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Rodrigo Silva fala sobre unificação mundial após pandemia: ‘É um caminho sem volta’

Para o arqueólogo, as regras impostas durante a pandemia fizeram com que o mundo se unisse por um propósito. “É uma tendência”, ele alertou.

FONTE: GUIAME, CRIS BELONI
Arqueólogo e teólogo Rodrigo Silva. (Foto: Captura de tela/YouTube/Inteligência Ltda)
Arqueólogo e teólogo Rodrigo Silva. (Foto: Captura de tela/YouTube/Inteligência Ltda)

Durante uma entrevista ao podcast “Inteligência Ltda”, o arqueólogo e teólogo Rodrigo Silva foi questionado sobre o fim dos tempos. Há sinais? Estamos no tempo do fim? A pandemia faz parte disso? O Anticristo já está entre nós? Como podemos saber em que tempo bíblico vivemos agora?

Rodrigo lembrou das palavras de Jesus, em Mateus 24, quando respondeu aos discípulos sobre os sinais de sua segunda vinda e sobre os alertas dados por ele para que ninguém fosse enganado.

“Jesus disse que ouviríamos falar de guerras e rumores de guerras, fomes e terremotos em vários lugares, mas que tudo isto indicaria o princípio das dores”, disse ao enfatizar que guerras, fomes e terremotos sempre existiram no mundo atual.

Ele aponta, então, para o último livro da Bíblia para ter mais pistas sobre o tempo do fim. “No livro de Apocalipse há elementos que indicam quando o fim for próximo. Embora, ninguém saiba o dia ou a hora da volta de Jesus, seria estupidez tentar adivinhar”, ressaltou.

“Podemos saber a proximidade dos tempos em que vivemos”

Para o arqueólogo existem algumas características bem peculiares que apontam que estamos bem próximos do tempo do fim. Para começar, ele indica a leitura de Apocalipse 11.18.

“As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra”. (Apocalipse 11.18)

“Na época de Cristo não tinha como destruir a Terra. A profecia do Apocalipse fala de uma época em que a Terra pode ser destruída por seres humanos, algo que era impossível no século I”, esclareceu.

Depois fala das pragas de Deus que vão cair. “Elas não caíram ainda, mas os vislumbres delas podem estar batendo às portas”, disse ao lembrar do efeito estufa, problemas com a camada de ozônio, poluição e escassez de água. “Há previsões de que até 2025, o motivo das guerras no mundo será pela água”, alertou.

Sobre o Anticristo

“A Bíblia diz que ele vai dominar o mundo inteiro de maneira algorítmica e pacífica”, disse ao explicar que o 666 mostra que o Anticristo é uma espécie de versão de Cristo para as trevas.

“Ele [Anticristo] faz uma paródia de Cristo”, comparou ao citar que Deus instruiu aos judeus para carregar a lei na testa e na mão. “O Anticristo também vai colocar um sinal ou uma marca na testa e na mão. Isso aponta para uma época em que a lei de Deus vai ser questionada”, continuou.

Ele também lembrou que quando chegarmos a essa época determinada ninguém poderá comprar ou vender, a não ser que tenha a marca da besta e o número do seu nome.

“E muitos calculam que o nome Hitler dá 666, o Papa, Saddam Hussein, Bill Gates e tudo dá 666”, riu ao comentar sobre a forma como as pessoas tentam adivinhar o enigma.

“No grego diz que, aquele que tem entendimento ‘calcule’ e essa palavra quer dizer ‘faça contabilidade’ daquilo que o Anticristo vai fazer. Ele será a reconfiguração do Império Romano, que era o inimigo do povo de Deus”, advertiu.

Por que 666?

“Na cultura da Babilônia, o número 6 era base para qualquer cálculo, era um número divino. Quando Nabucodonosor ergueu uma imagem, ela tinha 60 côvados por 6. O 6 era um múltiplo divino”, detalhou.

E depois explicou: “Apocalipse diz que ele vai controlar a economia e que os povos da terra vão segui-lo. Ninguém poderá ir contra ele. E o que estamos vendo, pela primeira vez na história, é um cenário de unificação mundial. Parece até teoria da conspiração, mas não é”, sustentou.

