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Maioria dos brasileiros rejeita uniões civis homossexuais depois de imposição do STF

 

Matthew Cullinan Hoffman

Evangélicos têm muito mais probabilidade do que os católicos de se opor à decisão do STF

10 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maioria dos brasileiros continua a expressar sua oposição à agenda homossexual em seu país, apesar de uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil criando uniões civis homossexuais, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública.

A pesquisa, conduzida pelo Ibope, revelou que 55 por cento dos entrevistados se opõem à decisão do STF, e 45 por cento são favoráveis.

Embora a Igreja Católica ensine que as relações homossexuais são “intrinsecamente más” e o Vaticano sustente que as leis de união homossexual deveriam sempre receber oposição, os católicos se opuseram à decisão a uma taxa de apenas 50%, 5% a menos do que a população geral. Os ateus tinham um por cento de maior probabilidade de se opor do que os católicos. Entretanto, entre os evangélicos só 23% apoiam a decisão.

A disparidade entre católicos e não católicos reflete um déficit amplo na América Latina com relação ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade. Embora os católicos da América Latina tenham uma forte tendência para refletir o ensino da Igreja sobre o direito à vida, os católicos leigos muitas vezes recebem pouca orientação da liderança da Igreja sobre questões com relação à sexualidade humana.

Além da disparidade entre católicos e não católicos, a pesquisa de opinião pública também indicou outras diferenças dentro de grupos da população sobre a questão das uniões homossexuais. Os homens (63%) e os que têm mais de 50 anos de idade (73%) eram o grupo que mais probabilidade tinha de se opor à decisão, bem como aqueles que tinham os níveis mais baixos de educação (68%). As mulheres, os jovens e aqueles que são muito expostos ao sistema universitário altamente esquerdista tinham a probabilidade máxima de apoiar a decisão.

“A recente decisão do STF de permitir que duplas gays entrem em uniões civis, que no Brasil se chamam de “uniões estáveis”, contradiz a identificação explícita de uniões estáveis como tendo relação com “um homem e uma mulher”, de acordo com o artigo 226 da Constituição do Brasil. A decisão foi sujeita a muita controvérsia desde que foi dada em maio deste ano.

Outra pesquisa de opinião pública, conduzida logo depois da pesquisa do Ibope, revelou adicionalmente que 63% dos brasileiros se opõem aos beijos homossexuais nas novelas do país. Em maio deste ano, os brasileiros foram pela primeira vez expostos a uma cena de duas lésbicas se beijando apaixonadamente nos lábios.

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PARA ORAR BEM VOCÊ PRECISA SANTIFICAR O NOME DE DEUS

Preletor: Josué Gonçalves

Santificado seja o nome de Deus na minha vida, nas atitudes e que Seu nome não seja envergonhado

     Ora bem quem ora sempre preocupado com o nome de Deus, que deve ser glorificado!
       O nome de Deus representa o próprio Deus. Ora bem aquele que leva sobre si o nome de Deus para que este nome seja santificado na sua vida! Santificado seja o teu nome, onde? No Templo? Não. No meu carro, onde está escrito "100% de Jesus?" Não. No meu chaveiro, na minha camiseta? Não. Santificado seja o teu nome na minha vida, nas minhas atitudes, no meu comportamento, no meu falar, no meu agir, nos meus negócios… Essa deve ser a minha preocupação com o nome de Deus, que precisa ser glorificado, e nunca envergonhado.

     A Bíblia nos fala a respeito de José (Gn. 39). Houve um tempo em que ele era escravo do capitão da guarda do Egito. Estava numa condição favorável de vida naquele momento e recebeu uma proposta muito indecente: a mulher do seu patrão queria ter relações com ele. José poderia aceitar, pois iria ficar numa posição extremamente cômoda, pois ele era apenas um escravo. E os escravos não precisavam se preocupar, pois não tinham um nome a zelar, nem registro, tampouco eram tratados como pessoas, mas sim como objetos. Ou seja, ele não tinha nada a perder. Apesar disso, ele respondeu que não aceitaria tal proposta. Se José não possuía algum "valor social", por que então ele resistiu à tentação? Porque ele estava ali para representar o nome de Deus, o qual ele servia com tanta devoção. Por isso, santificado seja o Teu nome na minha vida. A questão não é o meu nome ou o seu nome, mas sim o nome de Deus.

     Quando nos tornamos cristãos, o nome e o testemunho das coisas de Deus são atrelados ao nosso nome. Talvez meu nome possa até ir para o serviço de proteção ao crédito, mas se eu for de Deus, o nome de Deus vai junto. Como você tem lidado com o nome de Deus? Qual é importância que o nome de Deus tem recebido na sua vida? Há pessoas que não se preocupam em pagar o cheque que emitem. Certo dia, alguém, que se dizia "de Deus", emitiu um cheque. Tal cheque estava sem fundos e acabou voltando duas vezes. Ao ligar para essa pessoa, do outro lado, ela disse: "Se vira!" O que essa pessoa estava fazendo? Jogando o nome de Deus no lixo! Nunca se esqueça disso: cristão é aquele que leva as marcas de Cristo no seu caráter! Cuidado. Sua oração precisa ser esta: "Santificado seja o Teu Nome" – nos meus negócios; "Santificado seja o Teu Nome" – no meu relacionamento conjugal; "Santificado seja o Teu Nome" – no meu falar; e "Santificado seja o Teu Nome" – nas minhas relações sociais. "Senhor, eu quero orar bem e quero que minha oração chegue à tua presença, então, Santificado seja o Teu nome – na minha vida".

Data: 10/8/2011 08:23:08

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Por religião, projeto quer etiqueta em alimentos com carne suína

NOVA LEI

 

Tramita na Câmara Federal Projeto de Lei número 767/2011 que pede identificação para alimentos que contêm carne suína em seus ingredientes. Recentemente o assunto foi notícia no portal da Agência de Notícias Brasil-Árabe (Anba) que destacou que o “a ideia é facilitar a vida de muçulmanos e judeus, entre outros”. Os adventistas do sétimo dia não consomem produtos de origem suína com base no que diz na Bíblia Sagrada, especificamente no livro de Levítico, capítulo 11.

O projeto, de autoria do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), tem por objetivo obrigar fabricantes de alimentos a colocarem, nos rótulos dos seus produtos, uma mensagem informando que estes contêm carne suína em seus ingredientes. Outra intenção, também, é facilitar a vida de quem, por exemplo, tem alergia à carne suína ou dos que, em função de sua religião, não podem ou optaram por não ingerir carne de porco.

O projeto de lei foi apresentado pelo deputado em março deste ano, já foi aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor e deve passar, ainda, pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Conforme informações da agência Anba, se aprovado, não precisará passar por votação da plenária e seguirá para o Senado e depois para aprovação do Poder Executivo. A proposta prevê penalidades a quem descumprir a lei, como multa, apreensão do produto e cassação de registro junto a órgão competente.

Data: 10/8/2011 08:10:00
Fonte: Portal Adventista