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Illuminati – um estudo especial

 

 

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lluminati, no latim arcaico Illvminati, plural do latim Illuminatus (aquele que é iluminado), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos, outros modernos, poucos verdadeiros e muitos fictícios. Mais comumente, contudo, o termo Illuminati tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera. Usos alegados e fictícios do termo referem-se a uma organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O nome Illuminati é algumas vezes empregado como sinônimo de Nova Ordem Mundial.

Origens do nome

Dado que Illuminati significa literalmente “os iluminados” em latim, é natural que diversos grupos históricos, não relacionados entre si, se tenham autodenominados de Illuminati. Frequentemente, faziam isso alegando possuir textos gnósticos ou outras informações arcanas (secretas) não disponíveis ao grande público. A designação Illuminati esteve em uso também desde o século XIV pelos Brethren of the Free Spirit (Irmãos do Espírito Livre), e no século XV o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada mas secreta, mas de dentro, como resultado de um estado alterado de consciência, ou “iluminismo”, ou seja, esclarecimento espiritual e psíquico. Sociedade secreta tambem referida no Livro do autor Dan Brown “Anjos e Demônios”.

Os alumbrados na Espanha

Os alumbrados da Espanha pertencem ao último grupo mencionado. O historiador Marcelino Menéndez y Pelayo encontrou registro do nome já em 1492 (na forma iluminados, 1498), mas ligou-os a uma origem gnóstica, e julgou que seus ensinamentos eram promovidos na Espanha por influências vindas da Itália. Um de seus mais antigos líderes, nascido em Salamanca, foi a filha de um trabalhador conhecida como a “Beata de Piedrahita”, que chamou a atenção da Inquisição em 1511, por afirmar que mantinha diálogos com Jesus Cristo e a Virgem Maria. Foi salva de uma investigação rigorosa por padrinhos poderosos (fato citado pelo mencionado historiador espanhol em seu livro “Los Heterodoxos Españoles”, 1881, Vol. V).

Inácio de Loyola, o fundador da Companhia de Jesus, ordem religiosa da Igreja Católica cujos membros são conhecidos como jesuítas, na época em que estudava em Salamanca em 1527, foi trazido perante uma comissão eclesiástica acusado de simpatia com os alumbrados, mas escapou apenas com uma advertência. Outros não tiveram tanta sorte. Em 1529, uma congregação de ingênuos simpatizantes em Toledo foi submetida a chicoteamento e prisão. Maior rigor foi a conseqüência e por cerca de um século muitos alumbrados foram vítimas da Inquisição, especialmente em Córdoba.

Os Illuminés na França

O movimento com o nome de Illuminés parece ter alcançado a França em 1623, proveniente de Sevilha, Espanha, e teve início na região da Picardie francesa, quando Pierce Guérin, pároco de Saint-Georges de Roye, juntou-se em 1634 ao movimento. Seus seguidores, conhecidos por Gurinets, foram suprimidos em 1635. Um século mais tarde, outro grupo de Illuminés, mais obscuro, contudo, apareceu no sul da França em 1722 e parece ter atuado até 1794, tendo afinidades com o grupo no Reino Unido como French Prophets (Profetas Franceses), um ramo dos Camisards.

Rosacruzes

Uma classe diferente formam os Rosacruzes, que alegam ter origem em 1422, mas cujo primeiro registro data de 1537. Constituem uma sociedade secreta, que afirma combinar com os mistérios da alquimia a posse de princípios esotéricos de religião. Suas posições estão incorporadas em três tratados anônimos de 1614, mencionados no “Dictionnaire Universel des Sciences Ecclésiastiques”, de Richard and Giraud, Paris 1825. Os Rosacruzes também alegam serem herdeiros dos Cavaleiros do Templo, ou Templários. Dentro da Filosofia Rosa Cruz Illuminati é o estágio de plenitude atingido depois de alguns anos de estudo.

Martinistas

Mais tarde, o título Illuminati foi aplicado aos Martinistas Franceses, cuja fundação data de 1754, por Martinez Pasqualis, e a seus imitadores, os Martinistas Russos, chefiados por volta de 1790 pelo Professor Schwartz, de Moscou. Ambos os grupos eram cabalistas ocultistas e alegoristas, absorvendo idéias de Jakob Boehme e Emanuel Swedenborg.

