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La Catedral de Cristal niega haber expulsado a Robert H. Schuller

EEUU

 

La Catedral de Cristal niega haber expulsado a Robert H. Schuller

Su hijo declaró el pasado domingo que en la Catedral hay una “plaga de conflictos e intereses” y que a su padre “se le ha expulsado con una patada”.

6 de julio de 2011, EEUU

La conocida Catedral de Cristal no sale del ojo del huracán, bien sea económico, bien político y mediático.
Robert H. Schuller era miembro de la Junta, sin derecho a voto pero con un indudable peso específico en la misma. A pesar de ello, según Schuller hijo, la Junta Directiva de la Catedral de Cristal le habría expulsado al que ha sido su líder y fundador  afirmó Los Ángeles Times el pasado domingo.
Robert Anthony Schuller también declaró que en la Catedral hay una “plaga de conflictos e intereses” y que a su padre “se le ha expulsado con una patada … Me siento mal por él, porque ha dedicado toda su vida a la Catedral”.
Tras lo ocurrido, Schuller padre no ha podido ser contactado para conocer su opinión. Jim Coleman, actual Presidente de la Junta de la Catedral de Cristal y esposo de la hija de Schuller, no quiso hacer comentarios cuando fue preguntado por teléfono la noche del domingo por Los Ángeles Times.
Sin embargo, este lunes pasado un portavoz de la Catedral de Cristal negó que el fundador de la iglesia, Robert H. Schuller, haya sido expulsado  de la junta directiva en la mencionada reunión de hace más de una semana." Él todavía es el Presidente honorario  de la junta", aclaró.
UN CONFLICTO FAMILIAR

Todo comenzó cuando Schuller padre, siendo aún Presidente de la Catedral de Cristal, renunció en 2006 y nombró sucesor a su hijo. Pero Robert Anthony Schuller renunció a su vez dos años más tarde en medio de una tensa situación . Fue entonces cuando Sheila Schuller Coleman se convirtió en pastora de la iglesia y quien lleva la máxima responsabilidad de la misma con el resto de la Junta Directiva.
Esto marcó la evidencia de diferencias familiares. Coincidiendo además con la crisis global económica, los ingresos empezaron a caer drásticamente, y toda la iglesia parecía estar paralizada en torno a la situación familiar.
Finalmente se culminó con la declaración de quiebra de la Iglesia y su posterior venta , a lo que ahora se ha añadido esta anunciada y desmentida expulsión del fundador de la iglesia.
“El liderazgo de la iglesia y las finanzas son un caos, es algo inusual”, declaró Bauler Dory, de 82 años, un antiguo miembro de la Junta Directiva de la Catedral de Cristal, refiriéndose a Jim Coleman.

Fuentes: Los Ángeles Times

© Protestante Digital 2011

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Cai o Ministro dos Transportes

Após denúncias, Alfredo Nascimento deixa Ministério dos Transportes

Saída ocorre após acusação de superfaturamento de obras públicas.
Nascimento foi eleito senador em 2010 e deve voltar ao cargo.

Do G1, em Brasília

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), deixou o cargo nesta quarta-feira (6), após denúncias sobre um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta. A crise se agravou após suspeitas de enriquecimento ilícito do filho do ministro.

No fim de semana, reportagem de "Veja" relatou que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

Nesta quarta, o jornal "O Globo" apontou suposto enriquecimento ilícito de Gustavo Morais Pereira, arquiteto de 27 anos, filho do ministro Alfredo Nascimento. Segundo reportagem do jornal, dois anos após ser criada com um capital social de R$ 60 mil, a Forma Construções, uma das empresas de Gustavo, amealhou um patrimônio de mais de R$ 50 milhões, um crescimento de 86.500%. O Ministério Público Federal do Amazonas investiga elo entre a empresa de Gustavo e empresa que recebeu verba do ministério.

As providências adotadas pelo ministro por conta das denúncias foram o afastamento da cúpula da pasta e a suspensão por 30 dias de todas licitações dos órgãos envolvidos nas supostas irregularidades. Em relação às denúncias sobre o filho, Nascimento negou ter conhecimento de irregularidades.

A presidente Dilma Rousseff ainda não tinha se pronunciado oficialmente sobre as denúncias.

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Nesta terça e quarta, parlamentares da Câmara e do Senado chegaram a aprovar requerimentos para que o ministro fosse ao Congresso dar explicações sobre as denúncias. Os requerimentos foram propostos pelos próprios deputados do PR como estratégia para mostrar que Alfredo Nascimento estava disposto a dar sua versão sobre as acusações.

Por meio de nota, logo após as primeiras denúncias, o ministro chegou a negar “conivência” com o esquema de corrupção na pasta e pediu abertura de uma comissão de sindicância para apurar os fatos, mas as explicações não convenceram a presidente Dilma Rousseff, que decidiu tirá-lo do cargo.

