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Grave denúncia: Ditadura tentou matar Brizola e culpar Igreja Católica com ajuda da Maçonaria

 Não existe injustiça, E sendo assim, Deus seria um grande incompetente, pois, não teria controle sobre sua criação. “A vingança é minha, disse o senhor”, usando os homens para impor sua justiça.

Por Carlos Martins e Leonardo C. Santos

Assassinato não aconteceu, mas Cláudio Antônio Guerra revela que se disfarçou de padre durante ação contra ex-líder de esquerda….

O ex-delegado do DOPS (Departamento de Ordem Político Social) do Espírito Santo, Cláudio Antônio Guerra, revela no livro “Memórias de uma Guerra Suja” que se disfarçou de padre para tentar assassinar Leonel Brizola, fundador do PDT e um dos líderes da resistência contra a ditadura militar. O disfarce era uma estratégia para responsabilizar a Igreja Católica pelo atentado.

Segundo Guerra, a operação foi comandada pelo coronel de Exército Freddie Perdigão (Serviço Nacional de Informações – SNI) e pelo comandante Antônio Vieira (Centro de Informações da Marinha – Cenimar). “Os militares também andavam muito aborrecidos com a Igreja Católica, que estava se alinhando à esquerda, pela abertura política”, afirma Guerra. Perdigão e Vieira também estavam à frente do atentado ao Riocentro (Leia a Direita Explosiva do Brasil autor: José Amaral Argolo).

Guerra levava também uma pasta com um revólver calibre 45. A arma era a preferida dos cubanos. A intenção também era ligar o governo de Fidel Castro ao assassinato. “Eu me lembro do boato de que Fidel Castro estava aborrecido por Brizola ter ficado com o dinheiro enviado por Cuba para financiar a guerrilha do Caparaó (o primeiro movimento de luta armada contra a ditadura militar). Os militares estimulavam esses boatos nos quartéis e entre nós”, revela Guerra. “Com o retorno de Brizola, os comentários sobre o dinheiro de Fidel apareciam aqui e ali”.

“O objetivo (do atentado) era implicar a Igreja Católica – resolveríamos dois problemas de uma vez só – e envolver os cubanos, insatisfeitos com a suspeita de desvio de verba para a guerrilha do Caparaó; daí a arma calibre 45”, aponta. “O objetivo, como sempre, era tumultuar o processo de redemocratização do Brasil”, reafirma o ex-delegado em depoimento ao jornalistas Rogério Medeiros e Marcelo Netto no livro que acaba de ser publicado pela editora Topbooks.


Plano
A tentativa de assassinato ocorreu quando Brizola morava em Copacabana, no Rio de Janeiro. A data é incerta. Guerra conta que foi entre “a chegada dele do exílio, em 1979 e antes da demissão do chefe da Casa Civil, Golbery do Couto e Silva” em 1981. O ex-delegado afirma no livro que se hospedou no Hotel Apa, na rua República do Peru. O hotel existe até hoje. Ele se registrou com identidade e CPF falsos, concedidos pela Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro na época. “Quando precisava incorporar um personagem para realizar uma missão, eles forneciam tudo: CPF, identidade, tudo”, relata.

O ex-delegado revela no livro “Memórias de uma Guerra Suja” foi até a porta do prédio onde Brizola montado na garupa de uma moto conduzida pelo tenente Molina, um militar do Cenimar. Normalmente o líder de esquerda saía de casa “um pouco antes do meio-dia”, pelas informações do SNI repassadas ao ex-delegado do DOPS. Naquele dia, Brizola não desceu e o atentado foi abortado. “Havia o interesse da comunidade de informações em eliminar Brizola, só que depois houve um retrocesso, uma mudança”, afirma Guerra.

Brizola sofreu uma tentativa de assassinato no Hotel Everest, no Rio de Janeiro, em 18 de janeiro de 1980, quatro meses depois de chegar do exílio. Uma bomba foi deixada na porta do apartamento do líder de esquerda mas desativada em seguida.

Hoje alega pertencer a Igreja Assembleia de Deus, ser Ex- Maçon. do grau 18, revelado então pelo então Titulado Pastor e Missionário da Igreja Batista Dr. Pedroza, que vem dando seu testemunho pelo Brasil, alegando estar sendo Perseguido pela MAÇONARIA, assim como Doutor Pedroza também.  Creio que o Evangelho, ou seja, a Palavra de D’us transforma e modifica o Homem, porém, ele alega ter cumprido ordens de MAÇONS do exército.

