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RAMADÃ : Jogador de futebol é demitido por não respeitar jejum no Irã

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O craque do futebol iraniano Ali Karimi, de 31 anos, foi demitido por seu clube por não ter respeitado o jejum muçulmano durante o Ramadã, que começou na quinta-feira passada e dura um mês, anunciou o Steel Azin FC.

O clube informa em um comunicado que "se viu obrigado a dispensar um de seus jogadores, Ali Karimi, porque ele se mostrou desobediente e não jejuou desde o início do Ramadã".

Karimi, que já foi jogador do Bayern de Munique e chegou a ser chamado por alguns de "Maradona asiático", "insultou membros da Federação Iraniana de Futebol e um dirigente do clube, que o questionaram sobre o episódio", acrescenta o comunicado do Steel Azin.

A demissão do jogador aconteceu depois de Karimi ter criticado o diretor do Steel Azin FC e ex-comandante da Guarda Revolucionária, Mustafah Ajorlou, e a maneira como administra o clube.

A agência oficial Irna destacou, no entanto, que o proprietário do clube, Hossein Hedayati, não teria sido avisado sobre a demissão do jogador e não concordaria com a decisão.

Data: 16/8/2010 08:30:31
Fonte: AFP

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Islamismo: Batalha Legal de convertida termina após 18 anos

 

Um juiz de Ohio (EUA) divulgou o aniversário de 18 anos de uma adolescente fugitiva cristã sob custódia do estado, na terça-feira, efetivamente, pondo fim a uma batalha legal entre ela e seus pais Muçulmanos.

Desde agosto do ano passado, os pais de Rifqa Bary têm lutado para recuperar a custódia de sua filha depois que ela fugiu de casa com medo de que sua conversão ao Cristianismo custasse, então, a sua vida de 17 anos de idade.

Bary alegou que seu pai lhe disse: "Se você tem este Jesus em seu coração, você está morta para mim!" e também algum tempo depois, "Eu vou te matar!"

O advogado de Rifqa também apresentou os documentos do tribunal acusando a mesquita que seus pais assistem, o Centro Cultural Islâmico Noor, no subúrbio de Columbus, Ohio, de ter ligações com militantes extremistas.

O advogado de Rifqa disseram ao juiz que, mesmo se sua família não a prejudique, Bary estaria em perigo pelos membros da mesquita.

No Sri Lanka, onde a família Bary tinha emigrado, e em muitas sociedades Muçulmanas, as mulheres que se afastam da educação cultural estrita são, frequentemente, acusadas de trazer a desonra à família e são expulsas ou mesmo mortas.

O pai de Bary, Mohamed Bary, no entanto, negou veementemente de haver ameaçado matar sua filha por converter-se ao Cristianismo e acusa os pastores com quem ela ficou na Florida, de fazerem "lavagem cerebral" em sua filha, acreditando que ela estivesse em perigo de um crime de honra."

Desde que a batalha legal começou, Bary foi viver em lares adotivos – o primeiro na Flórida e, posteriormente, em Ohio, onde os juízes de ambos os estados, eventualmente, concordaram na jurisdição no caso de custódia.

Agora que ela tem 18 anos, Bary é livre para viver onde quiser.

Mas Bary ainda enfrenta possível deportação para seu país natal, o Sri Lanka, por causa de seu status de imigração ilegal. A adolescente de Ohio está, atualmente, tentando obter o status de imigração especial.

Bary se recusou a falar com a imprensa após a curta audiência, terça-feira, quando o Magistrado Mary Goodrich do Tribunal Juvenil do Condado de Franklin terminou a participação da agência de serviços das crianças do condado.

Data: 13/8/2010 08:53:59
Fonte: Christian Post

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ISLÃ : Muçulmanos interrompem batismo e ameaçam cristãos

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Duas cristãs em Jamalpur, distrito ao norte de Bangladesh, disseram que os oficiais do vilarejo extorquiram grandes somas de dinheiro de suas famílias, por proclamarem o evangelho a muçulmanos.

Johura Begum, 42, do vilarejo de Pingna, disse que um integrante do conselho local, um representante do governo e o pai de um policial a ameaçaram, dizendo que se ela não pagasse uma quantia de 20.000 taka (US$283), eles iriam agredir suas filhas. O policial investigava uma acusação de que os cristãos pagaram aos muçulmanos para participarem de um batismo no dia 26 de maio.

Johura convidou sete ex-muçulmanos, incluindo três mulheres, a se batizarem naquele dia. Entre os 55 novos convertidos, apenas seis foram batizados pelos líderes da igreja Pentecostal Santidade (PHCB), pois os outros foram intimidados pelos muçulmanos. No dia seguinte, moradores protestavam contra os cristãos.

Johura conta que seu marido é um trabalhador em uma plantação de arroz, e que 20.000 taka era uma quantia muito alta para eles. Então, ela pegou o dinheiro emprestado de uma cooperativa cristã.

“Eu dei o dinheiro por minha própria segurança. Não há nem como repetir as palavras que ele usou para me ameaçar”.

Em outro caso, os moradores extorquiram 250.000 taka de outra cristã, Komola Begum, 35. Os moradores alegaram que ela e seu marido ficaram ricos às custas dos cristãos. Após o batismo, muçulmanos agrediram tanto seu marido que ele teve que ficar internado durante três dias.

Komola Begum disse que a vida de seu marido só foi poupada porque ela pagou a quantia exigida.

Assim que os líderes da Igreja Pentecostal Santidade (PHCB) iniciaram o batismo, os muçulmanos começaram a protestar. A polícia chegou e prendeu os líderes cristãos.

Data: 5/8/2010 08:41:18
Fonte: Pórtas Abertas