Os Illuminati da Baviera

História

Um movimento de curta duração de republicanos livre-pensadores, o ramo mais radical do Iluminismo – a cujos seguidores foi atribuído o nome de Illuminati (mas que a si mesmos chamavam de “perfectibilistas” ou “perfeccionistas”) – foi fundado a 1º de Maio de 1776 pelo professor de lei canónica Adam Weishaupt, falecido em 1830, e pelo barão Adolph von Knigge, na cidade de Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha. O grupo foi fundado com o nome de Antigos e Iluminados Profetas da Baviera (Ancient and Illuminated Seers of Bavaria, AISB), mas tem sido chamado de Ordem Illuminati, a Ordem dos Illuminati e os Illuminati bávaros. Na conservadora Baviera, onde o progressista e esclarecido eleitor Maximiliano José III de Wittelsbach foi sucedido em 1777 pelo seu conservador herdeiro Carl Theodor, e que era dominada pela Igreja Católica Romana e pela aristocracia, tal tipo de organização não durou muito até ser suprimida pelo poder político. Em 1784, o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. A estrutura dos Illuminati desmoronou logo, mas enquanto existiu, muitos intelectuais influentes e políticos progressistas se contaram entre os seus membros. Eles eram recrutados principalmente dentre os maçons e ex-maçons, juravam obediência a seus superiores e estavam divididos em três classes principais: a primeira, conhecida como Berçário, compreendia os graus ascendentes ou ofícios de Preparação, Noviciado, Minerval e Illuminatus Minor; a segunda, conhecida como a Maçonaria, consistia dos graus ascendentes de Illuminatus Major e Illuminatus dirigens, esse último algumas vezes chamado de Cavaleiro Escocês; a terceira, designada de Mistérios, estava subdividida nos graus de Mistérios Menores (Presbítero e Regente) e Mistérios Maiores (Magus e Rex). Relações com as lojas maçônicas foram estabelecidas em Munique e Freising, em 1780. A ordem tinha ramos na maior parte dos países europeus, mas o número total de membros parece nunca ter sido superior a 2.000. O esquema teve a sua atração para os literatos, como Goethe e Herder, e mesmo para os duques reinantes de Gota e Weimar. Rupturas internas precederam o desmoronamento da organização, que foi efetivado por um édito do governo bávaro em 1785. A ordem foi encerrada em 1788.

Efeito Cultural

Apesar de sua curta duração, os Illuminati da Baviera lançaram uma longa sombra na história popular, graças aos escritos de seus opositores. As sinistras alegações de teorias conspiratórias que têm colorido a imagem dos maçons-livres têm praticamente ofuscado a dos Illuminati. Em 1797, o Abade Augustin Barruél publicou o livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobinismo”, delineando uma vívida teoria conspiratória envolvendo os Cavaleiros Templários, os Rosacruzes, os Jacobinos e os Illuminati. Simultânea e independentemente, um maçom escocês e professor de História Natural, chamado John Robinson, começou a publicar “Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa”, em 1798. Quando viu o livro sobre semelhante tema escrito por Barruél, incluiu extensas citações dele em seu próprio livro. Robinson alegava apresentar evidências de que uma conspiração dos Illuminati estava dedicada a substituir todas as religiões e nações com o humanismo e um governo único mundial, respectivamente.

Mais recentemente, Antony C. Sutton sugeriu que a sociedade secreta Skull and Bones foi fundada como o ramo norte-americano dos Illuminati. Outros pensam que a Scroll and Key também tem origem nos Illuminati. Robert Gillete defende que esses Illuminati pretendem, em última instância, estabelecer um governo mundial por meio de assassinatos, corrupção, chantagem, controle dos bancos e outras entidades financeiras, infiltração nos governos, e causando guerras e revoluções, com a finalidade de colocar seus próprios membros em posições cada vez mais altas da hierarquia política. Thomas Jefferson, por outro lado, defendeu que eles pretendiam espalhar informação e os princípios da verdadeira moralidade. Ele atribuiu o caráter secreto dos Illuminati ao que chamou de “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”. Ambos parecem concordar que os inimigos dos Illuminati foram os monarcas da Europa e a Igreja. Barruél afirmou que a Revolução Francesa (1789) foi planejada e controlada pelos Illuminati através dos jacobinos, e mais tarde os adeptos de teorias conspiratórias também alegaram a responsabilidade deles na Revolução Russa (1917), embora a Ordem tenha sido oficialmente extinta em 1790.

Illuminati depois de 1790

Diversas fontes sugerem que os Illuminati da Baviera sobreviveram, e talvez existam mesmo até hoje. Os teóricos de conspirações ressaltam a relação entre os Illuminati e a Franco-Maçonaria. Também sugerem que os fundadores dos Estados Unidos da América – sendo alguns deles franco-maçons – estavam “influenciados” por corrupção pelos Illuminati. Frequentemente o símbolo da pirâmide que tudo vê no Selo de Armas dos Estados Unidos é citado como exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos e usam nas notas a escrita Novus Ordo Seclorum que significa New Deal ou Nova Ordem Secular,novo ideal, desmentindo a escrita do lado,que diz Em Deus Confiamos.

