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Crocodilo de mais de 6 m é flagrado devorando antílope no Quênia

09/09/2011 11h47 – Atualizado em 09/09/2011 11h48

 

Cena ocorreu na reserva nacional de Maasai Mara.
Outros répteis de tamanho menor ficaram só observando.

Do G1, em São Paulo

O fotógrafo Paolo Torchio flagrou um crocodilo de mais de 6 metros devorando uma carcaça de um antílope na reserva nacional de Maasai Mara, no Quênia. Segundo Torchio, outros répteis de tamanho menor ficaram só observando enquanto o "monstro" devorava o antílope de mais de 130 quilos com chifre e tudo, de acordo com a agência "Barcroft Media".

Crocodilo de mais de 6 metros foi flagrado devorando presa em rio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)Crocodilo de mais de 6 metros foi flagrado devorando presa em rio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)

Cena impressionou o fotógrafo Paolo Torchio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)Cena impressionou o fotógrafo Paolo Torchio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)

Espécie africana foi ancestral do gênero humano, dizem pesquisadores

08/09/2011 – 15h59

DE SÃO PAULO

Uma nova análise de um hominídeo sul-africano de 2 milhões de anos reforça, segundo seus autores, a ideia de que a espécie foi mesmo ancestral do gênero humano, o Homo.

A criatura, batizada de Australopithecus sediba, já era conhecida da ciência, mas pesquisadores liderados por Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, conseguiram fósseis bem preservados de áreas como o crânio, as mãos e a pelve.

O que os cientistas viram é que o cérebro da criatura já estava passando por uma reorganização estrutural que o tornava mais parecido com o humano. Além disso, seus dedos, com polegar comprido, permitiam manipular objetos com precisão, o que favoreceria a criação de instrumentos de pedra.

O estudo está na revista americana "Science" desta semana.

Peter Schmid/Cortesia de Lee Berger e Universidade de Witwatersrand/Associated Press

Foto dá uma ideia do tamanho da criatura "Australopithecus sediba" em comparação à de humano da atualidade

Foto dá uma ideia do tamanho da criatura "Australopithecus sediba" em comparação à de humano da atualidade

Alexander Joe/France Presse

Restos do _Australopithecus sediba_, descoberta por Lee Berger Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand

Restos do Australopithecus sediba, descoberta por Lee Berger Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand

Muralha da China pode não ser estrutura contínua, diz arqueólogo

09/09/2011 – 14h41

 

 

DA EFE

A Muralha da China pode não ser uma estrutura contínua e alguns de seus trechos podem ser compostos de várias paredes paralelas, indicou na quinta-feira (8) um arqueólogo chinês, segundo a agência oficial de notícias "Xinhua".

Pedro Carrilho – 25.mar.11/Folhapress

Vista da Grande Muralha da China; arqueólogo diz que estrutura do monumento não é contínua

Vista da Grande Muralha da China; arqueólogo diz que estrutura do monumento não é contínua

Pesquisas realizadas em várias partes do monumento teriam levado à descoberta de partes nas quais foram construídas duas ou três paredes paralelas à muralha principal, contradizendo assim a ideia de que esta é uma construção contínua única.

O diretor do grupo de pesquisadores da Universidade de Shaanxi, Duan Jingbo, afirmou que o trecho da muralha localizado na província de Shaanxi, no noroeste da China, é composto de paredes paralelas, um tipo de construção que permitia que os líderes militares aquartelassem suas tropas mais efetivamente.

Desta maneira, segundo Duan, era aumentado o poder defensivo da muralha, algo que também é possível verificar em outras seções da construção.

As pesquisas sobre as condições da muralha, uma das sete maravilhas do mundo moderno, foram intensificadas em 2006 a pedido do governo central da China.

O monumento foi construído há 2.000 anos pelo imperador chinês Qin Shihuang, unindo muralhas defensivas muito mais antigas, a fim de proteger seus domínios das incursões dos povos nômades do norte da Ásia.

A edificação, de mais de 4.000 km de extensão, é Patrimônio Mundial da Unesco, e seus lances mais visitados estão a algumas dezenas de quilômetros ao norte de Pequim.