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Travestis, violência, disque-denúncia, oportunismo e truculência governamental

 

Casos isolados de violência contra homossexuais geram pretexto para governo de Dilma impor doutrinação homossexual nas escolas

Julio Severo

O jornal esquerdista Falha de S. Paulo noticiou em 19 de fevereiro de 2011: “Polícia prende suspeito de manter travestis em cárcere em SP”. Só se esqueceu de mencionar que a “orientação sexual” do suspeito é a mesma das vítimas. Como sempre, mais uma pequena “falha”.

A reportagem, que deixou abundantemente claro que as vítimas eram travestis, só fez uma única citação discreta da “orientação sexual” do suspeito quando identificou seu nome como “Nilton Pinto de Freitas, 27, conhecido como Andressa”. Afinal, qual é o homem que gostaria de ser chamado de “Andressa”?

A mídia esquerdista se faz de inocente, mas seu pensamento é: “Nós sempre os mostramos como vítimas inocentes e puras. Não fica bem identificá-los como homossexuais quando eles são os opressores e criminosos. Dá um engasgo terrível na garganta!”

Provavelmente, a computação do crime do travesti contra outros travestis inchará registros de “crimes contra homossexuais”, um banco de dados que será convenientemente usado para pressionar os legisladores sobre a necessidade “urgente” de proteger travestis e outros prostitutos homossexuais que frequentam, em horários perigosos, locais de elevada criminalidade, ou que se esquecem de pagar seus parceiros e acabam sendo surrados ou mortos.

“Senador, você precisa aprovar o PLC 122! Olha só o que fizeram com um bando de travestis!”

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Essa “proteção” virá na forma de leis que imporão sobre as crianças das escolas aulas sobre a “beleza” e “dignidade” da vida sexual dos travestis e outros homossexuais, sob pena de punir todos os pais que se mostrarem contrários a que seus próprios filhos aprendam a “inocência” e “pureza” do ato mais sacrossanto do universo: o sexo masculino no orifício anal de outro homem.

Aliás, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) anunciou que o Ministério da Educação vai preparar cartilhas contra o “preconceito” que serão distribuídas nas escolas. Com a cobertura sistemática dos meios de comunicação dos casos isolados de violência contra gays, “a senadora se diz confiante na aprovação do PLC 122, contra a homofobia”. É a marcha governamental para a imposição do infame kit gay, com a desculpa de combater o “preconceito”, onde crianças terão de aprender a usar o orifício anal conforme determina a agenda gay e no estilo “Relaxa e goza” de Suplicy.

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Marta Suplicy e Maria do Rosário

O anúncio de Suplicy foi feito durante o lançamento oficial do Disque 100 em 19 de fevereiro de 2011. O número de telefone especial receberá denúncias anônimas contra a “homofobia” e foi lançado pela ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, que declarou: “A impunidade não permanecerá, e os crimes homofóbicos serão trabalhados, julgados e responsabilizados”. O evento contou com a presença de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que disse: “Temos um adversário comum, que são os religiosos fundamentalistas”.

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Segundo o JusBrasil, “Após o lançamento do Disque 100 também para casos de homofobia e da colocação do primeiro selo ‘Faça do Brasil um território livre da homofobia’, os participantes uniram-se à Marcha contra a Homofobia e pelo PLC 122, na própria avenida Paulista”.

O disque-denúncia vai facilitar as ações da Gaystapo. Em 2007, em nome da ABGLT, Toni Reis teve de enviar ao Ministério Público Federal de São Paulo carta pedindo ações criminais contra o Blog Julio Severo e seu autor. Com o Disque 100, acabou o trabalho. O nome de Julio Severo, acusado por Luiz Mott de ser o maior “homofóbico” do Brasil, poderá ser usado direta e indiretamente em todos os tipos de denúncias:

Caso 1:

“Em nome da democracia brasileira, quero como cidadão anônimo denunciar o autor que incitou agressões contra aqueles homossexuais que estavam perambulando às 2h da madrugada em São Paulo! Depois de lerem o Blog Julio Severo, os agressores foram buscar homossexuais fazendo ponto de madrugada…”

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Caso 2:

“Alô, desejo fazer uma denúncia de homofobia!”

“Disque 100 às suas ordens. O que foi que o homofóbico fez?”

“É a Andressa, que está prendendo meus amigos travestis”.

“Qual é o nome completo da Andressa?”

“Nilton Pinto de Freitas”.

“Tá tirando sarro de mim? Afinal, é Andressa ou Nilton?”

“É ele, mas ele é mais conhecido por ela”.

“Lamento, mas aqui não aceitamos denúncias contra homossexuais. Você deve ser algum homofóbico disfarçado!”

