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Lésbica processa universidade evangélica por causa de ex-amante que fugiu

Mulher que se converteu ao Cristianismo fugiu dos EUA em meio a batalha de custódia pela filha

Bob Unruh

Uma lésbica está processando a universidade e igreja fundadas por Jerry Falwell por alegadamente ajudarem uma ex-parceira, que se tornou cristã e abandonou o estilo de vida lésbico, a fugir dos EUA com a filha biológica da nova convertida.

O caso levado diante de um tribunal federal em Vermont por Janet Jenkins busca dinheiro — por despesas legais, angústia emocional e outros ultrajes alegados — da Universidade Liberdade e da Igreja Batista Thomas Road em Lynchburg, Virgínia.

A lésbica entrou com a ação exatamente no momento em que um pastor menonita, que não tem nenhuma relação com a universidade ou a igreja, foi condenado por ajudar Lisa Miller a fugir. Lisa, que frequentava a Igreja Batista Thomas Road, viajou com sua filha para o Canadá, então para a Nicarágua, seu último local conhecido de residência.

O pastor é Kenneth Miller, que não tem nenhum parentesco com Lisa Miller de Virgínia.

Lisa Miller havia recebido ordem de um tribunal de Vermont para entregar sua filha para sua ex-parceira lésbica, que recebeu custódia total. Em vez disso, exatamente quando seus advogados no Conselho de Liberdade estavam aconselhando que a disputa poderia chegar ao Supremo Tribunal dos EUA, ela desapareceu.

Lisa Miller e sua filha Isabella

A lésbica Janet Jenkins busca também indenizações de vários cristãos e seus ministérios ou empresas, afirmando violações da Lei contra Organizações Corruptas e Mafiosas, por alegadamente ajudarem Lisa e sua filha Isabella a fugirem dos EUA.

O Conselho de Liberdade, uma equipe legal que defende os direitos cristãos e religiosos, representou Lisa Miller até ela desaparecer em 2009 sem uma palavra de seus planos.

A ação legal da lésbica Jenkins alega que a Universidade Liberdade tem culpa porque uma estudante, que também era funcionária, solicitou doações para ajudar Lisa. A ação legal faz acusações semelhantes sobre um membro da Igreja Batista Thomas Road.

Mathew Staver, presidente do Conselho da Liberdade, disse ao WND que o caso é “escandalosamente ridículo”.

Ele disse que é a mesma tática que os ativistas do aborto usaram na década de 1990 contra os grupos pró-vida, defendidos com sucesso pelo Conselho da Liberdade. Os abortistas fazem acusações contra qualquer pessoa que puderem, disse ele, até mesmo pessoas que apenas fizeram uma oração sobre a indústria do aborto.

“Não sei como uma igreja com capacidade para 5 mil pessoas pode ter culpa no ato de uma única pessoa”, disse Staver.

Ele chamou a ação legal de “ação para atrair a imprensa nos tribunais federais”.

Lisa Miller desapareceu em 2009 enquanto a equipe legal estava trabalhando no caso dela. De repente, ela não mais respondeu aos e-mails ou mensagens de telefone, e quando fizeram uma visita à residência dela, ela se fora, disse ele.

“Ela nunca deu a ninguém nenhuma indicação de seus planos”, disse Staver. “Ela foi aconselhada a obedecer às ordens do tribunal”.

Desde então, ela viajou primeiramente para o Canadá, então para a Nicarágua, e pode ainda estar vivendo ali.

Staver disse que o email citado no processo — um email de uma estudante, que também era funcionária da Universidade Liberdade, pedindo ajuda para Lisa Miller — nunca existiu.

“Isso é apenas tapeação”, disse ele.

Em sua reportagem, o jornal esquerdista The New York Timestratou da condenação do Pr. Kenneth Miller num julgamento em Burlington, Vermont. O júri decidiu que ele ajudou Lisa Miller em 2009 a evitar que sua filha fosse forçada pelo tribunal a receber visitas de Jenkins, com quem Lisa teve um relacionamento lésbico por algum tempo antes da separação em 2003.