Rodrigo observa que as pessoas argumentam no sentido de desmerecer essa realidade. “Mas as pessoas não estão entendendo. O que está acontecendo não significa uma unificação de mentes, mas de propósitos”, pontuou.

A pandemia e a unificação global

“Quer um exemplo de que o mundo pode se unir por um propósito, apesar de se odiar mutuamente? A pandemia. O Irã está usando máscara e Israel também está usando máscara”, e continuou dando exemplos, como israelenses e palestinos, egípcios, americanos e russos. “Todos estão usando álcool em gel”, igualou.

O teólogo disse que a unificação é possível e que depois que “o mundo parou” por causa da pandemia, a humanidade se deparou com um caminho sem volta. “Por que fala-se tanto em criptomoeda? Já estamos passando por uma transição do dinheiro”, citou um dos impulsionadores da unificação.

Deixando claro que se trata de uma “tendência”, Rodrigo também apontou que o mundo vai se unificar em nome de alguns “elementos que estão à solta como crianças bagunceiras numa casa cheia de objetos cortantes e letais e sem um adulto para controlá-las”.

Ao exemplo acima, o teólogo associou a internet. “Quem tem domínio sobre a internet? Você pode encontrar um bom podcast ou uma fórmula para o coquetel molotov [arma química incendiária usada em protestos e guerrilhas urbanas]. O camarada pode assediar você a fazer parte do Estado Islâmico”, disse ao reforçar que nem mesmo os EUA controlam a internet.

Além disso, citou o tráfico de drogas e de armas em nível mundial, lavagem de dinheiro, terrorismo, ecologia e até a bolsa de valores. “A economia do mundo não aguenta por mais 20 anos na mão da bolsa de valores que é especulativa. Estamos economicamente vulneráveis”, emendou.

Ao mencionar que leis mundiais deverão controlar a internet e todos os outros elementos citados, explicou que todos os países vão acabar se unindo. “Não porque eles se amam, mas porque não tem outro jeito”, observou.

O caminho para o Anticristo

Para o arqueólogo, todo esse cenário forma o caminho para o Anticristo. “E quando esse governo único se interpuser entre a minha fidelidade a Deus e a minha fidelidade ao Estado, será o único momento em que estarei diante da possibilidade de uma desobediência civil”, apontou.

Segundo Rodrigo, a Bíblia sempre deixou claro que devemos respeitar as autoridades constituídas e sermos bons cidadãos. “Mas, a Bíblia também diz, em termos filosóficos, que se a lei do governo for contra a lei de Deus, não podemos ceder, ao ponto de enfrentar a morte se preciso for”, disse.

E finalizou lembrando que as Escrituras mostram que muitos anticristos já passaram pelo mundo. “Naquele tempo o anticristo era Roma, conforme os exegetas. Eles explicam que Roma retornará travestida de cristã, tentando tomar o lugar de Deus para dominar o mundo”, compartilhou.

“A minha sugestão para todos é a seguinte: fiquem atentos às propostas governamentais. Eu vou seguir o que não infringir a minha fé, naquilo que eu entendo, pela Bíblia, ser o correto. Mas, se houver uma lei que se interpuser entre a minha fidelidade e aquilo que Deus pede de mim, aí eu estou disposto a enfrentar até a morte”, concluiu.

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Se terremotos sempre existiram, como podem ser um sinal do fim dos tempos?

Os terremotos estão acontecendo com mais intensidade, em intervalos de tempo mais curtos, como as dores de parto.
FONTE: GUIAME, CRIS BELONI
Menina entre escombros após terremoto no Japão. (Foto: Pxhere)
Menina entre escombros após terremoto no Japão. (Foto: Pxhere)

Entre os sinais que indicam o fim dos tempos, biblicamente falando, os “terremotos em vários lugares” descrevem um cenário de grandes destruições, associado a guerras e muitos conflitos.

Porém, os terremotos sempre existiram (e as guerras também), mesmo nos tempos em que Jesus disse estas palavras aos seus discípulos: “Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores” (Mateus 24.6-8).

Então, vivemos no tempo descrito por Jesus como “início das dores”? De acordo com o teólogo e hebraísta, Luiz Sayão, é importante ressaltar que o “tempo do fim” já teve início na época de Jesus. “A Bíblia considera essa realidade desde a criação do mundo”, diz o pastor ao Guiame.