Bem pouca evidência confiável pode ser encontrada para apoiar a hipótese de que o grupo de Weishaupt tenha sobrevivido até o século XIX. Contudo, diversos grupos têm usado a fama dos Illuminati desde então para criar seus próprios ritos, alegando serem os Illuminati, incluindo a Ordo Illuminatorum, Die Alten Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros.

Os Illuminati na cultura popular

Os Illuminati históricos tiveram variadas influências na cultura popular, muitas delas de forma satírica, humorística ou simplesmente de pura ficção. Alguns exemplos de obras:

* Illuminatus! de Robert Shea e Robert Anton Wilson é uma trilogia de ficção científica publicada na década de 1970, que é considerada um clássico cult pela comunidade hacker.

* Dois jogos de Steve Jackson Games são baseados no mito: Illuminati e sua versão como jogo de cartões Illuminati: New World Order.

* O livro de Umberto Eco, O Pêndulo de Foucault é uma novela labiríntica sobre todo tipo de sociedades secretas, incluindo os Illuminati e os Rosacruzes.

Esquadro e compasso

* Deus Ex, um video game considerado revolucionário na época de seu lançamento, apresenta os Illuminati como a facção que invisivelmente deteve poder sobre a humanidade até o início do século XXI(o jogo se passa na década de 2050). Sua sequência, Deus Ex: Invisible War, apresenta os Illuminati num papel mais ativo, tendo ganho o poder novamente após o colapso mundial que é um dos três finais possíveis no primeiro jogo.

* O livro de Dan Brown, Anjos e Demônios (título em inglês: Angels and Demons, título em alemão: Illuminati, em holandês: Het Bernini Mysterie), é sobre uma ordem dos Illuminati que planeja um golpe contra a Igreja Católica Romana. O livro cita o movimento dos Illuminati como tendo sido fundado por Galileo Galilei e outros, como uma reação do Iluminismo contra suposta perseguição da Igreja Católica.

* Os Illuminati foram apresentados em alguns episódios da série Gargoyles, dos Estúdios Walt Disney, nos quais desempenham um papel secundário.

* O Principia Discordia, o infame livro sagrado do discordianismo, inclui os Illuminati como uma das forças Greyface que se opoem aos discordianos.

* Um pequeno grupo de crentes acredita que os Illuminati são um grupo de alienígenas que mantém a humanidade sob controle, dirigindo absolutamente todas as coisas. Esse movimento assemelha-se muito a uma novela de ficção científica e provavelmente deriva de uma.

* o filme de Simon West “Lara Croft: Tomb Raider” (2001) apresenta um grupo de maus elementos da alta sociedade que se intitulam Illuminati e que desenvolveram um plano para governar o mundo. Eles e o pai de Lara Croft afirmam que os Illuminati existiram por milénios com essa finalidade.

* a trama de Street Fighter III gira em torno de uma organização que se auto-intitula Illuminati e que pretende criar uma nova utopia.

* Nos quadrinhos da DC Comics, o vilão Vandal Savage é dito ser o fundador dos Illuminati.

* Nos Quadrinhos da Marvel, os principais líderes de grupos de heróis (Homem de Ferro, Professor X, Doutor Estranho, Namor, Reed Richards e Raio Negro) formam um grupo secreto chamado Illuminati, destinado a controlar o destino dos superseres.

* A banda alemã de Heavy Metal “Gamma Ray” lança em 2001 o álbum “New World Order” com referencias explicítas à Ordem dos Illuminati

* A banda de Heavy Metal americana Agent Steel lança o álbum “Order of the Iluminatti”

Os Aquisitores

Os Aquisitores é o nome genérico dado a alguns grupos dissidentes que surgiram com a atuação dos Illuminati no Brasil. Sua origem está quase sempre relacionada à renúncia de Jânio Quadros, o presidente que renunciou por não aguentar o peso das “forças terríveis” (”forças ocultas”) e a instauração do Regime Militar em 1964. O nome Aquisitores é uma referência a prosperidade financeira e a atuação de seus membros na economia do país, especialmente na região de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista onde sua influência resultou na próspera fase pela qual passou a região na década de 70, no movimento metalúrgico e na posterior eleição do Presidente Lula.

Durante a ditadura militar, até pouco depois de 1985, os membros brasileiros dos illuminati se organizaram em dois grupos inimigos e teoricamente independentes dos Illuminati da Baviera. Estes capítulos isolados passaram ambos a reinvidicar o antigo nome do grupo como sendo os únicos e verdadeiros Aquisitores. Os teóricos da conspiração se esforçam para ligar todos os escândalos políticos que ocorreram no pais desde a ditadura militar a estes dois grupos e seus jogos de poder.

