Categorias
Estudos

SEXO ENTRE SOLTEIROS! A DECISÃO É SUA!

 

Deixará o homem seus pais e unir-se à sua mulher, numa só carne

ca

     Vivemos dias em que a sexualidade tem sido estimulada e explorada ao máximo. Crianças à partir de meses de idade, ainda em fase de formação de sua personalidade e caráter, se vêem a mercê de desenhos, músicas e situações que provocam a libido, muitas vezes incentivadas pelos pais e avós. Adolescentes reivindicam o direito de chegar em casa de manhã para durante a madrugada poderem ficar com seus pares, enquanto os jovens negociam a liberdade de usar o leito conjugal de seus pais.
A partir desta realidade, como ficam os sós? Como aqueles que, pelo fato de não terem encontrado um par ideal, terem enviuvado ou se divorciado, ou mesmo os que o são por opção, devem vivenciar o sexo? Como lidar com a carência, a solidão, o desejo? Se não estão presos à lei com ninguém, estão livres para realizar tudo que desejarem fazer?

     Em primeiro lugar, é importante voltar um pouco e pensar que o ato sexual é uma idéia de Deus e, como tudo o que ele fez, é bom. Deus criou o sexo, criou homens e mulheres com corpos diferentes, áreas erógenas mais sensíveis e maneiras diferentes de reagir ao sexo oposto. Deus fez homens e mulheres complementares anatomicamente, de modo que a união sexual os torna mais unidos, prazerosos e ampliados.

     Por muito tempo o sexo foi visto como algo impuro e sujo, mas se é algo planejado pelo próprio Deus, não é seu plano que o sexo afaste o homem do plano divino, fazendo-o pecar. Ao contrário, Deus quer nossa gratidão por ter criado algo tão bom. O apóstolo Paulo fala a Timóteo que há muitos que ensinam doutrinas erradas, pregando até mesmo o celibato para todos, no que estão errados … porque tudo o que Deus criou é bom, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com alegria. (1 Timóteo 4.4).

     A questão se complica quando discutimos o espaço do sexo. O texto de Gênesis 2.24, que inaugura o casamento e apresenta suas bases, diz: Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e estarão ambos numa só carne (ou serão ambos uma carne). As expressões ser uma só carne ou ser numa só carne, que também aparecem em Mateus 19.5,6 e Marcos 10.8 referem-se ao ato sexual. Isto fica evidente quando lemos 1 Coríntios 6.16, quando lemos que o sexo com uma meretriz faz com que o homem se torne uma só carne com ela, sendo…dois numa só carne.

     Assim, é correto afirmar que o ato sexual foi criado para ser desfrutado por um homem e uma mulher (relação heterossexual) de forma a inaugurar o casamento. Portanto, ter relações sexuais fora do casamento implica desobedecer os mandamentos e estatutos divinos, retirando do matrimônio o caráter imaculado e honroso do leito sem mácula de que nos fala Paulo aos hebreus – o que implica dizer que o sexo é assunto de natureza espiritual: Cantares ou Cânticos dos cânticos, escrito por Salomão, ilustra o amor de Jesus pela sua noiva (a Igreja), e dentro do casamento o sexo ainda tem a função de santificar o cônjuge, mesmo que este não tema a Deus (1 Corintios 7.14).

     Por ser o sexo de natureza espiritual e estar limitado ao casamento, é que Deus estipulou certos padrões de comportamento para os solteiros. Deus espera que eles respeitem seus corpos, e que os tratem de forma que venham honrar ao Criador. Assim o corpo do cristão deve ser mantido física e moralmente limpo, pois nosso corpo pertence ao Senhor: Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomareis pois os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de meretriz? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão dois numa só carne. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
      1 Coríntios 6. 15, 16, 19, 20
Muitos dizem que não conseguem parar de pensar em sexo e não conseguem se dominar. Porém, é importante saber que Deus não nos fez para sermos escravos de nossos sentimentos. Afinal, Deus nos deu inteligência para entendermos o que fazemos, a Bíblia como guia, uma consciência através da qual fala conosco, e a vontade ou poder de escolher o que fazer. Leia o que diz Paulo aos Filipenses 4.8: “A paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus. Quanto ao mais, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, nisto pensai”.

