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Carro que conduzia pastores da CBB capota, mas Deus dá o livramento

Pastor Eli Fernandes, mesmo machucado, pregou na mesma noite


        Carro que conduzia pastores capota, mas Deus dá o livramento

Um acidente automobilístico envolveu os pastores Luiz Roberto Silvado, presidente da Convenção Batista Brasileira, o pastor César, e o pastor Eli Fernandes, ex-vice-presidente da Convenção Batista nesta sexta-feira (5). Eles dirigiam-se a um retiro de pastores no sul da Bahia, onde seriam preletores.

O carro onde estavam teve dificuldades para subir uma ladeira muito íngreme, conhecida como Plano Inclinado, no acesso de uma das cabeceiras da Ponte Lomanto Júnior, em Ilhéus.

Quando o motorista tentou mudar a função de automático para manual, o automóvel se desgovernou, bateu num barranco e acabou virando.

Em grupos de pastores no aplicativo Whatsapp foi grande a comoção. Pelas imagens do acidente, muitos consideram um milagre ninguém ter morrido.

O pastor Eli Fernandes, contou que “realmente, foi um livramento de Deus. Creio que Deus usou o fato de estarmos com o cinto de segurança para nos poupar. Foi um susto muito grande, os vidros sendo estilhaçados do nosso lado e sem podermos fazer nada”.

Mesmo ferido, Eli Fernandes insistiu para chegarem até o acampamento Teosópolis, em Ilhéus, onde ele pregou pela manhã e Silvado à noite, fechando o Congresso. Segundo Fernandes, “foi um encerramento de quebrantamento, Deus nos falou sobremaneira e vimos o agir de Deus. Como Deus é bom!”.

Passado o susto, os três pastores passam bem, embora ainda tenham dores localizadas. Com informações de Neemias Lima 

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Cultos

Gondim diz que “não espera mais milagres” e descarta um “Deus que conduz a história”

Pastor afirma que precisou “ajustar a teologia para encontrar algum sentido em nossa vida banal”

           Gondim diz que descarta um “Deus que conduz a história”

O pastor Ricardo Gondim já foi muito influente no meio protestante nacional, tendo publicado livros e ensinado a centenas de pastores pelo Brasil. Oriundo da tradição pentecostal, foi adepto da Teologia da Missão Integral, vindo a romper com muito do que havia feito no passado e anunciou que estava “fora do meio evangélico”.

Como muitos líderes brasileiros, Gondim mantém um site onde eventualmente escreve reflexões. Em uma das mais recentes, afirmou: “me considero um humanista apofático”.

A teologia a que ele se refere, “apofática”, é “aquela que se recusa a fazer afirmações propositivas sobre Deus”. Ou seja, ignora a Bíblia como revelação divina e conclui que “Não há como afirmar nada sobre Deus que seja conclusivo, taxativo, descritivo”.

Em sua confissão, Gondim assegura: “Sou apofático por crer e não saber explicar os porquês da minha crença”. Admite, contudo, que quase “resvala” no ateísmo. A sua decisão é de não tentar “converter ninguém a partir de argumentos sólidos”.

O ex-pentecostal dispara, dizendo ter apanhado da vida: “não espero milagres sobrenaturais para minha vida, família, cidade, país ou mundo. Descartei há muito tempo o Deus maquinista, o soberano que conduz a história nos trilhos da providência”.

 Questionando muito daquilo que é ensinado na Bíblia sobre soberania de Deus, prefere contentar-se com a disposição humana de fazer o bem. “Não creio mais na promessa religiosa de que livramentos sobrenaturais nos alcançarão, vindos de um Deus que se senta em um trono. Acredito nas iniciativas humanas, nos movimentos solidários, na busca incessante da justiça, na ação profética de instituições que defendem a dignidade humana”, insiste.

