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Jesus deve voltar entre 2018 e 2028, afirma Presidente da Sociedade Bíblica Mundial

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post

O presidente da Sociedade Bíblica Mundial, Dr. F. Kenton Beshore, disse que, com base em uma vida de estudo, ele acredita que o “Arrebatamento” é provável que ocorra antes do ano 2021, enquanto que a segunda vinda de Jesus Cristo vai acontecer entre 2018 e 2028.

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    (Foto: Reuters)

    Estátua de Jesus em Sydney, Australia.O presidente da Sociedade Bíblica Mundial, Dr. F. Kenton Beshore, acredita que o “Arrebatamento” é provável que ocorra antes do ano 2021, enquanto que a Segunda Vinda de Jesus Cristo vai acontecer entre 2018 e 2028.

“Haverá 144 mil judeus durante a Tribulação que vão voltar para o Senhor”, disse Beshore, 86 anos, em um comunicado. “Agora, todos nós estamos indo embora (após o Arrebatamento).

“Mas se tivermos nossas Escrituras judaicas em suas mãos agora, o Espírito Santo vai levá-los no momento certo. Elas podem tê-los colocado de lado, mas eles vão lê-las, voltar para o Senhor e conduzir bilhões e bilhões para Jesus“.

Ele acrescenta que, ao liberar esta declaração, ele espera que, neste momento de crise econômica, política e espiritual global, inspire os crentes a se preparar para a maior oportunidade para a evangelização em todo o mundo nos últimos 2.000 anos.

Beshore, que começou seu ministério aos 19 anos de idade e ganhou cinco graus de doutoramento em teologia, hoje lidera a Sociedade Bíblica Mundial, uma organização cristã que já distribuiu cerca de 60 milhões de cópias da Bíblia para mais de 65 países ao redor do mundo. A organização diz que sua missão é focada em atender as necessidades espirituais das pessoas através da “produção e distribuição de Bíblias, Bíblias em MP3, Bíblias em software, CD e DVD, Escrituras judaicas, livros de estudos bíblicos, um programa de rádio Mundial (também ouvido em ondas curtas e Internet), material Family Values, e Ajudando Mães Solteiras.”

A organização oferece uma oportunidade para as pessoas que desejam ajudar as famílias judaicas a receber Bíblias para contribuir para o seu programa para educar e esclarecer.

Dr. Beshore também lançou um livro abordando a questão – Quando ocorrerá o Arrebatamento, onde ele apela para o despertar espiritual das massas, para que possam prestar atenção para o cumprimento dessas profecias. Ele também ensina as pessoas como devem se preparar para os próximos eventos bíblicos.

Ele diz que os testemunhos desses eventos são encontrados no livro do Apocalipse, e diz que o arrebatamento é um evento futuro em que os verdadeiros crentes de Cristo serão levados da Terra para habitar com Cristo – embora existam várias interpretações a respeito de quando ou como este evento pode realmente acontecer. A Segunda Vinda refere-se a um momento em que Jesus Cristo retornará à Terra para cumprir as profecias estabelecidas na Bíblia. A tribulação, por outro lado, é descrita pelo teólogo como um período de sete anos em que Deus vai punir aqueles na Terra, antes de finalmente julgar todos.

Os esforços de Dr. Beshore estão concentrados nesse período de sete anos, onde ele espera que 144 mil judeus voltem para Cristo, que ele acredita que é descrito no Apocalipse. O teólogo insiste que ninguém pode saber a data exata de quando Jesus vai voltar, mas não pode haver argumentos para os “tempos e épocas”, ou o cronograma aproximado.

Como alguns exemplos que mostram que as pessoas podem observar os sinais que predizem a volta de Cristo, ele aponta para “observações em Mateus 24:33 que Jesus” “quando virdes todas estas coisas, você sabe que ele está próximo” e seu comando em Mateus 24 :42-44 para “assistir” e estar “pronto” para o seu retorno.

Ele também afirma que as pessoas que vivem durante o tempo de Noé foram dadas mais de 100 anos de aviso antes do Grande Dilúvio, e que Ló e sua família foram avisadas antes da destruição de Sodoma e Gomorra.

