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Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus

ARREPENDIMENTO

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Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espirito Santo” (At 2:38).
Essa narração do Evangelho de Mateus conta-nos a história de dois homens que vivam uma grande tristeza por seus pecados. Um era Pedro, que negou a Jesus  Cristo, seu Senhor. E, depois, ele (Pedro) “saindo dali, chorou amargamente” (Mt 26: 75). e, depois Jesus o levantou e o restaurou, ordenando-o a pastorear seu rebanho (Jo 21: 15-17).

O outro homem é Judas, que traiu Jesus, seu Mestre, por trinta peças de prata. Que ao perceber que Jesus estava sendo condenado, ele, “tocado de remorso”, disse: “Pequei, traindo sangue inocente”, depois, “…Atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se” (Mt 27: 3-5)

No primeiro vemos o arrependimento de Pedro que resultou em perdão da parte de Nosso Senhor e a sua restauração, foi completa. Ao contrário de Judas.

Mesmo Judas tendo se conscientizado havia errado, não há se arrependeu e confessou o seu pecado ao Senhor Jesus Cristo, e nem tampouco pediu-lhe o perdão. A palavra traduzida por “tomado de remorso”, “metamelomai”, literalmente quer dizer “ter cuidado depois”.

O suicídio de Judas é uma história das mais tristes da Bíblia. Lembra as palavras de Jesus: “… ai daqueles por quem o Filho do homem está sendo traído!Melhor não lhe fora ter nascido!” (Mt 26: 24).

Vemos nessa passagem que o verdadeiro arrependimento envolve a conversão, e a fé. Entretanto,o arrependimento e a fé são os fatores preponderantes para se levar à conversão e volta-se para Jesus Cristo

É importante qu1e você entenda a pregação de João Batista e de Jesus Cristo que alertavam e continua alertando para que todos  se arrependam: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino de Deus” (Mt 3: 2 e 4: 17). O Novo Testamento nos orienta sobre a necessidade de se entrar no reino dos céus, é preciso arrepender-se das práticas pecaminosas, mudando completamente o processo mental e seguir os mandamentos de Jesus (Jo 14:21). Portan1to, ao se arrepender de seus pecados é importante que se batize por imersão em uma igreja reconhecidamente evangélica. Deus os abençoe. com informações da publicação original do : Rev. José Roberto

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é, ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O pecado trouxe terríveis distorções em nossa capacidade de crer em Deus

LIDERANÇA

MEDO

 

Por: Rodolfo G. Montosa

Quando o povo de Israel saiu do Egito, ainda tinha marcas profundas dessa terrível experiência passada na terra opressora. O tempo da escravidão trouxe muita insegurança/medo, pois era evidente a fragilidade do povo diante dos poderes e gigantes que os dominavam. A autoestima tinha sido destruída, a confiança despedaçada, a incerteza cresceu num tanto que fez sombra em tudo o que passaram a ver na caminhada. No episódio do envio dos 12 espias (Números 13), somente dois tiveram a confiança que Deus os livraria de todas as barreiras (versículo 30). Os outros 10 afirmaram que o povo daquela terra era mais forte do que nós (versículo 31), aos nossos próprios olhos nos sentíamos tão pequenos!

A formação do medo em nossos corações aconteceu para muito além de nossas histórias pessoais. É fácil perceber que, desde crianças, temos muitos medos diferentes: medo de perder a mãe (ansiedade de separação), medo do desconhecido (angústia do estranho), medo de um objeto deixar de existir (permanência do objeto), medo de animais, medo de ruídos, do escuro, dos monstros, fantasmas, ladrões, dentre uma lista interminável. Pela Bíblia, o medo entrou no coração da humanidade logo após o ato de desobediência, quando Adão e Eva esconderam-se por medo (Gênesis 3.10). De fato, o pecado trouxe terríveis distorções em nossa capacidade de crer e descansar em Deus pelo simples fato de termos nos tornado indignos de confiança. A afetação da alma distorceu nossa visão de confiança no Senhor, nossa capacidade de ter esperança, causando desesperança, ou melhor, desespero. Assim é como os 10 espias estavam em profundo desespero.

A sustentação do medo passou a ser multiplicada pela influência da sociedade, pois o povo começou a reclamar (versículo 30), e também pela influência da mídia, pois espalharam notícias falsas (versículo 32). Criou-se um verdadeiro clima de pânico, levando todo o povo a crer que estavam destinados à morte. Cairiam novamente nas garras de um novo tirano. Perderiam seus sonhos, bens, família, liberdade. O medo é multiplicado pelos comentários sem fim. Pais ministram insegurança a seus filhos. Líderes apavorados provocam reações descontroladas nos liderados. A conta foi covarde: dez pessoas espalhando desconfiança contra dois tentando transmitir segurança. O terror se instala. Daí por diante é só choro, angústia e grande perturbação.

