Categorias
Noticias

Pastor do Irã ainda aguarda decisão sobre sua execução

YOUSEF NADARKHANI

 

     Um pastor no Irã, considerado culpado de abandonar o Islã, aguarda o resultado de uma investigação judicial sobre sua experiência espiritual para ver se será executado ou, se possível, forçado a se tornar muçulmano.
     A investigação judicial tem como objetivo verificar se o pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, era muçulmano quando adolescente, antes de se tornar cristão, aos 19 anos.
     Em 22 de setembro de 2010, um tribunal regional condenou Nadarkhani, que lidera um movimento de igrejas domésticas em Rasht, à morte por enforcamento, por se converter ao cristianismo e encorajar muçulmanos a se converter ao cristianismo. O advogado do pastor recorreu da sentença, afirmando que o pastor nunca foi muçulmano.
     O tribunal emitiu uma resposta escrita ao recurso e manteve a pena de morte, mas ordenou que houvesse uma investigação sobre o assunto. Mesmo que o tribunal o libere da acusação de apostasia, é provável que exista uma grande punição pela evangelização, disseram as fontes.
     Pessoas familiarizadas com o caso de Nadarkhani disseram que as condições do encarceramento têm sido muito variáveis e somente familiares e seus advogados podem visitá-lo. Segundo fontes, as autoridades da prisão onde o pastor está preso o pressionam para que se converta ao islamismo, inclusive ameaçando sequestrar sua família.
     Nadarkhani teve desentendimentos com autoridades iranianas antes. Em dezembro de 2006, ele foi preso com acusações relacionadas à apostasia e ficou detido por duas semanas.
     Ninguém sabe como os funcionários conduzirão as investigações sobre as crenças espirituais de Nadarkhani, pois não conseguirão falar com seus pais, que já são falecidos.

Data: 1/8/2011
Fonte: Portas Abertas

Categorias
Noticias

EX RONALDINHA : Atriz Viviane Brunieri se converte e vira pastora em SP

Viviane Brunieri abriu o coração e revelou que nunca amou de verdade Ronaldo Fenômeno. Com quem namorou na juventude e se tornou uma das "Ronaldinhas".

"Foi um namoro por interesse. Eu sonhava em entrar no mundo televisivo, ser famosa, queria ter dinheiro. Eu optei pelo mundo da fama e paguei um preço bem alto", disse ela, em entrevista ao TV Fama, da Rede TV!.

Em 2008, viciada em drogas e passando por dificuldades financeiras, Viviane entrou para a indústria pornográfica e virou garota de programa.

"Eu estava morando no Japão, aí veio a proposta através de um agente aqui do Brasil pelo Orkut. A proposta na época resolveria todos os meus problemas e de outras pessoas! Mas todo dinheiro que vem fácil, vai fácil, gastei tudo. Depois dos filmes comecei a receber muitas propostas para fazer programas. Sei do risco que corri de pegar HIV dormindo com empresários, gente conhecida, desconhecidos, não tenho vergonha de falar porque já me arrependi.", desabafou ela ao programa.

A mudança na vida da ex-Ronaldinha começou há 2 anos. De volta à Peruíbe (Litoral Paulista), sua cidade natal, Viviane recebeu um "sinal divino" e começou a fazer um trabalho social com moradores de rua.

"Hoje temos mais de 30 ex-moradores de rua num abrigo. Temos uma casa só pra eles, onde eles almoçam, jantam, tomam banho, é um lugar de muita paz", contou.

Além do trabalho social, Viviane passou a pregar na Assembleia de Deus Vida Nova.

"Agora estou cursando faculdade de teologia, mas em 2010, 1 ano após eu estar firme nos caminhos do Senhor, recebi uma missão para a honra e glóra do Santo Nome do Senhor, tive um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus", revelou.

Data: 1/8/2011 08:45:02
Fonte: Rede Tv

Categorias
Artigos Noticias

Apple não resiste a protesto gay e retira apoio de site cristão

BOICOTE NA INTERNET

 

O grupo afetado diz que vai espalhar a mensagem de que a empresa de Steve Jobs não quer fazer negócios com os cristãos.

A Apple decidiu retirar seu serviço de iTunes do site de caridade da Christian Give Back Group (CGBG), um ministério antes conhecido como “Rede de Valores Cristãos” depois que ativistas gays protestaram contra o financiamento da empresa com ministérios “anti-gays” e “anti-mulheres”.

Os protestos contra o ministério cristão foi liderado por Crowther, um estudante da Western Washington University que lançou uma petição no início de julho no Charge.org, alegando que ele estava preocupado com o apoio da Apple e de outras empresas ao ministério CGBG. Após essa manifestação, a Apple retirou seus serviços do site.

“Desde o início, eu sabia que uma vez que este assunto fosse trazido à atenção da Apple, eles não gostariam de ser uma parte da CVN.og (endereço do site que tinha o apoio da Apple)”, Crowther, disse em uma declaração sobre o Change.org com suas palavras ele conseguiu 35.000 assinaturas.

O grupo cristão se sentiu ofendido e disse que a atitude da empresa de Steve Jobs envia a mensagem de que eles não querem fazer “negócios com o povo cristão”, principalmente se eles começarem a atender a todas as petições dos ativistas gays. Essa declaração foi dada por meio de Kevin McCullough, assessor do ministério.

O que a fabricante do iPad não lembrou, é que a CBGB conecta consumidores com milhares de varejistas e permite ao consumidor doar uma porcentagem de suas compras para uma instituição de caridade de sua escolha, baseadas na fé ou não.

McCullough apontou para o The Christian Post que os consumidores que fazem compras através da CVN.org, não CBGB, são quem decidem qual entidade recebe doações.

“Apenas damos vales qualificados de compras para legitimar as organizações federais licenciadas”, disse ele.

A petição de Crowther levou não só a Apple a cortar os laços com a CBGB, mas várias outras empresas, incluindo Macy e Microsoft, que têm feito o mesmo.

“Se a Apple está pronta retirar alguma coisa, porque eles têm 22 mil assinaturas… não haverá uma Igreja, a pessoa baseada na fé, católica, protestante, evangélicos, carismáticos, não haverá ninguém no país que não saiba”, disse McCullough.

O assessor diz também que não está pedindo para que a Apple fique do lado dos cristãos, mas que se mantenha neutra na discussão. “Não estamos pedindo a Apple para abraçar a nossa posição ou a posição do outro lado. Só queremos que eles fiquem neutros “quando se trata de questões culturais”.

Data: 1/8/2011 08:31:11
Fonte: Gospel Prime