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Lutador da UFC Vitor Belfort Encontra Deus Através da Dor

 

PorJennifer Riley | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

Lutador do Ultimate Fighting Championship (Campeonato Combate Final-UFC), Vitor Belfort, compartilhou em um novo vídeo I Am Second que não foi dor física, mas o trauma emocional que o ajudou a encontrar Deus.

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    (Foto: I am Second via The Christian Post)

    lutador do Ultimate Fighting Championship Victor Belfort compartilhou em um novo vídeo I Am Second que não foi dor física, mas o trauma emocional que o ajudou a encontrar Deus.

 

O brasileiro Belfort, que está agendado para lutar com o atual titular Anderson Silva pelo cinturão de Campeão de Peso Médio do UFC em 05 de fevereiro, lembrou o ano que mudou sua vida para sempre no vídeo do ministério.

O campeão do UFC compartilhou que ele não se converteu a Deus, mesmo quando ele sofreu uma lesão no pescoço com a idade de 20 que ameaçou acabar com sua carreira. Mas foi a dor e a angústia de perder sua irmã que o levou a Cristo.

Em 2004, ele conquistou o título de Campeão Peso Médio Leve do UFC. Mas nesse mesmo ano, ele recebeu a notícia devastadora de que sua irmã foi raptada no Brasil depois que sua mãe a deixou no local de trabalho. A família nunca encontrou o corpo dela, mas ouviu histórias de que mais de 20 homens a estupraram e mataram na favela.

“Nós temos palavras para se você perdeu o seu marido, você é uma viúva, se você perdeu seu pai, você é um órfão, mas se você perdeu seu filho, eles não têm um nome para isso. Isso é muito doloroso que eles não têm um nome para isso," disse Belfort.

Em meio à raiva e amargura, pensamentos de vingança, o consumiu. Buscando uma maneira de amenizar sua dor, Belfort começou a orar. Foi através da oração que ele ouviu a voz de Deus: "Filho, não importa como você olha, como você pensa sobre sua vida, sua irmã me pertencia."

 

Foi nesse momento que Belfort disse que percebeu pela primeira vez a realidade de Deus.

"Acho que há duas maneiras de se chegar a Deus, pelo amor ou pela dor. A minha foi através da dor," afirmou Belfort.

Agora, seu coração está em paz e seu relacionamento com sua família e Deus é bom, compartilhou ele.

"Eu posso ver agora que através dessa tribulação, eu sou um novo homem. Eu sou um homem forte. Eu tenho amadurecido," disse Belfort. "Eu não sou perfeito. Eu ainda luto com muitas coisas, mas é um processo. Eu estou no meio do processo e a cada dia eu tento provar a mim mesmo para que eu possa lutar por esse processo, que nunca termina."

Belfort disse que ele é frequentemente questionado sobre como ele pode participar de um esporte tão violento e ainda servir a Deus. Sua resposta é que futebol americano e hóquei também são violentos.

"Todo mundo é um lutador," disse ele.

Belfort ganhou 19 de suas 27 lutas no UFC e foi classificado no top 10 nas divisões de peso pesado leve e peso médio.

O movimento I Am SeSecond (Eu Sou Segundo), fundado pelo Ministério e3 Partners, busca conectar aqueles que procuram as respostas para as questões da vida com os depoimentos da vida real de pessoas que encontraram respostas em Jesus Cristo. Pessoas que compartilham suas histórias através de vídeos talk abertamente sobre várias lutas, que vão desde toxicodependência, e como eles encontraram uma vida plena em Cristo.

Personagens que foram apresentados nos vídeos incluem o ex-membro da banda Korn Brian "Head" Welch, estrela de futebol americano da NFL, Bradie James, o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, vencedor do Grammy Michael W. Smith, músico e ex-treinador da NFL Tony Dungy.

O site I Am Second foi lançado em Dezembro de 2008 e contém agora mais de 50 vídeos.

Na web: Am Second.

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Pastora evangélica é denunciada por escravizar criança indígena, em GO

 

Menina Xavante de 11 anos era submetida a trabalho doméstico em Goiânia.
MPF em Goiás ofereceu denúncia à Justiça na segunda-feira (10).

Gabriela LimaDo G1 GO

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Pastora evangélica é denunciada por escravizar criança indígena em Goiânia (Foto: Jornal O Popular)Casa de Saúde do Índio, primeiro lugar onde a
menina ficou em Goiânia (Foto: Jornal O Popular)

O Ministério Público Federal em Goiás(MPF/GO) denunciou na segunda-feria (11) uma pastora evangélica suspeita de escravizar uma criança indígena em Goiânia. Segundo o procurador da República Daniel de Resende Salgado, a mulher submeteu uma menina de 11 anos à condição análoga à escravidão por um ano e seis meses.
De acordo com a denúncia, de maio de 2009 a novembro de 2010, a criança da etnia Xavante foi obrigada a realizar trabalhos domésticos na casa da pastora. Salgado diz que ela era submetia a longas horas diárias de serviços como limpar banheiros, o chão, lavar e passar roupas, lavar louças e cozinhar, utilizando instrumentos perigosos para sua idade, como ferro de passar roupa e materiais cortantes na cozinha.

