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Feliciano critica tentativa do governo de “descriminalizar a pedofilia” e alerta para “destruição da família”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br- em 14 de julho de 2015
Feliciano critica tentativa do governo de “descriminalizar a pedofilia” e alerta para “destruição da família”O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) comentou a iniciativa do governo federal de relativizar a pedofilia, através do programa Humaniza Redes, e afirmou que a ideia do PT e dos partidos comunistas brasileiros é “descriminalizar” a pedofilia.

Em uma publicação em sua página no Facebook, Feliciano comentou a iniciativa da administração Dilma Rousseff(PT), que compartilhou um trecho da Cartilha Educativa de Campanha de Prevenção à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, em que a pedofilia é suavizada com afirmações de que as relações sexuais entre adultos e menores de idade nem sempre são criminosas.

“Ora, essa informação, ao ser captada por crianças e adolescentes, a grande massa consumidora das mídias sociais, causa um evidente conflito de conceitos. A publicação traz um jogo de palavras macabro e uma estratégia de destruição da família, pois a propaganda faz presumir que há adultos, homens e mulheres, que se relacionar com uma criança sem que pratiquem o crime de abuso pois, uma vez que sejam considerados pedófilos, isso deixará de ser crime e será considerado uma doença. E, ao doente, segundo a propaganda governamental, não deve ser estendido o rigor do tratamento ao criminoso”, repudiou o pastor.

Feliciano foi além e disse que “de forma perversa, o governo tenta promover o pedófilo que, em qualquer análise, é autor de um crime hediondo, transformando-o em um ‘pobre doente’ que merece carinho e compreensão”.

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Pastores criticam bancada evangélica: “confundem Bíblia com Game of Thrones”

Reportagem da Carta Capital quer dividir evangélicos

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Pastores criticam bancada evangélica

Publicado no canal do Youtube da revista esquerdista Carta Capital, o vídeo “Pastores criticam atuação da bancada evangélica” tem gerado repercussão entre os evangélicos nas redes sociais.
Embora o vídeo original não tenha chegado a 10 mil visualizações, no Facebook chega a quase 900 mil, o que o caracteriza como viral. Em pouco mais de um dia, o material foi compartilhado quase 30 mil vezes e gerou milhares de comentários.

Os pastores que aparecem no vídeo de 3 minutos, segundo a revista, “repudiaram a atuação dos evangélicos em Brasília”. O alvo é a bancada evangélica, que normalmente é vista com maus olhos pela mídia. Não é surpresa, portanto, que a Carta Capital, abertamente pró-PT utilize depoimentos para minar a credibilidade dos deputados com posturas religiosas claras, uma vez que eles têm constantemente contrariado os interesses do partido que governa o país.

“Eles estão confundindo a Bíblia com Game of Thrones, Jesus com Darth Vader”, é a frase que abre o vídeo. Dita por afirma Carlos Bezerra Jr. , pastor da igreja Comunidade da Graça e também deputado estadual (PSDB/SP). Depois de Bezerra, que recebe mais destaque, seguem depoimentos de Levi Correa e Ed René Kivitz, ambos da Igreja Batista da Água Branca (SP) e da pastora Ester Leite Lisboa, da Igreja Anglicana. Por fim, Tercio de Oliveira, que não é identificado como pastor, apenas membro da Rede Evangélica Nacional de Ação Social.

O tom é crítico, fazendo-se considerações sobre a necessidade de uma bancada para representar os “interesses dos evangélicos” e também insinuar que eles não possuiriam legitimidade para tal.
Chama atenção que a revista parece ignorar que os pastores que prestaram depoimento não representam os evangélicos como um todo. Seguidamente as críticas a declarações de Marco Feliciano e Silas Malafaia, são rejeitadas por muitos justamente por serem porta-vozes de um grupo minoritário.

Surge assim um paradoxo de representatividade. Talvez a imprensa ignore que, diferentemente dos católicos que tem na CNBB seu órgão de expressão política mais atuante, os cerca de 20% da população que se declaram evangélicos não possuem fórum similar. Ou seja, se nem os “direitistas” podem falar em nome dos evangélicos como um todo, tampouco podem os “esquerdistas”.
O direito de livre-expressão garante a qualquer cidadão brasileiro o direito de expor publicamente seus pensamentos. O que causa estranheza é que algumas vozes são ouvidas apenas quando interessa dividir a opinião pública.