É importantíssimo lembrar que os Aquisitores não são reconhecidos como grupo por nenhum historiador sério, e não existe sequer um trabalho acadêmico que confirme sua existência. Um exemplo típico deste tipo de elocubração está na investigação feita nos anos 90 sobre a morte do presidente Juscelino Kubitschek ou a investigação iniciada em 2007 no Rio Grande do Sul sobre a morte de João Goulart, que oficialmente morreu de doença cardíaca, mas teria sido assassinado pela Operação Condor arquitetada pelos Aquisitores. Até o momento nenhuma dessas investigações apresentou qualquer prova palpável, mas a coincidência alimenta a curiosidade dos teóricos da conspiração: Jango, JK e Lacerda, os três grandes nomes da oposição ao regime militar morreram todos em espaço de meses entre o fim de 76 e início de 77. Um sozinho em sua fazenda, outro num acidente mal explicado de carro e o outro de uma doença aguda que o matou de um dia para o outro.

Na cultura popular brasileira, os Aquisitores são referência clara na música “Forças Ocultas” escrita por Marcelo Nova do grupo Camisa de Vênus e veladas em algumas músicas de cunho político de Cazuza e Chico Buarque. Existem ainda breves citações nos filmes de Lima Barreto gravados em companhia Vera Cruz.

medrado. perfil

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Maçons negros famosos

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Famosos maçons negros: Francisco Ge Acaiaba Montezuma, Joaquim Saldanha Marinho, José do Patrocínio, Francisco de Paula Brito

Novo estudo da historiadora paulista Célia Maria Marinho de Azevedo revela o papel central que maçons negros tiveram nas lutas por cidadania e igualdade de direitos para as ‘pessoas de cor’, que aconteceram quando o Brasil ainda estava em formação. E, como importantes protagonistas do processo abolicionista, o que fazem, atualmente, os negros vinculados a essa ordem para ajudar a população negra a superar os problemas decorrentes da existência do racismo em nosso país?

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Marco José da Silva, grão-mestre geral

Fortemente influenciada pelo iluminismo, a maçonaria moderna adota o lema Liberdade, Igualdade, Fraternidade, imortalizado pela Revolução Francesa. Em suas lojas, que são seus organismos de base, os ‘irmãos’ se reúnem regularmente para discutir os mais variados temas e, de alguma forma, tornar-se melhores cidadãos e contribuir para uma sociedade melhor.
Presente no país desde o período colonial, a maçonaria por longo tempo exerceu forte influência sobre os rumos políticos do país. O que havia de comum entre André Rebouças, José do Patrocínio; João Maurício Wanderley – Barão de Cotegipe, Luiz Gama; Antonio Carlos Gomes, Rui Barbosa de Oliveira, Francisco Glicério, Nilo Peçanha e Castro Alves? Todos eram afrodescendentes e maçons: a presença de muitos homens negros de elite entre os maçons brasileiros do século XIX chamou a atenção da historiadora Célia Maria Marinha de Azevedo, que percebeu a importância de estudar de uma forma articulada as histórias da maçonaria e das ‘pessoas de cor’ na época da escravidão.
Desse estudo nasceu o livro Maçonaria, Anti-Racismo e Cidadania, lançado pela editora Annablume. A obra coloca seu foco em três personagens:

Francisco Ge Acaiaba Montezuma, o Visconde de Jequitinhonha; Francisco de Paula Brito – tipógrafo, jornalista e editor, fundador da afamada sociedade literária Petalógica; e Joaquim Saldanha Marinho – líder republicano e grão-mestre do Grande Oriente do Brasil. “Foi pesquisando as vidas e os escritos de maçons ilustres que percebi haver uma dimensão antirracista importante em suas lutas pelos direitos de cidadania”, diz Célia, acrescentando que para Paula Brito, assim como para muitos outros brasileiros afro- descendentes que viveram entre 1830 e 1870, era fundamental fazer valer os direitos gravados na Constituição de 1824, que não distinguia as ‘cores’ de seus cidadãos, mas tão somente os ‘seus talentos e virtudes’. “É claro que aqui não se incluíam os escravos, ou seja, uma imensa parte da população que não tinha existência naquela constituição monárquica”, ressalva a historiadora.
A luta antirracista daqueles maçons negros de meados do século XIX procurava impedir a reafirmação de uma hierarquia racial pública, herdada dos portugueses. Eles se posicionavam contra a classificação das cores dos cidadãos justamente por temerem que esses fossem impedidos de ocupar cargos, de fazer carreiras administrativas e profissionais. “Na época dos portugueses, além dos regimentos militares segregados (pretos, pardos e brancos), era preciso pedir dispensa de ‘defeito de cor’ para ocupar determinadas posições públicas e isto, é claro, ainda estava bem fresco na memória daqueles que atuaram nessas primeiras décadas do Brasil independente”, informa Célia.

