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“América está pronta para receber o Anticristo”, diz pesquisadora de profecias bíblicas

Segundo ela está fácil aceitação da agenda anti-Deus, o analfabetismo bíblico dos cristãos e o culto às celebridades formam o cenário perfeito para a chegada de um líder global.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS
Estudiosa diz que a idolatria às celebridades está num nível além do normal. (Foto: Kerwin Elias/Unsplash)
Estudiosa diz que a idolatria às celebridades está num nível além do normal. (Foto: Kerwin Elias/Unsplash)

A educadora Stasia Decker-Ahmed, que atualmente atua como escritora e pesquisadora de profecias bíblicas, acredita que a América está “mais do que pronta para receber o Anticristo”.

Ela chegou a essa conclusão depois de analisar algumas razões que considera relevantes e que prepara o cenário para um governo mundial.

Durante uma análise ao Charisma News sobre quem deverá ser o Anticristo e quando ele deverá surgir, ela revelou que os Estados Unidos “já estão de braços abertos para ele”.

Para defender sua opinião, ela citou cinco características que farão as pessoas aceitarem com facilidade “o homem do pecado e seu sistema globalista”.

Maior aceitação de uma agenda irracional e anti-Deus

Segundo Stasia, qualquer pessoa que esteja prestando atenção aos últimos acontecimentos pode ver que os Estados Unidos caminham na direção de quase tudo que é anti-Deus. “Isso há mais de 50 anos”, ela apontou.

“Quem tem entre 50 e 60 anos ou mais lembra da época em que a maioria das pessoas nos EUA tentava seguir ou pelo menos respeitar os princípios bíblicos”, comentou ao citar a prática do aborto e a pornografia explícita da atual geração.

“Nossa nação mudou drasticamente em um período de tempo relativamente curto. Agora vivemos numa sociedade que se separou de quase todos os padrões e verdades baseados na realidade de Deus”, continuou.

“Criamos uma realidade caótica onde cada um faz o que ‘é certo aos seus próprios olhos’. As pessoas são elogiadas por viver sua própria verdade. O Anticristo vai propor ideias e soluções que serão obviamente absurdas para a mente racional, mas vão parecer normais para aqueles que rejeitaram a verdade e estão iludidos”, lembrou.

Aumento da diluição da doutrina bíblica

A escritora também recordou que, por mais de 2 mil anos, quase todas as igrejas e denominações, católicas ou protestantes, consideravam o casamento entre um homem e uma mulher. Isso não era discutível”, disse.

“Durante os últimos 10 anos ou mais, dezenas de igrejas e denominações não apenas ‘reinterpretaram’ avidamente as Escrituras, mas também não estão mais adotando os princípios básicos da fé cristã como verdade absoluta”, sentenciou.

Ela também citou que os elementos básicos do Credo Apostólico, como o nascimento virginal de Cristo, a ressurreição e a existência do céu e do inferno, não são mais aceitos por muitos dentro da igreja.

“A diluição das Escrituras e o afastamento da sã doutrina que estamos vendo, atualmente, parece sem precedentes. Quando o Anticristo entrar em cena, ele infelizmente terá pouca dificuldade em desviar milhões de ‘cristãos’ biblicamente analfabetos”, alertou.

Maior aceitação da dependência e controle do governo

“Mais de 50% dos americanos, atualmente, depende do governo para algum tipo de programa social ou assistência financeira. Não há mais vergonha de indivíduos fisicamente aptos viverem única e permanentemente às custas do governo”, ela disse.

Stasia lembra que, quanto mais as pessoas confiam no governo para cuidar delas, mais poder e controle o governo tem sobre elas.

“Uma cidadania auto-suficiente e confiável não aceitaria que um líder mundial dominante tirasse suas liberdades enquanto faz promessas irreais”, disse ao citar que um cidadão não deveria perguntar o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer por seu país. “O Anticristo não terá muita dificuldade em manipular uma população totalmente dependente”, justificou.

Maior aceitação da perseguição cristã

“Embora a perseguição em certas partes do globo tenha sido desenfreada desde a Igreja Primitiva, os últimos anos em particular viram um grande aumento no sentimento anticristão nos Estados Unidos”, ela mencionou.

“Há 20 ou 30 anos, não havia muitos casos contra cristãos por exibirem cruzes, presépios ou terem Bíblias em seus locais de trabalho. Mas, agora isso acontece regularmente”, observou.

A pesquisadora lembrou de um caso específico do professor John Kluge, de Indiana, que foi forçado a se demitir porque não chamava um aluno transgênero pelo novo nome e não usava pronomes “adequados”.

“Em 2018, um executivo da Crossfit, em Indianápolis, foi demitido por afirmar que o casamento só existia se fosse entre um homem e uma mulher. Os cristãos de agora são multados ou demitidos por suas crenças”, sublinhou.

“Assim que o Anticristo aparecer, ele terá pouca dificuldade em fazer com que o público se volte contra o cristianismo tradicional”, destacou.