“A parábola da figueira é uma profecia do renascimento da nação de Israel”, Beshore escreve em seu livro. “A frase grega ‘panta tauta’ que traduzido significa ‘todas essas coisas’ refere-se ao princípio das dores ( . Mateus 24:8) Jesus estava dizendo, com efeito, que quando você vê as dores de parto – 1° e 2° Guerras e fomes, pestes e terremotos – você vai saber que seu retorno se aproxima. A palavra grega genea é traduzida ‘geração’. Literalmente, ela significa “aquele que nasceu.” Jesus disse que este “um que nasceu” (nação de Israel) vai estar em existência quando Ele voltar. “

O teólogo continua a listar vários outros exemplos do que ele vê como prova de que estamos vivendo perto de Fim dos Tempos.

“Os professores da Bíblia têm envelhecido e morrido pregando sobre o arrebatamento e uma palavra que não existe na Bíblia – iminência”, Beshore diz. “A palavra iminência significa o Arrebatamento pode acontecer em qualquer dia. A Bíblia não ensina que isso. A Bíblia ensina que certos eventos devem ocorrer antes do arrebatamento -.. ‘porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição’”.

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IGREJA PRECISA DE NOVA REFORMA

 

Teólogo critica a venda de indulgências e a Teologia da Prosperidade

Por: Redação Creio – Suelem Oliveira

     Foi em 31 de outubro de 1517 que o monge agostiniano Martinho Lutero (1483-1546) afixou na porta da Igreja de Wittenberg as 95 teses que criticavam vários pontos da doutrina católica. Lutero condenava a venda de indulgências (venda do perdão), gastos da Igreja com luxo e preocupações materiais, além do descompromisso dos padres na realização das missas. O que se percebe agora, 495 anos depois da reforma, é que pouca coisa mudou até mesmo no meio evangélico: “A imoralidade de alguns pastores que usam a Bíblia para se auto promoverem esta muito presente no meio cristão. Precisamos de uma nova Reforma e de novos valores”, afirma Paulo França, teólogo e reitor do Seminário Palavra da Vida em São Paulo.

     Segundo o reitor, muitas atitudes questionadas por Lutero ainda são utilizadas pelos líderes evangélicos como: pregação da teoria da prosperidade – onde são ditas promessas vazias, e o único que enriquece é o pastor – venda de água benta, colher de pedreiro, décimo terceiro dízimo e outras novidades que surgem. Por isso, líderes mais conservadores levantam os questionamentos: até que ponto essas ações são bíblicas e não abuso do nome de Deus?

     De acordo com o teólogo, algumas contradições já começam se analisarmos a própria vida de muitos pastores que são imorais por diversos fatores entre eles: divórcios e o entra e sai de casamentos. O religioso comenta sobre o tema polemico da pregação da Teoria da Prosperidade: “São promessa vazias onde o único beneficiado é o líder, isso tem tomado conta das Igrejas e tem desviado muitas pessoas do caminho de Deus. De modo geral, a liderança das igrejas evangélicas tem que passar por uma restauração”.
     Para Paulo, assim como Lutero defendeu teses contra as pregações da Igreja no século XVI, devemos neste século fazer a nossa parte, buscar por líderes comprometidos com Deus e que recorrem a Bíblia para falar com os fiéis e não em busca do próprio interesse.

Data: 31/10/2012

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PASTOR DEBATE DÍZIMO NA IGREJA

 

Ivonildo fala sobre percentual e sobre onde deve ser entregue

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Por: Redação Creio – Danilo Aguiar

Um texto publicado pelo portal CREIO em setembro deste ano reacendeu um intenso debate sobre um assunto que é motivo de muitas discussões no meio evangélico: a visão sobre o percentual estabelecido na lei de Moisés sobre dízimo e onde ele deve ser entregue. Um artigo escrito pelo pastor René Kivitz, da Igreja Batista Agua Branca, São Paulo, que falava sobre ofertas e dízimo, causou ponderação de alguns fiéis, líderes e pastores que discordaram de maneira veemente das ideias contidas no texto.

Uma destas pessoas é o pastor emérito da Igreja do Nazareno, consultor financeiro e autor de 27 livros sobre finanças, Ivonildo Teixeira, que pediu ao Creio um direito de resposta aos assuntos pontuados por Kivitz.