Com a saída, Nascimento volta ao Congresso para exercer o mandato de senador pelo Amazonas, atualmente ocupado pelo suplente João Pedro, do PT.

Nascimento é o segundo ministro a deixar o governo de Dilma Rousseff após denúncias. No mês passado, Antonio Palocci deixou a Casa Civil após não conseguir explicar a multiplicação em 20 vezes de seu patrimônio em quatro anos, revelado pelo jornal "Folha de S.Paulo".

Afastamento da cúpula
Antes da saída de Nascimento, a presidente determinou o afastamento temporário de servidores da pasta assim que a revista divulgou as irregularidades. Foram afastados: Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luiz Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec.

No domingo (2), Nascimento negou, por meio de nota, que tenha sido "conivente" com supostas irregularidades ocorridas no ministério. Na segunda-feira (4), a presidente divulgou uma nota afirmando ter "confiança" no ministro. A presidente disse ainda que caberia a Nascimento apurar as denúncias de irregularidades na pasta.

"O governo manifesta sua confiança no ministro Alfredo Nascimento. O ministro é responsável pela condução do processo de apuração das denúncias contra o Ministério dos Transportes", dizia a nota.

Apesar do gesto, Nascimento não conseguiu manter-se no cargo, que ocupou por pouco mais de seis meses no governo Dilma. Ele já havia comandado o Ministério dos Transportes na maior parte dos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com licenças temporárias para concorrer a cargos em 2006 e 2010.

Em 2004, ele renunciou à prefeitura de Manaus para assumir o Ministério dos Transportes. Em 2006, elegeu-se senador pelo Amazonas, mas licenciou-se do cargo para voltar ao ministério. Em março de 2010, Nascimento deixou novamente a pasta, desta vez para concorrer ao governo do Amazonas. Perdeu a eleição para Omar Aziz (PMN).

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Qualificações de um ministro

 

Publicado por Everson Barbosa (perfil no G+ Social) em 5 de julho de 2011

Qualificações de um ministro

1- Real experiência com Deus (Jo 3:3)

A pessoa que teve uma real experiência com Deus é aquela que não vive mais para si mesma (Rm 14:7, 8) e nem para o pecado (Gl 5:24; Rm 6:6,11,14); possui uma inclinação para as coisas que são do alto (Cl 3:1; Mt 6:33) e sua experiência se baseia na Palavra de Deus e no Deus da Palavra. O problema que temos encontrado nesses dias, é que muitos músicos não tem uma real experiência com Deus, ou seja, não são regenerados. O que eles possuem é apenas uma vontade de tocar, tocar, tocar, ou cantar, cantar, cantar. Os problemas surgem porque falta coração regenerado. O músico precisa passar pela experiência da regeneração. Este é o requisito básico e principal para todo aquele que quer servir na casa do Senhor.

2-Consagração (Lv 27: 28,29)

Consagrado significa ser separado para servir conforme o propósito de Deus. Quando temos uma real experiência, somos separados do pecado a fim de servirmos a Deus e vivermos para Ele (II Co 5:15). Portanto, o verdadeiro ministro de música tem a convicção de que é uma pessoa separada por Deus, e que seus dons e talentos são dedicados inteiramente ao serviço à Ele. De que maneira temos utilizado os nossos dons e talentos? Temos utilizado para os nossos próprios interesses ou para servir a Deus e as pessoas!? A evidência clara de que alguém tem uma vida consagrada a Deus são os frutos que acompanham o seu serviço (Tg 2:18, 26; Jo 12:24; 15:18). Qual o fruto que você tem oferecido?

3- Comunhão com Deus (Sl 84:4,5)

Comunhão com Deus é habitar no conselho de Deus, é ter uma identificação com o altar. Alguém que não tem identificação com o altar não é um ministro de música. Infelizmente, muitos músicos pensam que não é importante ter um tempo a sós com Deus, e é por isso que muitas vezes a ministração dos cânticos não flui como deveria, porque falta unção. Dizem por aí : “a bíblia do músico é o seu instrumento”. Quanto tempo você se dedica estudando a música, e quanto tempo você se dedica estudando a Palavra de Deus? É claro que as duas coisas são importantes, mas há uma grande diferença entre um ministro de música e um tocador de instrumento: O ministro se identifica com Deus e usa da música o instrumento para o seu crescimento espiritual. O tocador está identificado com o seu instrumento e visa apenas o seu desempenho musical. A Palavra e a oração são a base de todo o serviço. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? Que utilidade tem este tipo de pessoa? Com certeza, nenhuma! Os homens cuja vida e ministério glorificavam a Deus eram homens de meditação e oração. O Senhor Jesus é o nosso maior exemplo (Lc 4:2; 6:12). A. W. Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. Se queremos mais unção no nosso ministério precisamos saber que o “endereço” é o santuário (Sl 77:13a). Enfim, a qualidade do ministério da música está vinculada a vida no altar (Rm 12:1; I Pe 2:5). Sejamos ministros do altar!

