Muestran raros manuscritos de la Biblia en Jerusalén

 

Muestran raros manuscritos de la Biblia en Jerusalén

Una mujer observa los manuscritos de las Coronas de Damasco

Tienen entre 700 y 1.000 años de antigüedad y fueron escritos en pergamino en el Medio Oriente y Europa.

25 DE OCTUBRE DE 2011, DAMASCO

Unos preciosos manuscritos de la Biblia originarios de la comunidad judía de Damasco, Siria, fueron exhibidos durante apenas unas horas el pasado 5 de octubre en la Biblioteca Nacional de Israel, en Jerusalén. Ofrecieron así un vistazo poco común a una colección que incluye libros llevados clandestinamente a Israel antes de que la antigua comunidad desapareciera a finales del siglo XX.
La colección consta de 11 volúmenes. Tres de ellos, entre los cuales estaba el libro más antiguo e importante de la colección, fueron sacados de las bóvedas de la biblioteca y mostrados durante un simposio el pasado miércoles 5 por la noche.
Los libros son resguardados en la Biblioteca Nacional de Israel. Por motivos de seguridad y de conservación, la mayor parte de la colección se ha expuesto sólo una vez antes, también por sólo unas cuantas horas, hace más de una década.
Estos manuscritos tienen entre 700 y 1.000 años de antigüedad y fueron escritos en pergamino en el Medio Oriente y Europa. Tienen una caligrafía hebrea meticulosa e ilustraciones en tinta y hoja de oro. Algunos cuentan con micrografía intrincada: decoraciones hechas con miles de diminutas letras hebreas.
CORONAS DE DAMASCO
Ninguno de estos libros fue escrito en Damasco, sino que llegaron para ser guardados en las sinagogas de la ciudad durante siglos. Se les conocen colectivamente como las Coronas de Damasco, pues "corona" en hebreo se usa a veces para describir manuscritos bíblicos venerables y de importancia especial.
La comunidad judía residió en la capital siria durante más de 2.000 años antes de que sus miembros fueran expulsados en medio de una campaña de persecución del gobierno y violencia de parte de turbas debido al incremento del nacionalismo árabe y la fundación de Israel en 1948. Otra comunidad antigua en el centro financiero del país, Aleppo, corrió la misma suerte, al igual que otras en todo el mundo árabe.
Unos cuantos emigrantes judíos lograron escapar en los inicios de la creación de Israel, con la ayuda de agentes israelíes que manejaban rutas de contrabando a través de Líbano y Turquía.
La mayoría del resto de la comunidad partió en la década de 1990 después de que el fallecido dictador sirio, Hafez Assad, cedió a las presiones internacionales y les permitió salir. Casi todos se instalaron en Israel o Estados Unidos, pero un puñado —no más de varias decenas— prefirieron permanecer en Damasco.

© Protestante Digital 2011

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UNIVERSAL VIRA PIADA NO CHILE

 

Filme zomba dos métodos de arrecadação da Igreja

O filme “Deus me Livre” [Dios me libre] estreia essa semana nos cinemas do Chile fazendo uma sátira com a Igreja Universal do Reino de Deus e com a forma como eles arrecadam dinheiro dos fiéis. A trama mostra como dois primos abrem uma igreja e passam a fazer muito sucesso com esse “novo negócio”.

Os criadores da obra confirmam que o filme é uma crítica à igreja “Pare de Sofrer” e dizem que esses brasileiros [os líderes da IURD] são espertos em inventar artigos supostamente divinos, e também é uma crítica a todos os televangelistas.

“[o filme] Está inspirado nos televangelistas em geral, mas claramente na Igreja Universal do Reino de Deus que são como os mestres. Pare de sofrer é um programa da igreja, são brasileiros. No Brasil são um império. Nesse programa vendem a armadura de Davi, a rosa de Sarón…”, disse Martín Duplaquet diretor do filme.

