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Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René Kivitz

O pastor fez alertas sobre o sincretismo religioso que formou diversas denominações

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René Kivitz
Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho

Durante a Conferência Missão na Íntegra, o pastor Ed René Kivitz ministrou sobre a Igreja da Laodicéia fazendo importantes declarações a respeito da igreja brasileira.

Em sua pregação, o pastor da Igreja Batista da Água Branca falou sobre o sincretismo religioso que formou as igrejas evangélicas no Brasil, uma mistura do catolicismo romano com o animismo dos índios, com as religiões afros e o protestantismo histórico.

Essa mistura ele chamou de “uma religião à la carte” e fez alguns alertas sobre isso: “Por trás do sincretismo religioso existe uma atuação diabólica que seduz as pessoas a construírem, a formatarem uma religião à la carte que não lhes exige legítima conversão ao evangelho de Jesus Cristo”.

Com base no texto de Apocalipse, Kivitz fez um alerta sobre o espírito que fala através de Jezabel e o Espírito que fala às Igrejas. “Profeta é aquele que fala movido pelo Espírito”, disse.

“Há um espírito que fala por trás da fala de Jezabel e esse espírito é identificado como espírito de Satanás”, disse lembrando que no Novo Testamento há um versículo que fala que Satanás fala através de alguns profetas.

Com essas explicações, o pastor fez algumas ligações entre Jezabel e muitos líderes religiosos. “Eu não duvido que os púlpitos de nossas igrejas são frequentados por pessoas e pastores, inclusive, endemoniados. Eles não falam da parte de Deus, eles não pregam a Palavra de Deus”, disse.

O ensino de que demônios possuem poder e que não se pode comer comidas consagradas também foi refutado por Ed René Kivitz, lembrando que nas cartas às Igrejas a advertência está não em comer a comida consagrada, mas em participar dessa consagração.

“É isso que eu estou chamando de sincretismo religioso. O movimento evangélico brasileiro tem uma mistura fenomenal”, disse ele citando as religiões que são base de muitas igrejas evangélicas.

“Nós pastores somos convidados, estimulados, a ter uma postura de pai de santo. A gente tem que sair por ai vendo encosto, vendo demônio pendurado”.

“Esse evangelho é assustador, não é libertador”, continuou ele. “Isso gera uma mente cativa, medrosa, infantilizada, dependente. E o maldito que fala pelo espírito de Jezabel está comprando avião”.

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Angola proíbe funcionamento de igrejas evagélicas brasileiras

PorSarah Curty | Correspondente do The Christian Pos

Na manhã deste sábado, o governo de Angola determinou o fechamento da maioria das igrejas evangélicas brasileiras que funcionam no país.

  • evangélicos
    (Foto: Divulgação)
    Evangélicos Brasilei

Rui Falcão, secretário do bureau político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), afirmou à Folha de São Paulo, que as “igrejas de origem brasileira (…) brincam com as fragilidades do povo angolano e fazempropaganda enganosa”.

No fim do ano passado, 16 pessoas morreram durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus na capital do país, Luanda, o que levou à suspensão das atividades da igreja em fevereiro.

Depois de uma investigação da polícia angolana, além a IURD, foram fechadas as igrejas Mundial do Poder de Deus, Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém. No entanto, a IURD tem seu funcionamento permitido por ser a única reconhecida pelo governo.

Falcão afirma que as igrejas fechadas podem ainda receber reconhecimento do governo do país para voltarem a funcionar, mas muitas podem continuar fechadas. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”.

O secretário garante que essas igrejas, especialmente as dissidências, “são apenas um negócio” e que “ficam a vender milagres” ao povo.

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Atualmente, Angola tem mais da metade da população de católicos e cerca de 15% é evangélica, mas esse número está em constante crescimento. A IURD, única igreja ainda com permissão de funcionamento no país, tem 230 templos e aproximadamente 500 mil fiéis.

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Pequenas comunidades evangélicas se multiplicam

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

A cada dia mais pequenas comunidades evangélicas surgem na cidade de São Paulo, constatou o vereador Carlos Apolinario (PMDB), membro da Assembleia de Deus há 53 anos.

  • pastores

 

Segundo o vereador, em um levantamento em sua última campanha, em 2008, foram identificadas 18 mil igrejas evangélicas na capital paulista. Ele acredita que atualmente existam cerca de 20 mil. “Todo dia surgemigrejas na capital inteira. Cada favela tem mais de uma”, afirma.

Em julho deste ano, o microempresário e pastor Adriano Júlio Ferreira, de 29 anos, alugou uma pequena garagem no Jaraguá, Zona Norte, para formar a igreja denominada “Restauração em Cristo”. Com espaço para 30 pessoas, a igreja já realiza os cultos com todos os espaços ocupados por fiéis.

Não muito distante da igreja de Adriano, há pelo menos outras cinco do mesmo tamanho. Apesar de não existir uma estatística oficial, segundo publicação Bom Dia, é possível observar o crescimento de pequenas comunidades por toda a cidade.

De acordo com o vereador, o crescimento de pequenas comunidades é comum. Ele explica que normalmente não há uma concordância constante com a diretoria de algumas igrejas levando a inauguração de comunidades independentes, fundadas por pastores que já pertenceram a igrejas maiores.

“É como pessoas que saem de um partido e formam outro”, afirma o vereador Carlos Apolinario (PMDB)”.

O vereador afirma, entretanto, que não há concorrência entre as igrejas. “Não importa a placa nem a denominação, mas sim servir ao mesmo Deus”.

Para o pastor Joel Correia dos Santos, de 59 anos, que recentemente também abriu sua própria comunidade, as pequenas comunidades evangélicas estão em alta porque os fiéis se sentem mais acolhidos.

“Na nossa igreja, a gente se vê mais, todos se conhecem bem e têm uma comunhão”, comenta o pastor, que trabalha na área de compras de uma empresa paralelamente à missão.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.