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Southern Baptists to Plant Hundreds of Churches in New York City

 

By Matthew Cortina | Christian Post Contributor

 Southern Baptists are planning to plant between 50 and 100 churches in the New York City area over the next five years as part of a larger movement to accommodate the ethnically diverse city and its ever-shifting population.

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According to the North American Mission Board, a church planting initiative by the Southern Baptist Convention, 45 churches have been established in New York City over the last decade.

The group cites the ratio of one Southern Baptist congregation for every 6,828 people in North America as the motivation for the initiative.

The ratio in New York City is one SBC church for every 52,760 New Yorkers.

With over 22 million people in the New York City tri-state area, organizations like NAMB and the Metropolitan New York Baptist Association endeavor into a traditionally unyielding, if not stubborn, culture of people.

“While many still travel half-way around the world to witness to ‘the unreached,’ less is being done to reach many of the same peoples right here in NYC,” MNYBA said in a statement.

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According to the Values and Research Institute, about 83 percent of New Yorkers affiliate themselves with some sort of organized religion; yet only 3 percent of the population consider themselves evangelical Christian.

SBC organizations are asking members from churches, specifically those called by God to plant or help plant a church in New York City, to research neighborhoods and city geography and then, possibly relocate.

Both NAMB and MNYBA offer internships, part-time employment and volunteer opportunities, and funded relocation and church planting training. By working with churches and communities, and locating areas in need, these SBC organizations are giving those called by God the necessary tools to transform New York City.

Indeed, NAMB calls New York City “the backdrop to some of our nation’s greatest triumphs and most devastating tragedies,” on its website.

“Boasting such authority and impact, the city has the overwhelming power to dictate the movement of culture in this nation and around the globe back to Christ,” the site reads.

Southern Baptist Planting Hundreds of ChurchesVídeo: /http://global.christianpost.com/news/southern-baptists-to-plant-hundreds-of-churches-in-new-york-city-video-65787/

Southern Baptist Planting Hundreds of Churches

Nearly 20,000 churches would be needed to equal the SBC church to population ratio found in most mid-America and Bible Belt communities, according to MNYBA. The group plans to build 20 churches in the city per year until 2020.

The unique culture of New York City provides opportunities to create unique church congregations. The city’s mosaic of diverse, fiercely independent neighborhoods shouldn’t intimidate planters, SBC says, but should be seen as fertile ground for growing a new, diverse generation of Southern Baptists.

The best hope for SBC expansion is to welcome diversity within the church – something it hasn’t done in the past, according to Dr. Nancy Ammerman, religion professor at Boston University.

“In the past decade or so, they are targeting ethnic minority communities both for new starts and for ‘adopting’ existing churches into their denomination,” Ammerman wrote in The New York Times.

NAMB issued a familiar sentiment when explaining the unique coincidence of opportunity and obstacle presented by New York City when seeking success.

“If we can reach this city,” a note on the website reads, “we can reach the world.”

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Papa pede a jovens que se libertem da escravidão do medo

 

AFPPor Tiziana Fabi | AFP – 12 horas atrás

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  • O Papa Bento XVI durante a mensagem Urbi et Orbi, no Vaticano

    O Papa Bento XVI durante a mensagem Urbi et Orbi, no Vaticano

O Papa Bento XVI dirigiu, nesta terça-feira, mensagem a 30.000 jovens europeus que vão se reunir a partir de amanhã, em Berlim, a convite da Comunidade Ecumênica de Taizé (França), pedindo que "se libertem da escravidão do medo", e se envolvam mais na sociedade.

Os encontros, abertos aos que estão em busca de cura espiritual, são realizados em várias cidades europeias, animados pela irmandade de Taizé desde 1978. Foram criados pelo protestante suíço Roger Schutz (1915-2005), fundador da comunidade ecumênica, instalada na Borgonha (centro-leste da França). O irmão Aloïs, alemão e católico, sucedeu a ele, em 2005.

Participam jovens de várias nacionalidades, representando protestantes e católicos, com vida dedicada à oração e à meditação cristã.