4- Servo (Mt 20:28)

Hoje em dia, muitos “ministros de música” querem ser servidos e não estão dispostos a servirem, voltados para os seus próprios interesses e motivações. O verdadeiro servo é conhecido não pelo seu título, mas pelo seu modo de viver. Infelizmente, não se tem encontrado músicos com coração de servo, por isso, não é difícil ouvirmos frases do tipo: “o meu instrumento é melhor”, “a minha música é melhor”, “a minha banda é melhor”, “eu sou o melhor”, “não abro mão do meu lugar à ninguém”, “não faço tal coisa porque não é o meu ministério”, etc. Por causa dessas frases desses músicos, tem se criado em nosso meio um terrível espírito chamado competição. Isso com certeza entristece o coração de Deus, e ao mesmo tempo, dá lugar a um ambiente de desamor, impróprio à presença divina (I Co 3: 1-7). O responsável pelo espírito de competição chama-se satanás! (Ez 28:2; I Rs 18:21). Desde o princípio de mundo, ele tem procurado competir sem êxito, com o Todo Poderoso. Satanás tem tido acesso ao meio evangélico, através deste espírito de forma muito sutil. Saiba que o reino das trevas é o reino da competição, e o reino de Deus, o da cooperação (Sf 3:9; Ef 4:16). Podemos ter características diferentes e estilos diferentes, mas isso não impede que sirvamos ao Senhor em unidade e ajuda mútua. Ser um ministro de música é ter um coração de servo, que tem como motivação principal servir a Deus, a família, aos irmãos e aos perdidos.

5- Submisso (Rm 13:2)

Submissão é uma das características de um verdadeiro filho de Deus. Ao formar a equipe musical, procura-se dar oportunidade àqueles dentro da congregação que se destacam por sua habilidade musical. Alguns cuidados devem ser tomados nesta escolha. Mesmo com alguns cuidados sendo tomados, não se pode adivinhar o que virá pela frente. Neste sentido, às vezes nos deparamos com pessoas incapazes de se submeterem à liderança. Quando estes, irremediavelmente não se ajustam, devem ser convidados gentilmente a se desligarem da equipe (Jo 6:65, 66). Existe, hoje em dia, um aspecto importante que tem se tornado um grande problema, onde observamos que muitas bandas gospel não querem estar ligadas a nenhuma igreja e a nenhum pastor. Em Provérbios 18:1 diz, que “O solitário busca o seu próprio interesse, e insurge-se contra a verdadeira sabedoria”. Músico precisa ser pastoreado. Quem deseja andar isoladamente, está buscando o seu próprio interesse, tendo uma atitude egoísta. Nós músicos precisamos de cobertura espiritual, ensino, admoestação e correção dos nossos líderes , e a partir de então, ganharemos autoridade para ministrar e seremos uma benção para o corpo de Cristo. Aquele que agora tem um coração novo é capaz de submeter-se à vontade de Deus, aos líderes e aos irmãos (Ef 5:8-21).

6- Viver em família (Rm 8:29)

A vida em família é um projeto de Deus para nós e a família ministerial deve ser a extenção da nossa casa . A vida em família é um princípio que precisa ser desenvolvido no ministério de música para o fortalecimento e crescimento de todos os seus integrantes (Ef 2:19-21). O que temos observado é que muitos músicos não querem ter relacionamento e comunhão com as pessoas. É possível ser parte de uma família e não ter comunhão com ela? Não. Sendo assim, quem não cultiva comunhão não pode participar de nenhum ministério! Os discípulos de Jesus revolucionaram o mundo porque estiveram com Ele, aprenderam com Ele e falavam a linguagem do mestre. Observe alguns aspectos da vida em família:

a) Caminhar numa mesma visão (I Co 1:10; Sf 3:9) Visão + visão = divisão

b) Comunhão uns com os outros (I Jo 1:7) Estarmos juntos: sair, orar, compartilhar necessidades, etc.

c) Respeito mútuo (II Co 10:13) Devemos comhecer nossos limites! Devemos tomar cuidado com as brincadeiras e apelidos que damos as pessoas para não magoá-las.

d) Alegrarmos e chorarmos juntos (Rm 12:15) Unir-nos nas conquistas e nas tribulações.

e) Vida de transparência (Tg 5:16) e Pacto de aliança (I Sm 18:1-4)

Compromisso uns com os outros de fidelidade, integridade, lealdade, amor, amizade e companheirismo em todos os momentos da vida. Vivamos em família!

Ronaldo Bezerra é Líder do Ministério de Música da Comunidade da Graça – Sede