Em uma entrevista exclusiva, Teixeira criticou alguns caminhos escolhidos por pregadores a respeito do dízimo: “Por um lado extremista, o dízimo virou ‘Trízimo’ e a oferta e dízimo são as mesmas coisas; pelo lado do abuso bíblico, dependendo do valor da oferta terá como “brinde” o cancelamento do dízimo, ou seja, caso o contribuinte persista em fazer certas quantias estipulada pelo “líder espiritual”, receberá imediatamente a “isenção” do dízimo. A crítica surge da declaração dada por Kvitiz no artigo que diz que a pessoa que quer ofertar ou dizimar por generosidade não faz contas: “Quem é solidário não faz conta: reparte, compartilha, doa generosamente sem se preocupar com percentuais. E justamente porque seu coração é generoso, se alegra em doar sempre e cada vez mais”, falou.

Para Teixeira, a bíblia deixa claro que o dízimo não pertence à pessoa e é uma devolução a Deus de tudo o que foi proporcionado: “Quando estudamos a raiz da palavra dízimo, entendemos claramente, “é a décima parte de um valor”, seja nas línguas maternas da Bíblia, Hebraico e Grego (“Maaser e Dexáten) ou em qualquer idioma. A Palavra diz que o dízimo é santo ao Senhor. Se ele não pertence a mim, logo, não posso usá-lo, preciso devolvê-lo ao Eterno e com respeito, reverência e em um ato de gratidão e Adoração”.

O pastor critica também a visão de Kivitz sobre o local de entrega do dízimo. Kivitz diz que “a riqueza deve circular para beneficiar o maior número de pessoas, tanto através da estrutura organizacional da Igreja quanto das redes de relações: comunitária, familiar e fraterna, que existe ao seu redor”. Mas para Teixeira destaca que, a partir do embasamento bíblico, há um lugar específico para entregar o dinheiro: “Não vemos base na bíblia para o dízimo ser entregue nas mãos do tesoureiro, muito menos nas mãos do pastor ou qualquer outro líder religioso, nem também em casas filantrópicas, bases missionárias ou nas sedes das denominações, projetos sociais de recuperação aos dependentes químicos. A referência é que o valor deve ser entregue na casa do Senhor, que entendemos no Novo Testamento ser a igreja, o templo que frequentamos em comunidade”.

Confira abaixo a entrevista na íntegra realizada com o pastor Ivonildo Teixeira:

1. Qual a principal proposta do dízimo?

Quando decorremos as Escrituras Sagradas e entendemos que toda ela, Velho e Novo Testamento, é a Palavra de Deus (II Tm. 3.16), certificaremos que a proposta do dízimo era na verdade o desejo de Deus revelar ao homem alguns princípios de autoridade, o que uma vez praticado traria uma nova e saudável relação do homem para com Deus:

1) Obediência. O Eterno ordenou o dízimo, não temos que discutir Gn. 2.16-17;14.20, Ex.34.26; A palavra chave em toda a Bíblia é a obediência.

2) Gratidão. Deus tendo tudo dá ao homem o ar para respirar, saúde para trabalhar, supre suas necessidades, o pão de cada dia. Por que o homem não devolveria o dízimo como ato de gratidão? Gn. 28.18-22.

3)Honras. O homem mais sábio da terra e que mais possuiu dinheiro oferecido pelo próprio Deus, disse: Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda, PV. 3.9-10. Honrar significa atribuir valor a Esse Deus fantástico!

4)Fidelidade. Deus é fidelidade! O rei Davi escreveu, “Os meus olhos procurarão os fieis da terra…” Sl 101.6. Quando passamos a ter o caráter de Cristo, percebemos que a nossa fidelidade se estende também na devolução da parte sagrada: o dízimo, LV. 27.32

5)Adoração. Livro de II Cr. 29.10-13, deparamos o rei Davi externando a sua adoração com todo o povo ao fazer suas contribuições, mas ao mesmo tempo dizendo, “Teu é o poder, a grandeza, honra, a vitória e a majestade…”

6)Dependência. Ao devolver o dízimo ao Eterno, o homem revela a sua dependência através da fé que ele deposita no Deus soberano e que de fato, a sua vida está totalmente nas mãos de Deus; “Ao Senhor pertence à terra, e tudo o que nela se contêm, o mundo e os que nele habitam. Tudo é dele, nada temos. Sl. 24.1.