Maior aceitação do culto às celebridades

“Quando Barack Obama foi eleito presidente em 2008, milhares de pessoas literalmente choraram de alegria. Eles ergueram os braços em adulação e o adoraram em um nível que ia além do que era natural ou normal”, lembrou a educadora.

De acordo com Eric Hollander, um professor de psiquiatria em Nova York, o número de pessoas que desenvolveram um “fascínio por celebridades continua a aumentar exponencialmente” e é uma substituição para a vida real.

“Com a atual tecnologia fornecendo acesso instantâneo a imagens de celebridades, esse fenômeno aumentou para um nível epidêmico e afetou negativamente muitas vidas”, ele disse.

“Quando as pessoas não adoram a Deus, elas instintivamente adoram alguém ou alguma outra coisa. O Anticristo provavelmente criará uma agitação que fará com que a comoção em torno de Obama, Elvis e a princesa Diana seja pálida em comparação ao que sentirão por ele”, mencionou Stasia.

“As pessoas parecem mais do que prontas para se envolver em uma adoração de celebridades como o mundo nunca viu”, explicou a estudiosa.

O palco está montado, o cenário está pronto

“Ouvimos muito sobre o globalismo e a grande redefinição da grande mídia. As Nações Unidas, a Organização Mundial da Saúde e o Fórum Econômico Mundial são apenas algumas das entidades globais com poder e influência crescentes”, disse também.

“O palco está sendo montado rapidamente e a nova utopia socialista, a nova Torre de Babel para a qual a humanidade caminha há décadas, está se unindo. O Anticristo poderia aparecer em questão de apenas alguns anos para tomar seu lugar no comando do novo sistema globalista”, exclamou.

“É claro que essa nova ordem mundial não terminará bem para a humanidade. Não será um estado de utopia altamente evoluído com os cidadãos do mundo vivendo em paz, harmonia e realização sem fim. Mas, a Bíblia previu isso séculos atrás e, embora termine mal para o mundo, termina gloriosamente para aqueles que confiaram em nosso redentor, Jesus Cristo”, finalizou.

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Cultos

“O Messias será revelado no Jubileu”, afirma proeminente rabino em Israel

Atualmente, a comunidade judaica em Israel não observa o ano do Jubileu.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO ISRAEL365 NEWS
Imagem ilustrativa de judeus em Jerusalém. (Foto: Cristina Gottardi/Unsplash)
Imagem ilustrativa de judeus em Jerusalém. (Foto: Cristina Gottardi/Unsplash)

Em um estudo na semana passada em Jerusalém, Yekutiel Fish, um proeminente rabino do misticismo judaico — que tem a Cabala como principal linha — apontou que o próximo ano Jubileu será o último antes da chegada do Messias, informou o site Israel365 News.

“Estamos agora no mês de Shevat (entre janeiro e fevereiro) na véspera do Messias. Se acontecer de você ouvir um shofar, não fique alarmado ou confuso. É apenas a chegada do Messias”, brincou o rabino Fish.

Fish observou que o próximo ano judaico, 5783, será um ano do Jubileu. Atualmente, pelo calendário judaico, estamos no ano 5782, que terá fim em setembro.

Atualmente, na ausência de um tribunal judaico como o Sinédrio, a comunidade judaica em Israel não observa o ano do Jubileu. De acordo com a tradição judaica, o restabelecimento do ano jubilar conforme as especificações bíblicas é parte do processo messiânico.

O ano atual, 5782, é um ano de Shemitá, também conhecido como Ano Sabático. Conforme Levítico 25, depois de sete ciclos de Shemitá, após 49 anos, o 50º ano é Jubileu.

A observância do ano do Jubileu foi interrompida quando as 10 tribos foram exiladas há aproximadamente 2.700 anos. Antes dessa época, os judeus aplicavam as leis do Jubileu, como a libertação de escravos e a devolução de propriedades.

Messias e o Jubileu

Para o rabino Fish, “o Messias será revelado no Jubileu”. Vale lembrar que os judeus não reconhecem Jesus Cristo como Messias e aguardam a vinda de outro, o que alguns estudiosos cristãos apontam como o anticristo.

No entanto, Fish lamenta: “Atualmente estamos contando e observando o Shemitá sem nenhum Jubileu. Sabemos que o Messias virá no 85º Jubileu, mas, sem contar o Jubileu, estamos cancelando sua chegada. O Jubileu deixou de existir”.

Fish então citou uma declaração de Oren Evron, outro importante rabino para o misticismo judaico em Jerusalém: “A cada sete dias desde a criação do mundo tem sido Shabat. A cada sete anos desde a criação do mundo tem sido Shemitá.”

Sendo assim, ele observou que o ano atual, 5782, é o 826º ano de Shemitá desde a criação do mundo e o próximo ano seria o 118º Jubileu.

Rumores de guerra

Os rabinos ensinam que o Messias vem no ano seguinte ao Shemitá, explica Fish, mas também ensinam que “o ano Shemitá trará guerras”.