“UMA DAS COISAS QUE A MAÇONARIA PREGA É A IGUALDADE EM TODOS OS SENTIDOS, ENTÃO, NÃO HÁ QUALQUER PRECONCEITO, NÃO HÁ NADA QUE DIGA QUE HAJA UMA REJEIÇÃO OU UMA FORMA DE SE ESTEREOTIPAR”

Veja mais sobre maçonaria clicando aqui: Primeira Igreja Virtual

ANTESSALA DOS DEBATES NACIONAIS

No período conturbado da vida política do país, a maçonaria tinha um papel importante na preparação de novas lideranças de diversas tendências, numa época em que os partidos ainda não eram organizações de massas. A maçonaria – que tem uma estrutura organizativa similar ao estado democrático, dividida em executivo, legislativo e judiciário – era um espaço único para importantes discussões: “Seria interessante pensar a maçonaria como uma espécie de antessala dos debates parlamentares, onde se experimentavam cisões, aproximações, alianças, as quais, por sua vez, eram testadas publicamente no Parlamento e cujos resultados repercutiriam outra vez nos espaços maçônicos”, diz Célia.
Vale lembrar que a década de 1830 marca o surgimento de um espaço público no país, quando a atividade política deixa de ser exclusividade dos gabinetes e ganha o mundo das ruas. É a época das regências, em que a agitada vida política do país é marcada pela presença de três correntes de opinião: liberais moderados (que chegaram ao poder logo após a abdicação de Dom Pedro I); liberais exaltados (mais próximos das
reivindicações populares e divididos entre republicanos e monarquistas constitucionais); e os caramurus (que pregavam a volta de Dom Pedro I).

Francisco de Paula Brito era um exaltado. Nascido em família modesta no Rio de Janeiro, em 1809, ele se tornou tipógrafo e trabalhou em gráficas até 1831, quando abriu sua própria tipografia, aos 22 anos. Em setembro de 1833, saiu da Tipografia Fluminense, de Paula Brito, o jornal O Homem de Cor . Era o segundo título de uma imprensa militante ‘exaltada’, defensora de uma cidadania livre de restrições legais de teor racista, que começou com O Filho da Terra e prosseguiu com O Cabrito, O Meia Cara, O Crioulinho e O Crioulo .
Lembrado nos livros de história como um político importante do Segundo Reinado – mas não como negro – Francisco Montezuma nasceu em Salvador, na Bahia, em 1794. Não se sabe se sua origem africana veio da mãe ou do pai. Além de se tornar um político de oposição, Montezuma dedicou-se a introduzir no Brasil o Rito Escocês Antigo e Aceito, que aumentava o número de cargos superiores das lojas. Segundo Célia, a questão dos ritos é importante, uma vez que o cotidiano das lojas organiza-se em torno deles. O Rito Escocês expandiu-se rapidamente, possivelmente por atender os anseios de muitos maçons humildes, que poderiam assim alcançar níveis mais altos por mérito e não por nascimento.
O apoio mútuo assistencial – outra característica da maçonaria escocesa – pode também ter sido um fator de atração.

Na obra, Célia relata também o grande debate transnacional sobre as discriminações sofridas pelos maçons negros nos Estado Unidos, logo após a Guerra da Secessão, que começou 1868 quando o Grande Oriente da França apoiou a decisão do Supremo Conselho da Louisiana de admitir homens negros como irmão maçons em suas lojas. Quando esse debate chegou ao país, os maçons brasileiros estavam divididos em duas correntes políticas: Grande Oriente do Lavradio, liderada por José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco (que apoiou os segregacionistas norte-americanos); e Grande Oriente dos Beneditinos, liderada pelo pernambucano Joaquim Saldanha Marinho, que não hesitou em apoiar decisão antirracista do Grande Oriente Francês.

