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A Igreja Primitiva, seu crescimento e a Igreja atual

 

Na Igreja primitiva, os crentes temiam a Deus o povo respeitava quando se falava a respeito de Deus e O temia.

A igreja primitiva crescia rapidamente e o evangelista Lucas,  pelo fato da igreja não dispor de recursos como hoje: dinheiro, meios de transportes (carro, avião), meios de comunicação (radio, televisão, internet), livros e revistas e  pessoas com boa formação teológica, bons e grandes  templos, pregadores de renome internacional, excelentes músicos, cantores com seus discos gravados e na mídia; e, além disso,  a igreja era perseguida.

“Naquela época houve grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; fazendo com que todos forssem dispersos pela Judéia e Samaria exceto os apósotlos, Atos 8:1

Mesmo assim o crescimento da igreja notório. Atos 1:15 diz que no início eram cerca de 120 crentes, Atos 2:41 e com a pregação de Pedro logo após o dia de Pentecostes, já chegavam a aproximadamente a 3.000 crentes, Atos 4:4 diz que o número de homens chegava a quase 5.000.

Depois disso, Lucas não fala que já era uma  multidão. “E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto de homens como mulheres, agregados ao Senhor”. Atos 5:14

Por que a Igreja primitiva crescia tanto? Lucas nos mostra alguns fatores  para este crescimento.

1. Embora houvesse perseguição a Igreja permanecia em paz. A e perseguição nunca impediu a igreja de crescer.

Podemos notar, então, que o que impede a Igreja de crescer são; as rixas, as rivalidades, as disputas membros, estas coisas acabam com a Igreja.

2. O conhecimento da Palavra edificava a Igreja. O crescimento na fé e na Palavra do Senhor criava condições espirituais e assim o crescimento numérico acontecia naturalmente.

3. O crentes temiam à Deus.  Os crentes eram tementes a Deus, O reverenciavam, O respeito era dado à Deus e aos seus profetas e líderes.

“E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos”, Atos 2:43.

4. A ação do Espírito Santo era visível. A Igreja primitiva aprendeu a viver e a sentir a atuação do   Espírito Santo o que não acontece hoje.

As pessoas hoje creem nos seus próprios esforços e na força da propaganda dos cultos de prosperidade e milagres.

O crescimento  da Igreja foi espontâneo, como resultado da fé dos crentes da época, da fé e da vida na presença de Deus.

“Louvando a Deus, e caindo na graça do de todo o povo. E cada dia acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” Atos 2:47.

O ensinamento para hoje é viver na dependência de Deus, ouvir o Espírito Santo e pregar somente a Palavra de Deus na sua simplicidade, sem acrescentar nenhum til.

A dependência do Espírito Santo é vital para se ter uma vida em comunhão com os irmãos,deixando de lado a concorrência entre as igrejas e propagando as boas novas de Jesus Cristo.

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Rev. Ângelo Medrado, bacharel em Teologia com Doutorado em Novo Testamento,

Presidente da Primeira Igreja Virtual,   e da Igreja Batista da Restauração de Vidas,

no Gama, Brasília-DF – Referendado pela International Ministry of Restoration – USA e

pela Multiuniversidade Cristocentrica

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APEDREJAMENTO : Cristão condenado por "blasfêmia" é apedrejado na prisão

     Em 29 de outubro, muçulmanos presos em uma prisão no noroeste da província de Punjab, no Paquistão, apedrejaram quase até a morte um cristão condenado injustamente de "blasfêmia", segundo o pai da vítima.
     Imran Masih, de 19 anos e membro da Igreja Protestante do Paquistão (tradução livre), ainda se recupera no hospital distrital Hazro, onde foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva no dia do ataque.
     Ele trabalhava em uma barbearia de Hazro, perto de Attock, em julho de 2009, quando o proprietário, Nadeem Haider, o acusou de roubar 5.000 rúpias (60 dólares americanos).
     O funcionário da delegacia de polícia local Junaid Mirza disse aos investigadores e a Compass Direct que Haider  pagou o inspetor Jamal Khan da delegacia de Madina para torturar Masih. Haider e Khan, então aumentaram a acusação de blasfêmia contra Maomé, o profeta do islã, e a Corte do Tribunal Judicial de Risalat Khawaja (tradução livre) condenou Masih a 10 anos de prisão em 03 de agosto.
     Em 29 de outubro Masih estava sentado após as orações de sexta-feira quando um grupo de presos começou a apedrejá-lo com as rochas dos campos da prisão, gritando que ele era um blasfemo e deve ser morto.
     Haider disse no mês passado ao pai de Masih, Basharat Masih, que garantiria que o filho não sairia vivo da prisão. O ancião Masih suspeita de Haider e Khan como arranjadores do apedrejamento.

Data: 1/12/2010
Fonte: Portas Abertas

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TRT não reconhece vínculo empregatício de pastora evangélica

 

A 9ª Câmara do TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) não reconheceu vínculo empregatício de pastora evangélica em relação à igreja em que pregava.

Admitida em 2006, foi dispensada três anos e um mês depois sem justa causa. A pastora afirmou, segundo consta do processo na 1ª Vara do Trabalho de Araraquara, que “não teve o seu contrato de trabalho reconhecido; sofreu dano moral; não recebeu, corretamente, as férias, os trezenos salários e as verbas rescisórias”, apesar de ter dito, em depoimento “que o serviço prestado na reclamada era com intuito de fé”.

A igreja alegou que “inexistiu o alegado vínculo empregatício”, mas confirmou que a pastora recebia contribuição pecuniária de 30%, como todos os demais responsáveis de igreja recebem, para ajuda de custo.

O juízo de primeira instância julgou totalmente improcedente o pedido da pastora, com base no entendimento de que “o trabalho religioso, cujo vínculo se centra na fé não caracteriza o vínculo empregatício”. A decisão de primeira instância ainda lembrou que “a fé não é, ou não deveria ser, objeto de comercialização ou de interesse econômico”.Inconformada, a pastora recorreu.

Decisão

O relator do acórdão no TRT, desembargador Gerson Lacerda Pistori, afirmou que “em linha com a hipótese excepcional prevista na Lei Previdenciária, que admite o recolhimento como autônomo para pastores e padres das religiões sem fins lucrativos, não se deve reconhecer o vínculo empregatício entre quem exerce o sacerdócio e a respectiva entidade religiosa. E a principal justificativa está no fato de que o sacerdócio deve ser entendido como uma vocação, mas nunca como uma profissão”.

Data: 1/12/2010 08:39:56
Fonte: Última Instância