Eclética - Ad Majorem Dei Gloriam -Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ejad, = "Ouve Israel! O Senhor é Nosso Deus e Senhor, o Senhor único." PIX: 61986080227
Se no Iraque e na Síria é uma questão de tempo até não existir mais Estado Islâmico (EI), na África o grupo continua sua expansão. Além do Egito, onde começa a dar demonstrações que veio para ficar, na Nigéria os jihadistas possuem sua estrutura mais forte.
O governo nigeriano, hoje presidido por um muçulmano tentou uma nova investida contra a liderança do Boko Haram, grupo que jurou lealdade ao EI. Mas depois da divulgação que seu líder Abubakar Shekau fora atingido por um ataque aéreo na semana passada, ele ressurge em um vídeo chocante para provar ao contrário.
“Vocês líderes nigerianos, praticam o mal contra o islã, dizendo que o islamismo é uma religião de paz. Vocês não estão seguindo os princípios do islã, por isso deverão prestar contas aos muçulmanos. O Islamismo não é o cristianismo “, declarou. “Você alega ter nos matado, nos ferido, tudo mentira”.
“Estou falando hoje, quinta-feira. É noite agora. Pouco tempo depois de vocês publicarem mentiras dizendo que eu fui ferido num bombardeio… Todos os meios de comunicação, olhem para mim agora, nenhum de vocês pode afirmar que estou ferido”, desafiou.
Shekau ainda zombou das forças armadas nigerianas: “Seja paciente … quando chegar minha hora eu morrerei. Tudo que nos acontece é decidido por Allah. Estou cumprindo o dever que Allah me deu e nada me acontecerá sem que ele o permita”.
No final, explicou que o vídeo era para “Buratai [chefe de Estado-Maior do Exército da Nigéria) e [presidente] Buhari, vocês não podem fazer nada. Em breve começarei a matar em nome da religião… Em breve começaremos a pulverizar o perfume de nossa religião … Que Allah nos permita morrer em nome de sua religião…”
“Esta é uma guerra ordenada por Alá entre a nação muçulmana e as nações dos descrentes”, dizia o texto que trazia várias referências a textos do Alcorão, usados como sustentação dos argumentos.
Para o Estado Islâmico, todos os cristãos que não entendem isso “tem lutado contra a realidade” ao retratar o Islã como uma religião de paz. Lembrava ainda os leitores muçulmanos que pegar a espada para a jihad é sua “maior obrigação”. Com informações do Gospel Prime
Crescimento na Europa deve mudar o perfil da religião fundada por Maomé
por Jarbas Aragão
Islã será a religião mais praticada no mundo em 2070
A lua crescente foi escolhida como símbolo do Islamismo por simbolizar um movimento de crescimento que eventualmente dominará todo o globo. Se continuarem as taxas atuais, haverá mais muçulmanos que cristãos no mundo dentro de 53 anos. Essa é a conclusão de um estudo do Instituto de Pesquisas Pew, dos Estados Unidos.
Em 2070 o número tanto de cristãos quanto de muçulmanos será cerca de 32% da população, com uma vantagem para os seguidores de Maomé que tem taxas de natividade muito maiores que a dos seguidores de Jesus. A estimativa é que no ano 2100, isso se consolide com cerca de 35% dos habitantes do planeta seguindo o Islã contra 34% de fiéis professando o Cristianismo.
Segundo as projeções, o diferencial estará na África, continente caracterizado por altas taxas de natalidade. Atualmente, em muitos países do continente já é possível perceber que a população africana se divide entre essas duas.
A Europa será o continente a experimentar a maior mudança demográfica, enquanto a Índia ultrapassará a Indonésia em 2050 e será o país com a maior população islâmica do planeta.
Segundo o Pew, o budismo será a única religião mundial cujo número de adeptos não aumentará de forma significativa.
A previsão do Pew se baseia nos dados de 2,5 mil censos, pesquisas e bancos de dados de 175 países, abrangendo 95% da população mundial.
Atualmente a religião que mais cresce no mundo é o Islamismo, que reunia 1.6 bilhão de adeptos (23% da população) revelou o último censo oficial, de 2010. Os cristãos são 2,2 bilhões (31% da população.)
Os principais elementos a serem considerados são a taxa de natalidade, as tendências na área de crescimento do número de jovens e dados sobre a conversão a diversas religiões. O estudo já estava pronto quando a crise migratória “saiu do controle” no ano passado e por isso não foi levada em conta as taxas de migração, o que pode mudar ainda mais os percentuais.