O que também complicou o caso foi o fato de que as leis do estado de Vermont, onde Jenkins residia, e as leis do estado de Virgínia, onde Lisa Miller vivia, não coincidiam.

Na época, WND fez uma reportagem sobre o caso, inclusive quando um juiz de Vermont deu a decisão de que Jenkins, que durante muitos anos não teve envolvimento na vida de Isabella, deveria primeiramente ter o direito de visitar a filha biológica de Lisa e então receber custódia completa.

As organizações esquerdistas e homossexualistas ACLU e Fundo de Defesa Legal Lambada vinham exigindo que Lisa entregasse sua filha para Jenkins, que não tem nenhum relacionamento de sangue ou adoção com a menina.

Na Virgínia, a questão era se o estado da Virgínia tem a obrigação de fazer cumprir ordens de custódia e visitação de uma união de mesmo sexo feita em outro estado, Vermont. Staver argumentou na época que a lei e a constituição estadual da Virgínia expressamente proíbem o cumprimento de qualquer direito ou ordem originária de casamento de mesmo sexo, união civil ou parceria doméstica.

Nessa altura, Staver acredita que é provável que a questão tenha de ser resolvida pelo Supremo Tribunal dos EUA.

Lisa Miller havia se recusado a permitir que sua filha fosse entregue para visitas a Jenkins depois que a menina relatou ter sido forçada a tomar banho nua com a lésbica.

As decisões dos tribunais da Virgínia haviam declarado Lisa como a única mãe da menina.

A briga de custódia ficou complicada logo no início quando o advogado da lésbica na Virgínia se retirou do caso “depois que ele foi indiciado por obstruir a justiça e adulterar evidências com relação a um assassinato que ocorreu na casa dele, onde seu colega de universidade foi sodomizado e morto”, disse o Conselho de Liberdade.

Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Lesbian sues Liberty Univ. over missing ex-partner

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O que está levando a minoria homossexual a prevalecer sobre a maioria cristã

 

Julio Severo

A minoria homossexual perde numericamente para a vasta maioria cristã, mas cresce em poder político, legislativo, social e midiático, ameaçando uma dominação assustadoramente opressora.

A maioria — composta de cristãos, nominais ou não — fica parada e de boca aberta enquanto a minoria grita exigindo direitos. Seu grito essencialmente clama: “Sodomia já! Abaixo a normalidade sexual! Abaixo o casamento homem mulher! Viva o pênis no ânus!”

Esse grito é ecoado, até com patrocínio governamental, no Congresso Nacional, nos estados, nos municípios, nas escolas — e timidamente (por enquanto) em alguns seminários evangélicos liberais.

A maioria católica fica parada e de boca aberta porque de modo geral a Teologia da Libertação escravizou o espírito dos líderes católicos, que não sabem pensar e pregar nada além da cartilha socialista em suas missas. Com tal exemplo que vem de cima, os membros católicos são automaticamente programados para votar no PT e em outros políticos e partidos cuja marca registrada é o socialismo. Graças à predominante Teologia da Libertação entre os católicos, o PT governa hoje o Brasil, criando não só a vasta maioria dos projetos de lei de aborto e homossexualismo, mas também rejeitando os valores cristãos em nome do Estado laico.

Os evangélicos também estão parados e de boca aberta enquanto a minoria homossexual marcha e grita, exigindo direitos e privilégios. Tal como os católicos, muitos evangélicos também se prostraram diante dos deuses da Teologia da Libertação. Muitos pastores, bispos e outros líderes levaram suas ovelhas a abraçar o socialismo, apoiando Lula como se ele fosse algum tipo de Messias ou Salvador político dos pobres. Pobre maioria agora, diante da opressão das minorias!

