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Câmera registra momento em que homem quebra imagem de santa

05/07/2011 08h04 – Atualizado em 05/07/2011 08h05

 

Estátua foi destruída em Igarapava, no interior de São Paulo.
Imagem é uma réplica da que ficou conhecida por chorar sangue.

Do G1 SP

A câmera do circuito interno de uma igreja em Igarapava, a 446 km de São Paulo, registrou o momento em que um homem jogou a imagem de Nossa Senhora Aparecida no chão, no domingo (3). A estátua ficou destruída.

As imagens mostram o homem entrando na igreja pelo corredor central e sentando no primeiro banco. Minutos depois, ele vai até a imagem, pega a santa e a joga no chão. De acordo com o frei da paróquia, Edimilson Oliveira da Cunha, antes de deixar a igreja, o homem gritou várias vezes a frase "adorai somente a Deus".

Veja o vídeo: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/camera-registra-momento-em-que-homem-quebra-imagem-de-santa.html

A imagem destruída é uma réplica da Nossa Senhora que ficou conhecida na década de 1990 por chorar sangue. A original, que fica guardada, foi usada no final da missa.

A atitude assustou os fiéis que acompanhavam a missa. "Na hora que ele jogou a imagem foi uma sensação muito ruim. Ver a imagem no chão, quebrada, deixou a tristeza estampada no rosto de todo mundo", diz a operadora de caixa Rinea Samara Seara.

Segundo o tenente da PM Helder Antônio de Paula, o homem é conhecido na cidade. "Sabemos o nome e onde ele mora. Desde o momento que ele fugiu da igreja, nós não conseguimos mais notícias", diz. O homem também é suspeito de depredar uma placa em frente à igreja.

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Ministro da Saúde indiano diz que homossexualismo é uma ‘doença’

 

Ghulam Nabi Azad declarou que ‘a doença dos homens que praticam sexo com outros homens é antinatural e não é boa para a Índia.’; até 2009, o gênero era punido com até dez anos de prisão

05 de julho de 2011 | 5h 07

Efe

NOVA DÉLHI – O ministro da Saúde indiano, Ghulam Nabi Azad, provocou uma grande polêmica no país após assegurar em uma conferência sobre a aids que o homossexualismo é uma "doença" que atinge cada vez mais pessoas.

"A doença dos homens que praticam sexo com outros homens é antinatural e não é boa para a Índia. Não somos capazes de identificar onde está ocorrendo", disse Azad na segunda-feira, 4.

"É fácil encontrar as trabalhadoras do sexo e conscientizá-las sobre o sexo seguro, mas é um desafio encontrar os homossexuais", acrescentou Azad, em declarações publicadas nesta terça-feira, 5, pela agência indiana Ians.

Até 2009, o homossexualismo podia ser punido com até dez anos de prisão. Apesar de não existir mais esta lei, grande parte da sociedade continua alimentando preconceitos e discriminando este coletivo.

"É surpreendente que o ministro da Saúde deste país faça um comentário assim", declarou à Ians o ativista Mohnish Malhotra, um dos organizadores do "Dia do Orgulho Gay" na Índia.

Há na Índia cerca de 2,5 milhões de pessoas contaminadas pela aids.

A conferência na qual Azad deu as polêmicas declarações teve a presença do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e da líder do governamental Partido do Congresso, Sonia Gandhi.

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Índia encontra tesouro milionário no porão de templo hindu


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Ouro, prata e pedras preciosas foram enterradas no templo por marajás de antiga dinastia que governava a região

03 de julho de 2011 | 17h 39

Autoridades da Índia encontraram um tesouro de valor incalculável no porão de um templo hindu no estado de Kerala.

Sivaram V/Reuters

Sivaram V/Reuters

O templo foi construído no século 16 por governantes locais

Acredita-se que o montante de ouro, prata e pedras preciosas, guardadas em quatro câmaras no subsolo do templo, foi enterrado por marajás da dinastia que governava a região ao longo do tempo.

A abertura do subsolo do templo de Sree Padmanabhaswamy, construído no século 16, foi autorizada pela Suprema Corte da Índia, que temia pela segurança do tesouro.

Embora peritos insistam que não é possível avaliar o valor da descoberta, estimativas extraoficiais falam em até US$ 500 milhões (cerca de R$ 780 milhões).

Os descendentes da dinastia de Travancore, que por séculos governou a região e perdeu todos os poderes após a independência da Índia, em 1947, entraram na Justiça para ficar com as peças, mas o processo foi rejeitado.

O atual marajá (que não é reconhecido oficialmente), Uthradan Thirunaal Marthanda Varma, tem sido o responsável pela manutenção do templo. O governo irá administrar o local a partir de agora.

Disputa

Até o momento, apenas duas das quatro câmaras foram abertas. Calcula-se que o tesouro estava intocado há mais de um século.

Um grupo de sete pessoas, entre arqueólogos, representantes do governo e da família Travancore, participou da abertura das câmaras. A localização e o tamanho do tesouro eram assunto de lendas na região.

Um dos membros do grupo, Anand Padmanaban, disse que "há peças do século 18". Por causa da quantidade, "não foi possível contá-las, então estão pesando" o tesouro.

A querela judicial que culminou na descoberta do tesouro teve início após um advogado local questionar a propriedade do templo por parte dos descendentes da dinastia Travancore.

Os Travancore se consideram servos de Padmanabhaswamy, divindade a quem o templo é dedicado, que seria um dos aspectos do deus Vishnu, um dos mais importantes no hinduísmo.

Por isso, os membros da família teriam guardado suas riquezas no subsolo do templo.

O marajá Uthradan Thirunaal Marthanda Varma afirma que tem o direito de controlar o templo por causa de uma lei especial indiana, decretada após a independência, que dava a posse do local ao então líder da dinastia.

No entanto, o pedido de Marthanda foi rejeitado, já que, atualmente, marajás são considerados cidadãos comuns no país. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.