Alegando também que, quem planejou o golpe de 1964 e instalou a NOVA ORDEM MUNDIAL no Brasil, foi o MAÇOM general Golbery do Couto e Silva, sabendo que o Golpe seria dado pelos COMUNISTAS, que estão até hoje no PODER, então os MILTARES, deram um CONTRA GOLPE DE 64.

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O CLÁUDIO soltou bomba na casa do MAÇOM Roberto Marinho a pedido do próprio Roberto Marinho, para incriminar o povo brasileiro de SUBVERSIVOS e aumentar as perseguições e torturas às pessoas que eram contra o golpe que assaltava a democracia brasileira, que roubava os bens dos brasileiros para os maçons.

O Cláudio também, a pedido dos militares maçonaria, participou do plano covarde de soltar bomba em cima dos estudantes no dia 1 de maio, dia dos iluminati, no Rio Centro e, por misericórdia de Deus, explica o Cláudio Guerra: uma descarga elétrica do fio de alta tensão explodiu a bomba que estava no colo do militar bandido no puma dirigido por outro bandido que ainda está solto. O Mesmo alega que até hoje a MAÇONARIA não sabia quem tinha soltado as bombas no Rio Centro.  (Leia o Livro a Direita Explosiva do Brasil – Autor: José Amaral Argolo)

Os cadáveres de centenas de brasileiros não encontrados, eram levados para a usina de açúcar de Campos RJ de propriedade do vice governador do Rio, onde eram cremados corpos torturados pela MAÇONARIA por seus capatazes, em nome das FORÇAS ARMADAS que queriam denegrir. Exatamente como fazia o maçom cavaleiro templário Adolf Hitler.

Hoje o Pr Dr Cláudio Guerra alega ser um homem de Deus ouvindo conselhos de terceiros para denunciar a si próprio e a Maçonaria. Alega que existem por aí um muitos “pastores “EX TUDO que fizeram as piores desgraças contra o Brasil e os brasileiros sob domínio do Mal. Ao se “regenerarem” viram ILUSTRES COVARDES que só sabem cobrar dízimo e ofertas e não tem coragem para falar contra o maior sistema bandido do mundo, que são as sociedades secretas. Será ????

Vocês agora aprenderam porque as SOCIEDADES SECRETAS TEM QUE SER SECRETAS? É máfia de Giuseppe Mazzine desde 1870, enquanto as coisas de Deus são abertas, livres, transparentes.

ESCRACHEM OS SEUS IRMÃOS MAÇONS ROBERTO MARINHO, GOLBERY DO COUTO E SILVA, O PERDIGÃO E TODOS OS MILITARES MAÇONS QUE TENTAM SUJAR A DIGNA FORÇAS ARMADAS. ESCRACHEM OS SEUS IRMÃOS MAÇONS NOS QUARTEIS DA POLÍCIA QUE PARTICIPAM DO CONTROLE INTERNACIONAL DO TRÁFICO DE DROGAS (terceiro volume do livro Scarlet and The Beast de John Daniel – 220 pag).

ESCRACHEM TAMBÉM A MÁFIA MÉDICA, DENUNCIEM O TRÁFICO DE ORGÃOS, DE CRIANÇAS, FARMÁCIA, HOSPITAIS E CLINICAS DE ABORTOS, A CÚPULA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA…..

Estes mesmo bandidos do antigo clube do Pr Dr Cláudio Guerra, MAÇONARIA, no dia 11 de setembro de 1826 COVARDEMENTE , mais de 30 maçons sacrificaram nos Estados Unidos os ex maçom capitão William Morgam SOB ACUSAÇÃO DA DÍVIDA DE UM DOLAR.. Castigo de Deus: fecharam 2 mil lojas. Caiu a 5% do total. ainda não era o tempo de Deus de acabar com esta raça de víbora, adoradores da serpente orobós.

Acorda Brasil!
Os maiores bandidos e corruptos do Brasil são maçons: PAULO MALUF, JOSE SERRA, FHC, SARNEY, ANTONIO CARLOS MAGALHÃES, ROBERTO MARINHO, FERNANDO COLLOR, JOSE SARNEY, JOSÉ ROBERTO ARRUDA, BISPO MACEDO, SILAS MALAFAIA, GUILHERMINO CUNHA, MANOEL FERREIRA, PAULO CESAR BRITO DA MARANTA, MIGUEL ANJO DA CRISTO VIVE, NILSON DO AMARAL FANINI, FAUSTO AGUIAR DE VASCONCELOS, JOSÉ WELLINGTON BEZERRA, ETC…..