Não é só diante da minoria homossexual que a maioria cristã está enfraquecida. Os cristãos estão também perdendo diante do adultério, pornografia e sexo livre, pecados que invadem seus lares através da televisão, principalmente novelas. Bastaria um simples e fácil boicote a esses programas de TV, mas a maioria cristã prefere ficar parada e de boca aberta!

Por que a maioria cristã está impotente diante do avanço feroz da minoria homossexual? A resposta, ainda que estranhamente, vem de dentro do próprio movimento homossexual! Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declara:

Estamos sendo julgados e condenados por igrejas em cujos quadros dirigentes encontramos ladrões, estupradores, pedófilos, traficantes de drogas, trambiqueiros, charlatões e toda a corja de aproveitadores a quem não restou outro golpe senão tapear a população ingênua e desesperançosa que precisa acreditar em milagres para sobreviver.

Pregam a virgindade pré-matrimonial, mas estão sempre envolvidos em relações clandestinas com suas ovelhas não-castas. Defendem a família e são incapazes de manter a sua.

Nenhuma das igrejas tem se mostrado pura o suficiente para trazer para a si a tarefa de educar nossos jovens e crianças. As igrejas não são confiáveis, fingem estar fincadas em bases teológicas e altruístas, mas dirigem suas ações com base nos aspectos econômicos que as sustentam e enriquecem seus padres e pastores. Graças à ingenuidade de milhares de infelizes cidadãos que os tornam cada dia mais ricos e poderosos.

Se Deus pôde usar um jumento no passado para repreender, por que é que ele não pode usar os jumentos de hoje com o mesmo propósito? A declaração forte do militante gay Oswaldo Braga mostra claramente o motivo por que a maioria cristã do Brasil está perdendo diante da minoria sodomítica. Não pode haver vitória para o acampamento de Deus enquanto Acã e seus pecados não forem tratados!

É certo que Deus promete bênção aos que obedecem. Mas também é igualmente certo que ele promete que por causa da desobediência de seu próprio povo ele permitirá que minorias opressoras e cruéis prevaleçam sobre a maioria que invoca hipocritamente o nome de Deus, sem nunca renunciar aos seus pecados.

“O SENHOR fará com que sejam derrotados pelos inimigos. Vocês atacarão juntos, em ordem, mas fugirão para todos os lados, em desordem. Todos os povos do mundo ficarão espantados quando souberem do que aconteceu com vocês”. (Deuteronômio 28:25 NTLH)

“Ficarei contra vocês e deixarei que sejam derrotados pelos inimigos. Eles os dominarão, e vocês fugirão mesmo quando ninguém os perseguir”. (Levítico 26:17 NTLH)

“Mil de vocês fugirão de um só inimigo que os atacar, cinco inimigos farão com que todos vocês fujam. Os poucos que restarem parecerão um mastro de bandeira sozinho no alto de um morro”. (Isaías 30:17 NTLH)

Esses avisos da Bíblia descrevem, literalmente, a situação dos cristãos no Brasil, onde o pecado deixou a maioria cristã fraca diante da minoria homossexual!

Que tipo de vitória esperamos no Congresso Nacional contra os projetos de aborto e homossexualismo (atuais e futuros) quando a bancada evangélica é composta de vários parlamentares culpados diante de Deus de adultério, prostituição, roubo, corrupção e apoio ao aborto?

Que tipo de vitória esperamos na sociedade quando nossas igrejas são compostas de vários bispos, pastores e outros líderes igualmente culpados diante de Deus de adultério, prostituição, roubo, corrupção, apoio ao aborto, pornografia e muitos outros vícios?

