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Sarah Sheeva fala a Marília Gabriela sobre sexo e dizimo

DEUS ADORMECEU MEU DESEJO

 

Por: Redação Creio

          Muito comunicativa, a missionária Sarah Sheeva, filha da cantora Baby do Brasil, foi destaque no programa De Frente com Gabi, na madrugada desta segunda-feira, dia 30, no SBT. Mesmo pressionada pela apresentadora, fugiu do rótulo de fanática, falou sobre o Culto das Princesas, um projeto que ensina a mulher a ‘não emitir sinais de mulher cachorra’, sobre como Deus adormeceu seu desejo pelo sexo e dízimo.

Na entrevista missionária Sarah Sheeva descreveu sua conversão, que segundo ela aconteceu em seu quarto sozinho. “Eu enfrentava Deus pedindo respostas. Ele me acalmou e falou comigo”, relatou. Curiosa, Marília Gabriela quis saber se por outras vezes Deus havia se comunicado com ela. Durante os quatro blocos de entrevista a ex-cantora do grupo SNZ explicou o projeto batizado Culto das Princesas. O projeto que ganhou destaque nos jornais ensina a mulher a não emitir ‘sinais de cachorra’. “ Muitas mulheres são magoadas porque não se valorizam”, admite.

O sexo foi parte da conversa com ex-mulher de Reynaldo Gianechini. Sarah Sheeva diz que era ninfomaníaca. “Deus adormeceu meu desejo. Conheço pessoas que são e não admitem.” Ela explicou como a Bíblia ensina os solteiros se guardarem para o casamento. “Eu sigo o que está na Bíblia.”

No final do bate papo ela lembrou a conversão da mãe, Baby do Brasil e falou sobre dízimo e oferta. “Você sobrevive de quê?”, questionou Gabi. A missionária e pastora aspirante não perdeu tempo. “Vivo pela fé e dos meus materiais. Não entrei neste meio para ganhar dinheiro. Recebo uma ajuda de custo da Igreja que não paga nem meu aluguel e recebo ofertas onde ministro.”

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Crianças abusando sexualmente de outras crianças

 

Thaddeus Baklinski

MELBOURNE, Austrália, 16 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Organizações de assistência infantil e que combatem a pedofilia no Estado de Vitória relatam que estão lidando com um número crescente de casos de crianças que estão abusando sexualmente de outras crianças, e apontam para a proliferação e acesso fácil de pornografia em dispositivos portáteis como a causa.

Bernie Geary, diretor da Secretária de Segurança das Crianças do Estado de Vitória, disse para o jornal The Age: “Se você está preparado para colocar seus filhos no mundo eles vão ser inundados com esse tipo de informação [pornografia]. Você precisa estar em condições de a) protegê-los, ou b) aguardar quais serão as consequências absolutamente desgraçadas”.

Essas “consequências desgraçadas” — conduta sexualmente abusiva entre crianças até de nove anos de idade — estão “explodindo”, de acordo com Carolyn Worth, coordenadora estadual dos Centros Contra Violência Sexual (CCVS) de Vitória. Ela disse que o número de crianças encaminhadas que demonstram conduta sexualmente abusiva é muito maior do que os materiais que eles têm para ajudá-las. Havia 237 vagas em todo o estado em programas que lidam com problemas de conduta sexual financiados pelos CCVS, mas houve 414 encaminhamentos, disse ela.

Worth disse que a maioria, mas não todas, as crianças mais novas (de cinco a nove anos de idade) foram encaminhadas para os programas porque haviam sido vítimas de abuso, sendo que a maioria eram meninos. Contudo, ela observou que problemas de conduta sexual entre meninas — mencionando uma menina de onze anos no programa que enviava fotos sexualmente explícitas de si mesma através do celular) — estavam também piorando.

