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A Aliança Evangélica Mundial denuncia o êxodo em massa dos cristãos na Síria

Situação crítica 

A Aliança Evangélica Mundial denuncia o êxodo em massa dos cristãos na Síria

ACNUR campo de refugiados na Jordânia. / BBC
“Estamos vivendo uma repetição do que aconteceu no Iraque”, reclama Thomas Schirrmacher, Embaixador de Direitos Humanos da WEA.

1 de abril de 2013 , WASHINGTON

Recentemente o embaixador de Direitos Humanos da Aliança Evangélica Mundial (WEA), Thomas Schirrmacher, visitou a Síria, onde poderia fazer contato real com a situação dos cristãos no país, que está passando por uma guerra sangrenta desde 2010.

Schirrmacher pediu os meios de comunicação, governos e igrejas para “levar a sério” a situação dos cristãos na Síria, que foram forçados a deixar seu país a ser perseguido por forças governamentais e os rebeldes. “Eu sei que muitas pessoas estão sofrendo na Síria, mas como cristãos, nós estamos vendo uma repetição da situação no Iraque “, queixa embaixador. De acordo com o seu relatório, a maioria dos cristãos são mortos no fogo cruzado ou são forçados a deixar o país. “Uma vez que eles são expulsos, eles raramente têm a oportunidade de voltar”, diz Schirrmacher. Nos últimos meses deixaram o país um total de 2,3 milhões de cristãos. , por exemplo, na cidade de Homs, 60.000 cristãos fugiram, deixando menos de 1.000 na cidade. “Os cristãos estão sendo assassinados e torturados, e suas esposas são estupradas, e suas igrejas destruídas “, denuncia a Aliança. A perseguição dos cristãos não para entre os rebeldes, que os vêem como partidários do presidente Assad, mas os partidários do governo não os protege e não confiam neles. Há relatos de que os refugiados cristãos afirmam terem sido atacados de ambos os lados. Alguns cristãos estão sendo usados ​​como escudos humanos no campo de batalha. O embaixador observou que, embora “a maioria dos cristãos não falem mal de seus vizinhos muçulmanos e sobre a identidade religiosa dos terroristas. Pelo contrário, continuar a esperar que eles possam retornar a um estado de paz em sua pátria. ” Perdeu coexistência? Os Direitos Humanos da AEM tomaram ciência por  seu embaixador em viagem com diferentes líderes religiosos em lugares como Roma, Washington, Genebra e Beirute. Estes incluem Inácio Zakka I, Patriarca da Igreja Ortodoxa Síria; Clemis Kourieh Daniel, da Igreja Ortodoxa Síria, Cyril Salim Bustros da Igreja Católica Melquita, eo Patriarca Gregório III Laham, chefe da Igreja Católica greco-melquita. Schirrmacher também refugiados entrevistados em vários países, fazendo contato com os líderes da igreja que foram deslocadas pelo perigo de perder a vida. Muitos dos principais líderes da igreja sírios fugiram para o Líbano, juntamente com muitos membros de sua igreja .  Mufti Mohammed Rashid Qabbani, o teólogo muçulmano mais importante do Líbano, manifestou interesse e desejo de coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos. Desde que o Departamento de Direitos Humanos também mostre a sua preocupação com o deslocamento progressivo dos cristãos do Oriente Médio para outros países por causa da perseguição, que é formado inteiramente por sociedades islâmicas em vários países da região. Isso permite a ascensão de radicais facções islâmicas que buscam a imposição da sharia e limitar qualquer possibilidade de liberdade religiosa quebrando a multi-religiosidade da sociedade em que viveram por muitos séculos. líderes de igrejas cristãs estão dispostos a continuar em um diálogo construtivo com líderes muçulmanos para evitar o choque de civilizações destrutiva ou uma guerra de religiões.


Fontes: WEA

Editado por: Protestante Digital 2013

traduzido por Ângelo Medrado

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‘Matar judeus é adoração’, diz campanha em ônibus em São Francisco, EUA

 

PorSarah Curty | Correspondente do The Christian Post

Uma campanha anti-islamismo causou indignação em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos. As imagens são veiculadas em 800 ônibus da cidade e contêm fotos de Osama Bin Laden e outros nomes ligados ao terrorismo e frases que os terroristas costumam usar. “Matar judeus é uma adoração que nos aproxima de Alá”, diz uma das imagens.

  • jihad

    (Foto: Reprodução/AFDI)

    Cartazes com discuso anti-islamismo circulam pela cidade de São Francisco. Na imagem, o texto, que se refere aos homossexuais, diz: ‘Se há duas dessas pessoas entre vocês, que fazem o mal, aquele ato vergonhoso, o que você tem que fazer? Torturá-los, puni-los, bater neles e torturá-los mentalmente. Essa é a jihad dela. Qual é a sua?’.Essa é a sua jihad. Qual é a sua?

 

As propagandas, pagas pela Iniciativa Americana de Defesa da Liberdade, entraram em circulação na semana passada e suscitaram o debate e discussões entre o que é liberdade de expressão e o que disseminação de ódio.