Como “dores de parto”

O termo “início das dores”, que Jesus utiliza em Mateus 24, remete à simbologia de uma mulher em trabalho de parto. O que vai sinalizar o início de suas dores são alguns eventos bem específicos. Vale lembrar que, na simbologia, quem vai “nascer” é Jesus.

Ou seja, todos os sinais apontam para a Sua segunda vinda. Por esse motivo “a terra geme e se contorce” e podemos ver isso através dos acontecimentos, sendo um deles o “terremoto”.

Sayão aponta para o aumento de terremotos, tanto em quantidade quanto em intensidade, a partir do século 20. “O que estamos vendo nunca havia sido registrado na história. Há conflitos e terremotos em todas as partes do mundo. Vemos que está ficando cada vez mais acentuado”, comentou.

Terremotos mortais e destrutivos do USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos) em todo o mundo entre as magnitudes 6 e 8, desde 1900

‘É preciso estar em sintonia com a Palavra’

“Essa figura das ‘dores de parto’ que atinge a realidade da Criação é uma antecipação desse ‘nascimento’ [vinda de Jesus]. A Bíblia é muito clara, por isso devemos estar em sintonia com a palavra de Deus”, alertou o hebraísta..

Segundo Sayão, se torna cada vez mais necessário a proclamação do Evangelho. “Se a gente sabe que vai ser assim, que tipo de pessoa devemos ser? Como diz a epístola de Pedro, devemos ter uma vida piedosa diante de Deus”, disse ao citar 1 Pedro 3.

Ao lembrar que o fim dos tempos envolve também uma grande apostasia — abandono da fé — Sayão observa que, desde os anos 90, a humanidade está assistindo grandes abalos e catástrofes na natureza. Paralelamente, há muitas pessoas se afastando de Deus.

“De 20 a 30 anos pra cá, os sinais estão cada vez mais acentuados. Desejo que todos se voltem para as orações, para Deus e para a sua Palavra e que consagrem suas vidas a Cristo Jesus, nosso Senhor”, ele enfatizou.

Vale citar que os termos usados por Jesus são simbólicos e indicam os tempos bíblicos. Os “sinais” ajudam no entendimento da chegada de cada tempo determinado. Os termos seguem a seguinte sequência: princípio das dores, fim dos dos tempos e últimos dias.

Últimos terremotos catastróficos

Na última década, foi possível observar que mais terremotos de magnitude extrema ocorreram no mundo. Na opinião do vulcanologista Steve Maddox, da Universidade de Dakota do Norte, a incidência dos terremotos está aumentando conforme o tempo passa.

Segundo o especialista, de 1900 a 1909 foram registrados 141 terremotos no mundo todo. De 1970 a 1979, em contrapartida, foram registrados mais de 1.500 terremotos — um número bastante alarmante. Quanto aos terremotos de magnitude extrema, foram registrados 7 deles no século 19. Na primeira metade do século 20, houve 15; e na segunda metade, foram 20. Mas nada se compara ao século 21. Veja:

14 de agosto de 2021 (Haiti) — O terremoto de magnitude 7.2 que atingiu o Haiti intensificou a crise humanitária que o país já enfrentava, deixando quase 1,3 mil mortos e pelo menos 5,7 mil feridos. Apenas quatro dias depois, houve outro tremor de 4.3 na escala Richter, responsável pela morte de mais de 2,1 mil pessoas. Há 10 anos, o Haiti já havia sido atingido por um terremoto de magnitude 7,0 que matou mais de 300 mil pessoas.

12 de maio de 2015 (Nepal) — Pelo menos 8,9 mil pessoas morreram em um terremoto de magnitude 7,8 seguido por outro tremor violento de magnitude de 7,3. A capital Katmandu e as regiões do epicentro, a 70 quilômetros de distância, foram devastadas. Mais de meio milhão de casas foram destruídas, deixando milhares de desabrigados.


Pessoas trabalham entre os encontros, após o terremoto no Nelal, em 2015. (Foto: The Sanitation and Hygiene Fund/Flickr)

11 de março de 2011 (Japão) — Terremoto de magnitude 9,0 matou pelo menos 15,7 mil pessoas; 4,6 mil dadas como desaparecidas e 5,3 mil feridas. O terremoto foi seguido de um tsunami e arrasou a costa leste de Honshu, maior e mais populosa ilha do Japão. A combinação de tremor e maremoto também deixou mais de 130 mil pessoas desabrigadas e destruiu 300 mil casas e prédios. A maioria das mortes ocorreu nas cidades de Iwate, Miyagi e Fukushima. As ondas chegaram a 38 metros de altura.


