Categorias
Artigos

Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel

 

Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

Reza Kahlili

O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.

A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.

Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.

aiatolá Ali Khamenei

O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.

Como Israel irá atacar as instalações nucleares do Irã, há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.

Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”. Embora essa afirmação pareça um equívoco para alguns no ocidente, há fundamento por trás dela.

O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.

O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.

Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom.

Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”.  Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.

O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]… E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.

É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.

Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.

Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.

Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.

Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.

Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.

Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.

Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.

O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=WwiadYT-N9k

Reza Kahlili é um pseudônimo de um ex-agente da CIA que atuou na Guarda Revolucionária do Irã e é autor do premiado livro “A Time to Betray”. Reza Kahlili também é veterano da organização EMPact America e ensina no Academia Conjunta de Treinamento de Contra-inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Ayatollah: Kill all Jews, annihilate Israel

Fonte: em português: www.juliosevero.com

Categorias
Artigos

El Gobierno iraní `declara la guerra´ a los cristianos

`En defensa de los valores islámicos´

 

El Gobierno iraní `declara la guerra´ a los cristianos

Las autoridades iraníes confiscan miles de Biblias, destruyen una iglesia, y cierran webs como parte de una ofensiva oficial contra el cristianismo.

30 DE AGOSTO DE 2011, IRÁN

La agencia cristiana iraní “Mohabat News” menciona como fuente a Majid Abhari , un asesor del comité de asuntos sociales del Parlamento de Irán, que refiere que en los últimos días en las ciudades de Zanjan y Abhar, Provincia de Zanjan, han sido confiscadas unas 6.500 Biblias .
Según la agencia de noticias del gobierno Mehr, la acción fue necesaria ya que “los misioneros cristianos tienen una campaña millonaria con publicidad engañosa para que la opinión pública y la juventud (de Irán) se aparten del islam“ .
Por su parte el ayatolá Hadi Jahangosha expresó también su preocupación por "la expansión del cristianismo entre los jóvenes", citando la disponibilidad de programas cristianos de televisión por satélite, libros y otros objetos . "Es responsabilidad de todos en Irán que hagan suyo este asunto y cumplan su papel en la difusión del Islam puro, luchando contra las culturas falsas y distorsionadas".
Abhari  agregó que las Biblias confiscadas “habían sido hechas con la mejor calidad de papel, en tamaño de libro de bolsillo.” Y añadió que “lo importante en este tema a ser considerado por la policías, los jueces y líderes religiosos es que todas las religiones están fortaleciendo su poder para enfrentarse al Islam, porque si no ¿qué sentido tiene este gran número de biblias?”
TEMPLO DESTRUÍDO
La confiscación de Biblias se produce en medio una creciente presión sobre las iglesias cristianas, como ocurrió recientemente en la ciudad suroriental de Kerman, donde las autoridades locales han destruido una de las principales iglesias de la ciudad , añadió Mohabat News, un medio de comunicación producido por activistas de los derechos humanos y los cristianos iraníes.
Existe la preocupación de que los edificios de las iglesias cristianas en otras ciudades también puedan ser atacados y destruidos.
En cuanto a la postura del Gobierno iraní, en nada trata ni actúa ante los hechos de la destrucción del templo en Kerman, pero sí ha dejado claro que quiere “defender” los valores islámicos de Irán.
Los líderes de la Iglesia cristiana iraní denuncian que el gobierno del presidente Mahmoud Ahmadinejad está preocupado por los muchos musulmanes que se están convirtiendo al cristianismo en un país donde ya hay al menos 100.000 cristianos, en comparación con sólo cerca de 500 creyentes conocidos en 1979 , según estimaciones de los propios representantes de los grupos cristianos.
A principios de noviembre de 2010 agentes de la policía y guardias revolucionarios iraníes tomaron 300 Biblias de un autobús tras su inspección y luego las quemaron en el pueblo de Darishk, relataron los cristianos de la región.
ATAQUES A WEBS CRISTIANAS
Por otro lado se ha dado a conocer que el régimen de Irán está atacando las webs en lengua persa que se oponen a la fe islámica chiíta. Entre las webs más afectadas por los ataques se destaca la misma agencia Mohabat News , que sirve a los cristianos de Irán y de los países vecinos. El ataque más reciente ocurrió recientemente el 19 de agosto de 2011, los atacantes islamistas iraníes sobrecargaron el servidor de esa agencia de noticias, durante tres días. Este ataque no es algo nuevo pues ya en febrero se generó una situación similar.
No es nada hecho en secreto. El Ministerio de Seguridad de la República Islámica de Irán ha alardeado de haber tenido éxito en eliminar una red de Internet, que según las autoridades habían “llevado a cabo propaganda anti-religiosa en el ciberespacio”, refiriéndose concretamente a las webs cristianas, aunque en Irán, “anti-religioso” puede significar cualquier cosa, desde ateo hasta musulmán no chiíta”.
El Ministerio ha informado además que fueron detenidas varias personas por su presunta implicación en esta red antireligiosa; y que el Gobierno ha establecido un comité especial para regular el acceso a Internet y controlar a los usuarios.

Fuentes: Entrecristianoscom, Cristianos

© Protestante Digital 2011

Categorias
Noticias

Mais Prisões e Bíblias Apreendidas no Irã

 

Por Portas Abertas|

IRã (2º) – Cristãos no Irã estão enfrentando com uma crescente onda de hostilidades, vindas das autoridades do país islâmico. A Christian Solidarity Worldwide (CSW) recebeu relatos de que um pastor foi preso pela segunda vez, no dia 17 de agosto.

cristãos-irã

(Foto: Reuters)

Nos últimos dias, ouviram-se relatos sobre a crescente pressão sobre a comunidade cristã em território iraniano.

“Mathias” Abdolreza Haghnejad, um pastor da Igreja Evangélica do Irã, teria sido novamente detido pelas autoridades iranianas em Rasht, enquanto fazia uma visita pastoral. Sua família não sabe por que ele foi preso nem seu paradeiro.

O Pastor Haghnejad fora preso anteriormente, em 2006. No início deste ano, ele foi acusado de atividades contra a ordem e detido pelas autoridades, junto com outros dez membros de sua denominação. Foi liberado quando as autoridades retiraram as acusações.

No mês passado, um homem cristão e uma mulher foram detidos no Irã. O homem foi liberado, mas a mulher, Leila Mohammadi, continua presa e acredita-se que está encarcerada na prisão de Evin.

O diretor jurídico da CSW, Andrew Johnston, disse: “é vital, para a República do Irã, que ela acabe com essa prática de encarcerar pessoas simplesmente com base em sua fé, pois isso é uma clara violação do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP)”.

“Aqueles que, como o pastor, foram presos ou acusados e julgados em tempo hábil, foram liberados. Todos os detidos devem ter o direito de ter um contato com suas famílias e advogados.”

No início deste mês, as autoridades confiscaram 6.500 bíblias, que seriam enviadas à província de Zanjan. Johnston disse que as últimas detenções e as ideias contra os cristãos são “extremamente preocupantes”.

Fonte: Christian Today