A libertação do medo veio somente sobre as vidas de Josué e Calebe porque não se concentraram como eram aos seus próprios olhos ou aos olhos do inimigo. Fixaram sua atenção no que eram aos olhos de Deus. Não precisaram se sentir pequenos: eles eram pequenos! Mas tinham um grande Deus que tinha feito a firme promessa de que daria a terra prometida. Isso bastou para seus corações se encherem de confiança.

O medo é saudável até o ponto de nos manter alertas e defensivos. Mas quando o medo nos domina, torna-se cruel. Ele paralisa, gera angústia, rouba o sono, tira a paz, traz transtornos de ansiedade, produz pânico, leva ao terror, provoca aversão ou conduz à hostilidade. De fato vivemos uma sociedade com muito medo. Alguns estudiosos já catalogaram mais de 400 diferentes tipos de fobias. Na Bíblia, a palavra medo aparece 563 vezes e terror aparece 116 vezes, indicando que o assunto não é um problema dos dias de hoje, mas que sempre esteve presente na história da natureza humana.

Onde há medo não há confiança, segurança, alegria, fé. Pela Bíblia, não precisamos temer a morte(Salmo 23.4), nem pessoas (Salmo 27.1; 56.4, 11), nem sequer más notícias (Salmo 112.7), pois se o Senhor é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8.31) Mas o que verdadeiramente lança fora o medo de nossos corações é conhecer o perfeito amor de Jesus (1 João 4.18). Para arrancar o medo de dentro de nossos corações precisamos perceber o grande amor de Cristo. Isso nos basta!

Qual é o seu medo? O que tira seu sono? Para você o Senhor diz: não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel (Isaías 41.10). Ele está presente. Ele é nosso Deus. Ele faz coisas poderosas a nosso favor. Por isso podemos dizer: nada temerei!

Data: 9/9/2011 08:51:32

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PM’s DE CRISTO : Soldados evangélicos já são ao todo 25 mil em São Paulo

Com o objetivo de levar uma palavra de fé e esperança para os próprios Policiais Militares do Estados de São Paulo, surgia há 19 anos a associação sem fins lucrativos e interdenominacional chamada PMs de Cristo, que é fruto da inquietação de alguns militares cristãos que na época viam-se distantes de suas igrejas e oprimidos pela ideia de que o binômio Deus e Polícia não combinava com a realidade das ruas.

A primeira reunião foi organizada pelo jovem Alexandre Marcondes Terra, um cadete do Barro Branco, hoje Tenente Coronel da Polícia Militar, com 32 anos de carreira militar, chefe da Assistência Policial Militar da Coordenadoria Estadual dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). Ele havia tomado conhecimento da existência da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil (UMCEB) e da União dos Policiais Militares Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro (UEPMERJ) ele buscou o apoio do Capitão Alberto Resende de Oliveira para implantar em São Paulo uma associação nos mesmos moldes.

Após três meses de oração, buscando a direção de Deus, eles conseguiram reunir 74 militares para sua primeira reunião. Hoje, sustentada por contribuições voluntárias de parceiros e abnegados associados , a associação possui cerca de 1.500 integrantes e aproximadamente 50 Núcleos em todo Estado e um batalhão de policiais militares evangélicos para unir. O último censo realizado internamente pela Polícia Militar em 2011 indica que entre os 138 mil policiais militares – 100 mil da ativa e 38 mil aposentados – há em torno de 25 mil policiais militares evangélicos em todo o Estado.

“Hoje, graças a Deus, temos mais policiais sensíveis ao chamado de Deus e a própria igreja começou a compreender o papel do policial, a serviço do bem comum e também da Associação PMs de Cristo, como missão interdenominacional. A própria Polícia valoriza mais o policial militar como figura humana e incentiva a espiritualidade”, disse o Ten Cel Alexandre Marcondes Terra sobre o que mudou nesses 19 anos de PMs de Cristo.

De acordo com ele no começo do ministérios muitos policiais tinham vergonha de assumir que eram cristãos, outros acabavam se desviando assim que iniciavam a carreira e tinha até alguns que eram desprezados pelas igrejas por se tornarem policiais.

Para manter os PMs de Cristo como uma associação interdenominacional é necessário deixar os interesses pessoais para poder não colocar em xeque as diferenças doutrinárias, conforme explica o tenente. “Nós compreendemos que este chamado de Jesus é muito maior que nossos interesses pessoais; que a desunião é destruição, porque ela faz com que vidas deixem de conhecer o Evangelho e se percam. Somos uma missão e não discutimos costumes denominacionais. Sabemos que maior é o que nos une do que nossas eventuais diferenças”.

Hoje os PMs de Cristo tem também um papel importante não só na corporação como também na sociedade. “O PM de Cristo pode fazer a diferença ao atuar como um facilitador e mobilizador comunitário, aproximando os seus amigos, a sua igreja e a sua comunidade da unidade policial do bairro, divulgando os serviços, sites e ações positivas e também chamando pessoas para participarem do Conselho Comunitário de Segurança local. Ele deve se posicionar como instrumento de Deus, colocado por Ele para promover a paz e proteger as pessoas”, explica o Ten Coronel Alexandre Terra.

Data: 9/9/2011 08:10:00
Fonte: Gospel Prime