A comédia foi filmada no Chile e também no Brasil, onde os novos pastores passam por um curso para aprender a falar, se comportar na frente das câmeras e atrair multidões.

O roteirista, Juan José Hurtado, disse que provavelmente muitos evangélicos se sentirão ofendidos com o texto do filme, pois ele conta a vida de dois homens Jonás e Lenin que fundam a igreja “Transprofética” para tirar dinheiro das pessoas. Jonas passará a ser conhecido como “o último dos profetas”.

“Esta é a história de Lenin e Jonás Cifuentes. Não é a história de outra coisa, nem um ponto de vista crítico sobre a igreja, nem sobre os televangelistas”, disse ele. O escritor também diz a identificação pode acontecer porque “há muitas igrejas evangélicas que pedem dinheiro”. Mas para ele fica claro que algumas estão mais interessadas em vender do que em salvar.

“Agora em caso de algumas é claro que há o objetivo de conseguir dinheiro e não de salvar almas”, disse Hurtado para um jornal chileno afirmando que em nenhum momento o filme fala a palavra ‘evangélico’.

Data: 27/10/2011 09:00:00
Fonte: Adiberj

Restos de acampamento romano são descobertos na Alemanha

25/10/2011 – 16h55

DA EFE

Restos de um acampamento romano, que servia de defesa e entrada para a antiga Germânia até o rio Elba, foram encontrados nas margens do rio Lippe, na região alemã de Westfália.

O diretor do LWL (Instituto Arqueológico de Westfália Lippe), Wolfgang Kirsch, informou nesta terça-feira que os especialistas procuravam há mais de um século o acampamento. Ele é equivalente a sete campos de futebol e está situado a 30 quilômetros da cidade de Dortmund, no oeste da Alemanha.

Ruínas de escola de gladiadores são encontradas na Áustria
Piscina usada por saqueadores romanos é encontrada em Jerusalém

Friso Gentsch/Efe

Homem exibe moeda que estava em assentamento romano, o último de cinco localizados pelos arqueólogos

Homem exibe moeda que estava em assentamento romano, o último de cinco localizados pelos arqueólogos

A base era usada por soldados para controlar o rio Lippe e era "uma das importantes regiões logísticas para os conquistadores romanos", disse Kirsch, que considerou a descoberta como "sensacional" para a investigação da época romana em Westfália.

O acampamento, localizado próximo onde atualmente é a cidade de Olfen, era o único que faltava para ser descoberto dos cinco grandes assentamentos militares romanos na região e que tinham funções de abastecimento e defesa.

Para conquistar as terras livres da antiga Germânia e avançar as fronteiras do império até o rio Elba, as forças do imperador Augusto entraram no território a ser conquistado através do rio Lippe, usado como meio de transporte.

Friso Gentsch/Efe

Os assentamentos romanos distanciavam-se um dos outros por exatos 18 quilômetros; acima, moedas romanas

Os assentamentos romanos distanciavam-se um dos outros por exatos 18 quilômetros; acima, moedas romanas

O último grande acampamento romano na região foi descoberto em 1968 perto de Paderborn. Desde então, as pesquisas arqueológicas se intensificaram para encontrar o assentamento próximo a Olfen.

"Era como buscar a peça de um quebra-cabeça", disse Kirsch, que comentou que o acampamento descoberto fecha a lacuna dos assentamentos romanos na região, separados entre si por cerca de 18 quilômetros, o que equivalia a um dia de caminhada de uma tropa de soldados armados com todos seus pertences.

Kirsch acrescentou que as primeiras pistas sobre a localização do acampamento surgiram há três anos, quando arqueólogos descobriram moedas de cobre em um campo, e escavações de prova posteriores encontraram restos de cerâmica e de uma cerca de madeira.

O acampamento romano de Olfen foi supostamente construído no início da ocupação da Germânia na margem direita do rio Reno, na época das campanhas bélicas de Druso, na última década antes do começo de nossa era.