Ainda líder da Igreja Betesda em São Paulo, o pastor afirma que precisou “ajustar a teologia para encontrar algum sentido em nossa vida banal”. Aprofundando questões que já levantava, junto com outros pastores influentes da época, como Ed René Kivitz e Ariovaldo Ramos, o cearense radicado na capital paulista optou pelo humanismo, ou seja, ver a vida centrada no homem.

Em um discurso que lembra o liberalismo com influências de movimentos sociais de esquerda, assevera: “Ceio na religião como espaço de resistência. Sou defensor da religião que promove a compaixão, a sensibilidade e a gentileza”.

Sua decisão, assustadora para quem outrora servia como tradutor de famosos pregadores pentecostais – como Jimmy Swaggart – em cruzadas de evangelismo e cura é, “Afasto-me da que se alimenta do delírio metafísico de esperar por Deus”.

 O ensinamento que ele traz hoje é simples: “A bola está com a humanidade. Se não tomarmos vergonha na cara, destruiremos o planeta. Se não procurarmos  criar uma cultura de acolhimento e cuidado, cultivaremos a intolerância. Se não fizermos valer o bem, o mal se alastrará e seremos os demônios de nosso próprio inferno”.

O final do texto é paradoxal, pois ele encerra com “Soli Deo Gloria” [Glória somente a Deus], um dos cinco pilares da Reforma Protestante. Hoje, Ricardo Gondim nada tem de protestante e muito menos de reformado.

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Israel

Água em vinho: Descoberta fábrica de talhas na Galileia  

Objetos são semelhantes aos usados por Jesus em seu primeiro milagre

       Água em vinho: Descoberta fábrica de talhas na Galileia  

Arqueólogos israelenses descobriram uma oficina de produção de vasilhas de pedra com 2.000 anos de idade na Galileia, norte de Israel. No local eram fabricados recipientes similares aos usados por Jesus para transformar água em vinho, o primeiro milagre narrado nos Evangelhos.

“O hábito de os judeus daquela época usarem vasilhas de pedra por razões religiosas é algo bem documentado nas fontes talmúdicas e no Novo Testamento”, explicou nesta quinta-feira (10) Yardena Alexandre, arqueóloga do Instituto de Antiguidades de Israel, que destaca o caráter ritualístico do material encontrado.

Os vasos eram fabricados com cerâmica durante o Império Romano. Mas os judeus consideravam o material impuro e inapropriado para os rituais de purificação pela sua possibilidade de ruptura. Por isso começaram a fabricar utensílios de pedra.

“É possível que os grandes recipientes de pedra do tipo mencionado nas Bodas de Caná da Galilea fossem produzidos localmente”, aponta Alexandre. Para ela, a descoberta “proporciona uma evidência fascinante do lugar central da pureza ritualística na vida cotidiana dos judeus galileus no tempo de Jesus”.

As escavações começaram após os achados durante os trabalhos de construção de um centro esportivo e, segundo os especialistas, apontam que os residentes desta zona há 2.000 anos seguiam “meticulosamente” as normas judaicas.

Yonatan Adler, professor da Universidade de Ariel e diretor das escavações, revela que “esta oficina fabricava principalmente canecas e tigelas de vários tamanhos. Os produtos finalizados foram comercializados em toda a região na Galileia. Nossos achados fornecem provas impressionantes de que os judeus eram escrupulosos em relação às leis da pureza”.

O local da escavação é o antigo vilarejo de Reineh, que fica ao lado de Caná, cidade mencionada no Evangelho de João como o local aonde Jesus realizou o famoso milagre, durante um casamento.

Segundo a Bíblia, ele pediu que os servos colocassem água em grandes vasos de pedra, que provavelmente foram feitos no local agora descoberto.

“Mas até agora, neste sítio arqueológico, não encontramos a produção de vasos grandes”, disse Adler. “Provavelmente os usados pelo povo de Caná foram produzidos ou aqui ou em um local exatamente como este, nesta mesma área”. Com informações Daily Mail e Gospel Prime.