“A MAÇONARIA NÃO É UMA RELIGIÃO, MAS SIM UMA FILOSOFIA. EM TODAS AS LOJAS HÁ CATÓLICO, EVANGÉLICO, JUDEU, ÁRABE… A MAÇONARIA TRANSFORMA AS PESSOAS PORQUE É UMA FILOSOFIA BASEADA NA FRATERNIDADE”

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Sede da Grande Oriente do Brasil

E ATUALMENTE NO BRASIL…

Mais de um século e meio depois do período regencial, à frente da maior organização maçônica do país, o Grande Oriente do Brasil (GOB), com sede em Brasília, está um homem negro: o grão-mestre geral Marco José da Silva. Carioca, ex-professor de administração e funcionário aposentado do Banco Central, ele define a maçonaria como uma instituição que nada tem de secreta, voltada para o aprimoramento do homem, e afirma que o fato de ser negro não gerou problemas para sua ascensão na ordem: “Uma das coisas que a maçonaria prega é a igualdade em todos os sentidos, então, não há qualquer preconceito, não há nada que diga que haja uma rejeição ou uma forma de se estereotipar”, diz Marco. Embora se declare pessoalmente favorável à política de cotas raciais, o grão-mestre do GOB diz que a instituição não se posiciona sobre o tema: “Como nós temos maçons negros e brancos, a maçonaria não tem esse tipo de preocupação, assim como também não tem uma política para privilegiar os indígenas. O que ela procura fazer é a igualdade de oportunidade para todos os homens. Ela não tem essa preocupação, mas também não condena”, explica.
Outro homem negro em posição de destaque na maçonaria é José Renato dos Santos, grão-mestre adjunto da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo. Lembrando que foi a maçonaria que mais trabalhou pela libertação do trabalho escravo no Brasil e também pessoalmente favorável às cotas, ele considera que a maioria dos maçons hoje é contra essa política. “Não entenderam as cotas, que é uma política pública recente no país, necessária. A maior parte dos maçons não entendeu isso

Acham que é um privilégio”, explica. Ele acredita que existe certa dificuldade para o negro ingressar na maçonaria por que, no Brasil, só entra na ordem quem é convidado: “Como ele não tem contato com os maçons, não tem acesso, fica cerceado. Isso é um redutor”, afirma. Aliás, é só no Brasil que isso acontece. Nos Estados Unidos, por exemplo, é você que procura e entra na maçonaria. José Renato explica também que não existem no Brasil organismos maçônicos só de negros, porém, ele foi um dos criadores, na década de 80, de um grupo de estudos e trabalho denominado Grupo Três Pontos (G3P), integrado por negros de diversas potências maçônicas.

ESCOLAS AFRICANAS
E foi justamente o G3P que serviu como porta de entrada na maçonaria para João Carlos B. Martins, presidente do Coletivo de Empresários e Empreendedores Afro-Brasileiros (Ceabra) e também integrante da Grande Loja. Ele conheceu a maçonaria através de um grupo de negros e entrou para trabalhar socialmente pelo engrandecimento da raça. “O Ceabra treina e fornece livros adequados para professores que trabalham no resgate de crianças de periferia de qualquer cor. Vamos lá, fazemos os cursos para os meninos, que enfrentam grandes dificuldades, não têm mais muita esperança de vida. Damos um pouco de esperança a eles”, explica.
Desse grupo, surgiram três presidentes (veneráveis) de lojas: Adilson Charles dos Santos, o já falecido José Carlos de Oliveira, da loja Novos Obreiros, e o próprio João Carlos que, mesmo depois que o G3P foi ‘adormecido’, continuou com os trabalhos. “Hoje em dia nós temos na minha loja Mestre Pescador uns 10 negros em uma família de 60 irmãos, o que é muito, porque, geralmente, o normal é ter um ou dois. Acima
disso, em grau filosófico, nós temos uma loja chamada José do Patrocínio, que também presido, onde 80% são negros”, comenta João Carlos, que tem uma ligação com as Lojas Prince Hall de Oregon, Idaho e Montana, da maçonaria negra norte-americana, uma representação para intercâmbio.

A maçonaria brasileira também mantém contato com os irmãos africanos por intermédio do maestro Roberto Casemiro, dos corpos estáveis do Teatro Municipal de São Paulo. Maçom há 28 anos, ele ingressou na ordem a convite de um professor francês da Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde estudou e se formou. Casemiro revela que, por meio de contatos conseguidos com um integrante da maçonaria holandesa que esteve no Brasil, ele teve acesso aos irmãos do Togo, Benin, Costa do Marfim e Senegal, no Golfo da Guiné. “Nosso sonho, no futuro, é trazer esse outro tipo de maçonaria, que nem os maçons aqui conhecem, por ser tão distante: as maçonarias da África e do Oriente Médio, que são fortíssimas”, especula. O maestro, que agora está no Grande Oriente de São Paulo, lembra que a maçonaria não é uma religião, mas sim uma filosofia. Em todas as lojas há católico, evangélico, judeu, árabe… “A maçonaria transforma as pessoas porque é uma filosofia baseada na fraternidade. Tudo que é oferecido para todos, nós também passamos a compartilhar. Eu vejo reflexo na minha vida profissional, por que, principalmente nas adversidades, em grandes momentos que eu passei, recebi solidariedade de muitos irmãos. O irmão tem um compromisso de socorro para contigo”, finaliza Roberto.