O Intitulado Pastor Dr. Pedroza, Continua pagando mil reais por qualquer artigo contra maçonaria destes “pastores” MAÇONS que não se dizem maçons. Alega ter um questionário para eles preencherem ha 5 anos e nunca responderam uma das 60 perguntas. Dr. Pedroza continua pagando mil reais pelo RESULTADO DA CPI DO NARCOTRÁFICO DIRIGIDA PELO PASTOR BATISTA SENADOR MAGNO MALTA. Ele se acovardou porque as nossas lideranças evangélicas da igreja de laodicéia que Deus vai vomitar, recebem a sua prosperidade do tráfico internacional de drogas controlada pela honrosa maçonaria, assim diz Dr. Pedroza, porém, CADÊ AS PROVAS ???

ORDO AB CHAO – A ORDEM MAÇÔNICA ESTABELECIDA EM CIMA DO CAOS

Diretores e chefes de serviços maçons, tipo O ANTIGO CLÁUDIO GUERRA, cumprem ordens DA ÖRDEM” MAÇÔNICA para levarem à falências empresa públicas ( Petrobrás, Vale do Rio Doce, Ligth, embratel, et ) , OS HOSPITAIS E ESCOLAS PUBLICAS DO POBRES, ETC para entregarem aos banqueiros da maçonaria como o MAÇOM DANIEL DANTAS que reparte os espólios do Brasil com a ELITE PODRE DE INTELECTUAIS DE MERDA NENHUMA COMO O FHC E OS ACIMA CITADOS.

Depois de levarem todas as riquezas do Brasil, fazem o filme quebrando o tabú para legalizar as drogas para os brasileiros.

” A Luta Armada não deu certo, e agora eles pedem indenização ?!?Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas sim um investimento.”(risos)….
Carlos Martins
Leonardo C. Santos
Teólogos – Pesquisadores – Escritores

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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IGREJA TEMPLÁRIA DE CRISTO

RELIGIOSIDADE

Templo atrai multidão a culto, inspirado por contato sobrenatural

A Igreja Templária de Cristo na Terra, sediada em São Paulo, tem atraído cerca de 10 mil pessoas pregando uma religião que mistura cristianismo com Reiki, Ioga e passes espíritas.

Criada por Walter Sandro Pereira da Silva, que se auto intitulou apóstolo, o ministério surgiu depois de vários encontros com o Arcanjo Miguel. O religioso conta que desde os dois anos e meio tem visões com o anjo que lhe dá conselhos e revela caminhos.

Foi o Arcanjo Miguel quem lhe mostrou o caminho para se tornar um corretor de seguros, palestrante motivacional e agora apóstolo. “O Arcanjo Miguel materializou-se e disse para eu abrir a igreja. Foi tão forte que tive uma crise de cálculo renal. Fui ao banheiro e ele veio e disse pra botar a mão na urina. Eu pus. E saiu uma pedra do tamanho de meio grão de feijão”, disse o religioso.

Na Igreja Templária de Cristo na Terra o líder maior não pode se casar e vive humildemente em uma casa na cidade de São Bernardo do Campo, ele não pode se casar e vive com nove ministros, sua mãe e cerca de 80 cães e gatos que foram resgatados das ruas, essa é uma das obras da igreja.

Para atender os fiéis ele disponibiliza uma operação de telemarketing, 20 pessoas se revezam para atender 3 mil ligações todos os dias com pedidos de orações diversos.

O templo sede onde o apóstolo Walter ministra há 44 salas, nelas encontram-se símbolos diversos como uma cruz, um Buda, faraós e até santos católicos. Mas o que chama mesmo a atenção dos “templários” e o evento que acontece mensalmente chamado de “Vale do Sal”, toneladas de sal desenham um caminho por onde milhares de pessoas passam pedindo libertação e cura.

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Esse sincretismo religioso tem um motivo: lutar pelo fim do preconceito. “Não temos nenhum”, garante o apóstolo que já tem filiais da igreja no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Esses templos são sustentados por doações.

“A pessoa não paga. Ela doa”, adianta ele. Na Igreja Templária os fiéis fazem doações pelo “Carnê de Gratidão” que tem o valor de R$33,00. Quem paga esse valor ganha o número do celular de um dos mestres para poder ligar quando quiser.