Não há registro desses mesmos pastores fazendo declarações tão contundentes diante dos inúmeros problemas que se abatem sobre o país, causado pelo governo federal. Tampouco são tão veementes em suas posturas quando questões que atingem diretamente o que a Bíblia defende, como a família tradicional.

O vídeo da Carta Capital encerra com uma fala do pastor Ed René, onde o mesmo diz que um parlamentar não foi eleito para ficar defendendo os interesses particulares do setor da sociedade que o elegeu. Porém, a mesma lógica não se aplica quando a questão é vista daqueles que supostamente defendem as “minorias”. Esses, em geral, são tratados com destaque por suas lutas. Nesses casos, parece tornar-se justo o empenho, por exemplo, pela legalização do aborto, das drogas e do casamento gay.

O Brasil vive amplos debates na sociedade, como o da diminuição da maioridade penal, justamente um dos tópicos do vídeo. Resta o questionamento por que a reportagem da revista ignora o importante papel das igrejas no fortalecimento da família, que teria relação direta com a questão da delinquência juvenil.

Do outro lado, os pastores ouvidos parecem esquecer que embora existam posturas da bancada que podem ser polêmicas, a maioria dos deputados federais e senadores tem defendido pouco mais do que a si mesmo e as mudanças impostas pelo governo federal que tanto prejudicam o cidadão.

Assista:

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A esquerda quer implantar o caos rumo ao totalitarismo, diz Marco Feliciano

O deputado comentou sobre os principais problemas do país e pediu para que a população desperte diante desses fatos

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

A esquerda quer implantar o caos rumo ao totalitarismo, diz Marco FelicianoA esquerda quer implantar o caos rumo ao totalitarismo, diz Feliciano

Na manhã desta sexta-feira (7) o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) criticou partidos de esquerda dizendo que a intenção deles é “implantar o caos rumo ao totalitarismo”.

A declaração foi feita em sua conta oficial no Twitter, canal usado pelo parlamentar para opinar a respeito de diversos assuntos, falar sobre seus eventos e compartilhar informações que ele julga interessante aos seus mais de 279 mil seguidores.

Em nove tuites Feliciano falou sobre as tentativas dos esquerdistas em exterminar o sagrado e destruir instituições. “Para um esquerdista não existe pátria, existem apenas ele, seu umbigo e suas ‘causas’, pelas quais fará o ‘diabo’ até conquistá-la. Seus objetivos: exterminar o sagrado, destruir instituições, estimular brigas entre as classes e implantar o caos rumo ao totalitarismo”, escreveu.

Assuntos do momento como as manifestações populares, os “rolezinhos” feito por adolescentes e a recente polêmica envolvendo a jornalista Rachel Sheherazade também foram citados pelo deputado.

“À quem se opor: destruirão sua imagem e deturparão suas falas. Duvida? Veja o que o PSOL fez com @rachelsherazade e o PT com Ramona”, disse ele se referindo a médica cubana Ramona Rodriguez que resolveu se desligar do programa “Mais Médicos”.

“Das manifestações de Junho aos rolezinhos, um clima de instabilidade paira sobre o Brasil. Sociólogos e antropólogos não conseguem entender. O medo de perder as eleições faz a cúpula esquerdista acelerar seu projeto de engenharia social, os veículos de comunicação surtaram.”

Feliciano também cita outros problemas do país e terminando citando Platão e Sófocles. “O auto índice de analfabetos funcionais, o colapso na saúde, o emburrecimento escolar e a idiotização das massas via mídias sociais…a violência urbana, a desmoralização da policia, a sociedade desarmada, a quase inexistente forças armadas abrem caminho para o desespero. Os valores inexistem, o moral virou piada de boteco, a corrupção, o silêncio das igrejas, pavimentam o caminho do regime de exceção. Platão disse: É a pátria que nos gera, nos alimenta e nos EDUCA e Sófocles acrescenta: É a pátria que nos MANTEM. Desperta Brasil!”