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Ministro de Israel afirma que Belém é o centro da espiritualidade

ora O Natal continua a ser um tempo de alegria e celebração para os cristãos e em torno de Belém, diz um líder.

De acordo com um portal de notícias internacionais, o ministro do Turismo, Khouloud Deibes disse que o local de nascimento de Jesus continua a ser o centro da espiritualidade cristã, apesar das dificuldades causadas pelo conflito em curso entre israelenses e palestinos na Cisjordânia e Gaza.

Milhões de turistas e peregrinos são atraídos a cidade todos os anos, mas para os cristãos que vivem na região, são lugares de significado espiritual diariamente, especialmente no Natal.

“O Natal é uma fonte de alegria e orgulho para nós, porque aqui aconteceram os fatos relatados na história.

Aqui nós temos tempo para comemorar em nossas igrejas, que são monumentos vivos, não museus”, disse Deibes.

Este ano, milhares de cristãos esperam para receber a autorização especial de viagem no mês do Natal. “As pessoas ainda estão sofrendo, o Natal é uma boa ocasião para mostrar como a situação política está afetando negativamente a presença cristã na Terra Santa”.

Os vendedores e donos de lojas em Belém estão relatando um impulso nos negócios depois de anos de incerteza e dificuldades durante a intifada, com doze novas lojas abrindo perto de Praça da Manjedoura e da igreja, nos últimos 12 meses.

O turismo, que aumentou 60% em relação ao ano passado, continua a ser vital para a economia local. Segundo a Bloomberg, o Ministério do Turismo estima que 15% do produto interno bruto vem da indústria.

Porta-voz da Autoridade Palestina, Ghassan Khatib foi citado pela Bloomberg. “Belém tem um peso enorme, culturalmente e religiosamente, e é por isso que é uma área a receber grande atenção por parte da Autoridade Palestina.

Fonte: Christian Today / Redação CPAD News Guia-me.com

Tempestade desenterra estátua romana em Israel

 

DA BBC BRASIL

Uma tempestade que atingiu a cidade israelense de Ashkelon revelou uma estátua romana que estava enterrada havia séculos.

Autoridade de Antiguidades de Israel

Estátua descoberta em Ashkelon, em Israel

Estátua descoberta em Ashkelon, em Israel

A escultura feminina de mármore branco foi encontrada por um transeunte depois que uma tempestade na costa israelense derrubou parte de um rochedo.

A obra tem 1,2 metro de altura e pesa 200 kg. Segundo a autoridade que cuida das antiguidades de Israel, a estátua tem entre 1.800 e 2.000 anos.

A porta-voz da entidade, Yoli Schwartz, disse que, embora sem os braços e a cabeça, a estátua conta com "sandálias delicadamente esculpidas" e intactas.

O órgão de antiguidades já levou o achado para uma série de testes e estudos.

Por outro lado, a tempestade danificou outros sítios arqueológicos, como o porto romano de Caesarea. As autoridades devem visitar a área para avaliar os danos.

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CULINÁRIA : Festival de cozinha de Israel traz Moshe Basson e a cozinha bíblica

Conversar com o chef israelense Moshe Basson é como fazer uma viagem no túnel do tempo. De fala mansa e pausada, é preciso afinar os ouvidos para ouvir suas histórias passadas em tempos pré-cristãos e protagonizadas por tâmaras, figos, uvas, romãs, azeitonas, canela, cardamomo, ingredientes cercados de significado bíblico.

"A canela é mencionada no Cântico dos Cânticos de Salomão. Alguns alimentos não estão na Bíblia, mas têm forte conexão com a Terra Santa", diz o chef, que está em São Paulo para participar do 4º Festival Gastronômico de Israel, no restaurante Tarsila.

Um dos ingredientes ligados à Terra Santa é o tamarindo. "Recebeu esse nome em Israel. Como a canela, a noz-moscada e o gengibre, foi levado para a região pelas caravanas de mercadores. Para evitar que plantassem, as sementes eram tiradas da fava, quebradas e depois embrulhadas em folhas de louro ou bananeira. Desse jeito, lembrava uma tâmara, mas que vinha da Índia e tinha sabor amargo (daí o nome tamarindo, tâmara da Índia)."

O que Moshe Basson faz não é apenas cozinhar com ingredientes do arco da velha. Em seu restaurante, The Eucalyptus, em Jerusalém, pratica uma culinária holística. Estudioso das Sagradas Escrituras e da flora silvestre de Israel e arredores, coleta ervas que acha nas montanhas e manipula os alimentos com respeito e gratidão. Cada movimento é feito de maneira ritualística. Autodidata, diz que aprendeu a cozinhar com as mulheres da família e com pessoas comuns "cheias de pequenos segredos".

Data: 26/11/2010 08:33:44
Fonte: AE