Deus te condena, questione: “quem é você pra me dirigir tal inverdade?”, pois Deus é #amaivosunsaosoutros”, escreveu um usuário do Twitter.

“Os que se dizem “cristãos”, mas não praticam o #amaivosunsaosoutros com todos, por preconceito, não sabem de que Cristo estão falando…”, comentou uma jovem.

Como não poderia deixar de ser muitos cristãos também comentavam a respeito da interpretação que deram ao texto bíblico. ” #amaivosunsaosoutros Deus ama o pecador,mas abomina o pecado, ou seja Deus ama os gay, lésbicas, travestis… mas abomina os pecados deles.” arriscou dizer uma cristã.

Outro usuário mostrou indignação com o uso das palavras de Jesus para defender o tema. “O pessoal apela muito. Quem diria que essa tag nos TTs #amaivosunsaosoutros é em referência aos homos? Perderam o respeito às frases de Deus”.

A intenção dos organizadores é fazer com que essas palavras fiquem entre os assuntos mais comentados até a sexta-feira, completando três dias de campanha pedindo respeito os religiosos em relação a opção sexual

Data: 5/8/2011 08:15:00
Fonte: Gospel Prime