A idade média do muçulmano é 23 anos, sete anos mais jovem que os adeptos das outras religiões. Sua taxa de natalidade é 3.1 filhos por casal, em comparação com 2.3 dos outros segmentos religiosos combinados. Com informações Daily Mail e gospel prime.
Erdogan é apontado como favorito para receber o título de califa
por Jarbas Aragão
Líderes marcam data do “governo final” islâmico
Alguns dos principais líderes muçulmanos já vem discutindo sobre o ressurgimento do Califado, mas o assunto divide opiniões. Assim como os cristãos, os seguidores do Islã esperam que o fim dos tempos seja marcado por sinais muito claros, que foram revelados há centenas de anos.
A mudança recente na situação da Turquia, incluindo a radicalização chancelada pelo governo, e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan podendo se tornar um ditador –caso as mudanças pedidas por ele sejam aprovadas – o transformam no principal candidato a califa.
Paralelo a isso, o iminente fim do Estado Islâmico, que declarou um califado em 2014, reacendeu a expectativa de muçulmanos de ver uma antiga profecia se cumprir.
Suat Ünal, importante membro do Conselho de Justiça e Desenvolvimento da Turquia, afirmou este mês que Erdoğan recebeu a “luz divina” para ser califa. Arriscou inclusive que isso se dará em 2023. Para os que não conhecem as hadiths do Islã, o cálculo não faz sentido. Porém, as antigas profecias muçulmanas dão conta de que a cada cem anos, “Alá enviaria alguém para renovar sua religião” (Abu Daud 4/178). Trata-se de uma data próxima ao que foi divulgado por outros grupos que pregam sobre o assunto.
Como o último califado terminou em 1923, com o final definitivo do Império Otomano e a criação da Turquia moderna não religiosa por Mustafa Kemal Ataturk, há uma expectativa que ao completar 100 anos (2023), ele ressurja. Essa ideia é defendida por várias correntes sunitas, incluindo até Irmandade Muçulmana, grupo político com forte influência em todo o Oriente Médio.
O assunto levantado por Ünal ganhou ainda mais importância quando ele foi destituído do seu cargo, acusado de divulgar informações indevidas, divulgou o site Shoebat, especializado em Islã . Isso só aumentou as especulações sobre o projeto pessoal de Erdogan em se tornar califa.
Nomeação de um novo “califa”
A ideia de califado – liderança política e religiosa dos fieis – faz parte do islamismo desde seu início. Em árabe, califa significa ‘sucessão’ e remete a um sistema de governo implantado depois da morte do profeta Maomé, em 632.
Logo, o califa é literalmente o sucessor do profeta e chefe da comunidade mundial dos muçulmanos. Ele tem o poder de aplicar a lei islâmica (sharia) nas terras controladas pelo Islã. Após os representantes das comunidades muçulmanas o designaram, o povo deve jurar-lhe lealdade.
Em 2016, o sheik Yusuf Qaradawi, líder da Federação Mundial dos Sábios Muçulmanos, que representa o ramo sunita, o maior do islamismo, jurou fidelidade a Erdogan, de acordo com o Shoebat.
Istambul, maior cidade da Turquia, hospedou o encontro de mais de 30 líderes de nações islâmicas e representantes de outros 56 países. A reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) tinha como objetivo “superar as diferenças” e “unir a fé” dos um bilhão e meio de muçulmanos. Ao abrir o encontro, o presidente turco fez um discurso abordando a necessidade de proximidade dos que professam a fé no Alcorão.
Em 2016, a ideia de proclamação de Erdogan como novo califa começou a ganhar força. Em alguns lugares o presidente Erdgan já é chamado de “o mensageiro de Deus”, título reservado para Maomé.
Expectativa pela vinda do Mahdi
Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente da Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã e profeta islâmico, que virá governar o mundo.
Alguns estudiosos islâmicos apontam que 3 anos e meio após o surgimento do “governo final” islâmico, o Mahdi aparecerá. Essa figura mítica, também é conhecida como o 12°Imã. Ele é uma espécie de Messias que levará os exércitos do Islã à vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.
Segundo a tradição muçulmana, Jesus (chamado por eles de Issa) descerá do céu e vai unir forças com o Mahdi. Jesus, então, afirmará que o Islã é a única fé verdadeirae criticará os cristãos por terem erroneamente feito dele o Filho de Deus.
A tradição islâmica aponta que o Mahdi apareceria entre os anos 1400 e 1500 no calendário islâmico. Para eles, estamos no ano 1437.Com informações do Gospel Prime