É com essas doações que ele consegue manter um programa no Canal UHF 58 e já juntou R$120 mil para comprar um canal próprio que vai divulgar a mensagem da Igreja Templária

Data: 16/5/2012 09:21:30
Fonte: Carta Capital

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As inserções fotográficas foram inseridas pelo autor do site

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é, ex-maçon e autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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A CAMÔRRA DE CIMA ……

"Somente os líderes corruptos e ineptos servem a MAÇONARIA E A ISRAEL”

“Para se candidatarem e conduzirem os destinos do país como FANTOCHES nas mãos do KAHAL ou do

GOVERNO MUNDIAL INVISÍVEL”

Miquéias 3 – 1 ao 7

1 E DISSE eu: Ouvi, peço-vos, ó chefes de Jacó, e vós, príncipes da casa de Israel; não é a vós que pertence saber o juízo?
2 A vós que odiais o bem, e amais o mal, que arrancais a pele de cima deles, e a carne de cima dos seus ossos.
3 E que comeis a carne do meu povo, e lhes arrancais a pele, e lhes esmiuçais os ossos, e os repartis como para a panela e como carne dentro do caldeirão.
4 Então clamarão ao SENHOR, mas não os ouvirá; antes esconderá deles a sua face naquele tempo, visto que eles fizeram mal nas suas obras.
5 Assim diz o SENHOR acerca dos profetas que fazem errar o meu povo, que mordem com os seus dentes, e clamam paz; mas contra aquele que nada lhes dá na boca preparam guerra.
6 Portanto, se vos fará noite sem visão, e tereis trevas sem adivinhação, e pôr-se-á o sol sobre os profetas, e o dia sobre eles se enegrecerá.
7 E os videntes se envergonharão, e os adivinhadores se confundirão; sim, todos eles cobrirão os seus lábios, porque não haverá resposta de Deus.
                     Miquéias 7 – 1 ao 12
1 AI de mim! porque estou feito como as colheitas de frutas do verão, como os rabiscos da vindima; não há cacho de uvas para comer, nem figos temporãos que a minha alma deseja.
2 Já pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja justo; todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com a rede,
3 As suas mãos fazem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles tecem o mal.
4 O melhor deles é como um espinho; o mais reto é pior do que a sebe de espinhos; veio o dia dos teus vigias, veio o dia da tua punição; agora será a sua confusão.
5 Não creiais no amigo, nem confieis no vosso guia; daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca.
6 Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.
7 Eu, porém, olharei para o SENHOR; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá.
8 Ó inimiga minha, não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei; se morar nas trevas, o SENHOR será a minha luz.
9 Sofrerei a ira do SENHOR, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa, e execute o meu direito; ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça.
10  E a minha inimiga verá isso, e cobri-la-á a vergonha, que me diz: Onde está o SENHOR teu Deus? Os meus olhos a contemplarão; agora será ela pisada como a lama das ruas.
11  No dia em que reedificar os teus muros, nesse dia estará longe e dilatado o estatuto.
12  Naquele dia virá a ti, desde a Assíria e das cidades fortificadas, e das cidades fortificadas até ao rio, e do mar até ao mar, e da montanha até à montanha.
Os Homens que governam, politizam, e administram são verdadeiros títeres nas mãos da FORÇA OCULTA. Por isso, certos homens não caem nunca, derrubados hoje pela conveniência do momento, são reabilitados amanhã pela imprensa obediente ao poder ignorado e novamente guindados as posições. O povo Brasileiro vê todos esses Médicos, Engenheiros, e Bacharéis e doutores da BUCHA OU MAÇONARIA OU SATANISTAS e suas congêneres, não as vê, porém, e elas tudo manobram……
A CAMÔRRA DE CIMA tem dominado o país da seguinte maneira: A soberania nacional reside no "SENADO e na CÂMARA". Ora, a associação secreta introduz nos locais os números de BUCHEIROS, MAÇONS, SATANISTAS para sugestionar os outros, dominando-os e dirigindo-os.
Em pesquisa descobrimos uma confissão do Irmão SR. BLATIN, Deputado em 1888:
" ORGANIZAMOS NO SEIO DO PARLAMENTO UM VERDADEIRO SINDICATO DE MAÇONS E JÁ ME ACONTECEU, NÃO DESTA VEZ, MAIS CEM VEZES, OBTER INTERVENÇÕES VERDADEIRAMENTE EFICAZES JUNTO AOS PODERES PÚBLICOS."
A camôrra invade também a justiça e é este o triste quadro. Quando se tem um processo contra o Estado, contra uma autoridade arbitraria, contra um membro da Bucha ou Maçonaria, é um juiz Bucheiro ou Maçônico que vai julgar.
O público ignora a existência dessa COMPARSARIA SECRETA. O interessado no pleito não pode saber que o MAGISTRADO veio de uma FACULDADE onde se escravizou ao poder oculto que o encarreirou e o protege.
Que garantia pode ter o Povo Brasileiro contra essa monstruosa CAMÔRRA???? Sua mão oculta está em todas as intrigas, conchavos e revoluções. A invisível mão, a do poder oculto….. e por aí eles resolvem nos matar, engessar e fazer de nós os próprios artífices da nossa ruína…… Nossas almas, privadas do antigo ideal, se abaixam para o solo.
Infelizmente vivemos em um universo em que as fábulas, as mentiras e as calúnias têm sido a ferramenta de trabalho de inescrupulosos mercantilistas. O mais Sábio de todos os sábios conhecidos pela humanidade revelou a fórmula secreta:
"E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ (JOÃO 8.32), PALAVRAS DO SENHOR JESUS CRISTO!!!!
“A CAMORRA DE CIMA”
Toda evolução política do Brasil vem há muito tempo sendo controlada e impulsionada por uma Associação Secreta que hoje ameaça novamente sugjulgar o povo brasileiro, suicando todo o anseio de liberdade das massas.
Esta Associação, fundada nos moldes da já existente desde 1815, na Alemanha, aqui foi criada pelo exilado político Julius Frank, fugido da Alemanha e perseguido por suas idéias sociais Marxistas, amigo de Carlos Marx, é o seu túmulo venearado na Fraculdade de Dreito de São Paulo, pois foi nesse meio que ele escolheu para estabelecê-la, como uma associação de estudantes. É a cópia fiel da Associação Alemã. Até o nome foi conservado. Por ele vê-se perfeitamente a sua finalidade: BRUSCHENSCHAFT, que quer dizer CONFRARIA DE CAMARADAS. Camaradas foi sempre a designação usada pelos adeptos do comunismo. A sua estrutura é a mesma da Associação alemã: Conta três gáus: Catecumenos, Crentes e Apóstolos, dos quais são eleitos três para a sua suprema direção, que é vitalícia.
Os estudantes são selecionados nos seus dois primeiros anos de curso iniciado geralmente no terceiro ano. É uma sociedade rigorosamente secreta. O estudante escolhido para fazer parte da confraria é convidado para assistir a sua festa por dois ou três colegas, e a vir trajado a rigor. No dia determinado os colegas vão buscá-lo e aí tomam o compromisso sagrado pelo qual respondem com a vida, se por ventura fale sequer sobre o que lhe vai ser revelado. Mesmo que, uma vez exposto os seus fins, dela não queria ser parte.
Os fins aparentes são resumidos na sua fórmula fundamental de abertura das seções: FÉ – ESPERANÇA – CARIDADE.
FÉ, na ciência e a divulgação; fé na socieade para a qual pelo resto da vida estará ligado, sob terríveis juramentos; fé na sua proteção, pois terão para consquista de posições todas as facilidades.
ESPERANÇA, em serem sempre os senhores deste maravilhoso tonel e desta enorme população de ignorantes, onde eles são a verdadeira aristocracia.
CARIDADE, auxílio mútuo, em todas as emergências da vida, ao camarada.
Com o correr do tempo, simplificou-se o nme da confraria e ficou conhecida pelo nome de “BUCHA”
A “BUCHA” dirigia os estudantes através do Centro XI de Agosto. Todos os seus presidentes foram bucheiros, pertencentes ao apostolado e ao conselho dos doze, até que oposição acadêmica conseguiu vender a “BUCHA”, elegendo a direito do Centro para 1926 e trazendo para o domínio público o conhecimento da existênci dessa terrível camorra.
Tem ela em ela em suas mãos todos os altos poderes do Estado.
A ela devemos algumas campanhas na evolução política do Brasil, até 1922; assim a palavra de ordem foi dada para a campnaha abolicionista, para a proclamação da República, para o serviço militar obrigatório.
Quando se fundou o Centro Acabdêmico compunham a suprema direção da “BUCHA” os senhores: Pedro Lessa, Frederico Vergueiro Steidel, e Raphael Smapio, todos catedráticos da Faculdade; era chefe supremo o sr. Pedro Lessa. Por morte deste assumiu a direção o sr. Steidel.