     Infelizmente, há muitos que pensam ou usam o sexo por motivos errados. Há pessoas que ao conhecerem alguém, pensam que a prática sexual pode aproximá-los. Contudo, o ato sexual é um ato corporal, e só é santo e eficaz para elevar o amor entre o casal quando já existe amor entre eles, de modo que fazer sexo torna-se fazer amor, construir amor no outro. Assim, o amor tem que vir antes, e como Deus é o próprio amor, e como ele não está presente e não aprova o sexo fora do casamento, o afeto, ao invés de aumentar, vai ser morto ou substituído por um simples desejo.

     Muitos ainda pensam que o sexo funciona como um termômetro para uma relação futura, como se fosse a base para um relacionamento feliz. O prazer do sexo, por melhor que seja, acaba se descolorindo se o casal não aprender a trocar não só as sensações do corpo, mas principalmente seus sonhos e planos. Estar afinado sexualmente não garante a construção de relações afetivas sinceras, mas o inverso é sempre verdadeiro: relações afetivas e amorosas entre conjugues é que garantem relações sexuais prazerosas.

     Também não faça sexo por se sentir carente. O princípio do sexo é a doação de si ao outro, é a troca e a manipulação do corpo e dos sentidos. Assim sendo, quanto mais carente a pessoa estiver, ao final do ato mais ela se sentirá usada, objeto do outro e não para o outro. Surge então uma relação dependente, doentia, e que com o tempo pode ser muito dolorosa para ambos. Cria-se assim um círculo vicioso, onde quanto mais se busca preencher a carência, mais vazia a pessoa fica, mais só, mais vulnerável, mais carente.

     Por fim, embora você seja mais forte do que o poder que o sexo pode ter sobre você, não menospreze, teorize ou brinque com a tentação sexual. Em outras palavras, não brinque com fogo, pois você pode acabar se queimando! Quando você sentir que uma pessoa do sexo oposto está se insinuando para você, não espere, não a provoque, e nem queira ter um papo do tipo “vamos conversar a respeito…” ou “Deixa eu lhe dar um conselho e falar sobre mim…”.

     A Bíblia diz que nós devemos fugir da aparência do mal. Assim, evite pegar carona sozinho com uma amiga do trabalho ou conversar sozinho com freqüência com pessoas casadas de outro sexo. Não fale de suas intimidades ou carências para alguém do sexo oposto e cuidado com os propósitos e limites de seus namoros. Por fim, fuja e esconda-se em Jesus, esperando nele o tempo certo para poder gozar com o seu cônjuge dos benefícios do sexo.

     Vivemos num mundo que respira sexo. Muitos que hoje estão sós, já tiveram seus momentos de prazer sexual com antigos cônjuges. Outros, permanecem virgens, acalentando o sonho de provarem do ato sexual. Em ambos os casos, é fundamental a arte do domínio do pensamento e do desejo. É imprescindível a conscientização de que, sendo pecado o sexo fora do casamento, praticá-lo ou não passa a ser uma escolha pessoal. E, como em toda escolha que você faz ao longo da sua vida, a decisão é toda sua.

     Contudo, lembre-se que você sempre colherá os benefícios e bênçãos advindas de uma sábia decisão!

www.ministerioapoio.com.br

Data: 30/8/2010 09:39:13

Fonte: Ministério Apoio

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
Categorias
Noticias

Estudo revela como fé de médicos afeta cuidados paliativos

image

REINO UNIDO

Médicos do Reino Unido que não são religiosos têm mais probabilidades de adotarem medidas para ajudar a levar ao fim a vida de um paciente bem doente.

Estudo publicado no Journal of Medical Ethics, pesquisou mais que mais de 3.700 médicos no Reino Unido, pertencentes a uma ampla gama de especialidades como a neurologia, cuidados paliativos e prática geral.

Os pesquisadores perguntaram aos médicos sobre o último paciente com que ele havia trabalhado e que havia morrido.

Os médicos responderam perguntas sobre suas próprias crenças religiosas e sua origem étnica, bem como sobre cuidados paliativos – deram sedação profunda contínua até a morte ao último paciente que morreu? Discutiram as decisões com o paciente de que iriam provavelmente encurtar sua vida?

O estudo descobriu que a força na fé religiosa de um médico se relaciona com a incidência na sedação profunda contínua até a morte, o que confirma as hipóteses da pesquisa anterior.

