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Pastor realiza exorcismo via Skype nos EUA

O pastor Bob Larson revela que já efetuou cerca de 20 mil exorcismos

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

Um pastor do estado do Arizona, sudoeste dos Estados Unidos, divulgou recentemente que poderá expulsar os demônios de qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo através do exorcismo via Skype, software para trocar mensagens instantâneas com voz e vídeo por banda larga.

  • Bob Larson
    (Foto: Reprodução/Facebook)
    O pastor Bob Larson faz exorcismos através do Skype.

Experiente em afugentar espíritos malignos, o pastor Bob Larson revela que já efetuou cerca de 20 mil exorcismos, do Arizona até a Noruega, com sucesso, mesmo com a descrença de pessoas que imaginam que seja uma farsa, o que para ele seria desnecessário, visto a gravidade do problema.

Em depoimento ao canal de notícias CNN, o reverendo conta que o que faz não é exibicionismo, e sim uma cura. “Não haveria nenhuma razão para encenar teatralmente, seja qual for o motivo. Por que alguém faria isso? Eu não tenho nenhuma ideia”, resume.

Fundador da congregação Spiritual Freedom Church International, associação composta por dezenas de igrejas no Arizona, Larson possui uma preocupação muito grande em estabelecer seu legado com o exorcismo, através da Escola Internacional de Exorcismo.

A orientação dada pelo pastor já gerou repercussão ao chamar a atenção da mídia há cerca de cinco anos atrás, quando foi descoberta a formação de um grupo de adolescentes que viajaram o mundo expulsando demônios.

Uma das meninas que peregrinou mundo afora em busca de vítimas do domínio de demônios foi Brynne Larson, filha do reverendo, que participou de sua primeira cerimônia para esconjurar maus espíritos na África, quando tinha apenas treze anos, de acordo com o diário britânico Daily Mail.

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Hoje com dezoito anos, Brynne segue com seu trabalho com a expulsão de demônios, se intitulando como “exorcista de adolescentes”, de acordo com seu site. Já o pastor afirma ter ministrado em cerca de cem nações diferentes.

 

 

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Pastor é condenado a 78 anos de prisão por pedofilia

Missionária que ajudava a dopar as crianças, entre elas sua neta, também foi condenada

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime
Pastor é condenado a 78 anos de prisão por pedofilia
Pastor é condenado a 78 anos de prisão por pedofilia

A 1ª Vara Criminal de Volta Redonda, Rio de Janeiro, condenou o pastor Reginaldo Sena dos Santos a 78 anos de prisão por pedofilia.

O religioso de 59 anos foi julgado por ter abusado sexualmente de 14 meninas que frequentavam sua igreja e sua casa. As vítimas tinham idades entre 8 e 15 anos.

A decisão foi assinada pelo juiz Cláudio Gonçalves Alves que também condenou a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, 58 anos, a 16 anos de prisão em regime fechado. Ela era a responsável por dopar e preparar as vítimas que seriam abusadas.

No entendimento do juiz, Reginaldo e Maria de Fátima se aproveitaram da autoridade que mantinham sobre as crianças.

A investigação apontou que o pastor e a missionária eram amantes e ela o auxiliava na prática dos abusos. As vítimas relataram abusos sexuais, carícias e beijos da parte do pastor que era chamado pela comunidade de “Ungido”. Uma das vítimas é neta de Maria de Fátima.

A defesa dos religiosos irá recorrer da decisão, a advogada de Maria de Fátima, Irani Martins, diz que o juiz só analisou as provas de acusação, e não as da defesa. Com informações Diário do Vale.

 

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Descoberta arqueológica indica que a Arca de Noé não era a única

Tábua de 4 mil anos gera discórdia entre arqueólogos

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Descoberta arqueológica indica que a Arca de Noé não era a única
Descoberta arqueológica indica que a Arca de Noé não era a única

Uma tábua de argila da Mesopotâmia antiga – atual Iraque – com cerca de 4.000 anos foi revelada esta semana pelo Museu Britânico. Ela traz detalhes sobre a construção de uma arca gigante que deveria abrigar animais “dois a dois”. Mas não é uma referência ao relato do Antigo Testamento sobre Noé. Embora seja uma história semelhante, descreve a construção de uma embarcação redonda e não retangular como a da Bíblia. A tábua está gerando discórdia entre os arqueólogos.

Irving Finkel, o responsável pela tradução das inscrições, está lançando um livro sobre o assunto, “The Ark Before Noah [A Arca Antes de Noé]. Ele é especialista em línguas antigas e conta que estava de posse da tábua do tamanho de um telefone celular há alguns anos. Desde que a comprou dedicou-se a estudar as inscrições cuneiformes dos antigos mesopotâmicos que a cobrem.

Finkel não tem dúvidas que esse é “um dos mais importantes documentos humanos já descobertos”. “Foi uma verdadeira surpresa, algo de parar o coração… a descoberta que a embarcação deveria ser redonda… É uma coisa perfeita. Ela nunca afunda, sendo leve para carregar”, explica. Conta ainda que um documentário de televisão será filmado este ano mostrando uma tentativa de construir a arca redonda seguindo as instruções da tábua de argila.

Contudo, outros especialistas criticam Finkel por não ter compartilhado seu achado com a comunidade científica e estar usando sensacionalismo para promover seu livro. David Owen, professor de Estudos sobre o Oriente Médio da Universidade de Cornell, e Elizabeth Stone, especialista em antiguidades da Mesopotâmia, que trabalha na Universidade Stony Brook, de Nova York, comemoram a descoberta, mas acreditam que há pontos controversos. Mesmo assim, ambos concordam que uma arca redonda faz sentido, pois há muitos registros de antigas embarcações com esse formato na antiga Mesopotâmia.

Segundo o livro de Finkel, a tábua registra que uma divindade ordena a construção de uma embarcação gigante “redonda, como uma enorme rosquinha”, teriam cerca de 75 metros de diâmetro e paredes de seis metros de altura, totalmente feita de madeira, amarrado por cordas e revestida em betume.

Arca de Noé redonda

Finkel afirma saber que sua descoberta poderá causar polêmica entre os estudiosos que acreditam na história bíblica. Mas lembra que desde o século 19 a arqueologia tem mostrado relatos babilônicos sobre um dilúvio, muito semelhante à história de Noé.

Ele provoca, afirmando que o relato provavelmente foi repassado ​​aos judeus durante o exílio na Babilônia no século 6 a.C. Vai mais longe, afirmando que os métodos de datação confirmam que sua tábua é anterior ao período em que Noé teria vivido. Com informações de Haaretz e The Blaze