Com a extraordinária expansão do país, achou Vergueiro Steidel conveniente fazer a explansão da “BUCHA”, estabelecendo-a em outras Escolas Superiores. Assim, propagou-se para a Esocla Politécnica e Faculdade de Medicina de São Paulo.
Foi ela quem fechou a Universidade de São Paulo.
Parte dela a oposição movida contra os engenheiros do Mackenzie College que encontram todos os entraves possíveis para venderem na vida. Vem cuminar esta oposição com o recente decreto do Governo Provisóiro invalidando diploma de engenheiro fornecido por esta escola.
Resolveu também Vergueiro Steidel criar um corpo externo que combatesse pleo programa da “BUCHA”. Fundou-se então a Liga Nacionalista propagando o voto secreto.
Já os anseios do povo brasilerio eram fortes para a sua libertação política e social: a “B UCHA”, com a fundação da Liga Nacionalista e Campnha do Voto Secreto, lançava uma máscara ao povo, tapenado-o na sua revolta contra os dominadores. Era o voto secreto para a Liga Nacionaista, a panacéia que haviera de regenerar as imoralidades administrativas e políticas, quase todas praticadas por membros da camorra.
O polvo bucheiro dominava discrecionariamente o Brasil todo. Tal o seu poder que o Barão do Rio Branco, homem de maior veneração dos brasileiros no período republicano, teve de vir a São Paulo responder perante a “BUCHA” por ter inconscientemente conversado sobre ela com um amigo que julgou ser também da confraria. Isto em 1905;
O grande Pinheiro Machado, pagou com a vida o ter-se oposto ás ordens da “BUCHA”. Foi por esta assassinado. Manso Paiva não foi mais que instrumento inconsciente.
O ridículo e o oprobio cobriram o Marechal Hermes da Fonseca: era um Presidente não bucheiro. Teve que suportar todo o peso da camorra.
A “BUCHA” mata quem se lhe opõe ou divulga o seu conhecimento!
Moacyr Pisa quis enfretá-la e foi por ela morto. Seu irmão silenciou por conveniência política.
Quando algum profado alegava imprevistamente ter conhecimento da “Bucha”, era forçado a calar-se ou ser iniciado, dizendo-se, então, na gíria bucheira, que tinha entrado pela janela. Foi o que aconteceu ao atual chefe de polícia, Thyrson Martins, que, quando ofi pela primera vez chefe de polícia em São Paulo, teve ciência, por seus inspetores de que havia reuniões secretas na rua da Liberdade; estávamos já em pleno período de intranquilidade. Abava de realizar-se a greve dos operários do Bras e da Moóca, greve que foi sufocada a metralhadora. Era presidente do Estado do bspo civil de São Paulo, Altino Arantes, representante do cleo junto a “BUCHA”.
Thyrson Martins, homem corajoso, quis pessoalmente dirigir a diligência. Dado o cerco a casa, ele em pessoa fez abrir a porta em nome da polícia e qual não foi o seu espanto, quando lhe apareceu o secretário da justiça, o estão Elou Chaves, encasacado e também o beatífico queixo do sr. Altino Arantes, presidente do Estado.
Caira o Sr. Thyrson Martins em cheio na “BUCHA”. Resultado: entrou pela janela, sendo iniciado nessa mesma noite; depois de ter dispensado os seus inspetores. A grei estava toda reunida: Steidel, Rapahel Sampai, Reynaldo Porchat. Quem deu as boas vindas ao neófito, foi o orador oficial da “BUCHA” na época, o dr. Lino Moreira, genro do atual interventor de São Paulo, Pedro de Toledo. Vejam bem por aí a missão de Pedro de Toledo em São Paulo. Como bom bucheiro restabeleceu o domínio absoluto da “BUCHA”.
É hoje o sr. Thyrson Martins um dos seus apóstolos. Os anseios de liberdade do povo são sempre abafados pela camorra e de uma maneira magistral.
Fazem com que as oposições sejam chefiadas pelos bucheiros; assim o povo, na sua ignorância, julga ter chefes quando não tem mais do que traídores. A campanha da Liga Nacionalista pelo voto secreto é o princípio de tomada de posições para desviar os anseios do povo.
Chegamos em pleno regime revolucionário. Temos a revlução de 1924 em São Paulo. parece como um de seus chefes civis o Dr. José Carlos de Macedo Soares, influenciando e anulando o bravo e generoso general Izidoro Dias Lopes. Para valizarmos a hiporcrisia deste bucheiro graduado, ex-presidente do Centro Acadêmico, basta notarmos que, sendo ele chefe civil de uma revolução, foi quem escondeu em sua cas Sylvio de Campos e irmandade. Foi desde então o fiscal destacado pela Câmara conta Izidoro e vemos como, depois de 1930, consegue anular a ação do general Izidoro, incotestavelmente um dos ídolos de São Paulo. Acabada a obra de destuição de Izidoro; ei-lo gozando as delícias de uma embaixada. “