Vindos principalmente da Europa, vão ficar na capital alemã até o dia 1º de janeiro, em busca de uma "nova solidariedade".

Em mensagem divulgada pela Rádio do Vaticano e pelo site da comunidade de Taizé, Bento XVI encorajou os cristãos, em plena crise econômica e financeira, a "abrirem em todo o mundo os caminhos da confiança", precisando que "a confiança não é uma ingenuidade cega".

"Ao se libertarem da escravidão do medo, diz a mensagem, (…) tornam-se mais perspicazes e mais disponíveis para responder aos numerosos desafios e dificuldades que devem enfrentar os homens e as mulheres de hoje".

Também dirigiram mensagens aos jovens o patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I; o de Moscou, Kirill; o arcebispo de Canterbury, Rowan Williams; o secretário-geral da Federação Luterana Mundial, Martin Junge; o secretário do Conselho ecumênico das Igrejas (COE) Olav Fyske-Tveit, assim como o secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon, o presidente do Conselho europeu, Herman van Rompuy, e a chanceler Angela Merkel.

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Acusado de abuso contra menores, padre irlandês de 72 anos é deportado do Brasil

 

P.J. Kennedy foi preso em São Paulo pela PF na segunda-feira e levado sumariamente à Irlanda

27 de dezembro de 2011 | 23h 20

Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – A Polícia Federal prendeu em São Paulo um padre irlandês de 72 anos acusado perante a Justiça de Dublin em 55 processos penais por supostos abusos sexuais contra menores. Ele foi deportado sumariamente para a Irlanda na noite de segunda-feira, 26.

P. J. Kennedy foi localizado na manhã de segunda por agentes da PF que atuam no escritório da Interpol em São Paulo – a Interpol é a Polícia Internacional que reúne corporações de 190 países.

A ação foi discreta. Os policiais abordaram o acusado, que confirmou sua identidade e ouviu os motivos de sua detenção, expostos em mandado de prisão expedido pela Justiça irlandesa.

Kennedy, nascido em 2 de março de 1939, foi imediatamente conduzido ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica. Às 23h30 de segunda, sob escolta, ele partiu para Londres, onde autoridades irlandesas o aguardavam no aeroporto.

A Interpol informou que desde 2003 o alvo estava no Brasil. Ele fixou residência em Osasco, na Grande São Paulo, e depois mudou-se para a capital. Para se manter, dava aulas de inglês.

No início de 2004, a Interpol solicitou formalmente a localização do religioso ao lançar seu nome na difusão azul – lista de cidadãos contra os quais não há mandados de prisão nos países onde eles se ocultam.

Em janeiro de 2004, Kennedy foi citado em dossiê da Procuradoria de Dublin. O documento informa que, em agosto de 2003, o acusado se comprometeu a desembolsar “a mais alta compensação financeira em juízo” para indenização de uma vítima. Os crimes atribuídos a Kennedy ocorreram nos anos 80.

Depois do acordo judicial, Kennedy migrou para o Brasil com passaporte inglês.

A PF vigiava os movimentos do religioso havia quatro meses, mas aguardava a formalização de documentação para detê-lo.

O plano era embarcar Kennedy às 18h46 de segunda-feira em voo da British Airways. A operação foi adiada e o embarque ocorreu por outra companhia aérea.

Deportação sumária. O Brasil e a Irlanda não mantêm tratado de extradição. A Polícia Federal agiu com cautela e sigilo para evitar eventual recurso judicial de Kennedy que impedisse ou retardasse sua deportação.

A deportação é a devolução compulsória ao Estado de origem de estrangeiros que ingressam irregularmente em outro território. Ela pode ter amparo em casos de uso de documento falso, como visto de entrada, ou no exercício de atividade profissional não autorizada.

Quando pleiteou a transformação de provisório em definitivo do protocolo de permanência no Brasil, Kennedy assinou uma declaração alegando que não respondia a nenhuma acusação judicial em seu país. A PF cancelou a emissão do documento.
A falsa declaração do padre abriu caminho para a deportação sumária.