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Três pastores se suicidaram nos últimos 30 dias

Teddy Parker Jr, Ed Montgomery e Isaac Hunter puseram termo à sua vida.

por Jarbas Aragão- GOSPELPRIME

  • Três pastores se suicidaram nos últimos 30 dias
Isaac Hunter.

O que leva uma pessoa a cometer suicídio? Segundo psicólogos, pensamentos são algo bastante comum. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças Mentais dos EUA, afirmam que 3,7% por cento da população acima dos 18 anos, pensou seriamente em suicídio no ano passado.

Embora alguns suicídios sejam resultado de um impulso, a maioria é planejada. Ainda segundo dados do Centro, metade das pessoas que fizeram um plano o levaram adiante.

Nos últimos 30 dias, três suicídios de pastores conhecidos chocou a igreja dos Estados Unidos. Em 10 de novembro, Teddy Parker Jr., 42, pastor da Igreja Batista Bibb Mount Zion, na Geórgia se matou com um tiro na cabeça.

Sua esposa o encontrou caído na entrada da garagem de sua casa num domingo. Ele já havia pregado naquela manhã e a teria de pregar novamente naquele dia. Nenhum bilhete ou explicação foi deixado.

Na semana passada, o pastor Ed Montgomery, que estava de luto pela perda da esposa atirou em si mesmo na frente de sua mãe e filho. Ele e sua falecida esposa, a profetisa Jackie Montgomery, lideravam a igreja Assembleia Internacional do Evangelho Pleno, no Estado de Illinois.

Dia 10 de dezembro, suicidou-se Isaac Hunter, o ex-pastor da igreja Summit em Orlando, Florida. Até o momento, não foi divulgado como ele se matou. O caso chamou atenção da mídia secular porque o pai de Isaac, o pastor Joel Hunter tem sido chamado de “mentor espiritual” do presidente Barack Obama, com quem tem se encontrado com frequência para orações na Casa Branca.

Existem muitas estatísticas sobre como os pastores enfrentam problemas como depressão, esgotamento físico e mental. Nenhuma delas é animadora. Segundo o Instituto Schaeffer, 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados”. Além disso, 72% dos pastores dizem que só estudam a Bíblia quando precisam preparar sermões, 80% acredita que o ministério pastoral afeta negativamente as suas famílias, e 70% dizem não ter um “amigo próximo”.

O Instituto Schaeffer também estima que 80% dos estudantes de seminário (incluindo os recém-formados) irão abandonar o ministério dentro de cinco anos. Não há dados consistentes sobre quantos cometem suicídio, mas está claro que os pastores não estão imunes a isso.

Psicólogos apontam várias razões pelas quais as pessoas cometem suicídio, de depressão a psicose, quase sempre em meio às situações estressantes da vida.  A colunista da revista Charisma, Jennifer LeClaire, que escreveu vários livros sobre batalha espiritual, comentou o caso dos três pastores.

Ela conclama as igrejas a orarem mais por seus líderes e, ao mesmo tempo que se mantém alertas sobre sintomas de depressão nos pastores, os membros deveriam estar cientes que o diabo tem preparado muitos ataques às igrejas nesse período em que os sinais da vinda de Jesus parecem estar se intensificando. Com informações Charisma News.

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Há muitos animadores de auditório e poucos pregadores da Palavra, diz pastor

Reverendo Augustus Nicodemus lista motivos pelos quais não concorda com o que muitas igrejas chamam de avivamento espiritual

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Há muitos animadores de auditório e poucos pregadores da Palavra, diz pastor
Há muitos animadores de auditório e poucos pregadores da Palavra

Em um texto postado no Facebook, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes explica os motivos que o levam a não acreditar que o Brasil esteja passando por um avivamento espiritual.

Enquanto muitos chamam de avivamento as cruzadas de evangelização, os shows gospel, e as manifestações do Espírito, o pastor presbiteriano diz que há outros fatores a serem considerados para afirmar que há avivamento.

“Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, Estados Unidos, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários”, diz.

Outro ponto citado é referente ao mercado gospel, há muitos shows acontecendo em todas as partes do Brasil, mas para Augustus Nicodemus sobra música e falta ensino bíblico. “Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus.”

O reverendo lembra do avivamento da época de Esdras em Israel quando as pessoas ficaram por horas em pé somente para ouvir a Palavra de Deus. “Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias”, explica ele.

Ainda falando sobre adoração, ele afirma que “há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade”.

O despertamento dos corações também é outro fator que caracteriza o avivamento, assim como a união dos verdadeiros crentes, assim como o conhecimento da verdade do Evangelho.

“Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo”, continua Nicodemus que lamenta que muitos cristãos reformados falem pouco sobre o tema e não orem pelo avivamento no país.

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Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René Kivitz

O pastor fez alertas sobre o sincretismo religioso que formou diversas denominações

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René Kivitz
Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho

Durante a Conferência Missão na Íntegra, o pastor Ed René Kivitz ministrou sobre a Igreja da Laodicéia fazendo importantes declarações a respeito da igreja brasileira.

Em sua pregação, o pastor da Igreja Batista da Água Branca falou sobre o sincretismo religioso que formou as igrejas evangélicas no Brasil, uma mistura do catolicismo romano com o animismo dos índios, com as religiões afros e o protestantismo histórico.

Essa mistura ele chamou de “uma religião à la carte” e fez alguns alertas sobre isso: “Por trás do sincretismo religioso existe uma atuação diabólica que seduz as pessoas a construírem, a formatarem uma religião à la carte que não lhes exige legítima conversão ao evangelho de Jesus Cristo”.

Com base no texto de Apocalipse, Kivitz fez um alerta sobre o espírito que fala através de Jezabel e o Espírito que fala às Igrejas. “Profeta é aquele que fala movido pelo Espírito”, disse.

“Há um espírito que fala por trás da fala de Jezabel e esse espírito é identificado como espírito de Satanás”, disse lembrando que no Novo Testamento há um versículo que fala que Satanás fala através de alguns profetas.

Com essas explicações, o pastor fez algumas ligações entre Jezabel e muitos líderes religiosos. “Eu não duvido que os púlpitos de nossas igrejas são frequentados por pessoas e pastores, inclusive, endemoniados. Eles não falam da parte de Deus, eles não pregam a Palavra de Deus”, disse.

O ensino de que demônios possuem poder e que não se pode comer comidas consagradas também foi refutado por Ed René Kivitz, lembrando que nas cartas às Igrejas a advertência está não em comer a comida consagrada, mas em participar dessa consagração.

“É isso que eu estou chamando de sincretismo religioso. O movimento evangélico brasileiro tem uma mistura fenomenal”, disse ele citando as religiões que são base de muitas igrejas evangélicas.

“Nós pastores somos convidados, estimulados, a ter uma postura de pai de santo. A gente tem que sair por ai vendo encosto, vendo demônio pendurado”.

“Esse evangelho é assustador, não é libertador”, continuou ele. “Isso gera uma mente cativa, medrosa, infantilizada, dependente. E o maldito que fala pelo espírito de Jezabel está comprando avião”.