“O objetivo da nossa campanha é mostrar a realidade daJihad, a raiz do terrorismo usando exatamente as mesmas palavras e textos que eles usam”, explicou Pamela Geller, membro da Iniciativa.

De acordo com o site da emissora de TV CBS, o promotor da cidade George Gascon condenou a campanha dizendo que os anúncios são ofensivos e “com nenhum propósito além de denegrir as comunidades árabes e muçulmanas”.

“São Francisco é uma cidade que celebra a diversidade e discursos de ódio e discriminação com as comunidades árabe e muçulmana não serão tolerados”, afirmou o prefeito Ed Lee.

Geller disse que as propagandas foram uma resposta a uma campanha realizada no início do ano pelo Conselho Americano de Relações Americanas-Islâmicas, que tentou dissociar a palavra “jihad” à violência.

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“Quando alguém ataca nossa religião é como se estivesse nos atacando”, disse o muçulmano Oakland Imam Salah el Seeiadi, em resposta aos anúncios.

Geller se defendeu dizendo que “simplesmente usa pessoas conhecidas e suas próprias palavras em seus anúncios”. “Como isso pode generalizar todos os muçulmanos? Eu não entendo”, completou.

O presidente da Câmara de Supervisores de São Francisco, David Chiu, afirmou que os membros da Iniciativa são “famosos extremistas” e que irá denunciar os anúncios.

No site da Iniciativa, as opiniões contrárias à campanha são chamadas de “irracionais” e os líderes da cidade de “traidores”. Os ativistas angariam fundos para financiar as propagandas, que irão circular, pelo menos, até o final do mês.

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Cristãos iraquianos: escapando da frigideira e caindo no fogo‏

 

Cristãos iraquianos: escapando da frigideira e caindo no fogo

Julio Severo

Quando os EUA invadiram o Iraque, milhares de cristãos fugiram para a Síria, pois a invasão americana agravou a perseguição muçulmana aos cristãos, com o governo dos EUA lavando as mãos.

Mas agora a Síria, que era refúgio para esses cristãos, encontra-se em guerra civil onde grupos islâmicos, especialmente os rebeldes sírios, estão massacrando os cristãos.

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Cristãos sofrendo atrocidades de rebeldes islâmicos financiados pelo governo dos EUA

John Eibner, presidente da organização Solidariedade Cristã Internacional, recentemente voltou de uma viagem de ajuda ao Iraque e, mesmo sem saber o número exato de cristãos refugiados iraquianos que estão fugindo da Síria, apontou para um relatório preparado por um grupo especial da ONU que chegou à conclusão de que a guerra civil na Síria é em grande parte “religiosa” — que traduzindo significa que os muçulmanos estão usando a guerra para acabar com os cristãos.

“A guerra na Síria se tornou de natureza patentemente religiosa”, disse Eibner, citando do relatório da ONU.

Comunidades cristãs inteiras estão em perigo de serem expulsas da Síria ou de serem mortas, por causa do fanatismo muçulmano.

“Isso significa genocídio”, Eibner explicou, “de acordo com a Convenção de Genocídio de 1948”.

Eibner explicou que os cristãos iraquianos que fugiram do Iraque para escapar dos muçulmanos que estavam tentando matá-los agora enfrentam a mesma ameaça islâmica na Síria.

“Os iraquianos desalojados que encontramos no começo desta semana foram forçados pelo terrorismo islâmico a fugir do Iraque e encontraram refúgio na Síria, onde gozavam segurança e um padrão de vida melhor do que eles tinham no Iraque”, disse Eibner. “Mas agora eles estão vendo com os próprios olhos a violência religiosa na Síria que lembra o que eles viveram no Iraque no reinado de terror entre os anos de 2006 e 2008”

Os cristãos iraquianos que voltarem ao Iraque provavelmente enfrentarão contínua perseguição no Iraque predominantemente islâmico.

E os cristãos sírios não têm para onde correr de grupos islâmicos assassinos em grande parte financiados e apoiados pelo governo dos EUA. De acordo com o WND, “Numa ‘política secreta’ não tão secreta, o presidente Barack Obama está financiando os ‘rebeldes’ da Síria, tentando derrubar o governo de Bashar al-Assad. Esses rebeldes incluem terroristas da al-Qaida que têm lutado contra tropas americanas no Afeganistão e no Iraque”.

Os “rebeldes” sírios estão atacando igrejas cristãs e ordenando que os cristãos abandonem seus lares. Os cristãos estão sob pressão para se juntar à oposição e lutar contra al-Assad. Aqueles que não aceitam são usados como escudos humanos em ataques ao Exército e forças de segurança da Síria.

Enquanto o governo dos EUA luta para ter a supremacia no Oriente Médio, os cristãos estão se tornando vítimas inocentes das operações militares americanas. E ninguém no governo dos EUA parece dar a mínima.

Com informações de WND.

Fonte: www.juliosevero.com