“É evidente que a pornografia torna as pessoas insensíveis, provavelmente dando-lhes uma ideia estranha do que é o melhor modo de interagir com outras pessoas, principalmente com mulheres”, disse Worth. “Se as pessoas passam muito tempo vendo pornografia, elas não têm nenhuma ideia de como realmente fazer para ter sexo com outros. Elas simplesmente não entendem isso”.

Worth explicou que algumas crianças encaminhadas para os programas dos CCVS que lidam com problemas de conduta sexual tinham problemas tão graves que a participação delas foi proibida porque a conduta delas era criminosa.

Geary avisou: “Isso é um alerta para os pais. Não pense que essa questão não merece preocupação. Não pense que são as escolas que devem cuidar disso. Isso é algo que deve ser lidado em casa, de modo bem forte”.

“Não tenho simpatia por pais que não ficam próximos de seus filhos para protegê-los, pois essa responsabilidade faz parte do papel de criar e educar filhos”, Geary disse, mas avisou que não dá para culpar as crianças por serem expostas à pornografia e a resultante confusão nas vidas delas.

“Não é que as crianças estão imitando mais em suas condutas hoje do que no passado. O caso é que o mundo adulto está forçando informações para crianças numa força muito maior do que as crianças já experimentaram antes. É por isso que temos de lidar com isso”, disse Geary.

Tradução: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

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Sex shops cristãos fazem sucesso na internet

RELACIONAMENTOS CRISTÃOS

 

A questão em torno do sexo tem se mantido tabu entre cristãos e quando o assunto é tratado, são usados termos que deixam dúvidas. O cristianismo prega que a relação sexual deve acontecer apenas após o casamento, e vertentes dentro da religião defendem que a camisinha não deve ser usada, pois a relação sexual teria sido criada para reprodução apenas.

, alguns cristãos empreendedores resolveram arriscar e lançar sex shops online voltados para os cristãos. Há em suas páginas orientações sobre os produtos e cuidado em usar imagens que não se associem à pornografia, além de ressaltar que seus produtos são voltados para pessoas adultas e casadas.

Um desses sites, o “Intimacy of Eden” (que traduzido do inglês significa Intimidade do Eden), traz em sua página, a descrição de suas atividades: “Somos pró-casamento, somos pró-sexo, e estamos aqui para ajudar os casais a desenvolver o componente sexual da saúde conjugal. Esta loja cristã do sexo existe para ajudar os casais casados a reacender o romance e a paixão de seus casamentos – uma intimidade conjugal como a que Adão e Eva gozaram no Jardim do Éden.”

Esse e outros sites oferecem vibradores, lingeries, lubrificantes e outros acessórios, porém, todos com embalagens sem imagens vulgares. A jornalista Letícia Sorg, do blog Mulher 7×7, afirma que “Alguns não vendem itens que podem ferir regras religiosas, como camisinhas e brinquedos para sexo anal. Mas talvez a maior diferença esteja nos clientes: mais pudicos e com menos informação sobre sexo. Preocupados com o que possa ofendê-los, os sites adotam uma linguagem menos explícita (em vez de “borboleta estimuladora de clitóris”, vendem “estimulador vibratório”, por exemplo) e mandam junto com os produtos instruções para o ‘uso saudável’”.

Segundo ela, alguns líderes religiosos têm indicado os serviços dos sex shops como forma de ajudar na solução dos problemas sexuais dos casamentos de seus liderados. “Uma mulher cristã ouvida pela reportagem do Daily Beast disse que um vibrador reacendeu seu casamento – e deu a ela seu primeiro orgasmo”, conta a jornalista, que relata o caso de uma orientação dada para um casal com problemas de sexo: “um jovem casal escutou o seguinte: ‘Se uma mulher não gosta de sexo, ela deve tomar dois comprimidos de Tylenol e terminar o mais rápido possível’. Ótimo conselho para a felicidade conjugal, não?“, ironiza a jornalista.

Data: 9/1/2012
Fonte: Gospel mais