O líder judaico observou que a gematria (numerologia hebraica) da frase “במוצא שביעית בן דוד בא” (em português: depois da chegada do Shemitá o Messias/filho de Davi vem) é precisamente 1.000.

“Mil mais 118, o número de jubileus desde a criação, é igual a 1.118, que na gematria é a primeira linha de Shemá Israel (as duas primeiras palavras da seção da Torá), declarando que Deus é rei e Deus é um”, disse o rabino Fish. “Depois do Messias, após este Jubileu, o mundo inteiro reconhecerá que Deus é rei e Deus é um.”

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Cultos

Monumento da ONU gera discussão por semelhança com a ‘besta de Apocalipse’

Monumento instalado na praça das Nações Unidas em Nova York é uma peça artesanal de origem mexicana.
FONTE: GUIAME
Guardião da Paz na praça das Nações Unidas em Nova York. (Foto: Twitter/Missão da ONU no México)
Guardião da Paz na praça das Nações Unidas em Nova York. (Foto: Twitter/Missão da ONU no México)

Semelhante a um leopardo, mas tem pés como os de urso e boca como de leão. Esta parece ser a descrição do monumento instalado na praça das Nações Unidas em Nova York, mas é um trecho de Apocalipse que descreve a “besta” profetizada nos últimos dias.

Uma discussão surgiu nas redes sociais esta semana sobre a semelhança do monumento “Guardião da Paz e Segurança Internacional” com o texto de Apocalipse 13:2, que diz: “A besta que vi era semelhante a um leopardo, mas tinha pés como os de urso e boca como a de leão. O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade.”

O guardião, que foi instalado na área externa da ONU, foi doado pelo governo de Oaxaca, no México. O monumento é um “alebrije”, um tipo de artesanato popular no México.

“O guardião é uma fusão de onça e águia, visto que são animais fortes e muito representativos em nossa história pré-hispânica e nacional”, explicou a Missão da ONU no México no Twitter.

O que são alebrijes?

Os alebrijes foram criados em 1936 pelo artesão Pedro Linares, na época em que estava com uma doença grave. Ele sonhou com animais híbridos que serviam como guias e gritavam: “alebrijes!”

Por isso, são considerados não apenas peças de arte, mas também guias espirituais, de acordo com o jornal argentino Clarín. No Dia dos Mortos, é comum que os alebrijes estejam “entre altares, velas acesas e jantares partilhados”, diz a publicação.

“Esse artesanato é considerado um ser tão espiritual quanto fantástico, cuja missão é acompanhar cada um de nós desde tenra idade. Com o passar do tempo, eles começam a ganhar sua própria alma e passam pelos ciclos da vida assim como nós”, explica o Clarín.

Qual a relação com Apocalipse?

Para o missionário Chileno Vergara, o momento pode ser um dos “sinais do anticristo” citados em Apocalipse 13:2.

“Que loucura, porém não é coincidência! E está acontecendo agora, na frente de seus olhos. O anticristo já tem uma cadeira dentro da ONU. Já já ele se manifesta oferecendo PAZ ao mundo! Se não acredita, aguarde! E aí, ainda duvida que Cristo está às portas?”, questionou em publicação no Instagram.

Ele ainda deu uma resposta aos mais céticos: “Tudo o que a ONU apoia, questione! Seja em questões de saúde, social ou no que for! Se eles apoiam, saiba que não é em favor de você, seguidor de Cristo”, afirmou nos stories.

A ONU é o anticristo?

No entanto, considerar o monumento como representação da besta de Apocalipse não é unanimidade. “Não há um consenso entre os cristãos sobre as características exatas dessa figura e nem o contexto em que ele surgirá”, explica Igor Sabino, Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e diretor da Philos Brasil, que promove o engajamento cristão no Oriente Médio.

Sabino observa que é comum ver pessoas “dizendo que a ONU é o anticristo”, especialmente por sua missão de estabelecer a paz global após a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, ele tem algumas ressalvas.

“A ideia de que a ONU pode ser o anticristo, porém, parece piada para qualquer cristão que estuda Relações Internacionais. Embora de fato haja países que a usem para defender pautas progressistas e se opor a Israel, o poder da ONU na política internacional é bem reduzido”, avalia Sabino.

Ele acrescenta: “A organização basicamente faz apenas o que os países que a integram (e financiam) desejam. A prova disso é que a ONU não foi capaz de impedir a invasão do Iraque pelos EUA, em 2003. Tampouco por um fim aos atuais conflitos na Síria, Iêmen, Somália, Etiópia e em várias partes do mundo”.

Ainda em sua reflexão, publicada no Instagram, Sabino lembra o que as Escrituras dizem quando se trata do anticristo: “Um líder mundial com poderes especiais que trará uma falsa paz às nações. Em seguida, irá se opor aos cristãos e aos judeus, perseguindo-os até que Jesus retorne.”