Categorias
Artigos Noticias

PLC 122 – HOMOFOBIA E CASAMENTO GAY- URGENTE

Pastores, Pastoras e amigos

Enviem seus e-mails para os senadores com urgência, avisem e encaminhem este e-mail para seus amigos, peça ao Povo de Deus para mandar e-mails para os Senadores pois so assim, com o povo de Deus unido.

 O Brasil nao se tornará uma Sodoma e Gomorra.

Quer ver mais aberraçoes que estão ocorrendo hoje pelos homoafetivos? entre no meu site http://www.primeiraigrejavirtual.com.br/

Rev. Angelo Medrado


Estimados amigos
Envio-lhes novamente o artigo, desta vez contendo os emails de todos os senadores. Apesar da tirania dos STF, temos de fazer nosso papel como cidadãos. Encaminhe este artigo a todos os seus contatos e escreva aos senadores nos emails que disponibilizo abaixo.

Ativistas gays aproveitam o embalo da decisão do STF para avançar criminalização da chamada “homofobia”

Julio Severo

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) fez no PLC 122, projeto que tem como objetivo criminalizar toda opinião filosófica, médica, moral e religiosa contrária à relação sexual entre homens.

O texto substitutivo sugere poupar da criminalização apenas os discursos feitos dentro do templo de igrejas. Mas a concessão especial aos religiosos está causando revolta entre os ativistas homossexuais, que veem na concessão uma mutilação da lei.

A equipe de Marta Suplicy rebate tal argumento, indicando que discursos “homofóbicos”, com exceção dos feitos em templos, “serão criminalizados” nas vias públicas, nos programas de televisão e rádio, nas revistas, jornais, etc.

O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo, e foi ardilosamente aprovado em 2006 na Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência da população, que tem feito contato com os senadores no sentido de não aprová-lo. O PLC 122 havia sido arquivado no começo deste ano, depois da derrota eleitoral de sua relatora, a ex-senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia, porém a senadora Marta Suplicy conseguiu desarquivá-lo e agora tenta avançar a lei que criminaliza a “homofobia”.

Ativistas homossexuais acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122, por causa daaprovação por unanimidade das uniões estáveis para duplas gays pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Se o Congresso relutar e fizer com o PLC 122 o que fez com o projeto de parceria civil homossexual de Marta Suplicy que estava parado desde 1995, os militantes gays esperam que o STF novamente dê um “jeitinho”.

O que você pode fazer?

Meu blog disponibiliza vídeo de Silas Malafaia que mostra como você pode fazer contato com os senadores para pedir a não aprovação do PLC 122. O vídeo está neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/silas-malafaia-denuncia-plc-122.html

Para mandar mensagens a todos os senadores, escreva para:

[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected]
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected]
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected],
[email protected]

Com informações do site A Capa.

Categorias
Estudos

Acabando com o casamento? Dr. Ablow fala e você decide

 

Os Editores

9 de maio de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — O Dr. Keith Ablow acha que o casamento é “uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas”. Na verdade, essa é apenas uma das acusações que Ablow atira contra o casamento antes de acabar exigindo sua extinção. O casamento, insiste ele, é uma instituição que está morrendo — e ele celebra sua morte.

Poucos poderiam conhecer ou se importar com as ideias de Ablow sobre o assunto, mas ele recebe atenção só pelo fato de que é psiquiatra e membro do programa de televisão de assuntos médicos “Fox News Medical A-Team”. A FoxNews recentemente publicou o ataque dele ao casamento, e com certeza o artigo dele vai receber atenção.

Ablow começa citando a atriz Cameron Diaz, que recentemente afirmou que o casamento é uma “instituição que está morrendo”. Ela acrescentou este comentário: “Não acho que deveríamos viver nossas vidas em relacionamentos com base em velhas tradições que não combinam mais com nosso mundo”. Olha, talvez isso diga muito sobre o próprio mundo dela de experiência e influência, mas é uma declaração assombrosamente audaciosa. Reflete também uma opinião que muitos entre as elites intelectuais e culturais têm, entre as quais o casamento tem sido visto como instituição retrógrada por algum tempo.

Keith Ablow acrescenta sua calorosa aprovação à acusação de Cameron Diaz contra o casamento, acrescentando que ele “não está seguro se o casamento alguma vez foi conveniente para a maioria das pessoas que o tentaram”.