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   O desavisado que perambular pelo térreo da Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco, centro de São Paulo, por certo estranhará um obelisco plantado em meio ao mais ermo e silencioso de seus pátios. Curioso, notará as alegorias funerárias: tochas em cantaria e demais elementos em bronze, como a placa em latim anunciando que, sob aquelas pedras centenárias, encontra-se enterrado o corpo de um professor, morto de pneumonia em 1841. Júlio Frank, nascido em 1808 — e não em 1809, como consta no túmulo —, seria o criador da
Burschenschaft Paulista, também conhecida como Bucha, ou simplesmente B. P., uma organização formada por estudantes da velha São Francisco. Nascida como uma maçonaria estudantil cujos membros, com o tempo, vieram a ocupar postos-chave no governo, a Bucha passou a atuar fortemente na política brasileira até a queda, em 1930, de Washington Luís (1869-1957), o último presidente bucheiro do Brasil, ao menos que se saiba…
Júlio Frank era um estudante universitário alemão que veio fugido para o Brasil. Envolvera-se em brigas e dívidas durante seu curso na Universidade de Göttingen. Chegou ao Rio de Janeiro em 1831, logo após a abdicação de d. Pedro I. Em 14 de julho partiu para São Paulo. Estabeleceu-se, inicialmente, na colônia alemã da Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema, atual Iperó, de onde seguiu para Sorocaba. De caixeiro, passou a dar aulas particulares aos jovens que queriam prestar concurso para o Curso Anexo da Academia de Direito de São Paulo, espécie de preparatório para a faculdade. Protegido pelo influente político liberal sorocabano Rafael Tobias de Aguiar (1795-1857), mudou-se para São Paulo. Deu aulas em repúblicas estudantis até ser contratado em 1834 pelo próprio protetor, presidente da Província, como professor de História e Geografia no Curso Anexo.
O contato diário com os alunos influenciou a formação da sociedade secreta estudantil Burschenschaft (Sociedade de Camaradas). Embasada em ideais liberais e antiabsolutistas, com os quais Frank teve contato no seu tempo de estudante, a Bucha, inicialmente, auxiliava estudantes sem recursos, mas com potencial e vontade de estudar, de modo velado, sem que se soubesse quem eram seus protetores. Com o passar do tempo, a organização extrapolou as arcadas do velho convento franciscano: conforme iam se formando, granjeando cargos importantes, os ex-alunos buscavam colocações para os que estavam terminando o curso. O ideal inicial também foi sendo modificado: no início, a organização era liberal, abolicionista e republicana; porém, arrefecendo-se os ardores juvenis e conforme seus integrantes eram absorvidos pela burocracia governamental, passou a contar com membros conservadores, escravocratas e monarquistas.
Os discípulos de Frank criaram uma estrutura dividida em graus e assim organizaram a Bucha dentro e fora da São Francisco: na faculdade, ela era constituída por Catecúmenos, Crentes e Doze Apóstolos; fora, por Chefes Supremos e o Conselho dos Divinos. Seus membros eram escolhidos entre os estudantes que se destacassem por sua firmeza de caráter, espírito filantrópico, amor à liberdade e aos estudos.
Durante a República Velha, acredita-se, não havia ministro, juiz, ou mesmo candidato à presidência da República, que tomasse posse, ou fosse indicado, sem prévia deliberação pelo Conselho dos Divinos.
O líder estudantil da Bucha era o chaveiro, um estudante do quinto ano. Próximo ao final do período letivo, uma velha chave era pendurada, a cada dia, em um pilar das Arcadas. No último, acontecia uma grande festa, que durante a República Velha contava com a presença do presidente da República, do presidente da Província, do prefeito, de ministros e juízes do Supremo. O jornal O Estado de São Paulo, cujo diretor, Júlio Mesquita Filho (1892-1962), foi um chaveiro, dava ampla cobertura. A banda da polícia tocava, havia banquete, e nessa ocasião a chave era passada do estudante que estava se formando para um do quarto ano.
