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PRESBITERIANOS DIZEM NÃO AO BBB

FOTO - BBB NÃO

Igreja cria site que evangeliza sobre importância da família

Por: Redação Creio

   Em sua 12º edição, o Big Brother Brasil ainda dá o que falar. Nesta terça-feira o assunto foi a expulsão de um participante e o comportamento de duas evangélicas no jogo. É possível tirar algo de bom do programa? Para integrantes da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) sim. Eles criaram um blog O Lado B do BBB que orientam sobre dos valores inversos à família e aconselha os leitores a uma vida nova com Jesus.

   O ‘Lado B do BBB’ cita o porquê das escolhas dos perfis dos participantes. Ele aponta que o critério não passa de um jogo de interesse da emissora.   Em uma das notas, o blog  alerta para que a igreja evangélica deve se  posicionar com clareza contra esse tipo de entretenimento, que tem por princípio chamarizes filosóficos a imoralidade, a pressão psicológica, a promoção intencional de intrigas e a instabilidade emocional dos participantes."É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade."

   A rejeição ao BBB 12 esta semana ganhou apoio de Helena Tanure, lider de intercessão do Diante do Trono. Ela conclamou os evangélicos a descerem do muro. "Mulheres levantem um clamor de misericórdia e coloquem o joelho no chão".

Trecho da Nota postada no ‘O Lado B do BBB’

O que poucos talvez percebam é que há uma ideologia por trás das escolhas apontando diretamente para certa eugenia social sofisticada e maligna que privilegia uma agenda política de exposição de determinados segmentos e grupos organizados em detrimento de outros.

Uma espécie de eliminação dos menos privilegiados, não porque são mais fracos ou incapazes de sobreviver como na natureza, mas porque simplesmente eles não interessam a quem realmente decide o que deve interessar ou não interessar ao país e ao mundo.

É uma decisão ideológica privilegiar beleza em detrimento de inteligência e competência, de defender a esperteza e o engano sobre o capital intelectual e interpessoal tão importante em todas as áreas da vida.

É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade.

É uma decisão ideológica fomentar o materialismo levado ao extremo pela ambição de ganhar o prêmio a todo custo, no lugar de incentivar o cultivo da espiritualidade e da solidariedade humana, mesmo que seja em um ambiente competitivo.

Data: 18/1/2012

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Igreja Presbiteriana dos EUA permite oficialmente pastores gays

 

Jack Jenkins

(RNS) Os presbiterianos que apoiam a agenda gay estão preparando os templos neste domingo (10 de julho) para celebrar a aprovação de uma nova política eclesiástica que permite que pastores gays atuem abertamente pela primeira vez na história da denominação.

Pastor presbiteriano gay e seu amente na igreja

Com a nova política da Igreja Presbiteriana dos EUA se tornando oficial neste dia, várias igrejas de tendência esquerdista “marcarão o momento com orações e regozijo” em seus cultos de domingo, de acordo com um comunicado de imprensa divulgado pela organização presbiteriana Light Presbyterians, que defende a agenda gay na denominação.

“A Igreja Presbiteriana está entrando numa nova era de igualdade neste domingo”, disse Michael Adee, diretor executivo da organização. “É um momento histórico. Leva-nos de volta aos padrões de ordenação, onde o foco é a fé e o caráter, não a condição conjugal ou a orientação sexual do pastor”.

A nova política elimina toda linguagem da constituição da denominação que tinha impedido os homossexuais de trabalharem como pastores, presbíteros e diáconos, permitindo que cada presbitério — ou órgão governante regional — decida quais padrões sexuais colocar com relação à ordenação.

A resolução, que havia falhado em diferentes formas em anos recentes, precisou da aprovação da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA e dos presbitérios; 97 dos 173 presbitérios da denominação votaram a favor da aprovação da nova política.

Mas apesar das celebrações deste domingo, a ordenação de pastores gays permanece uma questão controvertida dentro da denominação.

“Ao aprovar essa política, a denominação eliminou de sua constituição todos os padrões de conduta sexual”, disse o Rev. Parker T. Williamson, editor emérito da publicação conservadora The Layman (O Leigo), que ativamente se opôs à mudança. “As Escrituras deixam claro que há padrões relativos à nossa conduta sexual… mas esta denominação decidiu que não existe nenhum padrão”.

Traduzido por: www.juliosevero.com

Fonte: Christian Century

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