Pesquisadores encontraram também que um doutor que relatou ser “bem ou extremamente não-religioso” tiveram uma probabilidade crescente de tomar esse tipo de decisão de dar fim à vida do paciente.

Além disso, doutores que disseram que eram muito religiosos foram encontrados serem menos dispostos a discutir as decisões previstas ou a parcial intenção de acabar com a vida.

Este resultado corrobora o que um estudo em 2007 da New ‘England Journal of Medicine’, encontrou – de que os médicos religiosos são menos propensos à acreditar que devem dar informação ao paciente sobre os procedimentos dos quais que os médicos tem objeções morais.

Outras descobertas do estudo foram: Especialistas no cuidado aos idosos têm mais probabilidades de serem Hindus ou Muçulmanos que outros médicos, especialistas em cuidados paliativos foram mais prováveis de serem cristãos, religiosos e “brancos” que outros, a etnicidade está bastante relacionada com as taxas de apresentação de relatórios de decisões eticamente controversas.

Fonte: Christian Post

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
Categorias
Noticias

Agressores de doméstica evangélica já estão soltos, essa é a justiça brasileira.

 

image

 

 

Apenas três anos após o crime causar comoção nacional, os rapazes de classe média que espancaram a doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, confundida com uma prostituta, estão soltos. Presos desde 2007, quatro dos cinco condenados ganharam a liberdade condicional no ano passado, o que, em tese, os obrigaria a comparecer ao Tribunal de Justiça a cada três meses se três deles não tivessem conseguido este ano um indulto, que extinguiu a pena. Como não poderia deixar de ser, os outros dois estão buscando o mesmo benefício. Um não aparece no levantamento do passo a passo da execução penal, feito pelo GLOBO, simplesmente porque, até hoje, encontra-se foragido, nunca passou pela prisão e, no condomínio onde ainda mora sua família, na Barra da Tijuca, ninguém tem informações sobre seu paradeiro.
Jovens cumpriram, em média, 40% das penas
Felippe de Macedo Nery Neto escapou de ser preso. Logo após os outros irem para a cadeia, alegando que apenas dirigia o veículo onde estava o grupo, ele obteve um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça, em caráter liminar, até que o mérito da decisão fosse analisado. Quando o STJ decidiu que Felippe deveria ser recolhido, ele desapareceu.
— Felippe não cumpriu pena alguma. Há um mandado de prisão contra ele, que é considerado foragido — afirma o promotor de Justiça, André Machado Ricci, da 38ª Vara Criminal, onde correu o processo.
Os agressores cumpriram, em média, 40% da pena, cerca de dois anos de prisão. Recentemente, uma decisão na esfera cível os condenou a pagar uma indenização de R$500 mil a Sirlei. Mas o advogado da vítima, Ricardo Mariz, explica que as famílias devem recorrer, já que têm investido muito na defesa:
— Ora, se apenas dois réus têm bens, qual a razão dos outros terem gasto tanto dinheiro com advogados cíveis, se não dispõem de patrimônio?
Os dados da execução penal falam por si. Rubens Pereira Arruda Bruno, condenado a cinco anos e quatro meses em fevereiro de 2008, pediu logo depois autorização para sair da prisão e trabalhar como controlador de lanchas na Vico Transportes Marítimos e Turismo Ltda. Nem houve tempo de apreciar o pedido porque, em novembro do ano passado, ele obteve a liberdade condicional. Este ano, ganhou o indulto. Quanto à empresa em que trabalharia, o nome Vico não está registrado na Junta Comercial do Rio. O pai de Rubens chama-se Ludovico Ramalho e é empresário náutico. Ele se mudou do antigo endereço e não foi localizado. Na época, Ludovico ficou marcado pela frase “Não é justo que essas crianças fiquem presas”.
Outro que obteve o semiaberto foi Julio Junqueira Ferreira, cuja sentença também foi de cinco anos e quatro meses de prisão. Um ano e cinco meses após ser preso, ele teve permissão para trabalhar como auxiliar de almoxarifado na Transegur, tradicional empresa de segurança da cidade. O aval da Justiça foi dado em novembro de 2008. No ano seguinte, Júlio, além de trabalhar, também cursava uma faculdade particular, mas devia voltar à noite para o presídio. Foram apenas mais quatro meses, porque logo entrou em liberdade condicional. A defesa do rapaz, agora, pede o indulto. Procurada, a Transegur informou que Júlio, de fato, trabalhou lá cerca de oito meses, mas saiu logo após ser libertado.
Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, sem proposta de emprego, saiu na condicional em maio do ano passado e já foi indultado. Leonardo Pereira de Andrade foi libertado seis meses depois, mas ele ainda não teve o indulto.
A promotora da Vara de Execuções Penais (VEP), Gabriela Tabet, observa que, todo ano, o Ministério Público questiona, sem sucesso, o indulto natalino concedido pela Presidência da República. Com caráter genérico, ele beneficia os condenados que atendam a alguns requisitos, como pena inferior a oito anos. Uma fração da pena deve ter sido cumprida e o candidato não pode ter registro de falta grave na unidade prisional.
— O que eu acho é que fica, muitas vezes, uma sensação de impunidade, porque o juiz analisou as provas e imputou uma pena ao cidadão, que teve direito a todas as garantias previstas na lei. Com o indulto, o condenado cumpre muito pouco da sentença e a punição ainda é extinta. A sensação é de que o cumprimento da pena ficou aquém do esperado — analisa a promotora Gabriela Tabet.
Ao falar sobre o destino dos rapazes, a vítima, Sirlei, que ainda aguarda uma cirurgia para se recuperar de uma lesão no braço, causada pelas agressões, surpreende:
— Fico feliz de saber que eles estão trabalhando e estudando, que retomaram a vida. Durante um tempo, que eu não sei qual foi, eles ficaram reclusos, longe do conforto e das coisas boas que tinham. São jovens, e todo ser humano tem direito a uma nova chance. Já chega o fato de que eles estão marcados para sempre. A nossa sociedade aponta muito o dedo. A vergonha que passaram vão sempre lembrar, querendo ou não.
Dos advogados localizados, João Mestieri, que defende Felippe Nery, avisa que vai recorrer da indenização, e Edgard Saboya Filho, de Rubens, não quis comentar o processo.