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Consta no processo que a menina sofria ameaças de castigos corporais, não recebia remuneração pelos serviços prestados e era obrigada a entregar panfletos da igreja, à noite, nas ruas e praças da cidade, inclusive em períodos em que esteve doente.

Professoras da escola estadual onde a criança estudava perceberam o comportamento acanhado da garota, alguns hematomas e que ela quase nunca conseguia fazer as atividades e tarefas em casa. "Os professores começaram um trabalho de assistência social e tomaram conhecimento da violência e exposição ao trabalho doméstico", diz o procurador Daniel Salgado. Segundo o procurador, o caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), mas a Polícia Civil percebeu que se tratava de um crime federal e encaminhou o inquérito ao MPF.

Na fase inicial do processo e, segundo o procurador, a suspeita prestou depoimento e negou as acusações. Procurada pelo G1, a mulher, líder espiritual de uma igreja no Setor Coimbra, não atendeu as ligações.
Caso a Justiça aceite a denúncia, a pastora responderá pelo crime de reduzir alguém à condição análoga a de escravo, previsto no artigo 149, do Código Penal. Se for condenada, ela pode pegar uma pena de até 16 anos de reclusão.

Falso apoio
A criança da aldeia indígena de São Marcos, em Barra do Garças (MT), veio para Goiânia com o pai e uma irmã em busca de tratamento médico. A família se hospedou na Casa de Saúde do Índio, mas o pai teria sido orientado a não deixá-la sozinha no local, devido ao risco de abuso sexual.
O pai saiu em busca de apoio religioso e material. Por indicação da igreja, ele levou a menina até a pastora . A suspeita teria se oferecido para cuidar da criança, sob pretexto de lher dar educação.

No fim do ano passado, a criança retornou com os pais para o Mato Grosso. Após o caso passar à esfera federal, ele foi ouvida novamente, na presença de membros do conselho tutelar e Fundação Nacional do Índio (Funai) e confirmou a denúncia.
"Isso serve de alerta para que pais, mesmo em condições de pobreza, não entreguem os filhos para outra pessoa criar. Isso pode fazer com que, em vez de educada, a criança venha a ser submetida a trabalhos forçados e maus-tratos", diz o procurador.

Arqueólogos encontram selo com mais de 1,5 mil anos em Israel

 

Objeto em forma de candelabro era usado para marcar o pão a ser consumido pelas comunidades judaicas, que viviam sob o Império Bizantino

10 de janeiro de 2012 | 15h 20

Efe

Um grupo de arqueólogos israelenses encontrou em Acre, no norte do país, um selo com forma de candelabro utilizado para marcar o pão há mais de 1.500 anos, informou nesta terça-feira, 10, a Direção de Antiguidades de Israel em comunicado.

Cientistas deduzem que os selos com a figura eram fabricados em série para os padeiros - Efe

Efe

Cientistas deduzem que os selos com a figura eram fabricados em série para os padeiros

O selo, de pequeno tamanho e feito de cerâmica, deixava sobre a superfície do pão a figura de um candelabro de sete braços como o utilizado no segundo Templo de Jerusalém. Esta era uma forma de marcar o pão destinado às comunidades judaicas da época que viviam sob o Império Bizantino.

"Esta é a primeira vez que um selo deste tipo é achado em uma escavação científica controlada, o que torna possível determinar sua origem e sua data", afirmou Danny Syon, um dos diretores da escavação em um povoado rural aos arredores de Acre, cidade notoriamente cristã naquela época.

Segundo os arqueólogos, o achado demonstra que os judeus viviam na região e que o pão era marcado para enviá-lo aos que residiam dentro da cidade, uma espécie do atualmente empregado selo "kosher" para produtos que respondem às estritas normas da cozinha judaica.

O costume também se assemelha ao dos cristãos da época, que marcavam seus pães com uma cruz. Em letras gregas, ao redor do selo judeu, está o que parece ser o nome do padeiro, "Launtius", comum entre a comunidade judaica da época.

David Amit, outro arqueólogo a cargo da escavação e especialista em selos de pão, explicou no comunicado que "o candelabro foi gravado no selo antes de colocá-lo no forno, e o nome do padeiro depois".

"Disso deduzimos que os selos com a figura eram fabricados em série para os padeiros, e que cada um deles colocava depois seu nome", explicou.

Na jazida arqueológica de Hurbat Uza foram encontrados até agora vários objetos que corroboram a existência de uma pequena comunidade judaica em torno de Akko, cidade milenar que, por sua estratégica situação geográfica, foi sempre ambicionada pelos diferentes conquistadores da Terra Santa.