7) Amor. Todo cristão ao conhecer a teologia da cruz, logo entende que foi gerado pelo amor do Deus doador que presenteou o seu único filho como a maior prova de amor, Jo 3.16. Diante de tanto amor, até os miseráveis e avarentos se curvam diante do Eterno com uma pequena parte, porém santa, o dízimo e por amor. Quem é gerado do amor, faz tudo com amor.

2. Qual o compromisso que o fiel deve ter com o dízimo?

Ser imensamente agradecido a Deus pelo privilégio de poder devolver todos os dízimos sagrados como dar ofertas generosas ao Senhor. Só isto e nada mais. O que passar disso vem do maligno! Os homens honram proezas, Deus a fidelidade! I Cr. 29.10-14; Pv 3.9-10.

3. O dízimo precisa ser programado (uma porcentagem) ou deve ser dado de acordo com a possibilidade financeira ou a generosidade? Na hora de separar o dízimo é preciso tirar os 10% do salário ou ganho mensal?

Quando estudamos a raiz da palavra dízimo, entendemos claramente, “é a décima parte de um valor”, seja nas línguas maternas da Bíblia, Hebraico e Grego (“Maaser e Dexáten) ou em qualquer idioma. O problema é que há muitos “mestres teólogos” ensinando aos fieis, que agora o dízimo passou a ser “trízimo”, como há outros que parecem ter uma procuração de Deus, liberando o dízimo aos percentuais de 1% a 5% para facilitar a “obrigação” de todos os contribuintes. Outros ensinam que você deve entregar o dízimo como o seu coração mandar. Como também há outros que afirmam que o dízimo é coisa ultrapassada, o dízimo morreu com a lei, ninguém precisa se sentir culpado em não entregar o dízimo.

Tais líderes estão delirando por falta de conhecimento bíblico, e outros exprimindo “tanto” conhecimento e outros que nada sabem, mas querem “ensinar”, no final, todos acabam caindo no mesmo buraco. Quando um líder não tem conhecimento do que fala ou escreve, a melhor coisa que ele deveria fazer, é dizer eu não sei, ou no mínimo ficar com a boca fechada. Seja o rico ou o pobre, quando estiver passando pelo vale financeiro ou vivendo em tempos de fartura, o dízimo deve der devolvido a quem de direito. Em nenhuma passagem na Bíblia, encontramos Deus dizendo, “trazei os meus dízimos somente quando vocês puderem, quando a crise passar, ou se a sua situação melhorar”. Nem em caso de necessidades, dá um desconto nos dízimos, fazendo uma promoção, ou quando a “safra tiver boa, faz um trízimo” e como brinde dá um livro, uma bíblia. Nada disso! Deus nunca negociou os dízimos e as ofertas. Aliás, em Dt. 12.11-12, Deus até pedia ofertas votivas ao seu povo; oferta essa que era oferecida em tempos de crise, e mais, com um detalhe, “e vos alegrareis”.

O salmista Davi no conhecido Salmo 23.1, diz, “o Senhor é o meu pastor e nada me faltará…ainda que eu ande até pelo vale da sombra da morte”. No livro best-seller sobre o dinheiro na Bíblia, a orientação deixada e como uma ordenança é, “Trazei todos os dízimos…”(Ml.3.10) não simplesmente o dízimo do salário, mas de todos os rendimentos lucrativos que um servo fiel recebe do Eterno. Abraão devolveu os dízimos de tudo( Gn. 14.18). Jacó votou, de tudo quanto tu me deres, certamente darei o dízimo (Gn. 28.22). Quem é honesto com Deus, ao receber o seu salário, o décimo terceiro, o Fundo de Garantia, horas extras, negócios lucrativos, a venda de uma propriedade, uma herança recebida, tudo o que vier às suas mãos, ele separa o dízimo e com a maior alegria, pois além do dever, sente-se feliz por saber que está investindo no reino que jamais terá fim.