“Tá certo. Eu me enganei. Foi o Julio Severo!”

“Ah, assim melhorou! Agora já podemos aceitar sua denúncia!”

Tanto a União Soviética quanto a Alemanha nazista contavam com um sistema de denúncia, onde os denunciados sofriam o peso da truculência estatal. Essa truculência sobrevive hoje com rótulos mais palatáveis e com nomes hiperdemocráticos, mas não menos nojentos em sua essência do que o comportamento que a Gaystapo protege acima do bem-estar de crianças, famílias e da própria liberdade de consciência, religião e expressão.

Fonte: www.juliosevero.com

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Silas Malafaia na Globo

 

 

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Após escândalo extraconjugal, pastor é mais uma vez processado

BENNY HINN

 

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Benny Hinn, famoso televangelista, está sendo processado por sua editora por violar cláusula de moralidade em contrato.

O carismático televangelista Benny Hinn, que negou envolvimento romântico com Paula White, após um artigo publicado por um tablóide no ano passado, está sendo processado por 250.000 dólares por sua editora por violar uma cláusula de moralidade de seu contrato.

Hinn quebrou os termos do acordo com Strang Communications Co., quando se envolveu em uma “relação inapropriada” com White, a editora de Lake Mary arfumenta em uma ação ajuizada terça-feira.

Strang deu a Hinn um um adiantamento de 300.000 dólares para o seu primeiro livro, “Blood in the Sand”, há três anos. Hinn teria para escrever três livros para a editora, de acordo com o ação.

Arquivado em “Contrato/endividamento”, a denúncia é de que Hinn admitiu “sua relação inapropriada” com White em agosto e que ele deixou de cumprir o acordo com a Strang.

Um advogado da Strang também alega em carta anexada ao processo que Hinn também cumpriu uma cláusula contratual que o obrigava a ajudar a divulgar do livro. A carta dizia que ele era um “no-show” em aparições na mídia, inclusive o programa da Christian Broadcasting Network, “The 700 Club”.

No verão passado, o The National Enquirer publicou fotos que mostram o casal de pregadores de TV entrando e saindo de um hotel em Roma, de mãos dadas.

Na sequência da publicação do artigo, os dois emitiram declarações negando qualquer irregularidade.

Hinn rejeitou fortemente a alegação do artigo que ele tinha um caso com White, dizendo em um comunicado em seu site que havia apenas uma “amizade” e “nenhuma imoralidade” entre os dois. Ele também alegou de forma a ridicularizar que a afirmação de que ele e White secretamente ficaram juntos em um hotel era “absolutamente falsa”.

O televangelista disse que White, duas vezes divorciada, havia sido um “encorajamento” para ele e ” compartilhara conselhos úteis” depois que sua esposa, Suzanne, pediu o divórcio em janeiro passado.

“Eu não vou negar que a amizade se fortaleceu, e, permaneceu moralmente pura em todos os momentos, emquanto eu tenho desfrutado da companhia de alguém que também passou pelo trauma de um divórcio doloroso e público”, afirmou.

“Eu vigorosamente, categoricamente, e absolutamente nego as mentiras que foram distribuídos sobre mim e quero esclarecer as coisas. Não há nada de inadequado ou moralmente inadequadas sobre minha amizade com Paula White. Não houve qualquer imoralidade! ”

Em sua própria declaração, White, que conhece Hinn mais de 20 anos, chamou as afirmações do tablóide “categoricamente falsas”.

“Nós nunca ficamos sozinhos e estavamos na companhia constante de staff e outros companheiros”, afirmou. “Meu relacionamento com o Pastor Benny é genuíno e puro e não devem ser imaginado fora deste contexto.”

White, pastora da Igreja Internacional Without Walls, na Flórida, também enfatizou que ela iria responsabilizar aqueles que tentavam “frustrar” o seu chamado para pregar o evangelho de Jesus Cristo ao redor do mundo.

Ambos haviam concordado em “não ter mais nenhuma relação social” até que o divórcio de Hinn seja finalizado.

Hinn é legalmente divorciado de Suzanne, de acordo com o estado civil listados em seu processo de divórcio na Corte Superior do Condado de Orange da Califórnia.

Hinn e White estão entre os seis tele-evangelistas cujas despesas e situação de negócios sem fins lucrativos foram investigados pelo senador Charles Grassley início em 2007.

No mês passado, Grassley concluiu sua investigação de três anos e informou que os Ministérios “Joyce Meyer Ministries” e “Benny Hinn Healing Center Church”, foram os únicos ministérios que cooperaram plenamente com a investigação e até mesmo implementaram reformas financeiras.

Data: 21/2/2011 09:03:45
Fonte: Galileo

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.