Ele entrou em detalhes:

A partir do que ouço no meu consultório de psiquiatria, e a partir do que ouço de outros psiquiatras e psicólogos, e a partir do que meus amigos e parentes me dizem e me mostram por meio de sua conduta, e a partir do fato de que a maioria dos casamentos termina em divórcio ou amargura, o casamento é (como tem existido há décadas agora) uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas.

O médico reivindicou o manto de um homem que cura ao diagnosticar as consequências epidêmicas da instituição mais antiga da humanidade: “Como um homem que cura, não posso deixar de olhar com desconfiança para qualquer coisa que esgote a energia, otimismo, disposição de ânimo e paixão na medida que o casamento faz. É, sem dúvida, uma das principais causas de grandes problemas de depressão nos Estados Unidos”. Observe a preocupação dele com “energia, otimismo, disposição de ânimo e paixão” — como se esses ingredientes constituíssem as maiores necessidades ou aspirações da humanidade. O Dr. Ablow pode ser psiquiatra, mas uma rápida olhada nos livros dele indica preocupações que estão mais em sintonia com a psicologia popular.

O médico diagnostica os males do casamento com quatro argumentos. Primeiro, ele afirma que “o envolvimento do Estado no casamento tem sido um erro colossal”. O envolvimento governamental “rebaixa” o casamento, que é apropriadamente uma instituição religiosa. O envolvimento governamental torna o casamento “estéril, ligado às leis e sobrecarregado de implicações legais que sufocam psicologicamente”.

Ele acrescenta isto: “Pessoas inteligentes e perceptivas se sentem conscientemente ou não sem forças desde o momento em que dizem ‘sim’ ao cônjuge no altar do casamento”. Será mesmo? Só porque o casamento é uma instituição legal? Isso é pura estupidez, e é um argumento muito pouco inteligente também. O Estado concede reconhecimento legal ao casamento precisamente porque é uma declaração pública com sentido público. A lei, ele diz, não deveria fazer distinção entre pessoas solteiras ou casadas (ou, ele sugere também, três pessoas que coabitam), e indivíduos ou casais poderiam meramente ir para advogados para fazer contratos conforme suas necessidades.

Isso levaria ao caos legal, moral e cultural. Se o Estado “não tivesse absolutamente nenhum papel no casamento”, simplesmente significaria que o governo decidiu chamar o casamento por outro nome. Considerando as realidades da vida humana, algum meio padronizado de se reconhecer relacionamentos privilegiados é uma necessidade. Nenhuma civilização vive sem isso. Isso é verdade até mesmo em sociedades que separam as definições e autorizações religiosas e legais do casamento. Não há nenhuma grande civilização que exista sem casamento, e aqueles raros movimentos na história que tentaram eliminar o casamento levaram ao desastre.

Segundo, Ablow argumenta que o casamento está morrendo por causa da invenção das pílulas anticoncepcionais. Prepare-se para esta pérola: “Logo que os seres humanos compreenderam que podiam se expressar de uma forma emocional, romântica e sexual sem necessariamente criar múltiplas famílias e perigosamente dividir seus bens, o sofrimento psicológico de viver sem paixão sexual (até mesmo por escolha) foi intensificado de forma significativa”. Se você está procurando um exemplo perfeito da subversão psiquiátrica de toda moralidade, não é preciso procurar em mais nenhum outro lugar.

Keith Ablow está argumentando, muito sem rodeios, que a pílula anticoncepcional oferece um meio químico de permitir o adultério, e essa é a liberação da humanidade. O casamento, na opinião dele, mata a paixão sexual. “A vasta, vasta maioria dos homens e mulheres, de fato, não são mais fisicamente atraídos a seus cônjuges depois de cinco ou dez anos”, diz ele. “Se é que eles viram um ao outro na maior parte desse tempo”.

Ele não para aí. Poucas “pessoas normais” mantêm interesse num casamento, insiste ele. “O fato é que os seres humanos descobrem que não foram construídos para desejar um ao outro depois de usar centenas de vezes o mesmo lugar para escovar os dentes e usar a mesma cesta de roupas sujas por mil dias”.

Terceiro, e o mais tonto de todos, Ablow argumenta que o casamento “inerentemente priva os homens e as mulheres da alegria de serem ‘escolhidos’ numa base diária”. Estou falando sério. Ele argumenta que os votos de casamento nos privam da experiência de sermos escolhidos por nosso cônjuge a cada único dia. A maioria das pessoas casadas “tem de ficar pensando se seus cônjuges realmente querem ficar, ou simplesmente não querem passar pelo aborrecimento de deixar o outro”.