Fonte: http://racabrasil.uol.com.br//cultura-gente/151/artigo208161-3.asp

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Maçon Albert Pike, fundador da Ku Klux Kan

 

 

Oficialmente foi em 1801 que se formou a ordem franco-maçônica do “Rito Escocês” nos Estados Unidos, a partir de um grupo de adeptos de Tory que já praticavam atos anticristãos e satânicos.

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Albert Pike

Por volta de 1840, os franco-maçons americanos estáva sob o controle do “Rito Escocês” cujo rituais alcançam os graus de iniciação até o 33.º e se dividia em duas jurisdições, ao Sul, a de Arkansas e, no Norte, a de Boston.

Na metade do último século o Rito Escocês, instrumento estratégico da “Coroa Britânica”  lança uma longa ofensiva contra os Estados Unidos e os Estados vizinhos, provocando mortes e atos de violência de natureza racista.

Os EUA ocuparam o México durante a guerra mexicana (1846-48), a rebelião dos escravagistas (1861-65), isto é, a guerra civil americana e a campanha da Ku Klux Klan contra a reconstrução dos estados do Sul (1867-79), foram os acontecimentos mais importantes.

Os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”, ordem fundada por George Bickley, apareceram pela primeira vez em Cincinnati, sob a direção de Killian van Rensselaers. O “Círculo de Ouro” deveria erigir um novo império de escravos, tomando Cuba por centro. Sua finalidade era acabar com os espanhóis católicos, que eles odiavam, para substituí-los pelos escravos negros que deveriam chegar da África. Esse foi o primeiro “acordo de livre intercâmbio da América do Norte”. O selo dos “Cavaleiros do Círculo de Ouro” era o mesmo que o dos “Cavaleiros de Malta”, a “cruz de Malta”. Assim desapareciam os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”..

veja mais sobre maçonaria clicando aqui: Primeira Igreja Virtual

Albert Pike fundou em 1867, em Nashville, a Ordem dos Cavaleiros da Ku Klux Klan, onde ele foi o “grande dragão”, e  chefe da Ku Klux Klan (Do grego kyklos = círculo).

E assim reapareceram os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”. A Ku Klux Klan utiliza também a cruz de Malta como emblema; e na sua liderança era composta por franco-maçons.

A  finalidade da Ku Klux Klan é o racismo o que era desprezível para o ser humano. O desejavam seus fundadores e de seus membros?  Os objetivos que eles perseguiam com violência consistem em subtrair dos cidadãos negros seu direito de voto, em suprimir-lhes o direito de possuir mais armas, em prejudicar o direito escolar para as crianças negras e em rebaixar seu nível de vida àquele de escravos.

Em 1843 houve a criação da ordem independente “B’ nai B’ rith” entre os judeus. Essa loja secreta sionista é contada entre aquelas dos franco-maçons. “B’ nai B’ rith” significa, de fato, “os filhos da aliança”. Ela pregava a supremacia do judaísmo mundial. O “B’ nai B’ rith” declarou-se abertamente do lado dos confederados. Muitos oradores dessa ordem no Norte sustentavam com força a escravidão e continuaram, mesmo depois da guerra civil, a trabalhar com os confederados com os quais eles partilhavam a finalidade.

Observação sobre a situação atual:

1) A Anti-Defamation League, (ADL), ligada à ordem “B’ nai B’ rith”, começou recentemente uma campanha para caluniar os políticos negros americanos em evidência, tratando-os de anti-semitas. É uma forma de infuenciar os americanos judeus atiçando os conflitos de raça. . A ADL afirma também sua oposição à Ku Klux Klan, mas defende fortemente a estátua de Albert Pike, fundador da Ku Klux Klan, que se encontra ainda hoje em Washington. A ADL é  ligada ao “Rito Escocês”, da maçonaria.

Veja um trecho do discurso de Albert Pike de 4 de julho de 1889, destinado aos maçons do 32.º grau do “Rito Escocês”:

Nós veneramos um Deus, que é de fato, um Deus a quem oramos sem superstição.  Todos nós, iniciados no alto grau, devemos continuar vivendo nossa religião na pureza do ensinamento de Lúcifer.  Se Lúcifer não era Deus, seria ele caluniado por Adonai (o Cristo) de quem os atos testemunham a crueldade, o ódio ao próximo […] e a rejeição da ciência?  Sim, Lúcifer é Deus, e Adonai, infelizmente, também é Deus.