Bombeiro em busca de sobreviventes, após o terremoto no Japão, em 2011. (Foto: Wikimedia Kommons)

Terremotos mais intensos entre 1990 a 2010

A humanidade tem vivido uma série de terremotos violentos que deixaram centenas de milhares de mortos. De acordo com a BBC, em 2010, fazendo uma retrospectiva de 20 anos (1990 a 2010) os terremotos considerados mais graves foram estes:

27 de fevereiro de 2010 (Chile) — Terremoto de magnitude 8,8 atingiu a região central do Chile, a noroeste da segunda maior cidade do país, Concepción. Depois de 48 horas, o governo confirmou mais de 700 mortos.

12 de janeiro de 2010 (Haiti) — Cerca de 230 mil pessoas morreram na cidade de Porto Príncipe e arredores, quando um tremor de magnitude 7 sacudiu a capital do Haiti.

30 de setembro de 2009 (Indonésia) — A ilha de Sumatra, na Indonésia, foi atingida por um terremoto de 7,6 graus na escala Richter, originado a 50 km de sua costa, no Oceano Índico. Mais de mil pessoas morreram. A cidade costeira de Padang, no oeste da ilha, foi a mais afetada.

6 de abril de 2009 (Itália) — Um terremoto de 6,3 graus atingiu a cidade histórica de Áquila, no centro da Itália e vilarejos vizinhos, matando pelo menos 207 pessoas e provocando danos em milhares de construções que datavam até do século 13.

29 de outubro de 2008 (Paquistão) — Até 300 pessoas morreram na província do Baluchistão, no Paquistão, depois de um terremoto de 6,4 graus. O epicentro foi a 70 km de Quetta.

12 de maio de 2008 (China) — Um terremoto atingiu a província de Sichuan, no sudoeste da China. Apenas em um condado da província, até 87 mil pessoas morreram ou foram dadas como desaparecidas. Outras 370 mil ficaram feridas. O tremor chegou a 7,8 graus e começou na capital da província, Chengdu.

15 de agosto de 2007 (Peru) — Pelo menos 519 pessoas morreram na província de Ica, na costa do Peru. O epicentro do abalo de 7,9 graus foi no fundo do Oceano Pacífico, 145 km a sudeste de Lima.

17 de julho de 2006 (Indonésia) — Um terremoto de 7,7 graus com origem no mar provocou um tsunami que atingiu a costa sul da ilha de Java, na Indonésia. Até 200 km de litoral foram afetados, matando mais de 650 pessoas.

27 de maio de 2006 (Indonésia) — Mais de 5,7 mil pessoas morreram quando outro tremor de 6,2 graus atingiu a ilha de Java, na Indonésia, destruindo a cidade de Yogyakarta e as regiões próximas.

8 de outubro de 2005 (Paquistão) — Um tremor de 7,6 graus atingiu o norte do Paquistão e a região da Caxemira, matando mais de 73 mil pessoas e deixando milhões de desabrigados.

28 de março de 2005 (Indonésia) — Cerca de 1,3 mil pessoas morreram após um abalo de 8,7 graus no mar, perto da costa da ilha de Nias, na Indonésia.

26 de dezembro de 2004 (Ásia) — Um tremor de 9,2 graus no Oceano Índico gerou um tsunami que atingiu vários países da Ásia, matando pelo menos 230 mil pessoas.

26 de dezembro de 2003 (Irã) — Mais de 26 mil pessoas morreram após um terremoto no sul do Irã. A cidade histórica de Bam ficou totalmente destruída.

21 de maio de 2003 (Argélia) — A Argélia sofreu seu pior terremoto em mais de duas décadas. Mais de 2 mil pessoas morreram e pelo menos 8 mil ficaram feridas. O abalo foi sentido do outro lado do mar Mediterrâneo, na Espanha.

31 de outubro de 2002 (Itália) — A Itália ficou abalada com a perda de uma classe inteira de crianças, mortas na cidade de San Giuliano di Puglia, após um tremor que derrubou a escola onde estudavam.