Em 2008, Sirley foi pré-candidata a vereadora, relembre:

“Não prometo nada”, adianta Sirley Dias, que, assim como a grande massa da população carente de sua região, está desapontada com a política e as promessas de melhorias não cumpridas. Essa insatisfação, atrelada ao histórico de Sirley ter sido vítima da violência e da desigualdade social, levou a diarista espancada por “pitboys” da Barra da Tijuca, em junho do ano passado no Rio, a alcançar vôos mais altos e tentar uma vaga na Câmara dos Vereadores do Rio.

O convite partiu do senador Marcelo Crivella (PRB), partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus. Sensibilizado com o caso e a exposição da diarista que foi espancada por cinco jovens, quando esperava por um ônibus para ir a uma consulta médica em Imbariê, bairro de Duque de Caxias (RJ), o senador convidou Sirley a disputar uma vaga. “Não sou oportunista”, frisa a diarista, que, devido às dores, pode ter de operar o braço direito. O motivo do roubo e da agressão, segundo os jovens, foi que eles haviam confundido Sirley com uma prostituta. Dias depois do caso, ela, que é membro da Igreja Assembléia de Deus, disse que perdoou os jovens e, na entrevista à Enfoque, comentou que a atitude dos filhos é fruto da omissão dos pais.

Apesar de morar em um distrito de Duque de Caxias, o título de eleitor da diarista é do Rio de Janeiro. Por ter tido uma vida difícil, já que teve de vender cachorro-quente para complementar a renda e ajudar a mãe, Sirley não terminou os estudos. O que a pré-candidata não teve em sua vida, quer que o seu próximo tenha: acesso à saúde e educação de qualidade e, é claro, mais direitos para as empregadas domésticas. “Quero usar toda a minha experiência de vida para trabalhar por mais recursos para hospitais e escolas. Sei o que é ir ao posto de saúde atrás de um pediatra e não ter médico”, afirma a empregada, que ainda aguarda definição do partido e que, se eleita, será daquelas parlamentares que colocam “a mão na massa”. “Sei que serei uma formiguinha no meio do oceano.”

Data: 30/8/2010 08:15:26
Fonte: O Globo/Redação Creio