A história da faculdade revela que mais de um estudante, por diversos motivos, ao não conseguir completar seus exames, transferia-se para a faculdade de Recife — também criada pela lei de 1827 e trazida de Olinda. Para lá teriam levado os princípios da Bucha, influenciando a criação da Tugendbund (União e Virtude).
Durante algum tempo, no subsolo do prédio construído para ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios, onde hoje está a Pinacoteca do Estado, foram realizadas reuniões da Bucha, onde políticos de influência nacional prestavam-se aos rituais românticos da sociedade das Arcadas. Conta-se que durante a 1ª Guerra um delegado, vendo a estranha movimentação no Jardim da Luz, e pensando tratar-se de espiões alemães, invadiu uma reunião, dando voz de prisão a um grupo fantasiado. A ordem foi rapidamente revogada pelo próprio presidente da Província, um dos presentes a essa reunião da Bucha, juntamente com o prefeito. O delegado foi iniciado como bucheiro para preservar o segredo da instituição.
Os bucheiros atuaram na criação da Liga Nacionalista, inspirada nos ideais do poeta Olavo Bilac (1865-1918). A Liga, entre outras coisas, pregava a melhoria e a ampliação da instrução pública no Brasil. Fundada em 1917 pelo professor Vergueiro Steidel (1867-1926), da São Francisco, e tendo como presidente honorário o “Príncipe dos Poetas”, a Liga colaborou ativamente, até mais que o próprio governo, durante a catastrófica passagem de Washington Luís pela prefeitura paulistana. O período ficou conhecido como os cinco gg: Gripe, Guerra, Greve, Geada e Gafanhoto.
A Liga ajudou a montar hospitais e cuidar das viúvas e órfãos durante a epidemia da Gripe Espanhola. A Liga Nacionalista, braço da Bucha perante a sociedade paulista e brasileira, aglutinou na sua direção membros da Faculdade de Medicina e da Politécnica. Estas possuíam também suas próprias organizações estudantis, coirmãs da Bucha: a Jungendschaft (União da Mocidade), na Medicina, e a Landmanschaft (sociedade das pessoas de um mesmo campo), na Politécnica.
A decadência da Bucha começou com a ordem do presidente Arthur Bernardes (1875-1955) de proibir o funcionamento da Liga Nacionalista, após a revolução tenentista de 1924 em São Paulo. Tanto a Liga quanto a Bucha, aliadas à Associação Comercial de São Paulo, chefiada então pelo ex-chaveiro José Carlos Macedo Soares (1883-1968), tiveram importante papel na proteção do povo e na tentativa de abastecimento da capital durante o cerco das tropas legalistas, e foram punidas por isso. Outro fator que causou a decadência da Bucha foi a distorção dos seus valores iniciais. Dentro das Arcadas, com a criação do Centro Acadêmico XI de Agosto, uma instituição forte, com dotação própria, a benemerência da Bucha transformou-se em moeda de troca: quem votasse na chapa de membros bucheiros para a diretoria do grêmio receberia boas indicações e facilidades para sua vida profissional extramuros; quem não apoiasse a chapa estaria fora dos conchavos políticos. Isso causou indignação de uma facção de alunos, que passaram a combater a Bucha dentro do local de seu nascimento. O Partido Republicano Paulista, órgão político dominado pelos bucheiros, rachou em 1926 com a criação do Partido Democrático Paulista, formado em grande parte por ex-integrantes da Liga Nacionalista, que se colocariam ao lado da Aliança Liberal contra o PRP, em 1930.
A importância dos membros da Bucha na política, na diplomacia e no direito pode ser resumida em uma história. Quando a polícia política do Estado Novo invadiu a Faculdade de Direito, apreendeu documentos da Bucha e os enviou a Getúlio Vargas (1882-1954). Este, ao tomar conhecimento das pessoas envolvidas, teria resolvido deixar a questão de lado: não seria possível governar o Brasil sem eles. Outro político famoso, Carlos Lacerda (1914-1977), ao ter acesso a documentos da Bucha, afirmou, a respeito da história dessa sociedade, que “ou se tem o mínimo de documentação, ou não adianta contar, porque vão pensar que é um romance”.
Carlos Martins