A Lei eterna diz que não existe luz sem sombra, beleza sem feiúra, brancura sem negrume, pois o absoluto não pode existir a não ser em dois Deuses […]  É por isso que o ensinamento do satanismo é heresia.  A verdadeira religião filosófica é a fé em Lúcifer, o Deus da luz, na mesma posição que Adonai.  Mas Lúcifer, Deus da luz e do bem, luta com os seres humanos contra Adonai, Deus da obscuridade e do mal” essa citação pode ser lida em inglês e em francês no dossiê de Pike que se encontra na biblioteca do Rito Escocês em Washington D.C. Pike afirmava ser satanista e agente da “Coroa Britânica”, portanto, da “City”.

Em 1867 Pike confere todos os graus do 4.º ao 32.º do Rito Escocês ao presidente dos Estados Unidos Andrew Johnson. Trinta e nove dias após o presidente Theodore Roosevelt, igualmente racista e franco-maçom, tomar posse de seu cargo, o monumento de Albert Pike foi instalado em Washington, onde ainda se encontra.

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2) Verificamos que numa ordem hierárquica ninguém possui o livre arbítrio, salvo o “dirigente” ou o “superior”. Para chegar a um grau superior, a pessoa concernente deve executar as provas que lhe são impostas por esse grau.

Um exemplo:

Mostro ao postulante de um grau superior um livro branco, mas digo-lhe que ele é preto. Em seguida, pergunto-lhe qual é sua cor. Se ele responder que é branco, ele malogrou, se respondeu que é preto, ele é admitido no grupo superior e recebe novas provas, que ele deverá executar docilmente, fazendo abstração de sua própria vontade.

Acreditais que todas as hierarquias do mundo são construídas segundo esse princípio? Que todos os sitemas escolares, quase todas as religiões, aqui compreendida a religião cristã, a islâmica, a hinduísta, a budista, os mórmons, as testemunhas de Jeová, os cientólogos, etc., são todos calcados sobre esse mesmo princípio? Não é permitido ter sua própria opinião, seu próprio sistema de pensamento, de evoluir livremente, é preciso seguir as indicações que se recebe de cima.

Que se trata, como no exemplo de Pike citado acima, da doutrina luciferiana para o 33.º grau do Rito Escocês ou então dos dogmas da Igreja católica ou islâmica impostos aos seus crentes, isto é a mesma coisa.

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Os contemporâneos que renunciam “com toda a consciência” a sua própria vontade e a sua própria responsabilidade, que se entregam a outras pessoas, a outra organização ou a um chefe, não são dignos de ser melhor tratados, pois em nossos dias ninguém nos “constrange” realmente a aderir a uma organização ou a uma religião, qualquer que seja.

 

Anatole France proclamava a esse respeito:

“Uma bobagem dita por cinco milhões de seres humanos continua, apesar de tudo, uma bobagem”!

 

3) Concernente ao presidente Bill Clinton (ex-governador de Arkansas):

O jornal Neue Solidarität informa-nos, em seu artigo sobre a Ku Klux Klan, que o “sacerdote” W. O. Vaught era franco-maçom do 32.º grau do Rito Escocês, isto é, “mestre do segredo real”. Ele foi o mestre espiritual e o pai adotivo de Bill Clinton e cooperou com ele. Enquanto governador de Arkansas, um estado onde está fortemente enraizada a tradição espiritual de Albert Pike, Clinton sustentou a pena de morte e a fez aplicar muitas vezes: na prática isso significou a execução de negros e pobres. Conforme declarado pelo filho de Vaught recentemente, Clinton e Vaught têm a mesma concepção religiosa, que permite matar os prisioneiros e os fetos – especialmente de crianças negras. Clinton é também membro do Council of Foreign Relations, da “Comissão Trilateral”, dos Bilderberger e membro vitalício da ordem dos franco-maçons “De  Molay”.

Jacques DeMolay foi o último grão-mestre dos templários e foi queimado em 11 de março de 1314 em Paris, na estaca por ser homossexual, pedófilo (amante de criancinhas), por praticar feitiçaria e adorar um deus falso chamado Baphomet. Segundo os escritos da ordem, “A Ordem DeMolay” está sob a direção de franco-maçons eminentes e compõe-se de jovens de 14 a 21 anos que foram educados no aprendizado das seguintes sete virtudes:

1. amor aos pais;

2. respeito;

3. polidez;

4. espírito de camaradagem;

5. retidão dos pensamentos, das palavras e dos atos;

6. fidelidade e

7. amor à pátria.

 

Rev. Ângelo Medrado, ex-maçon, em busca da verdade
Fonte:Com informações obtidas junto ao site espada do espírito
Maçonaria – Do outro lado da luz – William Schnoebelen ( Ex-Maçom do 32º grau)