4. O dízimo atrasado deve ser quitado?

Alguns líderes acham que se a igreja aceitar os dízimos atrasados, tal atitude caracterizará como se fosse uma cobrança. Na minha visão, a questão passa longe de cobranças, e sim de consciência, quem deve precisa reconhecer o que deve e a quem deve e acertar a sua vida; isso também é uma questão de caráter. A guisa de exemplo, compro em uma loja alguns objetos, peço para dividir em algumas parcelas, pago a primeira, mas depois me escuso pagar o restante por estar apertado ou não ter sobrado dinheiro para saldar aquela dívida. Isso revela uma série de problemas: falta de caráter, vida desorganizada, sem planejamento, vida sem palavra, pessoa não confiável. O dízimo é santo ao Senhor (Lv. 27.32), se ele não pertence a mim, logo, não posso usá-lo, preciso devolvê-lo ao Eterno e com respeito, reverência e em um ato de gratidão e adoração(Gn14.18). Quando o povo de Deus atrasava ou usava o dízimo, a orientação era, “coloque um quinto a mais”, ou seja 20% (Lv 27.31).

Quem discorda ironiza com o “velho discurso” de a citação não procede, de que é Velho-testamentária, está em Levítico, lei, puro legalismo.

Para você que raciocina assim, chamo a sua atenção a este texto que está entre dois textos que afirmam que o dízimo é santo ao Senhor (Lv 27. 30, 32)

Deus é tão fantástico que para os que gostam das análises profundas, as chamadas hermenêuticas, que, se tais ‘analistas das coisas celestiais’, ainda que quisessem anular tamanha verdade, esbarrariam exatamente nas ferramentas que aprenderam com a valiosa matéria Hermenêutica: tanto o contexto anterior (Lv 27.30) como o posterior (Lv 27.32) afirmam que o dízimo é Santo ao Senhor. No Livro dos Judeus, a “Torá”, a expressão é o dízimo é SANTIDADE AO SENHOR.

5. Onde o dízimo deve ser entregue?

Vamos mais uma vez para a Bíblia, nada de opinião pessoal. Ex 34.26, Dt 12.6,11,12. Um lugar específico, A CASA DO SENHOR TEU DEUS. A minha casa será chamada casa de oração (Mc 11.17). Não vemos base na bíblia para o dízimo ser entregue nas mãos do tesoureiro, muito menos nas mãos do pastor ou qualquer outro líder religioso, nem também em casas filantrópicas, bases missionárias ou nas sedes das denominações, projetos sociais de recuperação aos dependentes químicos. É casa do Senhor Deus mesmo, que entendemos no Novo Testamento ser a igreja, o templo que frequentamos em comunidade (At 2.46).

6. O dízimo é uma forma de ensinar como você deve administrar a sua vida financeira?

Com certeza. A boa administração parte do principio do maior consultor financeiro que já pisou na terra, Jesus Cristo: “Buscai em primeiro lugar o meu reino… e as demais coisas vos serão acrescentadas”, Mt. 6. 33. Quem é zeloso na fidelidade, será acumulado das benesses do Eterno em sua vida.

Quando Deus percebe que ao colocar 100% nas mãos de um filho seu, o mesmo com toda maestria administrativa já separa a parte sagrada, o dízimo que na verdade é mais que um dever, e, além disso, ainda faz ofertas generosas, Deus, conclui que este filho saberá administrar tudo o que vier às suas mãos.

O famoso pregador D.L.Moody afirmou: “Cuida da tua integridade que Deus cuidará da tua prosperidade”. Se o homem prioriza a Deus em suas finanças, entende-se que tal dizimista lança nos braços de Deus na certeza de que será assistido por Deus também na sua vida financeira.

7. Como administrar os dízimos que foram consagrados ao Senhor?

Cada igreja possui uma administração formada por homens que foram achados competentes, fieis e generosos. Eles juntamente com o pastor presidente, são as pessoas autorizadas a administrar com sabedoria todas as doações feitas como a entrega dos dízimos.

Certamente, as igrejas escriturísticas, investirão nos pastores que presidem bem, famílias necessitadas não só da igreja, mas a todos que vão além dos nossos olhos, nas obras missionárias, na evangelização, na expansão do reino. E as construções dos templos? Por que você não as incluiu nas listas, perguntaria alguém? Todas as vezes que a Bíblia menciona em construção, o que Deus pedia para a conclusão das mesmas eram ofertas e nunca dízimos, é só conferir: o Tabernáculo: Ex 35.1-9; 20-29; 36.1-7, e o templo construído por Salomão: I Cr 29.1-22, a reconstrução dos muros (Ne 7.70-73).

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.