Esse argumento não só é estúpido, mas também faz-nos ficar pensando se o Dr. Ablow tem alguma compreensão real dos seres humanos. Ele realmente acredita que — mesmo que o casamento fosse desaparecer como instituição legal — os homens e as mulheres redecidiriam seus relacionamentos e compromissos mais íntimos a cada dia, livres para entrar e sair sem nenhum sofrimento e complicação emocional? Ele está falando sério?

Finalmente, o Dr. Ablow argumenta que o casamento está sendo minado pela hipocrisia. Em suas palavras: “O fato de que milhões de americanos fazem votos de permanecer no casamento a vida inteira, e então abandonam esses casamentos — uma vez, duas vezes, talvez três vezes — de tal forma banalizou e zombou desses votos que muitos riem silenciosamente para si enquanto estão escutando esses votos”.

Olha, agora ele está tocando em algo real e importante. Ninguém pode seriamente duvidar que esse tipo de hipocrisia está na verdade enfraquecendo o casamento tanto como instituição quanto como um compromisso pessoal. Mas, de uma forma estranha, a hipocrisia por acaso defende a importância do casamento e dos votos matrimoniais. Até mesmo aqueles que violam seus votos matrimoniais só fazem isso depois de afirmar em público o que o casamento deve ser e o que foi criado para ser. A resposta à hipocrisia é a correção moral e uma volta à integridade ao se fazer e preservar os votos do casamento. Não resolvemos a hipocrisia dos mentirosos rejeitando a própria ideia da verdade.

Chegando ao final de seu argumento, o Dr. Ablow insiste em que o fim do casamento é “apenas uma questão de tempo agora”. O casamento está saindo da moda, e temos de planejar “algo para substitui-lo”. A grande meta dele é: “Temos de propor algo que melhore a qualidade de nossas vidas e de nossos filhos”.

Só podemos ficar pensando na audácia de um homem que defende que os relacionamentos sejam breves, argumenta que os casais não podem permanecer muito tempo atraídos uns aos outros, celebra a liberação sexual do casamento que foi possibilitada pela pílula anticoncepcional, declara que o casamento é “uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas”, e então nos chama para algo melhor para as nossas vidas e de nossos filhos.

As atuais controvérsias acerca do casamento, se já não fossem estranhas o suficiente, defendem o que o Dr. Keith Ablow nega. O casamento é tão essencial para a felicidade humana e para a organização da sociedade humana que não dá para simplesmente ignorá-lo ou negá-lo. É claro que há aqueles que querem negar o óbvio — ao que tudo indica até mesmo no programa de televisão “Fox News Medical A-Team.” O ataque do Keith Ablow ao casamento é um sinal de nossos tempos — e uma vergonha.

Publicado com a permissão de AlbertMohler.com

Artigos relacionados:

Categorias
Artigos Estudos

O HOMOSSEXUALISMO E A BÍBLIA –

Em 5 de maio de 2011, o STF – Supremo Tribunal Federal – reconheceu a união estável de homossexuais, concedendo-lhes, assim, os mesmos direitos dos casais heterossexuais, tais como herança, comunhão de bens e pensão. Não nos causam preocupação as questões relacionadas ao dinheiro e outras coisas materiais. Se um homem passa ou deixa suas posses a outro, isto é problema de ambos. Entretanto, a decisão abriu caminho para que os gays possam adotar crianças. Logo, a formação das mesmas ficará comprometida por terem, dentro de casa, exemplos de comportamento deturpado. Sofrerão na escola por terem duas mães ou dois pais. Terão, provavelmente, problemas psicológicos severos. Poderão, também, tornarem-se gays, conforme o exemplo que receberam.
Outro aspecto negativo da decisão do STF é que a mesma representou um grande passo rumo à instituição do casamento entre pessoas do mesmo sexo no Brasil, o que pode criar constrangimentos para as igrejas brasileiras e seus pastores.
Diante do exposto, é importante deixar clara a nossa posição, ou melhor, a posição bíblica em relação ao tema:
1- Deus criou homem e mulher, mas não um terceiro ou quarto sexo.
"Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra." (Gn.1.27-28).
2- Para quem não crê na bíblia, podemos mencionar a biologia e anatomia. Existem apenas dois sexos na natureza. Quando nasce uma criança, logo se pergunta: "É menino ou menina?". Ninguém pergunta: "É menino, menina ou gay"?
3- O objetivo de haver homem e mulher é a reprodução e perpetuação da espécie. A maioria dos homossexuais ficam impedidos de realizarem o sonho de terem um filho próprio.
4- Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa do pecado, principalmente do homossexualismo (Gn.19). Daí vieram palavras que estão na bíblia e em nossos dicionários: sodomia, sodomita e sodomizar. Estes termos se referem às relações sexuais anais e aos homossexuais (IRs.14.24 e 15.12).
5- A lei de Moisés proibiu a relação sexual entre dois homens (Lv.18.22), colocando a prática entre as "abominações ao Senhor". Abominação não é simples erro, mas algo nojento, detestável. A mesma lei proibiu que homens usassem roupas de mulher e vice-versa (Dt.22.5).
6- Para quem se defende, alegando que a lei de Moisés não nos atinge, apresentamos as palavras do apóstolo Paulo, reprovando igualmente o homossexualismo: ITm.1.9-10; ICo.6.9-11.
"semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, homem com homem, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro" (Rm.1.27).
7- O verso 11 de ICo.6, apresenta esperança para os GLSBT. Alguns deles, residentes em Corinto, foram libertos e curados, mediante o poder de Deus. O mesmo ocorre ainda hoje para aqueles que desejam a libertação.
CAUSAS DO HOMOSSEXUALISMO
O que apresentaremos aqui explica algumas situações particulares. Não se trata de regra ou generalização.
1- Iniciação sexual. Muitos homossexuais começaram esse tipo de comportamento por terem sofrido abuso sexual na infância por parte de pessoa do mesmo sexo. Foi o caso de muitos meninos em orfanatos. Parece que a iniciação sexual, conforme o padrão ou fora dele, torna-se marcante para o indivíduo no sentido de nortear sua conduta posterior.
2- A ausência do pai ou da mãe durante a infância pode contribuir para que a criança copie a pessoa errada em seu jeito de ser, falar, vestir, etc. Exemplo: se falta a figura paterna, pode ser que o menino copie características femininas da mãe.
3- Os pais queriam uma filha, mas tiveram um filho, ou vice-versa. Quando isto é revelado à criança e, principalmente, quando a mesma é tratada como se fosse do outro sexo, isto pode funcionar como um estímulo de aparente inversão do gênero.
4- Consagração em culto afro-brasileiro. Algumas pessoas têm sua preferência sexual invertida após serem submetidas a rituais de consagração a entidades espirituais, ou seja, a demônios. Parece ser esta a causa de haverem tantos pais-de-santo gays.
5- Causa genética. Esta hipótese não foi comprovada nem descartada. Contudo, ainda que, em algum caso, a homossexualidade tenha causa genética, isto não significa que possa ser considerada normal ou incurável. Jesus encontrou um cego de nascença (João 9). Ele poderia ter considerado aquele fato como inalterável, mas não. Ele curou o cego. Jesus cura homossexuais também, seja qual for a causa do problema.
A TESE DA HOMOFOBIA
Tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei 122, conhecido como "Lei da Homofobia" ou "mordaça gay", pretendendo tornar crime todo tipo de manifestação contrária aos homossexuais.
A bíblia apresenta o homossexualismo como pecado, mas não ensina a homofobia. Devemos ter aversão ao pecado, mas não ao pecador. Jesus ensinou o amor ao próximo, sejam quais forem seus erros ou modo de ser, mas o amor não significa aceitação de todo e qualquer comportamento.
O homossexualismo é torpeza, conforme dito pelo apóstolo Paulo (Rm.1.27), mas quem mata um homossexual comete algo muito pior.
O que queremos então? Manter a liberdade de expressão, podendo dizer, abertamente, o que concordamos ou não em nossa sociedade.
Já pensou se os fumantes considerarem toda crítica ao cigarro como "fumofobia". Se o indivíduo quer fumar até morrer, isto é problema dele, mas se fuma em público, isto é problema da comunidade, podendo influenciar as crianças pelo exemplo, contaminar o ambiente, prejudicando a saúde de todos. O homossexualismo funciona da mesma forma. As carícias públicas e o ato de se travestir constituem afronta à moral e aos bons costumes.
Os verdadeiros cristãos nunca aceitarão como normal ou natural esse tipo de relacionamento.
Se a "Lei da Homofobia" for aprovada, haverá motivo consistente para que se proíba o uso da bíblia no país, pois seu conteúdo é claramente contrário aos relacionamentos homoafetivos.
Estamos assistindo a "sodomização" da sociedade. A destruição de Sodoma e Gomorra são figuras do fim apocalíptico deste mundo. Espero que tenhamos uma saída mais feliz do que a de Ló e sua família.
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus.
Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com
www.twitter.com/anisiorenato
[email protected]