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Pastor da IURD “testa” libertação de viciados com drogas durante o culto

Jornalista questiona como a droga foi parar dentro da igreja

 

 Via Gospel Prime – 
Pastor Adriano Moraes e usuário

Pastor Adriano Moraes e usuário. (Foto: Reprodução / Youtube)

A Igreja Universal do Reino de Deus tem sido bastante criticada por exibir, durante o programa “Balanço Geral”, na Record TV, um programa religioso onde o pastor oferece cocaína a um homem que acabou de receber oração para se curar do vício das drogas.

Quem aparece no vídeo é o pastor Adriano Moraes, ele oferece uma “carreira de cocaína” ao cidadão pedindo para ele “dar um tiro”. O homem chega a questionar se a droga é de boa qualidade.

Por ser um programa vespertino, muitos questionam a falta de responsabilidade da igreja. O jornalista Flávio Ricco, do UOL, comentou o assunto e questionou como o pastor conseguiu aquele produto.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a denominação usa drogas para testar fiéis que passam pelo ritual de cura de vícios. Os casos sempre geram polêmicas.

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Igreja Universal nega que esteja tatuando uma cruz nas mãos dos fiéis

Fake news diz que a Igreja Universal estaria tatuando uma cruz na mão de seus fiéisFake news diz que a Igreja Universal estaria tatuando uma cruz na mão de seus fiéis

Um áudio de uma mulher preocupada denunciando uma norma imposta pela Igreja Universal a todos os seus fiéis surgiu esta semana.

Segundo o que a mulher diz no áudio, os pastores daquela igreja estariam obrigando a todos que recebam uma tatuagem de uma cruz nas mãos, como uma forma de marcar os membros.

A mulher diz ainda que os pastores da Universal teriam afirmado que a nova marca na mão direita traria prosperidade a todos que aceitarem a tatuagem – inclusive as crianças.

O áudio surgiu de forma anônima e não informa os principais dados que seriam necessários para que a denúncia fosse verificada. A mulher não diz o próprio nome e não diz o endereço da igreja onde o fato teria ocorrido.

Além disso, ela não diz quando o fato ocorreu. A mulher diz apenas que “isso começou hoje” e isso é feito propositalmente para que quem ouvir o “alerta” pela primeira vez sempre achar que se trata de algo recente. Com isso, as chances do áudio ser repassado aumentam muito.

A publicação do áudio espalhada nos grupos do WhatsAp tem cerca de 14 minutos de duração e vem acompanhado da foto de uma mão recém tatuada com uma cruz.

Nota da Igreja Universal

Diante da polêmica, que rapidamente se espalhou pelos grupos de WhatsApp, a Igreja Universal se manifestou em seu site a respeito do assunto.

Confira a íntegra da nota abaixo:

A Igreja Universal do Reino de Deus alerta para uma mensagem compartilhada pelo aplicativo WhatsApp. A mais nova fake news mostra uma imagem que estaria sendo tatuada na mão de frequentadores da igreja, comparando-a à “marca da besta”.

Trata-se de uma acusação tão absurda, tão maldosamente falsa, que parece até ridículo que pessoas que se dizem cristãs, deem crédito e compartilhem uma fake news como essa, mas não se empenhem em espalhar a verdade que liberta.

A Universal expressa a sua fé e crença no Deus vivo há mais de 40 anos. Com base na Bíblia, ela trabalha pela transformação de vidas, através do verdadeiro encontro com o Senhor Jesus.

Não acredite nas bobagens que escorrem pelo esgoto da Internet. E também vale lembrar que quem compartilha notícias falsas pela Internet, é tão responsável quanto o autor da mentira. Além disso, também pode ser punido pela Justiça.

Fonte: E-Farsas e Igreja Universal

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Edir Macedo é acusado de usar dinheiro da igreja para gastar com luxo pessoal

 
Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus
Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus

O bispo Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, teria gasto dinheiro da igreja, recolhido em Portugal, em bens pessoais como joias, objetos de luxo, roupas caras e em despesas do seu apartamento em Miami, nos Estados Unidos.

A denúncia foi feita pela TVI (Televisão Independente), rede televisiva privada portuguesa, veiculada no dia 5 de fevereiro de 2019.

Segundo a reportagem, “o esquema era feito através de contas bancárias de Portugal, onde a IURD depositou mais de um milhão de euros em salários e falsas gratificações a altos bispos de Portugal e depois era gasto pela família Macedo”.

A reportagem investigativa é assinada por Alexandra Borges e Judite França, as mesmas jornalistas que em dezembro de 2017, veicularam, também na TVI, 10 episódios do documentário O Segredo dos Deuses revelando “uma rede de adoções ilegais de crianças portuguesas levadas para o estrangeiro por bispos da IURD”, conforme site da emissora.

Nesta matéria sobre “dinheiro desviado da igreja”, existe ainda uma abordagem tributária. A jornalista Alexandra Borges diz que em todos os anos, a Igreja Universal declara receber “30 a 40 milhões de euros”. No ano de 2017, a IURD ganhou “42 milhões de euros livres de impostos. E feitas as contas o Estado Português ainda lhe devolveu 39 mil euros.”

Até 2013, a IURD teria depositado mais de um milhão de euros em salários e falsas gratificações. Desse montante, Edir Macedo e sua mulher, Esther, usavam cartões de crédito dessa conta para gastar o dinheiro para uso pessoal.

Segundo a TVI e o ex-bispo da IURD no Brasil e em Portugal, Alfredo Paulo, hoje refugiado na Suíça, os documentos foram entregues à Procuradoria Geral da República [a PGR portuguesa] e, “o Ministério Público já está investigando este desvio de dinheiro das ofertas dos membros da Igreja Universal em Portugal”.

O canal português de televisão TVI teve acesso aos extratos bancários do cartão de crédito de Edir e Esther Macedo até 2013 e também obteve depoimentos de ex-bispos e ex-obreiros. Em seu depoimento no canal no Youtube, o ex-bispo Alfredo Paulo conta que Macedo teria pedido a substituição de um dos cartões da American Express para Edir Bezerra, já que Edir Macedo era um nome muito conhecido.

Em Portugal, a IURD declarou em 2017, ganhos de 42 milhões de euros por ano, livres de impostos, além de ter direito a benefícios fiscais. Ocorre que em 2020, a IURD completará 30 anos em Portugal e, pela legislação lusitana, a igreja ganha direitos inerentes ao status de “igreja radicada em Portugal”.

Se condenada, a Igreja pode perder os benefícios fiscais.

Fonte: Paulopes e TVI