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Autor: Ângelo Medrado
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 2 bisnetos.
Segundo a DIS,volante Tinga foi afastado da equipe por motivos não ligados ao futebol
Da Gazeta Press
Marcelo Ferrelli/ Gazeta Press
Tinga não deve mais ser aproveitado por Scolari no Palmeiras
A crise entre a DIS, braço esportivo do grupo Sonda, e o técnico Luiz Felipe Scolari, ganhou um novo capítulo. Nesta segunda-feira (13), em entrevista à Rádio Globo, o diretor-executivo da empresa, Guilherme Miranda, acusou o técnico Luiz Felipe Scolari de afastar o meia Tinga do elenco por um problema de religião.
– Eu conversei com o Tinga e, pelo que entendi, ele estava relacionado [para enfrentar o Inter] e foi cortado depois de uma conversa. Na visão do Felipão, ele não interessa mais ao time. Eu senti o atleta arrasado, pois o Felipão tocou em um assunto não pertinente, tocou no assunto de religiosidade.
No início do Campeonato Brasileiro, Tinga chegou a ser escalado como titular do Palmeiras, mas perdeu a vaga até do banco de reservas nas duas últimas partidas. Coincidentemente, o atleta acabou sacado depois da troca de farpas entre Felipão e a DIS em virtude de uma proposta da Udinese, da Itália, pelo jovem Vinícius.
O Palmeiras era favorável à venda de Vinícius para arrecadar recursos, mas a DIS sugeriu o atacante a recusar.
– A gente indicou para o atleta não ir. Ele seria comprado pela Udinese, mas seria repassado ao Granada, um clube da segunda divisão da Espanha. Só iria jogar na Udinese depois de dois anos e se fosse bem.
O atual contrato de Vinícius com o Palmeiras é válido até setembro do ano que vem. Apesar do entrevero com Felipão, a DIS assegura que a intenção é negociar uma renovação com a direção do Verdão ainda nesta semana.
– Devemos começar a tratar da renovação até para tirar a limpo essa história, saber se os dirigentes do Palmeiras acompanham o pensamento do Felipão.
Rei do Marrocos deixará de ser "sagrado"
publicado em 17/06/2011 às 13h40:
Fonte R7
Nova Constituição vai transferir poderes para o primeiro-ministro
Azzouz Boukallouch/10.06.2011/AFP
Rei Mohammed 6º (direita) recebe o presidente do comitê para revisão da Constituição na residência real, em Oujda
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O rei Muhammad 6º do Marrocos deixará de ser “sagrado” segundo a nova Constituição do país, informou nesta sexta-feira (17) um líder sindical que teve acesso aos rascunhos da nova Carta Magna. De acordo com a nova Constituição, o país se tornará um “Estado muçulmano” e o rei, apesar de perder sua divindade, continuará como líder religioso do Marrocos.
O secretário da UMT (União Marroquina do Trabalho), Miloudi Moukharik, membro de um comitê que acompanha as reformas institucionais no país, explicou que a nova Constituição irá assinalar que o rei é “inviolável”, substituindo o texto anterior (de 1962) onde a pessoa do monarca é “sagrada”.
O conselheiro real e o presidente do comitê encarregado de acompanhar o processo de reforma constitucional, Mohammed Moatasim, entregou nesta quinta-feira às forças políticas a cópia definitiva do que deverá ser o novo documento.
- Moukharik destacou que o artigo 19º da Constituição, considerado como a garantia dos poderes monárquicos, dividiu os papéis do rei entre competências religiosas e políticas.
Na primeira parte do artigo, o soberano é classificado como “Comandante dos Crentes e supervisor da liberdade religiosa”. Já na segunda parte, o rei é designado como “protetor da opção democrática e árbitro entre as instituições do Estado”.
Nova Constituição irá transferir poderes para primeiro-ministro
Moukharik explicou que outra novidade relevante da nova Carta é que o primeiro-ministro se transformará em “um verdadeiro presidente do governo”, com competências “muito amplas”.
– O primeiro-ministro terá a possibilidade de nomear os secretários gerais dos ministérios, os diretores das instituições públicas e os governadores civis.
Pela atual Constituição do Marrocos, estabelecida em 1996, estas eram responsabilidades do rei.
Com relação ao Parlamento, a Câmara dos Representantes terá maior poder legislativo, enquanto a Câmara dos Conselheiros permanecerá como uma instituição de representação para os sindicatos e comunidades territoriais.
Texto reconhece mais uma língua oficial
A nova Constituição, que contará com 180 artigos contra os 108 da antiga Carta Magna, também irá reconhecer o “amazigh” (berbere) como um dos idiomas oficiais do Marrocos, ao lado do árabe.
O documento também destaca a diversidade da identidade marroquina e garantirá maior liberdade religiosa no país, que inclui “um componente hebraico” segundo a minuta.
– O Marrocos é um Estado muçulmano e o Estado garante a liberdade religiosa.
Nos últimos dias, alguns muçulmanos reivindicaram que a Carta determinasse o islamismo como a religião oficial, o que de fato constará no texto, mas não conseguiram impedir a inclusão do amazigh como uma das línguas oficiais.
Além disso, oito novas instituições foram incluídas na nova Constituição, entre elas o CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), a ICPC (Instância Central de Prevenção à Corrupção) e o ASU (Conselho Superior de Ulemás, os altos membros do Islã).