26 de janeiro de 2001 (Índia) — Um terremoto de 7,9 graus destruiu boa parte do Estado de Gujarat, no noroeste da Índia, matando quase 20 mil pessoas e deixando mais de 1 milhão de desabrigados. Entre as cidades mais destruídas estão Bhuj e Ahmedabad.

12 de novembro de 1999 (Turquia) — Cerca de 400 pessoas morreram depois que um tremor de 7,2 graus atingiu Ducze, no noroeste da Turquia.

21 de setembro de 1999 (Taiwan) — Taiwan foi atingida por um terremoto de 7,6 graus que matou quase 2,5 mil pessoas e provocou destruição em todas as cidades da ilha.

17 de agosto de 1999 (Turquia) — Outro tremor, de 7,4 graus, atingiu as cidades de Izmit e Istanbul, na Turquia, deixando mais de 17 mil mortos e outras dezenas de milhares de feridos.

30 de maio de 1998 (Afeganistão) — Um tremor no norte do Afeganistão matou mais de 4 mil pessoas.

17 de janeiro de 1995 (Japão) — O terremoto Hyogo atingiu a cidade de Kobe, no Japão, matando 6.420 pessoas.

30 de setembro de 1993 (Índia) — Cerca de 10 mil pessoas foram mortas em um tremor que atingiu o oeste e o sudeste da Índia.

21 de junho de 1990 (Irã) — Um tremor na província de Gilan, no norte do Irã, matou aproximadamente 40 mil pessoas.

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Numerologista afirma que um apocalipse ira começar dia 23 de abril de 2018

  

Parece que está virando moda afirmar que o mundo vai acabar, pois um numerólogo cristão está afirmando mais uma vez que o fim dos tempos está perto, ao menos para nós.

Tabloides britânicos e a Fox News fizeram publicações sobre um famoso teórico da conspiração que previu que um apocalipse ira começar dia 23 de abril de 2018. Não é a primeira vez que o cara faz uma previsão, como citamos, e talvez por isso ninguém mais dê credibilidade para ele. Pois bem, a gente conta mais detalhes sobre esse suposto fim do mundo que acontecerá esse mês.

Fim do mundo’ acontece mais uma vez

No dia 23 de abril, o Sol e a Lua estarão em virgem, assim como Júpiter, que representa o Messias. Segundo o numerólogo, é nessa data que um sistema planetário conhecido como “Planeta X”, ou “Nibiru”, aparecerá no céu. Esse ponto é apenas o começo do fim do mundo. Na verdade, o fim será em outubro, o mês em que Nibiru passará pela Terra e desencadeará erupções vulcânicas globais “devido à sua força gravitacional”. Essa história parece ser muito maluca para uma pessoa poder ter invetado, certo?

"Planeta X", ou "Nibiru"
“Planeta X”, ou “Nibiru”

No citamos no começo da matéria, essa mesma história se repetiu em setembro do ano passado. Os boatos diziam que ‘Nibiru’ estava chegando para engolir o nosso planeta. A NASA, cansada dessas mentiras circulando por todo o mundo, divulgou uma declaração pública dizendo que essa ideia era apenas uma má interpretação da mitologia maia e da ciência planetária.

Se Nibiru ou Planeta X fossem reais e fossem para um encontro com a Terra em 2012, os astrônomos a seguiriam pelo menos durante a última década, e isso seria visível a olho nu”, explicou a NASA na declaração. E aí, o que vocês acham dessa história? Para muitos isso não passa de balela.

As afirmações feitas em setembro de 2017 foram feitas pelo mesmo sujeito que fez essa nova teoria. O cara se autoproclamou um “numerólogo cristão” e publica livros sobre teorias da conspiração usando o pseudônimo David Meade.

A previsão do ano passado criou bastante agitação, deixando muitos cientistas aborrecidos. A Christian Today, uma empresa de notícias cristã, diz que também estava farta de suas teorias. A empresa afirmou o seguinte: “Está fazendo os cristãos parecerem tolos. Mais uma vez… Não existe um numerologista cristão”.

Então, podem ficar tranquilos que o mundo não irá acabar esse mês. Tudo não passa de mais uma notícia falsa que alguns malucos que habitam esse mundo inventam. Ou será que vai?

Fonte: aqui