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Igreja católica desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte, emitiu comunicado

       Igreja desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Desde que começou a circular pela internet um vídeo de uma pregação do conhecido pastor Cláudio Duarte sobre uma palestra dele em uma igreja católica – há cerca de uma semana – o assunto vem gerando polêmicas.

Ele conta que falou sobre o perigo da idolatria para os fiéis católicos, de maneira específica, referindo-se à Maria. Embora ele não diga textualmente onde foi essa pregação, fiéis católicos apontavam para a paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte.

Com a quase onipresença dos smartphones com câmaras, de fato surgiu um vídeo, gravado nesse local, mostrando que Duarte fez ali uma palestra em agosto de 2016.


Contudo, a paróquia veio a público agora para esclarecer que, nessa ocasião, o pastor não abordou os dogmas marianos. Em um comunicado divulgado pela paróquia nas redes sociais e assinado por Flávio Campos, da equipe de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte.

texto afirma que o pastor esteve ali, mas mostrou “cordialidade e respeito aos católicos” e que “não houve qualquer menção aos dogmas marianos”.

Após as primeiras reações contrárias, numa campanha que pedia que igrejas católicas não convidar mais pastor Claudio para pregar, ele gravou um vídeo onde pedia perdão por ter causado polêmica e ter “ofendido” os católicos. Entretanto, não diz claramente em que igreja católica pregou contra a idolatria a Maria nem quando isso ocorreu.

O Pastor Cláudio Duarte pediu perdão aos católicos, entretanto, esse fato denegriu a sua imagem de Pastor show man e o número de adeptos de suas pregações caiu vertiginosamente. 

Estado Islâmico no Brasil: MPF denuncia seis pessoas

Operação Hashtag prendeu brasileiros pretendiam realizar atos terroristas no país

         Estado Islâmico no Brasil: MPF denuncia seis pessoas

A Operação Hashtag, da Polícia Federal, foi deflagrada em 2016, revelando que brasileiros estariam planejando ataques terroristas no país. Em setembro do ano passado, foi apresentada à Justiça a primeira denúncia, envolvendo 10 pessoas.

Nesta segunda-feira (26), o Ministério Público Federal (MPF) formalizou a segunda denúncia, acusando cinco dos suspeitos originais. Um sexto já tinha sido condenado no primeiro processo, mas seguiu cometendo crimes.

As novas investigações fortaleceram as denúncias dos crimes de promoção ao terrorismo e associação criminosa. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 11 anos de prisão.

Os denunciados são Danilo Francini dos Santos, Sara Martins Ribeiro, Fernando Pinheiro Cabral, Leandro França de Oliveira, Gilberto Gonçalves Ribeiro Filho e Mohamad Mounir Zakaria.

O MPF identificou que todos eles usavam perfis em redes sociais e aplicativos de mensagens para disseminar os ideais do Estado Islâmico e planejavam possíveis ataques, que incluíam a possibilidade de um ataque durante a Olimpíada do Rio de Janeiro.

Ainda segundo o MPF, Sara Ribeiro recrutava outras mulheres para se juntarem ao grupo de terroristas no Brasil.

As prisões da Hashtag foram as primeiras feitas com base na lei antiterrorismo de 2016 e também as primeiras detenções por suspeita de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico em solo brasileiro. Com informações G1

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Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a “prioridade do mundo islâmico”, afirmam líderes religiosos

       Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”.

Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.
 As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil

Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em LondresBerlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. Com informações de Gospel Prime e Times of Israel