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Silas Malafaia defende evangelização no Carnaval

Silas Malafaia
Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia publicou, em suas redes sociais, um vídeo para falar sobre a atuação de igrejas evangélicas no Carnaval. Ele defendeu o trabalho de evangelização nesta época do ano.

“Na época de Jesus, se tinha uma classe que Jesus não suportava era religioso. Raça hipócrita e farisaica. E lamento dizer que essa raça não foi extinta. Ainda está no meio da Igreja Evangélica. Criticam tudo, falam de tudo e não fazem porcaria nenhuma. Não são capazes de dar um folheto para ninguém. Não são capazes de evangelizar ninguém, mas para criticar têm uma língua tão grande, que quando morrer será um caixão maior para a língua e outro menor para o corpo. “Igreja em Carnaval, é um absurdo. Vão lá para sambar”. Não sabem o que estão falando”, ressaltou.

Malafaia explicou que é preciso evangelizar “onde há trevas” e desafio o críticos a tomarem uma atitude.

“Esse Evangelho que só presta pra você estar dentro da Igreja, mas que não faz aquilo que Jesus falou: “Que possamos brilhar diante dos homens” e, como Paulo diz, “no meio dos homens”. Luz no meio de luz não brilha nada. Luz só brilha onde há trevas. Ninguém vai fazer evangelismo estratégico em Carnaval para sambar, para rebolar, para sambar debaixo de música profana. Antes de você criticar e abrir a boca, te desafio a ir lá no trabalho que estão fazendo, ao invés de ficar atrás de um celular ou uma praia no Carnaval metendo pau, escrevendo ‘textinho’ e falando bobagem nos comentários (…) É muito fácil criticar e falar mal, mas vamos lá fora onde estão os pecadores, onde tem gente perdida”.

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Em quatro anos, um quarto dos cristãos estará na África

 

         Cristianismo está se concentrando em países menos desenvolvidos

       Em quatro anos, um quarto dos cristãos estará na África

Enquanto continua em “queda livre” na Europa, o cristianismo cresce mais rapidamente na África do que em outras regiões. Estima-se que em quatro anos, 25% dos cristãos do mundo serão africanos. A maioria deles professa o catolicismo.

Caso essa tendência se confirma nas próximas décadas, o catolicismo poderá ser uma religião majoritariamente de africanos. Segundo o doutor Lawrence Iwuamadi, especialista que trabalha no Instituto Bíblico Ecumênico de Hermenêutica, em Bossey, no continente africano é onde os cristãos têm a maior taxa de crescimento do mundo.

Um dos fatores que explicam essa rápida expansão no continente é a transmissão dos valores religiosos por intermédio da educação, algo que os cristãos fazem há décadas em solo africano.

Os dados apresentados fazem parte do estudo que originou a obra “Antologia do Cristianismo Africano”, que reúne 1.400 páginas de dados colhidos e editados por Isabel Apawo Phiri, Dietrich Werner, Chammah Kaunda e Kennedy Owino.

 Compilando material proveniente de quase uma centena de pesquisas, a “Antologia” traz 60 artigos que analisam diferentes questões sociais dos cristãos da África. O livro analisa, por exemplo, o papel da mulher na Igreja na África, ficando evidente “o quanto elas hoje são a ‘espinha dorsal’ do cristianismo”.

Por outro lado, também analisa que é no continente africano onde ocorre a maior disputa entre cristianismo e islamismo. São 31 países predominantemente cristãos e 21 de maioria muçulmana. Com informações do gospel prime