Enquanto esses líderes cristãos não se arrependem de suas prostituições, roubos e desonestidade, o juízo é inevitável. O movimento homossexual, o movimento socialista e o movimento feminista no tempo certo serão julgados por Deus — não antes de as igrejas e seus líderes sofrerem juízo:

“Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?” (1Pedro 4:17 ACF)

O movimento homossexual é essencialmente um movimento de pecados sexuais. O primeiro passo para se lidar eficazmente com o pecado é por meio do arrependimento. Sem arrependimento e renúncia genuína do pecado no meio cristão, como os pecadores do mundo virão ao arrependimento e renúncia de seus próprios pecados? Sem arrependimento e renúncia genuína do pecado no meio cristão, como os cristãos vencerão os movimentos de pecados que ameaçam a sociedade e as igrejas?

Enquanto não houver genuíno arrependimento e renúncia de pecados, a opressão da minoria homossexual e de outras minorias barulhentas será sempre uma ameaça para a maioria cristã.

Portanto, é hora de todos nós dobrarmos os joelhos e chorarmos diante de Deus pelas igrejas e seus líderes no Brasil. É hora de pedirmos perdão, em sincero arrependimento, e suplicar para que Deus traga quebrantamento para essas igrejas e seus líderes — antes que o juízo venha.

Nota importante em 1 de julho de 2012: Com base neste artigo, Toni Reis, o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros), enviou carta ofício ao Ministério Público Federal denunciando Julio Severo. Cópia da carta denúncia, enviada em 2007, pode ser acessada neste link.

Fonte: www.juliosevero.com

Livro “O Movimento Homossexual” agora disponível em e-book

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CQC questiona a oferta de cura aos homossexuais proposta pelos evangélicos

 

PorKeyla Cezini | Correspondente do The Christian Post

O programa CQC, TV Band, desta segunda-feira, 7, apresentou reportagem sobre o projeto da Bancada Evangélica que prevê a legalização do tratamento a homossexuais.

  • CQC

    (Foto:Divulgação/Band)

    CQC questiona a oferta de tratamento aos homossexuais

O projeto é do deputado João Campos (PSDB-GO), líder da Bancada Evangélica na Câmara. Ele prevê que intuições tenham permissão para oferecer tratamento aos homossexuais que queiram se “curar”.

A questão ganhou destaque na mídia depois que a psicóloga Marisa Lobo recebeu intimação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná para que retirasse de suas redes sociais e sites pessoais todas as frases religiosas.

A psicóloga é acusada por ativistas gays de oferecer cura ao homossexualismo. Segundo o Conselho, a decisão foi tomada por que não pode haver vínculo entre a religião e a profissão.

Em entrevista ao CQC, Marisa afirmou que não mudará sua orientação de fé. Ao ser questionada se o mundo ideal seria sem homossexuais, ela respondeu que isso é utópico e que o mundo ideal para ela é aquele sem ladrões, estupradores, assassinos, referindo-se aos mandamentos expostos na Bíblia.

Também participaram da reportagem, a fundadora da igreja Cidade Refúgio, Lanna Holder, o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) e o pastor Robson, ex-homossexual.

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Lanna Holder contou já ter feito de tudo para se livrar do homossexualismo e que, mesmo quando era casada, tinha que relutar contra seus desejos. Hoje ela vive com Rosania Rocha e administra a igreja que fundou, a Cidade Refúgio, primeira igreja do Brasil voltada aos homossexuais.

Durante a entrevista, Lanna questiona, com um tom de sarcasmo, “Tem coisa melhor que mulher?”.

O deputado Jean Wyllys declarou-se indignado com o projeto da bancada evangélica. Segundo o parlamentar, as clínicas de terapêuticas usam métodos violentos contra os homossexuais, que incluem violência psicológica e física.

Já o pastor Robson defendeu que é possível um homossexual tornar-se heterossexual e disse que afirma isso porque aconteceu com ele. Hoje Robson é casado e tem filhos.

A reportagem não apresentou entrevista com alguém que já tivesse passado por tratamento nesse tipo de clínica ou que apresentasse uma outra versão para como é o tratamento.